O parceiro ideal de LeBron e Anthony Davis para formar o supertrio dos Lakers

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon
Agora juntos, LeBron e AD formam uma das melhores duplas da NBA
Agora juntos, LeBron e AD formam uma das melhores duplas da NBA Getty Images

Neste momento, o Los Angeles Lakers não tem espaço suficiente no teto salarial (apenas cerca de US$ 23 milhões) para atrair um agente livre de peso para se juntar a LeBron James e Anthony Davis. 

A ideia dos Lakers é se livrar dos contratos de Isaac Bonga, Jermerrio Jones e Moritz Wagner ou rezar para Anthony Davis abrir mão de seu bônus de US$ 4 milhões, para ter mais espaço no teto salarial para oferecer um contrato máximo.

De qualquer forma, os Lakers tentarão adicionar mais uma estrela e aliar vários veteranos experientes e salários mínimos ao seu redor.

Listei abaixo seis possíveis estrelas que se encaixariam, ou não, ao lado de LeBron e Davis nos Lakers:

Kyrie Irving

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Por que não fazer voltar algo que deu certo? Kyrie Irving mostrou que em Boston que ele está mais para “Robin” do que “Batman”. E a sintonia com LeBron já vem de longa data e produziu o único título da história do Cleveland Cavaliers. Irving talvez exigisse um contrato máximo, mas a solução mais viável para os Lakers contarem com ele seria de repente fazendo um contrato de dois anos, com opção de renovação no segundo, na casa dos US$ 50 milhões. Kyrie, apesar das inúmeras lesões, ainda tem só 27 anos.

Kemba Walker

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Uma opção mais barata, e mais durável, que Kyrie Irving. Porém, Kemba Walker já está com 29 anos. E é justamente por isso que talvez ele se enquadre perfeitamente no atual Los Angeles Lakers. Walker já viu que se ficar em Charlotte, onde sua para no máximo beliscar uma vaga nos playoffs do Leste, não tem futuro. Ele não é mais nenhum menino e pode ter a maior chance da vida de ganhar um título com LeBron e Davis. Por isso, aceitaria os US$ 23 milhões que os Lakers têm hoje para oferecer e até um contrato de longo prazo. O armador vem da melhor temporada da carreira e já mostrou ser decisivo em partidas grandes, além de, assim como Kyrie, ser capaz de criar o próprio chute e carregar a bola em quadra, tirando tal responsabilidade de James quando necessário.

Jimmy Butler

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Outro que teria uma chance de ouro de enfim ganhar um título na carreira. Mas, aos 29 anos, Jimmy Butler também está na idade de exigir um contrato lucrativo. Seu estilo de jogo complementaria bem o de LeBron e poderia fazer dos Lakers uma força defensiva junto com Anthony Davis. Butler não é dos melhores chutadores de 3 pontos, porém, mas consegue carregar a bola em quadra e se mostrou ao longo da carreira um jogador decisivo.

Klay Thompson

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O estilo casaria perfeitamente com o de LeBron. Klay é um dos maiores chutadores da história, seu pai foi campeão nos Lakers e ele sabe o que é necessário para ser campeão da NBA. O problema é a lesão no ligamento do joelho de Thompson, que fará com que ele volte apenas em 2020. E talvez lá seja tarde para os Lakers, que estão no desespero, precisando mostrar aos torcedores que acabou a brincadeira em 2019-20. Thompson vive um dilema, já que saudável é um jogador que poderia facilmente conseguir até um contrato máximo ao redor da liga, mas a lesão no joelho certamente traz preocupações.

Kawhi Leonard

Kawhi Leonard
Kawhi Leonard Getty Images

Seria legal ver Kawhi e LeBron juntos. Mas por serem da mesma posição e terem até similaridades dentro da quadra, é difícil imaginar que eles consigam coexistir. E além dos Lakers não conseguirem dar um contrato máximo tão valioso quanto o Toronto Raptors, é difícil acreditar que Kawhi iria trocar os ares canadense, onde virou Deus, pelo ambiente hollywoodiano e conturbado que Los Angeles, mais especificamente os Lakers, trazem.

D’Angelo Russell

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Por que não voltar pra casa? Talvez D’Angelo Russell seja a melhor das opções por uma série de motivos. Primeiro, o clima ruim que ele deixou ao sair de lá já não tem mais praticamente ninguém, tanto no elenco quanto nos responsáveis por trocarem ele para Brooklyn. Ele ainda tem só 23 anos de idade e não exigiria, nem está elegível, para um contrato máximo, podendo ser adquirido pelos cerca de US$ 20 milhões por temporada. Russell também conhece a franquia e é possível acreditar que seu auge ainda está por vir, além de ser um bom chutador de 3 pontos e ter se mostrado decisivo conduzindo os Nets aos playoffs.

Fonte: Gustavo Faldon

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Por que 'calouro' dos Nuggets pode ser o fator crucial para o próximo título da NBA

Pedro Suaide
Pedro Suaide


Para alegria geral da nação, a NBA está voltando. E após uma temporada incrível, muitos seguem olhando torto para o Denver Nuggets antes do início de mais um campeonato.

O time de Mike Malone liderou a conferência oeste por grande parte do ano, terminou a temporada regular com 54 vitórias e caiu nas semifinais de conferência, superados pelos Blazers por 4 a 3. 

Denver não sabia o que era um jogo de playoffs desde 2013, e não passavam da primeira fase do mata-mata desde 2009. Ano passado foi um marco, encerrando oficialmente o fim da era de Carmelo Anthony e cia. e dando início a tempos que prometem ser de alegria, com Nikola Jokic no comando.

Ninguém esperava esse salto do dia para a noite, e o time agora pode estar no famoso 'segundo ano', aquele que prova se a última temporada foi apenas um ponto fora da curva - acho difícil que tenha sido considerando a quantidade de talento que eles têm no elenco.

Entretanto, esse salto para se tornar realmente um candidato ao título passa por um homem: Michael Porter Jr. 

Escolhido na 14ª escolha do draft de 2018, lesões nas costas tiraram o jogador da temporada. Mas ele está de volta, e pode ser decisivo por dois motivos.

Primeiro, ele pode se tornar o que o time precisa: um ala que pontue com facilidade. Hoje, o elenco é liderado por Nikola Jokic, pivô que pode pontuar muito, mas não obrigatoriamente faz isso, já que acaba jogando muitas vezes como um armador, apesar do tamanho. 

Seu fiel escudeiro é Jamal Murray, empolgante armador de apenas 22 anos. Ele consegue chegar a partidas de 40 pontos, mas segue sendo inconsistente - ou seja, às vezes não vai marcar mais de 10 pontos, e isso é um grande problema para um time que quer ser campeão.

Aí chega Porter, que foi um pontuador nato durante o ensino médio - e seus lances durante a pré-temporada mostram que ele realmente encontra a cesta naturalmente. Se encontrar seu potencial, pode fechar um quinteto com Jamal Murray, Gary Harris, Paul Milsap e Nikola Jokic para realmente buscar o título.

Mas existe um segundo motivo, caso ele apresente mais potencial do que basquete até a metade dessa temporada, e o time de Denver sinta que é a hora de dar All-In.

Os Nuggets têm um elenco profundo. Tirando os quatro titulares já citados acima e Porter Jr., o grupo conta com um arsenal de jogadores valiosos: Will Barton, Malik Beasley, Jerami Grant, Monte Morris, Torrey Craig e mais.


Caso sintam necessidade de 'virar a chave' durante o caminho, a direção da franquia pode buscar ele, o jogador que será o mais desejado em trocas durante esta temporada: Bradley Beal. E se tem um time com jovens jogadores e escolhas de draft que podem convencer os Wizards a abrir mão de sua estrela, é o Denver Nuggets.

Beal é uma estrela que está em uma equipe completamente disfuncional. Washington cada vez mais imagina (ou talvez até já saiba) que não vai ficar com ele quando seu contrato acabar, no meio de 2021. Por isso, é interessante trocá-lo antes que seja tarde demais para receber algo valioso em troca.

Para Denver, Beal seria um encaixe perfeito com Murray e Jokic, os 'introcáveis', e fecharia um trio capaz de reinar.

Seja para jogar ou para ser trocado, Michael Porter Jr. pode ser o fator crucial para o próximo título da NBA.

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[Programação] NBB começa com clássico de camisas pesadas... no futebol

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

 NBB entra chutando a porta. A temporada 2019-20 começa com um clássico de peso já na primeira rodada. Corinthians e São Paulo entrarão em quadra no ginásio Wlamir Marques para fazer a versão da bola laranja de um dos maiores clássicos dos gramados brasileiros. O jogo terá transmissão dos canais ESPN a partir das 20h.

A semana de esportes americanos é quente também nos gramados. Seja no beisebol, com a definição dos time que vão à World Series, seja no futebol americano, com clássicos na NCAA e confrontos diretos dentro da divisão na NFL. Tem espaço até para o jogo de Londres na manhã deste domingo.

Veja abaixo a agenda de esportes americanos nos canais ESPN deste semana. E atenção para a possibilidade de mudança de horário de alguns jogos dos playoffs da MLB de acordo com a evolução das séries.

SÁBADO, 12 DE OUTUBRO

MLB (playoffs)
17h - Washington Nationals x St. Louis Cardinals (ESPN)
21h - New York Yankees x Houston Astros (ESPN 2)

NHL
14h - Edmonton Oilers x New York Rangers (ESPN)

NCAA (futebol americano)
13h - Michigan x Illinois (ESPN 2)
13h - South Carolina x Georgia (WatchESPN)
13h - Miami-Ohio x Western Michigan (WatchESPN)
13h - Mississippi State x Tennessee (WatchESPN)
13h - Memphis x Temple (WatchESPN)
13h30 - Georgia Tech x Duke (WatchESPN)
14h - Central Connecticut x Columbia (WatchESPN)
14h - Jacksonville State x Eastern Illinois (WatchESPN)
16h - New Mexico State x Central Michigan (WatchESPN)
16h30 - Florida State x Clemson (WatchESPN)
16h30 - Cincinnati x Houston (WatchESPN)
16h30 - Kent State x Akron (WatchESPN)
16h45 - Connecticut x Tulane (WatchESPN)
17h - Iowa State x West Virginia (WatchESPN)
17h - UNLV x Vanderbilt (WatchESPN)
17h - Rhode Island x Virginia Tech (WatchESPN)
18h - Georgia State x Coastal Carolina (WatchESPN)
20h - Ole Miss x Missouri (WatchESPN)
20h - UMass x Louisiana Tech (WatchESPN)
20h30 - Navy x Tulsa (WatchESPN)
20h30 - Louisville x Wake Forest (WatchESPN)
20h30 - Arkansas x Kentucky (WatchESPN)
20h37 - Penn State x Iowa (WatchESPN)
21h - Florida x LSU (WatchESPN)
23h15 - Hawaii x Boise State (WatchESPN)

DOMINGO, 13 DE OUTUBRO

NFL
10h30 - Carolina Panthers x Tampa Bay Buccaneers (ESPN)
14h - Houston Texans x Kansas City Chiefs (ESPN)
14h - Seattle Seahawks x Cleveland Browns (ESPN Extra)
17h - San Francisco 49ers x Los Angeles Rams (ESPN 2)
17h25 - Dallas Cowboys x New York Jets (ESPN)
21h15 - Pittsburgh Steelers x Los Angeles Chargers (ESPN)

MLB (playoffs)
21h - New York Yankees x Houston Astros (ESPN 2)

NHL
20h - Pittsburgh Penguins x Winnipeg Jets (WatchESPN)

SEGUNDA, 14 DE OUTUBRO

20h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
21h - Detroit Lions x Green Bay Packers (ESPN)

MLB (playoffs)
20h30 - St. Louis Cardinals x Washington Nationals (ESPN 2)

TERÇA, 15 DE OUTUBRO

NBB
19h50 - Corinthians x São Paulo (ESPN)

MLB (playoffs)
17h - Houston Astros x New York Yankees (ESPN 2)
21h - St. Louis Cardinals x Washington Nationals (ESPN 2)

QUARTA, 16 DE OUTUBRO

NBA (pré-temporada)
21h - Atlanta Hawks x New York Knicks (ESPN)
23h30 - Golden State Warriors x Los Angeles Lakers (ESPN)

MLB (playoffs)
17h - St. Louis Cardinals x Washinton Nationals (ESPN 2)
21h - Houston Astros x New York Yankees (ESPN 2)

NHL
20h - Colorado Avalanche x Pittsburgh Penguins (WatchESPN)

QUINTA, 17 DE OUTUBRO 

NFL
21h15 - Kansas City Chiefs x Denver Broncos (ESPN)

MLB (playoffs)
21h - Houston Astros x New York Yankees (ESPN 2)

NHL
20h - Tampa Bay Lightning x Boston Bruins (ESPN Extra)

NCAA (futebol americano)
20h30 - Louisiana x Arkansas State (WatchESPN)
22h - UCLA x Stanford (WatchESPN)

SEXTA, 18 DE OUTUBRO 

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB (playoffs)
21h - Washington Nationals x St. Louis Cardinals (ESPN)

NHL
20h - New York Rangers x Washington Capitals (ESPN 2)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 12 de outubro, 14h.

Fonte: ESPN

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Os playoffs 2019 podem redefinir o espaço dos Nationals, mesmo que o título não venha

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Torcedores de beisebol talvez sejam os que mais se assemelham, nos Estados Unidos, aos do futebol brasileiro. O sujeito gosta do esporte, mas gosta mesmo é do seu time. E trocar de time é uma coisa inadmissível, mesmo que se mude de cidade ou que um time novo tenha aparecido na sua região e racionalmente não faz sentido continuar preferindo uma equipe do outro lado do país. O Washington Nationals sabe bem disso. E, por isso, a campanha na atual temporada pode dar uma nova dimensão à franquia.

A capital americana sempre teve uma relação complicada com o beisebol. O Washington Senators, franquia original da Liga Americana, era competitiva e teve alguns dos mitos da primeira metade do século 20, mas só conquistou uma World Series, em 1924. Em 1961, a franquia se mudou para Minneapolis e virou o Minnesota Twins, mas foi imediatamente substituída por um novo Senators, que nunca decolou e se mudou para Dallas em 1972, transformando-se no Texas Rangers.

Enquanto Washington tinha de conviver com um time ruim e, depois, ficar sem time algum, a região tinha uma outra potência na MLB. O Baltimore Orioles teve seu melhor momento, montando alguns dos melhores times da história. Entre 1966 e 83, disputou seis World Series (ganhou metade) e mais duas finais de Liga Americana. Isso em uma época em que só duas equipes de cada liga se classificavam aos playoffs.

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Naturalmente, os O’s foram adotados como o time de Washington. Tanto que, quando a MLB começou a falar em transformar a capital americana na nova casa do Montréal Expos, o Baltimore tentou barrar. Não queria dividir o espaço no que via como seu território.

Conversa vai, conversa vem, dinheiro vai, dinheiro vem, e Washington voltou a ter um time em 2005. Apesar de tecnicamente serem a mesma franquia dos Expos, os Nationals fizeram questão de aparecer como uma nova equipe, com novo nome, novo escudo, novas cores, novo uniforme. O vínculo com os antigos torcedores dos Expos era pequeno, até porque há uma fronteira política e linguística entre as duas equipes. Não havia também uma história gloriosa, cheia de títulos, para vender. O grande apelo era realmente territorial, e a briga para converter os seguidores dos Orioles na capital era dura.

Por isso, os torcedores dos Nationals encararam como uma grande vitória quando o Washington e o Baltimore se classificaram aos playoffs em 2014 e Kevin Durant anunciou que torceria pelos Nats. A estrela do basquete nasceu na região e admitiu que admitindo era O’s quando criança (afinal, os Nationals não existiam). 

Nos últimos anos, os Nationals montaram muitas equipes competitivas, mas nunca perderam o rótulo de time perdedor. O time teve campanha positiva nas últimas sete temporadas e foi aos playoffs em quatro delas, sem jamais passar da primeira fase do mata-mata. Algumas das eliminações foram traumáticas, com derrotas no jogo cinco da série de divisão por placares como 9 a 7 (2012, com fechador entregando a rapadura), 4 a 3 (2016) e 9 a 8 (2017).

A janela competitiva dessa base está se fechando. O contrato de Bryce Harper, primeira superestrela da franquia na nova sede, acabou e o jogador foi para o Philadelphia Phillies. A expectativa é que o mesmo pode ocorrer em breve com outros ídolos como Max Scherzer, Stephen Strasburg e Anthony Rendón. Com pouca história para promover e um currículo recente de eliminações precoces, os Nationals precisam desesperadamente criar grandes memórias para conquistar definitivamente seus torcedores.

É o que os playoffs de 2019 têm feito. O time era tido como azarão na briga pelos playoffs, mas cresceu no meio da temporada e acabou abocanhando um dos wildcards. Depois, virou o jogo único contra o Milwaukee Brewers na oitava entrada, quando o destino parecia certo. Nesta semana, virou a série contra o Los Angeles Dodgers, atual bicampeão da Liga Nacional, empatando o jogo na oitava entrada com dois home runs sobre um dos melhores arremessadores da história e virando na décima entrada com um grand slam.

Esses jogos criaram memórias afetivas, momentos que ficarão na lembrança de todo torcedores de Washington por décadas. Isso é fundamental para capturar uma geração de seguidores, para forjar um vínculo sentimental entre o time e os moradores da capital americana. Algo forte o suficiente para não morrer caso o elenco perca força nos próximos anos.

Se essa campanha se prolongar por mais uma etapa e chegar à primeira World Series da história da franquia (mesmo na época de Expos), o resultado é ainda maios forte. Mas, mesmo que tudo termine na final da Liga Nacional diante do St. Louis Cardinals, os Nationals já têm saldo mais que positivo. Podem perder o título, mas ganharam alguns milhares de torcedores.

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Stephen Curry tem um recado: o MVP voltou

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco



Sim, é só pré-temporada e, normalmente, ela não significa nada. Mas o que Stephen Curry fez na madrugada de quinta para sexta-feira não foi nada além de deixar um recado para a NBA: o MVP voltou.

O armador do Golden State Warriors é a minha aposta para terminar a temporada com o prêmio de jogador mais valioso em suas mãos e a atuação na vitória sobre o Minnesota Timberwolves mostra o por que.

Foram apenas 25 minutos e 28 segundos em quadra, mas Steph anotou 40 pontos, pegou seis rebotes e distribuiu seis assistências. Foram 14 arremessos convertidos em 19 tentados, sendo seis de nove do perímetro, além de seis arremessos livre sem erros.

Durante a "Era Durant" nos acostumamos a ver um Curry mais "tímido", mais coletivo e fazendo os sacrifícios necessários para que os outros brilhassem e sua equipe vencesse. Ele continuará sendo um cara que coloca a vitória acima da performance individual em 2019/2020. A questão, porém, é outra.

Com Klay Thompson lesionado até, no mínimo, fevereiro e a saída de Kevin Durant, Curry terá a ajuda apenas de D'Angelo Russell e Draymond Green por boa parte da temporada. Para fazer os Warriors vencerem, Steph terá que empilhar atuações de 40 pontos em 30 ou menos minutos.

Nesta madrugada, enquanto muitos dormiam, ele decidiu nos lembrar do que é capaz: fazer 40 pontos em 25 minutos com uma eficiência fora do comum e, ainda por cima, sendo garantia de diversão.

O maior empecilho poderia ser o fato de que os Warriors, por conta de tantos desfalques, não consigam uma campanha espetacular, o que o prejudicaria na disputa. Afinal, o número de vitórias ainda parece ser um critério extremamente relevante visto que isso foi o que, injustamente, tirou o prêmio das mãos de James Harden na última temporada.

Uma grande diferença entre o 'Brinquedinho Assassino' e o 'Barba' é que, mesmo se tiver uma campanha inferior, Curry terá o apoio dos fãs da NBA. Stephen é muito mais amado entre os torcedores e, também, entre os jornalistas que votam na premiação, o que provavelmente faria com que o critério das vitórias fosse menos importante.

Wardell Stephen Curry II é o único MVP unânime da história da liga, o melhor arremessador de todos os tempos e o coração e peça-chave do sistema que nos trouxe a, possivelmente, melhor equipe de todos os tempos.  E, ainda por cima, tem o carisma que conquista votos.

Na madrugada, Curry fez questão de nos lembrar disso tudo. Preparem-se, o MVP vem aí.

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Desde LeBron James, nenhum jogador teve a missão de mudar a NBA; Zion Williamson é esse cara

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso

Ele impressiona desde os tempos de ensino médio. As enterradas impressionantes que o colocaram não só como fenômeno no basquete, como também nas redes sociais, “bombando” no Instagram. Zion Williamson tem estrela, isso é inegável. Mas se depender da pré-temporada, as expectativas do New Orleans Pelicans podem ser atingidas.

Zion tem sido dominante. No garrafão, quase imparável. Mais impressionante ainda é a agilidade para se movimentar em quadra.

Chamado muitas vezes de “gordinho” e que teria dificuldades para traduzir o jogo do College para a NBA, Zion está mais rápido, mais “leve” e quase letal no um contra um.

Contra o Chicago Bulls, nesta quarta-feira, foram 29 pontos. Foram 24 somente no garrafão. Um aproveitamento incrível de 12 de 13 nos arremessos.

LeBron James e Zion Williamson
LeBron James e Zion Williamson Arte ESPN

Nas últimas 20 temporadas, outros 19 calouros fizeram 24 pontos ou mais no garrafão. Zion terá 82 jogos para repetir o feito.

Nesse mesmo período, o recorde de pontos no garrafão por um calouro é de DeAndre Ayton, na temporada passada, com 30. O jogador dos Pelicans pode bater essa marca em 2019/20.

O jogo no United Center foi tão emblemático, que Zion se tornou apenas o 5º jogador nas últimas 20 pré-temporadas a ter mais de 25 pontos e pelo menos 90% de aproveitamento de quadra. Somente JJ Redick, Dwight Howard, Vince Carter e Kevin Garnett conseguiram a marca.

O arremesso de média e longa distância é algo para se adicionar e evoluir. Cada vez mais é importante na NBA o jogador ter o chute como alicerce importante do seu jogo.

Ben Simmons sofre com isso (acertou a 1ª bola de três apenas nesta pré-temporada), Giannis Antetokounmpo, apesar de ter sido MVP, precisa ser consistente do perímetro para ser um jogador cada vez mais difícil de ser marcado.

A defesa de Zion também está longe do potencial que ele tem. Atrasos de leitura e dificuldades no posicionamento acabam facilitando o ataque dos adversários. Atributos físicos Zion tem para evoluir neste aspecto.

Ele não está pronto. Longe disso. É apenas um calouro. Mas é uma “máquina”. Um jogador que não vai parar de proporcionar highlights.

Desde que LeBron James entrou na Liga, não se vê um jogador que pode mudar tanto a NBA como Zion tem esse potencial. Stephen Curry ajudou na mudança de filosofia, mas não se esperava isso quando saiu de Davidson. Zion pode mudar. Características únicas ele já tem.

Fonte: Leonardo Sasso

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[Programação] Melhor basquete feminino do mundo conhece seu campeão nesta semana

ESPN League
ESPN League
Connecticut Sun em jogo contra o Phoenix Mercury
Connecticut Sun em jogo contra o Phoenix Mercury Getty

Washington Mystics ou Connecticut Sun. Os dois times comandaram a temporada 2019 da WNBA. Ambos tiveram a melhor campanha da temporada regular e mantiveram essa autoridade nos playoffs. A equipe da capital americana chegou à final com uma vitória por 3 a 1 sobre o las Vegas Aces, enquanto que o Sun varreu o Los Angeles Sparks. E, após dois jogos na final, cada lado ficou com uma vitória

O equilíbrio é grande, mas alguém sairá por cima nesta semana. Os jogos 3, 4 e, se necessário, 5 da final estão programados para os próximos domingo, terça e quinta. Aí conheceremos o campeão do melhor basquete feminino do mundo, com os jogos transmitidos ao vivo na ESPN Extra.

Mas a semana segue quente para o fã de qualquer modalidade norte-americana. As séries divisionais da MLB chegarão ao fim, enquanto que a NBA segue na pré-temporada, e NFL e NHL já estão em temporada regular em pleno andamento.

Veja os horários abaixo e não percam nada.

SÁBADO, 5 DE OUTUBRO

MLB (playoffs)
18h - Minnesota Twins x New York Yankees (ESPN)
22h - Tampa Bay Rays x Houston Astros (ESPN 2)

NHL
20h - Columbus Blue Jackets x Pittsburgh Penguins (ESPN Extra)

NCAA (futebol americano)
23h30 - Washington x Stanford (ESPN Extra)
13h - Oklahoma x Kansas (WatchESPN)
13h - Purdue x Penn State (WatchESPN)
13h - Utah State x LSU (WatchESPN)
13h - TCU x Iowa State (WatchESPN)
13h - Kent State x Wisconsin (WatchESPN)
13h30 - Boston College x Louisville  (WatchESPN)
14h - Fordham x Yale (WatchESPN)
15h - North Carolina Central x Florida A&M (WatchESPN)
16h - UT Martin x Eastern Kentucky (WatchESPN)
16h - Eastern Michigan x Central Michigan (WatchESPN)
16h30 - Texas x West Virginia (WatchESPN)
16h30 - Wofford x Eastern Tennessee State (WatchESPN)
16h30 - Virginia Tech x Miami (WatchESPN)
16h30 - Baylor x Kansas State (WatchESPN)
16h45 - Memphis x Louisiana-Monroe (WatchESPN)
17h - Missouri State x Western Illinois (WatchESPN)
17h - North Carolina x Georgia Tech (WatchESPN)
17h - Troy x Missouri (WatchESPN)
18h - Youngstown State x Northern Iowa (WatchESPN)
20h - Georgia x Tennessee (WatchESPN)
20h - UMass x Florida International (WatchESPN)
20h30 - Tulsa x SMU (WatchESPN)
20h30 - Vanderbilt x Ole Miss (WatchESPN)
20h37 - Michigan State x Ohio State (WatchESPN)
21h - Pittsburgh x Duke (WatchESPN)
23h - San Diego State x Colorado State (WatchESPN)

DOMINGO, 6 DE OUTUBRO

NFL
14h - Baltimore Ravens x Pittsburgh Steelers (ESPN)
14h - Minnesota Vikings x New York Giants (ESPN Extra)
17h - Denver Broncos x Los Angeles Chargers (ESPN 2)
17h25 - Green Bay packers x Dallas Cowboys (ESPN)
21h15 - Indianapolis Colts x Kansas City Chiefs (ESPN)

MLB (playoffs)
20h30 - Los Angeles Dodgers x Washington Nationals (ESPN 2)

WNBA (final)
17h - Washington Mystics x Connecticut Sun (ESPN Extra)

NHL
18h - Tampa Bay Lughtning x Carolina Hurricanes (WatchESPN)

LACROSSE (Major League Lacrosse - final)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)

SEGUNDA, 7 DE OUTUBRO

20h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
21h15 - Cleveland Browns x San Francisco 49ers (ESPN)

MLB (playoffs)
14h - Houston Astros x Tampa Bay Rays (ESPN)
16h - Atlanta Braves x St. Louis Cardinals (ESPN 2)
19h30 - Los Angeles Dodgers x Washington Nationals (ESPN Extra)
21h30 - New York Yankees x Minnesota Twins (ESPN 2)

TERÇA, 8 DE OUTUBRO

NBA (pré-temporada)
21h - Dallas Mavericks x Oklahoma City Thunder (ESPN)

MLB (playoffs)
17h - Houston Astros x Tampa Bay Rays (ESPN 2)
21h - New York Yankees x Minnesota Twins (ESPN 2)

WNBA (finais)
21h - Washington Mystics x Connecticut Sun (ESPN Extra)

NHL
21h - San Jose Sharks x Nashville Predators (WatchESPN)

QUARTA, 9 DE OUTUBRO

NBA (pré-temporada)
21h - New Orleans Pelicans x Chicago Bulls (ESPN)

MLB (playoffs)
18h - St. Louis Cardinals x Atlanta Braves (ESPN 2)
21h30 - Washington Nationals x Los Angeles Dodgers (ESPN 2)

NHL
20h - Montréal Canadiens x Buffalo Sabres (ESPN Extra)

NCAA (futebol americano)
21h - Appalachian State x Louisiana (WatchESPN)

QUINTA, 10 DE OUTUBRO 

NFL
21h15 - New York Giants x New England Patriots (ESPN)

MLB (playoffs)
18h - Minnesota Twins x New York Yankees (ESPN 2)
21h30 - Tampa Bay Rays x Houston Astros (ESPN 2)

WNBA (finais)
21h - Connecticut Sun x Washington Mystics (ESPN Extra)

NCAA (futebol americano)
19h - Bethune-Cookman x North Carolina Central (WatchESPN)
21h - Syracuse x NC State (WatchESPN)
22h15 - Louisiana-Monroe x Texas State (WatchESPN)

SEXTA, 11 DE OUTUBRO 

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB (playoffs)
21h - Final da Liga Nacional (ESPN)

NHL
20h30 - New York Islanders x Carolina Hurricanes (ESPN 2)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 5 de outubro, 14h.

Fonte: ESPN

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[FAQ] O que você precisa saber para acompanhar a MLB agora que os playoffs chegaram

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Jogadores dos Yankees comemoram vitória sobre os Twins nos playoffs de 2017
Jogadores dos Yankees comemoram vitória sobre os Twins nos playoffs de 2017 ESPN

Os playoffs da MLB estão chegando. Para quem já acompanha o beisebol, é a melhor época do ano. Para muitos que não acompanham, é a hora em que se dá uma oportunidade para conhecer a modalidade em seu melhor momento. E é com esse segundo grupo que quero falar agora.

É comum as pessoas estranharem quando tentam seguir a MLB pela primeira vez. Por isso, fiz esse rápido FAQ, com perguntas e respostas básicas para entender o esporte e seguir os playoffs. 

Então, boa diversão!

Então, eu já tentei ver a MLB algumas vezes, mas achei meio paradão e demorado. Vale a pena dar uma nova chance ao beisebol nos playoffs?

Vale, e muito. A demora do beisebol é relativa, pois o tempo médio de jogo é semelhante ao de uma partida da NFL, entre 3h e 3h10. A diferença é que, para o público que ainda não conhece tão bem o esporte, parece que o jogo fica muito tempo parado e fica a sensação de demora. Nos playoffs, o cenário é bem diferente. A partida em si até fica mais longa (até pelo regulamento, cada intervalo é um minuto mais longo para a TV americana faturar um pouco mais), mas a intensidade compensa. Com uma temporada regular de 162 jogos em 180 dias, é comum os times jogarem sempre de olho no que pode acontecer no dia seguinte. É normal poupar jogador ou até aceitar uma derrota se o esforço para uma virada improvável provocar um desgaste para a próxima partida. Nos playoffs não tem mais isso. As equipes colocam todas as cartas na mesa, batalhando em cada duelo no bastão e gastando o arsenal de arremessadores para conseguir as eliminações. O duelo tático se torna muito mais quente, assim como o comportamento da torcida.

Ah, isso significa que todo jogo é equilibrado?

Em geral, muito mais que na temporada regular. Mas é claro que acontecem algumas lavadas no meio do caminho. Como ocorrem na NFL, na NBA ou na NHL.

Uma coisa que me incomoda no beisebol é que parece que são sempre os mesmos times ganhando. Os playoffs são previsíveis, não?

Não, mil vezes não! O Boston Red Sox, atual campeão, nem para os playoffs se classificaram. Nos últimos 18 anos, em apenas 8 o campeão mais recente foi ao mata-mata. Aliás, desde o New York Yankees tricampeão entre 1998 e 2000 a MLB não repete o campeão do ano anterior. São 19 temporadas já, a maior série de todos os tempos do beisebol. Para se ter uma ideia, a maior sequência da história da NFL é de 14 anos, de 2005 até hoje. Na NBA também é de 19 anos, mas já faz muito tempo, entre 1969 e 89. E, na NHL, foi de 16 anos entre 1999 e 2016*. Ou seja, é uma das ligas menos previsíveis. Talvez só o da NHL tenha mais surpresas.

* Eu não errei a conta. Nesse período houve uma temporada não-realizada por greve. ;-)

Legal, mas tem um problema. Não adianta você ficar tentando me convencer aqui se eu não entendo muito do jogo. Vou ficar meio perdido na transmissão.

Normal. É um esporte com uma dinâmica muito diferente da que estamos acostumados no Brasil, com uma criação esportiva que se baseia no futebol. Mesmo o futebol americano, que é bem diferente, tem a familiaridade de ver um campo retangular e cada time ocupando um dos lados e tendo de levar a bola a uma meta do outro. No beisebol não tem isso. Mas eu fiz um fio (ou thread) no Twitter com vários links para ajudar. Clica aqui para dar uma olhada. Se tiver alguma dúvida, me manda uma mensagem no Twitter que damos um jeito.

Opa, agora sim! Como é o esquema dos playoffs deste ano?

A MLB se divide em Liga Nacional e Liga Americana, com 15 times em cada uma. Se esse excesso da palavra “liga” o deixou confuso, elas equivalem às conferências da NFL ou da NBA. Mas, voltando, cada liga tem três divisões (grupos) de cinco equipes. Vão ao mata-mata o primeiro colocado de cada divisão e mais dois times de melhor campanha entre os que não ganharam sua chave (são o “wildcard”, nome pomposo para a nossa boa e velha “repescagem”). Assim, cada liga fica com cinco classificados. Os dois times de wildcard se enfrentam em jogo único, com o vencedor se juntando aos campeões de divisão. Cada liga fica com quatro times, que se enfrentam em semifinais (chamadas de “série de divisão”) em melhor de cinco, com os vencedores indo para a final da liga em melhor de sete. O campeão de cada liga vai para a World Series, também em melhor de sete.

Quais são os times na briga?

Na Liga Americana, Houston Astros, New York Yankees e Minnesota Twins venceram suas divisões, enquanto que Oakland Athletics e Tampa Bay Rays farão o confronto de wildcard. Na Liga Nacional, ganharam seus grupos Los Angeles Dodgers, Atlanta Braves e St. Louis Cardinals, e Washington Nationals e Milwaukee Brewers disputam a vaga na repescagem. Escolhe um para torcer, aí você verá como o beisebol pode ser angustiante e emocionante. Se sua preferência for para um dos times eliminados, escolhe um time para secar. Dá o mesmo efeito.

Quem são os favoritos?

Pela campanha na temporada regular, Astros, Yankees e Dodgers. Os Astros parecem o time mais completo, pois os Yankees precisam contornar as vulnerabilidades de seus arremessadores titulares e os Dodgers têm de lidar com a falta de arremessadores reservas confiáveis. Dos demais, os Braves têm um elenco bastante talentoso e jovem, mas ainda há dúvidas se terá experiência suficiente para o mata-mata. Os Cardinals não são tão fortes assim, mas têm tradição de crescer nos playoffs. O Nationals têm uma fama de amarelarem na hora H, mas o time pode criar muitos problemas aos favoritos. Rays, Twins, Athletics e Brewers são azarões. Rays, Brewers e Athletics podem usar estratégias criativas durante os jogos. Os Twins têm potencial de rebater muitos home runs durante suas séries.

Quando serão os playoffs?

Começam nesta terça, dia 1º, e terminam na última semana de outubro. Se a World Series chegar a sete jogos, o derradeiro será em 30 de outubro.

E que jogos a ESPN vai transmitir?

Quase todos, e com exclusividade. E tem partida praticamente todo dia. Os horários podem mudar de um dia para o outro de acordo com o desenrolar das chaves. Por isso, se tiver dúvidas, consulte a página de programação do ESPN.com.br ou do Blog do ESPN League (todo sábado há um post com a programação de esportes americanos).

Fonte: Ubiratan Leal

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[FAQ] O que você precisa saber para acompanhar a MLB agora que os playoffs chegaram

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[Programação] Início dos playoffs da MLB, volta da NBA (enfrentando time do NBB) e abertura da NHL. Que semana!

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
St. Louis Blues abre a temporada da NHL contra o Washington Capitals
St. Louis Blues abre a temporada da NHL contra o Washington Capitals Getty Image

Outubro é o grande mês dos esportes americanos. É o único momento em que as quatro grandes ligas estão em atividade ao mesmo tempo, e podemos até estender essa conta se consideramos que o futebol americano universitário e a MLS também estão rolando e a WNBA está em suas finais. E o mês já entra chutando a porta e fazendo barulho: logo na primeira semana, tem início dos playoffs da MLB, abertura da temporada regular da NHL e pré-temporada da NBA com jogo envolvendo uma equipe brasileira.

Na MLB, Houston Astros, New York Yankees, Minnesota Twins, Oakland Athletics, Tampa Bay Rays, Los Angeles Dodgers, Atlanta Braves, St. Louis Cardinals, Washington Nationals e Milwaukee Brewers participam o mata-mata da liga profissional mais antiga dos Estados Unidos. A primeira fase, com um jogo único em cada liga, ocorre na terça e na quarta. A partir da quinta, a maratona das séries de divisão, com direito a rodada QUÁDRUPLA na próxima sexta.

Na NHL, os dois últimos campeões -- Washington Capitals e St. Louis Blues -- se encontram logo na abertura da temporada. Na sexta, a série europeia com um confronto entre Chicago Blackhawks e Philadelphia Flyers na República Tcheca.

E, no basquete, o renovado Brooklyn Nets (infelizmente ainda sem Kevin Durant) recebe o Franca na pré-temporada. Será o primeiro jogo da equipe paulista contra uma franquia da NBA (os únicos brasileiros a terem essa oportunidade foram Flamengo, Bauru e Vasco).

Para a turma do futebol americano, também sobram atrações. No domingo, os canais ESPN transmitem quatro confrontos diretos de divisão, incluindo o duelo de invictos entre New England Patriots e Buffalo Bills.

Veja abaixo todas a programação de esportes americanos nesta semana nos canais ESPN.

SÁBADO, 28 DE SETEMBRO

NCAA (futebol americano)
23h30 - UCLA x Arizona (ESPN 2)
13h - Northwestern x Wisconsin (WatchESPN)
13h - Buffalo x Miami-Ohio (WatchESPN)
13h - Holy Cross x Syracuse (WatchESPN)
13h - Texas A&M x Arkansas (WatchESPN)
13h - Northern Illinois x Vanderbilt (WatchESPN)
13h - Middle Tennessee x Iowa (WatchESPN)
13h - BYU x Toledo (WatchESPN)
13h30 - Delaware x Pittsburgh (WatchESPN)
14h - Cornell x Yale (WatchESPN)
16h - Jacksonville State x Austin Peay (WatchESPN)
16h30 - Clemson x North Carolina (WatchESPN)
16h30 - Iowa State x Baylor (WatchESPN)
16h30 - Minnesota x Purdue (WatchESPN)
16h30 - Wake Forest x Boston College (WatchESPN)
17h - SMU x South Florida (WatchESPN)
17h - Towson x Florida (WatchESPN)
19h - North Carolina Central x Morgan State (WatchESPN)
20h - Mississippi State x Auburn (WatchESPN)
20h - Connecticut x UCF (WatchESPN)
20h30 - Kentucky x South Carolina (WatchESPN)
20h30 - NC State x Florida State (WatchESPN)
20h37 - Ohio State x Nebraska (WatchESPN)
21h - UNLV x Wyoming (WatchESPN)
20h30 - Hawaii x Nevada (WatchESPN)

DOMINGO, 29 DE SETEMBRO

NFL
14h - New England Patriots x Buffalo Bills (ESPN)
14h - Cleveland Browns x Baltimore Ravens (ESPN Extra)
17h - Seattle Seahawks x Arizona Cardinals (ESPN 2)
17h25 - Minnesota Vikings x Chicago Bears (ESPN)
21h15 - Dallas Cowboys x New Orleans Saints (ESPN)

WNBA (final)
16h - Connecticut Sun x Washington Mystics (WatchESPN)

SEGUNDA, 30 DE SETEMBRO

20h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
21h15 - Cincinnati Bengals x Pittsburgh Steelers (ESPN)

TERÇA, 1º DE OUTUBRO

MLB (playoffs)
21h - Wildcard da Liga Nacional (ESPN)

WNBA (finais)
21h - Connecticut Sun x Washington Mystics (ESPN Extra)

QUARTA, 2 DE OUTUBRO

MLB (playoffs)
21h - Wildcard da Liga Americana (ESPN)

NHL
21h - Washington Capitals x St. Louis Blues (ESPN 2)

QUINTA, 3 DE OUTUBRO 

NFL
21h15 - Los Angeles Rams x Seattle Seahawks (ESPN)

MLB (playoffs)
18h - Série de Divisão da Liga Nacional (ESPN 2)
21h30 - Série de Divisão da Liga Nacional (ESPN 2)

NHL
22h - Calgary Flames x Colorado Avalanche (WatchESPN)

NCAA (futebol americano)
20h30 - Georgia Southern x South Alabama (WatchESPN)
21h - Tempe x East Carolina (WatchESPN)

SEXTA, 4 DE OUTUBRO 

19h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA (pré-temporada)
20h30 - Brooklyn Nets x Franca (ESPN)

MLB (playoffs)
15h - Série de Divisão da Liga Americana (ESPN)
17h - Série de Divisão da Liga Nacional (ESPN Extra)
20h30 - Série de Divisão da Liga Americana (ESPN 2)
23h30 - Série de Divisão da Liga Nacional (ESPN 2)

NHL
15h - Chicago Blackhawks x Philadelphia Flyers (ESPN 2)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 28 de setembro, 14h.

Fonte: ESPN

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[Programação] Início dos playoffs da MLB, volta da NBA (enfrentando time do NBB) e abertura da NHL. Que semana!

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Kyrie Irving é mais uma prova de que precisamos discutir saúde mental de atletas

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

Durante a apresentação do elenco do Brooklyn Nets na sexta-feira, o armador Kyrie Irving deu um depoimento aonde explicou a grande razão para ter 'falhado' com seus ex-companheiros de Boston Celtics: a morte de seu avô.


         
    

Segundo Kyrie, ele não soube como lidar com a perda de alguém tão querido e, principalmente, não procurou terapia para saber como fazer. Sem cuidar da sua saúde mental, perdeu a alegria que sentia ao jogar basquete e, consequentemente, não conseguiu se dedicar integralmente a seus companheiros como o líder que 'deveria ter sido e falhou'.

O armador não é o primeiro - e nem deve ser o último - a falar abertamente sobre questões de saúde mental interferirem em seu jogo na NBA. Kevin Love e DeRozan já relataram problemas com depressão. Paul Pierce já afirmou que desenvolveu problemas para estar em multidões após ser esfaqueado onze vezes e jogar a temporada normalmente em 2000.

A terapia podia ter salvo a temporada de Kyrie
A terapia podia ter salvo a temporada de Kyrie Mike Lawrie/Getty Images

O que todos têm em comum? Nenhum deles fez uma pausa na temporada para se recuperar como fariam com qualquer lesão física. E questões mentais deveriam ser tratadas com a mesma seriedade das físicas.

É preciso acabar com essa cultura de que pessoas que lidam com problemas de saúde mental como a depressão são mais 'fracas' que as outras e, portanto, não tem condições de ser um atleta profissional.

Ou que quem demonstra sentimentos e vulnerabilidades é menos focado e tem menos chances de ser um grande jogador do que aqueles que, muito provavelmente, preferem esconder seus problemas em cargas excessivas de trabalho.

Precisamos parar de tratar os jogadores como robôs programados para jogarem basquete - ou futebol ou futebol americano ou qualquer esporte - e os tratarmos com o que são de verdade: seres humanos com problemas como eu, você e qualquer outro. E, não, Kyrie, você não falhou. Nós que falhamos com você.

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Stephen Curry merece estar à frente de Kobe Bryant em ranking histórico da NBA

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

Na quinta-feira, o Bleacher Report divulgou um ranking histórico da NBA em que Stephen Curry era o 10º colocado e Kobe Bryant o 14º. A presença do armador do Golden State Warriors na frente da lenda do Los Angeles Lakers causou polêmica nas redes sociais, mas não está errada.

A única coisa errada é a posição de cada um no ranking. Kobe e Curry deveriam estar no top 10, mas o jogador dos Warriors na frente do ex-Laker é o correto.

E por um motivo simples: Kobe Bryant foi um excelente jogador, mas foi uma "cópia fiel" do que já havia vindo antes, Curry foi o jogador que mais influenciou o basquete na história, além de ser o melhor arremessador de todos os tempos e um dos três melhores armadores que a liga já viu.

Steph é um dos 3 melhores PGs da história
Steph é um dos 3 melhores PGs da história Getty Images

O legado do armador dos Warriors será maior do que o deixado pelo ala dos Lakers. Antes de Steph, a NBA arremessava, no total, 52 mil bolas de três em uma temporada (números de 2015). Na última temporada, foram 78 mil arremessos de longa distância, ou seja, um aumento de 26 mil bolas desde que os Warriors foram campeões pela primeira vez sob a batuta de Curry.


         
    

O sistema de ataque do Warriors deixou sua marca pelas equipes da NBA atual e só foi possível por conta da qualidade de Curry. Pelo fato de ser o melhor arremessador de todos os tempos e, ao mesmo tempo, um jogador extremamente coletivo. Que sempre se dispôs a se sacrificar pelo sucesso da equipe, ao contrário de Kobe Bryant e sua "Mamba Mentality".

Stephen Curry é um arremessador melhor, um armador melhor, um jogador melhor e um companheiro melhor do que Kobe Bryant foi. Em uma discussão em que o nível dos jogadores é tão parelho, detalhes fazem a diferença. E Steph vence em todos os detalhes e no legado.

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[Programação] Temporada regular MLB chega à sua última semana com seis vagas nos playoffs ainda em aberto

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Washington Nationals brigam por uma vaga no wildcard da Liga Nacional 
Washington Nationals brigam por uma vaga no wildcard da Liga Nacional  []

Foram mais de 150 jogos para cada time, mas só quatro times abriram vantagem suficiente para chegar à última semana de temporada regular da MLB com uma vaga assegurada nos playoffs: New York Yankees, Los Angeles Dodgers, Houston Astros e Atlanta Braves. Isso significa que 60% das vagas no mata-mata ainda estão em aberto. E o fã de esporte poderá ver a briga por algumas delas nesta semana nos canais ESPN.

O torcedor de futebol americano também terá bons motivos para ligar sua TV e entrar no WatchESPN. O domingo reserva  o clássico New York Jets x New England Patriots e o encontro de duas equipes bastante populares no Brasil: New Orleans Saints x Seattle Seahawks. Na próxima quinta, ainda tem o jogão enter Philadelphia Eagles e Green Bay Packers. Isso sem contar a já tradicional maratona de futebol americano universitário no sabadão, com 37 (isso mesmo, trinta e sete) partidas.

Então anote os horários para não perder nada.

SÁBADO, 21 DE SETEMBRO

NCAA (futebol americano)
23h30 - UCLA x Washington State (ESPN 2)
13h - Michigan State x Northwestern  (WatchESPN)
13h - Tennessee x Florida (WatchESPN)
13h - California x Ole Miss (WatchESPN)
13h - Southern Mississippi x Alabama (WatchESPN)
13h - Western Michigan x Syracuse (WatchESPN)
13h - Elon x Wake Forest (WatchESPN)
13h - LSU x Vanderbilt (WatchESPN)
14h - Holy Cross x Yale (WatchESPN)
15h - Louisiana x Ohio (WatchESPN)
16h - Kennesaw State x Missouri State (WatchESPN)
16h - Central Connecticut State x Eastern Michigan (WatchESPN)
16h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
16h30 - Washington x BYU (WatchESPN)
16h30 - UCF x Pittsburgh (WatchESPN)
16h30 - Louisville x Florida State (WatchESPN)
16h30 - Temple x Buffalo (WatchESPN)
16h30 - Bowling Green x Kent State (WatchESPN)
16h30 - Appalachian State x North Carolina (WatchESPN)
17h - Tennessee Tech x Western Illinois (WatchESPN)
17h - Kentucky x Mississippi State (WatchESPN)
17h - Central Michigan x Miami (WatchESPN)
17h30 - West Virginia x Kansas (WatchESPN)
19h - Charleston Southern x The Citadel (WatchESPN)
19h - William & Mary x East Carolina (WatchESPN)
20h - McPherson College x Bethel College (WatchESPN)
20h - Florida Tech x Delta State (WatchESPN)
20h - Alabama A&M x Samford (WatchESPN)
20h - Old Dominion x Virginia (WatchESPN)
20h - Ball State x NC State (WatchESPN)
20h - Georgia State x Texas State (WatchESPN)
20h - Oregon x Stanford (WatchESPN)
20h30 - Austin Peay x East Tennessee State (WatchESPN)
20h30 - San Jose State x Arkansas (WatchESPN)
20h30 - Charlotte x Clemson (WatchESPN)
20h37 - Oklahoma State x Texas (WatchESPN)
23h15 - Toledo x Colorado State (WatchESPN)

LACROSSE (Major League Lacrosse)
20h - Atlanta Blaze x New York Lizards (WatchESPN)

DOMINGO, 22 DE SETEMBRO

NFL
14h - New York Jets x New England Patriots (ESPN)
14h - Baltimore Ravens x Kansas City Chiefs (ESPN 2)
17h25 - New Orleans Saints x Seattle Seahawks (ESPN)
17h25 - Houston Texans x Los Angeles Chargers (ESPN Extra)
21h15 - Los Angeles Rams x Cleveland Browns (ESPN)

MLB
19h30 - Philadelphia Phillies x Cleveland Indians (ESPN 2)

SEGUNDA, 23 DE SETEMBRO

20h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
21h15 - Chicago Bears x Washington Redskins (ESPN)

MLB
20h - Philadelphia Phillies x Washington Nationals (ESPN 2)

TERÇA, 24 DE SETEMBRO

MLB
21h - Cleveland Indians x Chicago White Sox (ESPN 2)

WNBA (playoffs)
21h - Semifinais (ESPN Extra)
23h - Semifinais (ESPN Extra)

QUARTA, 25 DE SETEMBRO

MLB
20h - New York Yankees x Tampa Bay Rays (ESPN 2)
23h - Jogo a definir (ESPN 2)

QUINTA, 26 DE SETEMBRO 

NFL
21h15 - Philadelphia Eagles x Green Bay Packers (ESPN)

NCAA (futebol americano)
20h30 - Delaware State x North Carolina A&T (WatchESPN)
21h - Navy x Memphis (WatchESPN)

SEXTA, 27 DE SETEMBRO 

19h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - Jogo a definir (ESPN 2)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 21 de setembro, 2h.

Fonte: Ubiratan Leal

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A era dos jogadores mimizentos e mimados na NBA e NFL

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon
Jalen Ramsey e Antonio Brown
Jalen Ramsey e Antonio Brown Getty

A NFL mal começou e já tivemos Jalen Ramsey, Minkah Fitzpatrick e Antonio Brown, dois dos melhores de sua posição e um calouro promissor que está começando sua 2ª temporada, pedindo para serem trocados.

Na liga de futebol americano, essa tendência veio à tona agora, mas já temos visto isso há tempos na NBA também. Isso nos leva a alguns questionamentos dos motivos pelos quais isso anda acontecendo com tanta frequência e por que as franquias simplesmente cedem e atendem os desejos de seus jogadores.

Obviamente não temos os acessos às informações antes como nos dias de hoje, mas parece que os atletas desses dois esportes, mais do que nunca, são midiáticos, estão sendo observados, e gostam disso. E também são julgados a qualquer momento. Legado, lugar na história, recordes...todos estão os comparando com alguém.

Mas isso não pode virar “mimimi” e a qualquer dificuldade pedir novos ares, como no caso de Ramsey, que teve um desentendimento com seu técnico e pediu para sair. Ou como Antoio Brown, que culpou o capacete, o tempo, o sol, a lua e outras coisas para dar as desculpas que queria sair dos Raiders.

Na NBA, vimos vários jogadores pedirem para serem trocados por motivos distintos recentemente. Russell Westbrook, Paul George, Anthony Davis. No basquete, mais do que nunca vivemos a era dos supertimes, das grandes parcerias.

Isso era impensável na época de Michael Jordan, Magic Johnson e cia. Já imaginaram Jordan, depois de dois anos seguidos sendo derrotado pelo Detroit Pistons nos playoffs, se juntando a Isiah Thomas e cia em 1990? Nos dias de hoje, é o que aconteceria.

Enfim, os jogadores da NFL e NBA, de modo geral, estão com o ego mais alto do que nunca. Ninguém questiona a vontade de vencer, competitividade deles, mas esses pedidos frenéticos para serem trocados, biquinho, cara feia, certamente não são legais.

E as próprias franquias têm culpa nisso. Quando algum time vai chegar e falar: “Quer sair? Não vai, que pena. Afinal, você assinou contrato e vai ficar”? É difícil prever as medidas jurídicas que seriam cabíveis ao jogador para tentar sua “liberdade”.

Porém, se ele assinou um contrato, tem que cumprir. “Ah, mas o jogador vai desvalorizar e a franquia não quer isso”. Azar, já estava previsto a ela pagar os salários dele mesmo. E existem, claro, os casos onde o jogador está em último ano de contrato, onde realmente a separação é o melhor caminho. Mas e Paul George, que assinou uma renovação há um ano e pediu para ir embora? E Antonio Brown, que ainda tinha mais três anos restantes com os Steelers?

Não acho que o ideal seja uma liga ditatorial, com os donos dos times mandando no jogador como se fosse escravo. Mas disso para os pedidos constantes de mudança por qualquer motivo, há um grande espaço no meio.

Mais do que nunca, quem manda na NFL e na NBA são as grandes estrelas. E elas estão cada vez mais poderosas com seu destino.

Fonte: Gustavo Faldon

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A era dos jogadores mimizentos e mimados na NBA e NFL

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[Programação] Semana 2 da NFL já tem revanche de final de conferência

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

New Orleans Saints e Los Angeles Rams voltam a se encontrar. Em janeiro deste ano, os dois times se enfrentaram em Nova Orleans pelo título da Conferência Nacional (e uma vaga no Super Bowl). Os visitantes se deram melhor, com vitória por 26 a 23 assegurada apenas na prorrogação. Neste domingo, a equipe da Louisiana vai a Los Angeles com a oportunidade de revanche, ainda que o valor das partidas seja bem diferente.

O duelo entre New Orleans Saints e Los Angeles Rams na última temporada da NFL
O duelo entre New Orleans Saints e Los Angeles Rams na última temporada da NFL Getty Images

O confronto marcado para o Memorial Coliseum é uma das grandes atrações da semana 2 da NFL e será transmitida ao vivo pelos canais ESPN. Mas a rodada ainda tem jogos interessantes, como Odell Beckham Jr, agora no Cleveland Browns, retornando a Nova York (mas para enfrentar os Jets, não os Giants) e o Philadelphia Eagles visitando o Atlanta Falcons.

Aliás, Filadélfia e Atlanta estarão com uma semana cheia de confrontos diretos. No meio da semana, Phillies e Braves fazem uma série importantíssima na reta final da temporada regular da MLB, uma série que pode sacramentar a classificação dos Bravos e a eliminação dos Filadelfianos. A ESPN transmite a partida da quarta.

Veja abaixo as atrações dos esportes americanos nos canais ESPN, incluindo o início das semifinais da WNBA.

SÁBADO, 14 DE SETEMBRO

NCAA (futebol americano)
13h - Pittsburgh x Penn State (WatchESPN)
13h - Furman x Virginia Tech (WatchESPN)
13h - Kansas State x Mississippi State (WatchESPN)
13h - Arkansas State x Georgia (WatchESPN)
13h - Chattanooga x Tennessee (WatchESPN)
13h - Miami (Ohio) x Cincinnati (WatchESPN)
13h30 - The Citadel x Georgia Tech (WatchESPN)
16h30 - USC x BYU (WatchESPN)
16h30 - Stanford x UCF (WatchESPN)
16h30 - Memphis x South Alabama (WatchESPN)
16h30 - Oklahoma State x Tulsa (WatchESPN)
17h - Colorado State x Arkansas (WatchESPN)
17h - Bethune-Cookman x Miami (WatchESPN)
17h - Southeastern Louisiana x Ole Miss (WatchESPN)
19h - North Carolina A&T x Charleston Southern (WatchESPN)
19h - North Carolina Central x Gardner-Webb (WatchESPN)
19h - South Carolina State x South Florida (WatchESPN)
20h - Alabama A&M x North Alabama (WatchESPN)
20h - Florida x Kentucky (WatchESPN)
20h - New Hampshire x Florida International (WatchESPN)
20h - Lamar x Texas A&M (WatchESPN)
20h - Kent State x Auburn (WatchESPN)
20h30 - Florida State x Virginia (WatchESPN)
20h30 - Northwestern State x LSU (WatchESPN)
20h37 - Clemson x Syracuse (ESPN 2)
23h15 - Portland State x Boise State (WatchESPN)
23h30 - Texas Tech x Arizona (WatchESPN)

LACROSSE (Major League Lacrosse)
18h - Chesapeake Bayhawks x Denver Outlaws (WatchESPN)

DOMINGO, 8 DE SETEMBRO

NFL
14h - Minnesota Vikings x Green Bay Packers (ESPN)
14h - Seattle Seahawks x Pittsburgh Steelers (ESPN Extra)
17h - Kansas City Chiefs x Oakland Raiders (ESPN 2)
17h25 - New Orleans Saints x Los Angeles Rams (ESPN)
21h15 - Philadelphia Eagles x Atlanta Falcons (ESPN)

MLB
20h - Los Angeles Dodgers x New York Mets (ESPN 2)

SEGUNDA, 9 DE SETEMBRO

20h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
21h15 - Cleveland Browns x New York Jets (ESPN)

MLB
20h30 - Washington Nationals x St. Louis Cardinals (ESPN 2)

TERÇA, 10 DE SETEMBRO

MLB
21h - Cincinnati Reds x Chicago Cubs (ESPN)

WNBA (playoffs)
19h30 - Semifinal (ESPN Extra)
21h30 - Semifinal (ESPN Extra)

QUARTA, 11 DE SETEMBRO

MLB
20h - Philadelphia Phillies x Atlanta Braves (ESPN 2)

QUINTA, 12 DE SETEMBRO 

NFL
21h15 - Tennessee Titans x Jacksonville Jaguars (ESPN)

WNBA (playoffs)
21h30 - Semifinal (ESPN Extra)

NCAA (futebol americano)
21h - Houston x Tulane (WatchESPN)

SEXTA, 13 DE SETEMBRO 

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - Confronto a definir (ESPN Extra)
23h - Colorado Rockies x Los Angeles Dodgers (Watch ESPN)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 14 de setembro, 12h.

Fonte: Ubiratan Leal

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[Programação] Semana 2 da NFL já tem revanche de final de conferência

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Shaun Livingston merece o Hall da Fama

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco
A história de superação de Livingston merece ser celebrada
A história de superação de Livingston merece ser celebrada Getty Images

O armador Shaun Livingston, tricampeão pelo Golden State Warriors, anunciou sua aposentadoria nesta sexta-feira (13). Ao olhar para os números de sua carreira, o título desta matéria parece ridículo, mas Livingston vai além do que produziu nas quadras.

Dentro delas, conseguiu ser um excelente coadjuvante nos três títulos e nas campanhas que terminaram em cinco aparições consecutivas dos Warriors nas Finais da NBA. Mas o que coloca o armador no Hall da Fama é a sua jornada.

Selecionado na quarta posição do draft de 2004, pelo LA Clippers, Livingston era uma grande promessa do basquete que demorou para se adaptar ao nível da NBA. Quando parecia mais a vontade, uma tragédia quase interrompeu sua carreira precocemente.

Em 26 de fevereiro de 2007, os Clippers enfrentavam o Charlotte Hornets, então Bobcats, quando Livingston caiu de maneira estranha após uma bandeja errada, resultando em uma das piores lesões que a NBA já viu.


         
    

O armador lesionou praticamente todas as partes do seu joelho esquerdo, rompendo o ligamento anterior cruzado, o posterior cruzado e o menisco lateral, além de torcer o ligamento medial colateral e deslocar a patela. Foi comunicado pelos médicos que não era só sua carreira que estava em risco, mas a sua perna.

Era possível que Livingston precisasse amputar a perna esquerda após sofrer uma das lesões mais terríveis da história do esporte. A amputação não foi necessária, mas Shaun demorou cerca de quatro ou cinco meses para sequer voltar a andar.

Quando foi liberado para voltar às quadras, estava sem contrato e assinou com o Miami Heat antes de pingar por várias equipes até chegar ao Brooklyn Nets em 2014. Lá, se destacou o suficiente por uma temporada para chamar a atenção dos Warriors.

E foi em Oakland que Shaun Livingston escreveu uma das histórias de redenção mais bonitas que o basquete já viu. Mesmo sendo reserva, foi parte fundamental do sistema que encantou o mundo por cinco temporadas seguidas e conquistou três títulos.

Seu arremesso de média distância era tão certo quanto a morte ou impostos. Foi o líder que a segunda unidade dos Warriors precisava para funcionar e manter a equipe viva nos grandes jogos.

Shaun Livingston chegou perto de perder uma perna, voltou, lutou por seu espaço em oito franquias diferentes e encerrou a carreira como peça fundamental de uma dinastia. A história da recuperação por si só merece uma vaga no Hall da Fama. Livingston transcendeu o basquetebol.

Fonte: Guilherme Sacco

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Shaun Livingston merece o Hall da Fama

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Por que os Red Sox demitiram seu presidente menos de um ano após ganharem a World Series

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Dave Dombrowski
Dave Dombrowski Getty Images

A torcida do Boston Red Sox ainda estava pensando na derrota para o New York Yankees na noite deste domingo quando recebeu mais uma paulada: Dave Dombrowski, presidente da franquia, foi demitido menos de um ano depois de construir o elenco campeão da MLB. A notícia apenas reforça a sensação de que as chances de playoffs estão tão pequenas que o próprio clube já considera que a temporada 2019 virtualmente acabou.

Pode soar estranho um time demitir o principal responsável por montar o elenco que levou a World Series, mas há bons motivos para entender essa decisão. E todos eles indicam uma provável mudança na forma de se trabalhar o elenco no Fenway Park.

Dombrowski foi contratado no meio da temporada 2015. Naquele momento, os Red Sox vinham com a pior campanha da Divisão Leste da Liga Americana (posição confirmada ao final da temporada), completando uma sequência de três últimos lugares em um período de quatro anos (curiosamente, a equipe conquistou a World Series na única temporada em que não foi lanterna). Havia um entendimento de que o Boston precisava de resultados imediatos, não podia se dar ao luxo de ficar mais alguns anos no limpo de uma reconstrução.

Para essa missão, Dombrowski era o nome ideal. Quando tem dinheiro de sobra em mãos, ele sabe montar times fortíssimos. Fez isso com o Detroit Tigers no começo da década e não foi diferente em Boston. Manteve os bons jogadores dos Red Sox e não teve pudor em negociar para trazer jogadores de peso nas posições que faltavam. Ao longo de sua passagem, contratou ou trocou para ter Chris Sale, Drew Pomeranz, David Price e Nathan Eovaldi na rotação, Craig Kimbrel como fechador, Mitch Moreland para a primeira base e JD Martínez para preencher o vazio deixado por David Ortiz na posição de rebatedor designado.

Em 2016 e 17, os Red Sox chegaram aos playoffs, mas caíram na série de divisão para Cleveland Indians e Houston Astros. Em 2018, reconquistou o título após uma campanha de 108 vitórias na temporada regular, um recorde na história da franquia.

Missão cumprida.

O problema era o futuro. Dombrowski não é muito bom em pensar o futuro. Para montar seus esquadrões, o dirigente sempre usou dois expedientes muito comuns e, de certa forma, simplista: ofereceu muito (muito mesmo) dinheiro aos melhores agentes livres e não teve medo em ceder as principais promessas da base em troca de jogadores de nome. No curto prazo funciona bem. No longo prazo, a folha salarial fica altamente comprometida e, quando algo sai do planejado, não há de onde buscar uma reposição. Ou porque a base não tem talentos realmente promissores, ou porque o dinheiro para trazer um jogador de fora está limitado.

O Boston Red Sox está neste momento. O time de 2018 foi campeão, mas dando sinais de problemas. O bullpen não funcionava tão bem (um problema crônico de Dombrowski, torcedor dos Tigers que o digam), mas alguns jogadores cresceram nos playoffs e Alex Cora foi habilidoso ao usar membros da rotação que estivessem de folga para cobrir buracos nas entradas finais. Em 2019, esse problema explodiu, ainda mais porque a rotação caiu demais de rendimento.

Para piorar, alguns jogadores-chave, como Mookie Betts e JD Martínez, estão em fase de renegociação de contrato. A torcida quer a permanência de ambos, mas a folha salarial continua muito comprometida com jogadores como Sale e Price, que têm contratos tão grandes quanto a quantidade de jogos que perdem todo ano por problemas físicos.

Os donos dos Red Sox provavelmente perceberam que, se mantivessem a linha de trabalho de Dombrowski, a tendência é que esses problemas se agravariam no longo prazo. Tudo para evitar o risco de o Boston virar uma nova versão dos Tigers, que estão há anos (e ainda passarão mais alguns) no fundo da tabela em um doloroso processo de reconstrução do elenco. Assim, decidiram trocar o comando para tentar uma retomada rápida, que talvez seja feita sem que os resultados em campo caiam tanto assim.

É o que a torcida espera.

Fonte: Ubiratan Leal

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Jogou como nunca, perdeu como sempre

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco
Felício tenta pontuar diante dos Estados Unidos
Felício tenta pontuar diante dos Estados Unidos Getty Images

Na manhã desta segunda-feira (9), o Brasil encerrou mais uma participação na Copa do Mundo de basquete. A derrota por 89 a 73 para os Estados Unidos finalizou uma campanha que, na realidade, tinha sido encerrada após o vexame diante da República Tcheca.

Na madrugada de sábado para domingo, o Brasil jogava a vida no Mundial e a classificação para as quartas de final. Depois de uma primeira fase perfeita, em que havia vencido a Grécia de Giannis Antetokounmpo, atual MVP da NBA, esperava-se mais da seleção.

Na hora mais importante, no jogo que valia o campeonato - ganhar dos EUA era uma ilusão que nem nos maiores sonhos - tivemos a nossa pior atuação. Um time desligado, que cometeu erros bobos, perdeu bolas fáceis e se perdeu no nervosismo. Que não achou uma maneira de diminuir o impacto do armador Tomas Satoransky e não só perdeu como passou vergonha. Foi derrotado por 93 a 71.


         
    

Uma margem de vinte e dois pontos. E o Brasil acabou indo embora para casa por conta do saldo de pontos. Jogou como nunca, fez a gente se emocionar com a vitória sobre a Grécia, criou esperança e perdeu como sempre.

Agora somos obrigados a ver os argentinos cantando que "quem não salta, não vai para o Japão" e com razão. Apenas um milagre no Pré-Olímpico coloca a seleção em Tóquio-2020. E a Argentina, com um time bem inferior, curte mais uma vaga e mais uma mata-mata de Mundial.

O basquete brasileiro não pode viver de vitórias pontuais. O torcedor merece mais. E nós temos capacidade de entregar mais. O que não se organiza, não vai para a Olimpíada.

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Só uma tragédia tira o título dos Patriots

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon
Brady e Belichick
Brady e Belichick Getty Images

Salvo uma lesão de Tom Brady ou algo que force Bill Belichick a se afastar das sidelines pelo resto da temporada, o New England Patriots será o campeão do Super Bowl LIV, em Miami.

O atual campeão já era o favorito antes da temporada começar e agora ainda adicionou o melhor wide receiver da liga diante do possivelmente maior quarterback de todos os tempos.

Some isso a Josh Gordon, Julian Edelman, Demaryius Thomas, os ótimos Sony Michel e James White, que já foram cruciais em Super Bowls, e uma defesa que ficou entre as 10 que menos cederam pontos em 2018 e manteve sua base para 2019.

Será necessária uma catástrofe para o New England Patriots não erguer o troféu Vince Lombardi em fevereiro de 2020. Claro, lesões graves podem acontecer, mas ainda assim o time de Boston é o favoritaço.


         
    

Sobre Antonio Brown, me parece que ele nunca de fato quis estar no Oakland Raiders. Primeiro foi a desculpa bizarra do capacete e a ameaça de não voltar a jogar, depois vieram os sumiços, até chegar ao episódio derradeiro.

Agora em New England, o ambiente é completamente diferente. Qualquer meia pisada de bola, Brown será cortado dos Patriots.

Bill Belichick não tolera qualquer ato de estrelismo que o recebedor venha a ter, e a tolerância é mais baixa.

Com Belichick, o recado é claro: ninguém é maior do que o time.

Fonte: Gustavo Faldon

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[Programação] Primeiro domingo de NFL vem com dois clássicos na sua TV (e a semana da MLB não fica muito atrás)

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Ezekiel Elliott comemorando Touchdown pelos Cowboys
Ezekiel Elliott comemorando Touchdown pelos Cowboys Getty Images

A NFL gosta de entradas impactantes. E a primeira semana da temporada já é assim. A abertura foi com o clássico mais antigo da liga. E, no primeiro fim de semana, já presenteiam o público com a rivalidade envolvendo duas das maiores torcidas e um duelo entre os dois maiores vencedores do Super Bowl.

No domingo à tarde, Dallas Cowboys, time mais popular do futebol americano, recebe o New York Giants, um de seus maiores rivais em um confronto direto dentro da divisão. Para fechar o dia, o New England Patriots começa a defesa de seu título em casa contra o Pittsburgh Steelers. Tudo isso será transmitido nos canais ESPN.

A semana da MLB vai nos embalos dos clássicos da NFL. O Sunday Night Baseball tem o maior clássico do beisebol, com New York Yankees x Boston Red Sox. O confronto se repete na segunda. Na terça e na quarta, Atlanta Braves e Philadelphia Phillies fazem confrontos de rivalidade de divisão e com vaga nos playoffs em jogo.

SÁBADO, 7 DE SETEMBRO

NCAA (futebol americano)
12h - Ohio x Pittsburgh (WatchESPN)
13h - Cincinnati x Ohio State (WatchESPN)
13h - Syracuse x Maryland (WatchESPN)
13h - Charleston Southern x South Carolina (WatchESPN)
13h - West Virginia x Missouri (WatchESPN)
13h - Old Dominion x Virginia Tech (WatchESPN)
13h30 - Western Carolina x NC State (WatchESPN)
15h - South Florida x Georgia Tech (WatchESPN)
16h30 - Texas A&M x Clemson (WatchESPN)
16h30 - North Dakota x North Dakota State (WatchESPN)
16h30 - Southern Mississippi x Mississippi State (WatchESPN)
16h30 - Richmond x Boston College (WatchESPN)
17h - Murray State x Georgia (WatchESPN)
17h - New Mexico State x Alabama (WatchESPN)
18h - Louisiana-Monroe x Florida State (WatchESPN)
19h - Gardner-Webb x East Carolina (WatchESPN)
19h - North Carolina A&T x Duke (WatchESPN)
20h - Wyoming x Texas State (WatchESPN)
20h - McNeese x Oklahoma State (WatchESPN)
20h - BYU x Tennessee (WatchESPN)
20h - Eastern Kentucky x Louisville (WatchESPN)
20h30 - LSU x Texas (ESPN 2)
20h30 - Eastern Michigan x Kentucky (WatchESPN)
20h30 - Arkansas x Ole Miss (WatchESPN)
20h30 - Tulane x Auburn (WatchESPN)
20h30 - UT Martin x Florida (WatchESPN)
21h - Miami x North Carolina (WatchESPN)
21h - Prairie View A&M x Houston (WatchESPN)
23h30 - Stanford x USC (WatchESPN)

LACROSSE (Major League Lacrosse)
20h - Denver Outlaws x New York Lizards (WatchESPN)

DOMINGO, 8 DE SETEMBRO

NFL
14h - Kansas city Chiefs x Jacksonville Jaguars (ESPN)
14h - Los Angeles Rams x Carolina Panthers (ESPN 2)
17h30 - New York Giants x Dallas Cowboys (ESPN 2)
17h30 - San Francisco 49ers x Tampa Bay Buccaneers (ESPN Extra)
21h15 - Pittsburgh Steelers x New England Patriots (ESPN 2)

MLB
21h - New York Yankees x Boston Red Sox (ESPN Extra)

WNBA
17h - Minnesota Lynx x Los Angeles Sparks (WatchESPN)

SEGUNDA, 9 DE SETEMBRO

19h10 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
20h10 - Houston Texans x New Orleans Saints (ESPN)
23h15 - Denver Broncos x Oakland Raiders (ESPN)

MLB
20h - New York Yankees x Boston Red Sox (ESPN 2)

TERÇA, 10 DE SETEMBRO

MLB
20h - Atlanta Braves x Philadelphia Phillies (ESPN 2) 

QUARTA, 11 DE SETEMBRO

MLB
20h - Atlanta Braves x Philadelphia Phillies (WatchESPN)
23h - Chicago Cubs x San Diego Padres (WatchESPN)

WNBA (playoffs)
22h - Jogo não definido (ESPN Extra)

QUINTA, 12 DE SETEMBRO 

NFL
21h15 - Tampa Bay Buccaneers x Carolina Panthers (ESPN)

SEXTA, 13 DE SETEMBRO 

19h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - Los Angeles Dodgers x New York Mets (ESPN)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 7 de setembro, 12h.

Fonte: Ubiratan Leal

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[Programação] Primeiro domingo de NFL vem com dois clássicos na sua TV (e a semana da MLB não fica muito atrás)

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Cowboys abrem caixa para manter Ezekiel Elliott, mas futuro da franquia segue incerto

ESPN League
ESPN League
Ezekiel Elliott comemorando Touchdown pelos Cowboys
Ezekiel Elliott comemorando Touchdown pelos Cowboys Getty Images

Após muitos meses de espera e greves, Ezekiel Elliott se tornou o running back mais bem pago da NFL. O contrato de 90 milhões de dólares (R$ 368,5 milhões), com 50 deles garantidos, prende o atleta em Dallas até a temporada de 2026. Ainda assim, o acordo deixa o futuro dos Cowboys ainda mais incerto. 

O contrato parece a melhor coisa para os Dallas Cowboys à primeira vista. Segurar o melhor jogador do time por mais oito temporadas é excelente e Elliott ainda é o RB com mais jardas corridas desde de 2016 (ano em que entrou na NFL), acumulando 4,048, números que o colocam muito à frente do segundo colocado, Todd Gurley, com 3,441 jardas.

O time é muito melhor quando ele está em campo, sendo que a única temporada em que a franquia não se classificou para os Playoffs, Elliott não esteve presente em seis jogos. 

Assim, era difícil que Jerry Jones, conhecido por pagar muito a seus jogadores (algo constante em Texas durante a intertemporada de 2019), não oferecesse um contrato recheado para o principal talento do time. O problema é que isso complica a situação financeira da equipe.

Antes de fechar com “Zeke”, os Cowboys já haviam estendido o contrato do defensive end Demarcus Lawrence (US$ 105 milhões/5 anos), do linebacker Jaylon Smith (US$ 64 milhões/ 5 anos) e do right tackle La’el Collins (US$ 50 milhões/ 5 anos).

E, agora, com boa parte do espaço salarial comprometido com outros jogadores, a franquia ainda precisa achar uma maneira de chegar em um acordo com Dak Prescott e Amari Cooper, algo essencial para as pretensões da equipe.

Fato é que o acordo com Cooper precisa ser feito. Na última temporada Jerry Jones gastou um escolha de primeira rodada para contar com o atleta e seria impensável não associar a troca a um projeto de longo prazo com o jogador - principalmente depois que o wide receiver aumentou a produtividade do ataque dos Cowboys e de Dak Prescott.

O QB ainda é alvo de grandes discussões, sendo que muitos consideram que o atleta não merece uma extensão de contrato, já que nunca registrou mais de 4,000 jardas aéreas em uma temporada. 

Mesmo que você acredite que o jogador não vale uma renovação, é difícil uma franquia obter sucesso sem um QB constante, e depois de pagar muito a seus jogadores na intertemporada, Jerry Jones tem um elenco capaz de vencer agora. E para isso, precisa de Prescott.

O problema é que o jogador não sairá barato. Dak viu Jared Goff, do Los Angeles Rams, e Carson Wentz, do Philadelphia Eagles, receberem extensões recheadas, sendo que os três foram draftados no mesmo ano. Além disso, o QB dos Cowboys foi o mais saudável entre eles, registrando 32 vitórias e 16 derrotas, em três anos - a maior marca dos três QBs.  

Agora, o problema é que, Dallas não se pode dar o luxo de uma renovação gigantesca porque isso comprometerá ainda mais o espaço salarial, dando poucas possibilidades de mudança no elenco.

Outro problema com o contrato de Elliott é a eterna discussão da NFL: Qual o valor que deve ser pago a um running back? E, pensando nisso, o Dallas exagerou e gastou muito em Elliott.

O contrato que Todd Gurley recebeu, com 45 milhões de dólares garantidos (2ª maior valor entre os RBs) já é considerado muito alto dentro da liga – principalmente depois que o jogador diminuiu muito sua produtividade na pós-temporada. 

Um RB talentoso tem tido menos impacto do que o normal, e a campanha dos Rams nos Playoffs foi uma grande prova disso. Sem Todd Gurley saúdavel, Sean McVay recorreu a C.J Anderson e conseguiu manter a produtividade no backfield. Isso alimenta ainda mais a ideia de que jogadores da posição não merecem contratos recheados.

E, mesmo que Elliott tenha se mantido saudável durante sua carreira na NFL, a posição perde muito seu valor pela grande quantidade de lesões dos jogadores. O problema é que mesmo colocando tudo em uma balança, ela pende para o lado do Super Bowl, e Elliott é um jogador capaz de trazer o Lombardi para Dallas. 

Seja qual for a sua opinião sobre o valor que um running back merece na NFL, fato é que Dallas decidiu tornar “Zeke” o RB mais bem pago da liga. E, agora, enquanto ainda esperamos o futuro de Dak Prescott e Amari Cooper, temos somente uma convicção: os Cowboys precisam que Elliott corra, que ele corra muito.  

Fonte: Bruno Nossig

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A 'missão Antetokounmpo' e a hora de Bruno Caboclo; como Brasil segurou MVP da NBA e venceu a Grécia

Pedro Suaide
Pedro Suaide

Two years away from being two years away.

Quando Bruno Caboclo foi escolhido na 20ª posição do Draft de 2014, pelo Toronto Raptors, John Fraschilla, comentarista nos EUA, falou essa frase, grudou no brasileiro e nunca mais eles se separaram. 

Ele estava a dois anos de distância para estar a dois anos de distância de estar pronto. O que o time do Canadá fazia selecionando um garoto franzino de 19 anos que estava longe de estar pronto? Que havia se destacado apenas na Liga de Desenvolvimento de Basquete pelo Pinheiros?

Um ano antes, em 2013, o Milwaukee Bucks selecionou um garoto franzino de 19 anos na 15ª escolha do Draft. Entretanto, esse era grego e chamou atenção após jogar pelo Filathlitikos.

Masai Ujiri, cérebro por trás do título dos Raptors na última temporada, viu em Caboclo e apostou. A franquia aguentou bons anos sem ele estar pronto e acabou deixando o brasileiro sair. Ele passou rapidamente pelo Sacramento Kings e pintou no Memphis Grizzlies, onde prova que, cinco anos após ser draftado (parece que Fraschilla errou as contas em um ano).

Giannis teve um impacto imediato. Entrou na liga e em sua primeira temporada jogou 77 jogos - 23 como titular. Suas médias eram baixas, mas tudo dentro do esperado. Seus números foram crescendo, até que em 2017 foi eleito o jogador que mais evoluiu na NBA e em 2019 conquistou o prêmio de MVP.

Bruno Caboclo disputa com Giannis Antetokounmpo
Bruno Caboclo disputa com Giannis Antetokounmpo Getty Images

Caboclo não evoluiu tanto, mas se encontrou em Memphis, com um time de garotos e sem pressão. Pelos Grizzlies, apenas em 2019, jogou 34 partidas - 19 como titular, e mostrou tudo o que a NBA quer ver. Atleticismo, precisão, velocidade, versatilidade. Com isso, ganhou mais anos de contrato naquele ambiente perfeito: uma cidade que o abraçou, um time ainda sem pressão e ótimos (e jovens) companheiros de equipe - Jaren Jackson Jr., Ja Morant e Brandon Clarke, por exemplo. Agora é ver todos crescendo juntos.

Chegou 2019, chegou o Mundial. Caboclo e Giannis, cada um no seu patamar, vivem ótimos momentos.

Aleksandar Petrovic também sabia disso, e há tempos fala que sabia como marcar Giannis. Seria a 'Missão Antetokounmpo'. 

Missão muito bem executada. Giannis foi praticamente nulo, e o treinador grego sequer conseguiu fazer as jogadas finais passarem por ele. Quando ele foi buscado na ponte aérea que seria decisiva, Caboclo, com seus 2,31 metros de envergadura (10 cm a mais que o MVP), interceptou a jogada.

Antetokounmpo terminou com 13 pontos e foi expulso com 5 faltas, claramente irritado - muito pela tática brasileira: marcação forte, faltas nele e garrafão fechado. Minado, o craque ficou apenas 28 dos 40 minutos em quadra, sendo ausência em boa parte da virada brasileira.

Com ele fora e o garrafão grego menos poderoso, o Brasil conseguiu dominar o jogo perto da cesta em partida sensacional de Anderson Varejão. No total, foram 46 pontos brasileiros na área pintada, contra apenas 28 gregos.

Caboclo, jogando na posição 4, foi o cara na defesa. Dividiu a marcação de Giannis com o incansável Alex e decidiu o jogo nas últimas posses defensivas, interceptando a ponte aérea e limpando o aro para a vitória.

No ataque, foi um incrível facilitador. Com seus 2,06 metros (cinco cm a menos que Giannis), espaçou a quadra para Varejão deitar e rolar no garrafão saindo dos bloqueios que fazia. Quando a bola de três sobrou, ele acertou duas de três tentadas. 

Assim o Brasil parou o MVP e venceu a favorita Grécia. E Bruno Caboclo mostrou que, finalmente, está pronto.

Fonte: Pedro Suaide

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