A dinastia do Golden State Warriors está apenas começando

Pedro Suaide
Pedro Suaide
Curry, Klay e Green: a fundação da dinastia segue junta
Curry, Klay e Green: a fundação da dinastia segue junta Thearon W. Henderson/Getty Images

Klay Thompson disse que é prematuro para dizer que a dinastia do Golden State Warriors não existe mais. Klay está certo. 

"Dizer que a dinastia acabou, eu acho que é um pouco ignorante, porque eu vou voltar melhor e ainda mais atlético."

Certas vezes nos acostumamos com certo nível de excelência e não aceitamos menos disso.

Os Warriors perdem sem Kevin Durant, é claro. Os melhores reservas já saíram do time e nomes tão importantes como Andre Iguodala são passado. Ok, estão certos. A questão é outra.

Nos últimos três anos, os Warriors não fizeram esforço algum para chegar às finais. Levaram a temporada regular em banho-maria e foram impiedosos nos playoffs. Perderam as finais de 2019 com todos os méritos de Kawhi Leonard e do Toronto Raptors. Mas nós sabemos que com Durant e Klay saudáveis em todos os jogos a história poderia ser (e acho que provavelmente seria) diferente.


         
    

Entretanto, para ser campeão não é necessário tal nível de excelência. E para ser uma dinastia, não é necessário ser tão surrealmente acima da média.

Os Warriors têm um dos três maiores armadores da história em seu time, o único MVP unânime da NBA de todos os tempos. Ele ainda tem só 31 anos - e seu estilo de jogo não pune tanto seu corpo como é comum na liga. Sim, ele tem suas lesões, mas isso não faz ele cair de nível. E bom, me desculpe, mas eu não preciso argumentar para você entender o quão especial é o camisa 30.

Klay Thompson é um dos maiores arremessadores da história (ao lado de Steph) e um dos mais inteligentes que já pisaram numa quadra de basquete.

D'Angelo Russell está em clara evolução com potencial de se tornar uma superestrela. Apenas 23 anos e vindo da melhor temporada de sua carreira.

Draymond Green finalmente entendeu que se estiver mais magro pode ser o jogador mais importante da NBA. É a alma e coração de um time intenso.

Willie Cauley-Stein, Kevon Looney, Omari Spellman são garotos que estão devem render cada vez mais nesse estilo de jogo. Jordan Poole, Alfonzo McKinnie e Alec Burcs estão longe de ser um ponto fraco para o futuro.

Entretanto, uma parte dessa orquestra sempre é esquecida. O maestro Steve Kerr. Um gênio muitas vezes subestimado por ter treinado um time que foi um ponto muito fora da curva. Kerr é diferente, e dinastias são marcadas por treinadores diferentes.

Os últimos cinco anos foram alucinantes, mas o futuro não é menos promissor. Em uma NBA que se desenha mais equilibrada, jamais tire da conta uma equipe acostumada a vencer e com tanta casca e habilidade como esse.

Então sigam desacreditando dos Warriors. Continuem não contando com eles. Logo, logo eles vão aparecer, e estão apenas começando.

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Washington Nationals, contra tudo e contra… os números?

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Jornalista torce, claro que torce. Ao contrário do que muita gente pensa, porém, normalmente a torcida não é pelo time de infância ou contra o rival desta equipe. Muitas vezes a torcida é por uma boa história, um jogo emocionante, algo que mobilize o público e faça mais gente perceber como aquele evento que está acontecendo é especial. E jogo 7 de uma final de campeonato sempre parece uma grande pauta em potencial. Como era Houston Astros x Washington Nationals na última quarta. Ou deveria ser, porque dois terços do jogo havia se passado e só um time parecia jogar.

Ao final da sexta entrada, os Nationals tinham conseguido apenas uma rebatida contra Zack Greinke. A mistura de bolas rápidas não-tão-rápidas-assim e muitas bem lentas com bastante efeito tirava todo o tempo dos rebatedores do Washington. Um após o outro, eles não encontravam a forma certa de lidar com cada arremesso. Dava toda a pinta que seria uma daquelas apresentações épicas de um arremessador que deixava o adversário parecer que não tinha entrado em campo.

LEIA TAMBÉM: Os playoffs 2019 podem redefinir o espaço dos Nationals, mesmo que o título não venha

Do outro lado, os Astros já tinham duas corridas. Max Scherzer, o arremessador dos Nats e um dos melhores do mundo (talvez o melhor) na função, estava voltando de lesão e claramente não estava no seu melhor. Os arremessos não se mexiam tanto durante a viagem, a localização não era tão precisa. Com isso, o ataque do Houston causava seus estragos. Cada entrada era como uma tragédia evitada no sufoco por Scherzer, com vários corredores em base antes da terceira eliminação. Se o ataque explodisse em algum momento, seria uma lavada dos texanos.

Como comentarista, foi inevitável pensar: “está só 2 a 0, ainda tem jogo, ainda dá para achar que pode virar. Mas, se o ataque dos Nationals continuar desse jeito, a vitória vai parecer fácil e uma galera que só veio ver o jogo porque era a finalíssima vai achar que foi sem graça. Que pena”. Grande engano. 

Parecia que a grande história de uma final apoteótica para a temporada 2019 da MLB estava murchando. Mas, na verdade, ela estava no meio. Quanto mais morto os Nationals parecessem, mais viva ela estava. Porque essa grande história era justamente sobre o time da capital americana ressurgir do nada para mostrar que sua missão era pisotear nas estatísticas de probabilidades. Foi assim o ano todo.

22%

Em 23 de maio, após 50 jogos (quase um terço da temporada regular), os Nationals tinham uma campanha de 19 vitórias e 31 derrotas. Era a segunda pior da Liga Nacional e a quinta pior de toda a MLB. Somente Miami Marlins, Baltimore Orioles, Detroit Tigers e Kansas City Royals -- todas equipes que sucatearam seus times para gastar pouco enquanto reconstroem o elenco -- estavam piores. De acordo com o site Fangraphs, um dos mais conceituados em estatísticas de beisebol, o Washington tinha apenas 22% de chance de classificação aos playoffs.

A partir de 24 de maio, os Nats iniciaram uma recuperação espetacular, fazendo a melhor campanha da MLB desde esse dia. Muita gente não percebeu, porque o início ruim mascarava isso e nem na briga pelo título da divisão -- conquistada pelo Atlanta Braves -- a franquia da capital americana entrou. Mas foi suficiente para pegar uma vaga no wildcard, que dava direito a um jogo de vida ou morte em casa contra o Milwaukee Brewers.

13%

Scherzer não foi brilhante como de costume e os arremessadores dos Brewers estavam dando conta do recado. O Milwaukee chegou à oitava entrada com vantagem de 3 a 1 e Josh Hader, um dos melhores fechadores (talvez o melhor), da liga no montinho para finalizar a partida. Os cálculos de probabilidade de vitória apontavam em 87% a chance de triunfo dos cervejeiros. Mas, já com dois eliminados na oitava entrada, uma rebatida simples de Ryan Zimmerman e um walk de Andrew Stevenson lotaram bases. Uma rebatida simples de Juan Soto com erro defensivo infantil de Trent Grisham permitiram a virada para 4 a 3, marcador que permaneceu até o final. 

Os Nationals sobreviveram após terem apenas 13% de chance de classificação. Era hora de mostrar esse poder de recuperação na série contra o Los Angeles Dodgers, time de melhor campanha da Liga Nacional.

Nationals comemoram o seu primeiro título da MLB
Nationals comemoram o seu primeiro título da MLB Getty

35%

Os Dodgers lideravam a série por 2 a 1 e anotaram uma corrida logo na primeira entrada do jogo 4. Com o placar em 1 a 0 na terceira entrada, a chance de vitória (e classificação) dos californianos estava em 65%. Mas uma sequência de walk, rebatida simples e rebatida de sacrifício permitiu o empate. A virada veio no decorrer da partida e os Nationals conseguiam ao menos levar a decisão para o jogo 5, em Los Angeles.

11%

O começo deu o tom: depois do susto, os Dodgers fariam seu favoritismo prevalecer em uma série que poderia ser resolvida em menos duelos. Os californianos abrem 3 a 0 logo na segunda entrada e vão tocando a partida. A duas entradas do fim, o máximo que os Nationals conseguiram foi reduzir o placar para 3 a 1. A seis eliminações do fim e com um dos melhores arremessadores do século 21 no montinho (e um dos melhores fechadores aquecendo), não soava estranho ver que os algoritmos apontavam em 89% a chance de vitória do Los Angeles. Mas home runs seguidos de Anthony Rendón e Juan Soto empataram o jogo e um grand slam de Howie Kendrick na décima entrada selaram a improvável vitória do Washington. 

A final da Liga Nacional seria contra o St. Louis Cardinals, mas nem teve graça. O Washington varreu a série e teve ao menos um pouco de descanso nessa saga de contrariar os números. A World Series seria diferente.

-235 x +195

O Washington Nationals parecia fazer hora extra nos playoffs, enquanto que o Houston Astros pintava como o supertime dos supertimes, o sobrevivente da batalha contra o New York Yankees. Antes mesmo do primeiro arremesso, a casa de aposta do Caesars, em Las Vegas, abriu as cotações da World Series com favoritismo de -235 para os Astros, enquanto que os Nationals tinham +195. Para quem não tem intimidade com essa numeralha de apostas, basta dizer que desde 2007 (quando o Boston Red Sox varreu o Colorado Rockies na final) a decisão da MLB não tinha uma equipe tão favorita.

32%

O Washington surpreendeu ao vencerem os dois primeiros jogos em Houston, mas as coisas pareciam voltar ao normal quando os Astros deram o troco e saíram com a vitória nas três partidas na capital americana. Bastava aos texanos seguirem o embalo e fechar a série na partida 6.

Isso vinha acontecendo até a quinta entrada. Os Astros tinham 2 a 1 no placar, Justin Verlander detonando tudo no montinho e chance de vitória em 68%. Mas home runs de Adam Eaton e Juan Soto viraram o placar, mais algumas corridas vieram no final e os Nationals forçaram a realização do sétimo jogo.

14%

E voltamos ao início do texto. Zack Greinke estava moendo o ataque dos Nationals no início da sétima entrada e o comentarista na transmissão brasileira estava lamentando a grande chance de a MLB terminar com um jogo sem graça. De fato, os algoritmos apontavam em 86% a probabilidade de vitória (e título) dos Astros. 

Até que Rendón conseguiu um home run no primeiro contato forte que os Nationals fizeram na bolinha em todo o jogo. Em seguida, Soto consegue um walk e AJ Hinch resolve mudar. Ainda que Greinke não estivesse desgastado, o técnico dos Astros troca de arremessador. Will Harris cede um home run para Kendrick e o placar, de repente, estava em 3 a 2 para o Washington.

O Houston morreu ali. Hinch tomou outras decisões duvidosas com arremessadores e o ataque sentiu o baque da virada inesperada. A diferença foi aumentando naturalmente, terminando em 6 a 2.

Foi a primeira série em melhor-de-sete com vitória dos visitantes em todas as partidas na história das grandes ligas americanas. A cidade de Washington via seu time conquistar um título no beisebol pela primeira vez desde 1924. O Brasil tinha no catcher Yan Gomes seu segundo campeão da MLB (o primeiro foi Paulo Orlando em 2015 com os Royals). Mas a grande história não era o que o título trazia, mas simplesmente ele existir, mesmo quando foi desenganado pelas estatísticas em tantas oportunidades.

Obs.: o site da ESPN americana já publicou seu ranking de força para a temporada 2020 da MLB. Mesmo com o título, o Washington Nationals está apenas na oitava posição. Pelo visto, a missão de contrariar os números na próxima temporada já começou

Fonte: Ubiratan Leal

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Zion Williamson é um fenômeno, mas sua carreira pode acabar cedo? | Programa Sem Nome #2

ESPN League
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A lesão de Zion Williamson foi um abalo na NBA. O calouro do New Orleans Pelicans nem chegou a estrear na liga oficialmente e lesionou o joelho, ficando de fora de até 8 semanas da temporada.

O quanto essa lesão e outros problemas físicos impactam a carreira do maior prospecto desde LeBron James? Ela pode ser encurtada por causa disso?

Guilherme Sacco e Leonardo Sasso discutem no Programa Ainda Sem Nome desta semana!



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Como calouro da NBA igualou feito de Michael Jordan e tem o potencial de ser o melhor defensor do ano

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso


Matisse Thybulle sempre foi um “caçador”. Não na acepção da palavra, mas no lado defensivo de uma quadra de basquete. Marcações apertadas, sem deixar o adversário respirar. 

No College, isso já ficou evidente. Liderou Washington durante quatro anos em steals e tocos por jogo. Bateu recordes históricos da NCAA… Mas foi esnobado no Draft.

No seu último ano no basquete universitário, teve 125 steals, recorde da conferência Pac-12, superando a marca de Jason Kidd, quando ainda jogava na California.

 A fama não lhe rendeu toda a badalação para ser uma escolha de loteria do recrutamento da NBA. Foi a 20ª escolha pelo Boston Celtics e trocado no mesmo dia com o Philadelphia 76ers. 

Foi aí que a franquia de Ben Simmons e Joel Embiid conseguiu o que Thybulle faz de melhor: um steal. 

O ala de 1,96m já é essencial na rotação de Philadelphia. Se no ataque ainda tem muito a melhorar, na defesa já é um pilar do time. 

Teve oito steals e quatro tocos em 66 minutos jogados na temporada, nos seus três primeiros jogos na carreira, números que apenas Michael Jordan teve na história da Liga. 

Matisse Thybulle em jogo dos 76ers na NBA
Matisse Thybulle em jogo dos 76ers na NBA Getty

A lenda do Chicago Bulls conseguiu 10 steals e sete tocos em 108 minutos nos três primeiros jogos da carreira, em 1984. No total, Jordan foi escolhido nove vezes para o melhor time defensivo da NBA. 

Se pensarmos em Thybulle com os mesmos minutos dos três primeiros jogos de Jordan, seriam 13 steals e sete tocos. Uma marca incrível! 

Thybulle ainda não é titular e longe de ser uma peça ofensiva importante para os Sixers. Pensar em um prêmio de melhor defensor da Liga ainda é distante apesar dos grandes números, ainda mais com Anthony Davis tendo um ótimo começo de temporada nesse lado da quadra e OG Anunoby, dos Raptors, brilhando na defesa. 

Mas o talento é inegável. Thybulle vai evoluir bastante. Erro de quem não o selecionou antes...

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Cinco conclusões (possivelmente precipitadas, mas talvez não) após uma semana de NBA

Pedro Suaide
Pedro Suaide

Karl-Anthony Towns é o melhor unicórnio do mundo


Para um pivô ser levado a sério nos dias de hoje, ele precisa fazer de tudo. E as últimas temporadas da NBA levantaram discussões fortes sobre quem seria o melhor grande da liga: Embiid ou Jokic. Bem, parece que nem um, nem outro.

O começo de ano de KAT é surreal. Após três jogos, as médias são de 32 pontos, 13,3 rebotes, 5 assistências, 3 roubos de bola e 2 tocos. Tudo isso acertando 5 bolas de três por jogo (convertendo 51,7% das tentadas). Entretanto, o mais incrível é ver como ele está jogando além dos números. A facilidade com que ele arremessa lembra Stephen Curry. O gatilho rápido, a boa leitura das jogadas (muitas que ele mesmo vem armando), o step-back... Só que com 2,13 metros. E bem, três vitórias nos três primeiros jogos.


Pascal Siakam pode ser, novamente, o jogador que mais evoluiu na NBA

 


Kawhi saiu, mas talvez o presente não seja tão ruim para os Raptors - e por causa de Pascal Siakam. Agora líder do time, parece que o camaronês subiu mais um degrau para esta temporada, e por isso o time começa com três vitórias e uma derrota.

Se ele foi eleito o jogador que mais evoluiu na NBA na última temporada após passar de 7,3 pontos e 4,5 rebotes por jogo (em 2017-18) para 16,9 pontos e 6,9 rebotes (em 2018-19), que tal um começo com médias de 28,7 pontos, e 10,7 rebotes - com direito a 47% de acerto dos arremessos dos três pontos? É evolução que não para, e o céu é o limite.

Luka Doncic é o próximo 'dono' da NBA


É possível dividir a NBA em eras, e cada era teve seu ou seus donos. Bill Russell, Wilt Chamberlain, Kareem Abdul-Jabbar, Larry Bird, Magic Johnson, Michael Jordan, Shaquille O'Neal, Kobe Bryant, LeBron James, Kevin Durant, Stephen Curry... Jogadores que, além de serem pontos MUITO fora da curva, eram (e são) o rosto da liga, dentro e fora de quadra. Luka Doncic é o próximo.

LeBron, Durant e Curry estão mais perto do fim do que do começo, e a nova era já começou. Nomes como Antetokounmpo, Davis e Embiid aparecem como jovens craques incontestáveis, mas Doncic tem o potencial para colocá-los como seus 'coadjuvantes' nessa questão que vai ainda além do basquete, mas que tem no jogo dentro de quadra seu ponto fundamental. 

O começo de sua segunda temporada na NBA tem números de MVP: 29,3 pontos, 10,3 rebotes e 7,3 assistências por jogo.  A inteligência para ler situações em quadra é evidente, e o carisma incontestável. Outro ponto diferencial é o estilo de jogo. Cada vez mais a liga se desenvolve ao redor de arremessadores (o que os citados acima não são exatamente), e esse fator pode tornar Doncic o exemplo a ser seguido por milhões de crianças ao redor do mundo.

Os Spurs devem trocar DeMar DeRozan



Três jogos, três vitórias. Gregg Popovich segue impecável, e a reconstrução dos Spurs mais clara do que nunca. Com três garotos cheios de potencial na armação (Dejounte Murray - um monstro -, Derrick White e Bryn Forbes), DeMar DeRozan pode ser muito útil... Principalmente se for uma moeda de troca. Com ele lá, os minutos desses jogadores serão reduzidos para que ele possa jogar (como deve, se estiver no elenco), e isso não é bom.

O camisa 10 ainda está perto do seu auge e definitivamente é um jogador que pode decidir partidas e fazer parte de uma equipe campeã. Os Spurs, sejamos honestos, dificilmente passarão da primeira rodada dos playoffs. Então, por que não abraçar a reconstrução e dar o time completamente nas mãos dos garotos?  DeMar tem valor alto para times que sonham com o troféu, e em seu lugar podem vir escolhas de draft e garotos promissores para Popovich desenvolver em um novo time de San Antonio que promete muito. 

Trae Young é o jogador mais divertido da liga



Os jogadores jogam para vencer e por essa ser a profissão deles, acima de tudo. Nós, que estamos do outro lado da tela, assistimos basquete para nos divertir. E é isso que Trae Young nos proporciona mais do que qualquer outro jogador atualmente.

Ele arremessa de qualquer lugar da quadra, se mexe com confiança, encontra seus companheiros com passes incríveis tirados da cartola e joga com amor. Não é preciso pedir mais nada, pois o talento para fazer tudo isso acima ele já tem. A dica é: se os Hawks estão jogando, pare e divirta-se.

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Draymond Green tem razão: os Warriors são uma m..

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

Na tarde de domingo (27) o Golden State Warriors visitou o Oklahoma City Thunder na sua segunda partida da temporada 2019-2020 da NBA. E foi atropelado.

Os donos da casa venceram por 120 a 92 e Stephen Curry, com 23, foi o único jogador dos Warriors a passar dos 10 pontos na partida. Na estreia, a equipe já havia inaugurado sua nova casa tomando 141 a 122 do LA Clippers.

Após a partida contra o Thunder, Draymond Green concedeu entrevista coletiva e resumiu a situação dos Warriors: 'A realidade é que nós somos uma m... no momento'. E ele tem razão.

É inegável que, atualmente, o Golden State Warriors é qualquer coisa menos um time de basquetebol. Um catadão da redação da ESPN, muito provavelmente, lembraria mais um time do que os Warriors das duas primeiras rodadas.

Mas a palavra-chave é momento. São apenas duas partidas de temporada regular e os Warriors perderam, simplesmente, Kevin Durant para o Brooklyn Nets e Klay Thompson para uma lesão no joelho. Trouxeram D'Angelo Russell e estão tendo que adaptar sua maneira de jogar.

Steve Kerr já mostrou que é um dos melhores técnicos da liga em outras oportunidades, Stephen Curry que é um dos melhores jogadores e Draymond Green um dos melhores defensores.

É questão de tempo - e Draymond sabe - para que as coisas se ajeitem em São Francisco e os Warriors retomem o caminho das vitórias. O primeiro passo foi dado no final de semana: reconhecer que está tudo errado e é preciso mudar.

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Draymond Green tem razão: os Warriors são uma m..

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[Programação] É hora de conhecer o novo campeão da World Series

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Houston Astros comemora vitória na World Series de 2017
Houston Astros comemora vitória na World Series de 2017 Getty

A World Series não dá tempo para piscar. As finais da MLB mal começaram e já serão decididas nesta semana. Entre domingo  e a próxima quarta será conhecido o novo campeão da Major League Baseball, com os confrontos 5, 6 e 7 entre Washington Nationals e Houston Astros. 

Os Astros buscam o segundo título em três anos, enquanto que os Nats tentam sua primeira conquista na história. O time da capital americana ainda representaria a segunda World Series para um jogador brasileiro, pois Yan Gomes é um dos catchers da equipe (Paulo Orlando foi campeão com o Kansas City Royals em 2015).

Aproveite bem, pois é a única semana do ano em que as quatro principais ligas esportivas dos Estados Unidos estão em atividade ao mesmo tempo. E podem ser cinco, se considerarmos o futebol americano universitário.

Veja abaixo a programação de esportes americanos da ESPN.

SÁBADO, 26 DE OUTUBRO

NBA
18h - Miami Heat x Milwaukee Bucks (ESPN)

MLB (finais)
21h - Houston Astros x Washington Nationals (ESPN)

NHL
20h - St. Louis Blues x Boston Bruins (ESPN 2)

NCAA (futebol americano)
20h37 - Notre Dame x Michigan (ESPN Extra)
13h - Oklahoma x Kansas State (WatchESPN)
13h - Bryant x Robert Morris (WatchESPN)
13h - Bowling Green x Western Michigan (WatchESPN)
13h - Mississippi State x Texas A&M (WatchESPN)
13h - Appalachian State x South Alabama (WatchESPN)
13h - Miami x Pittsburgh (WatchESPN)
13h - Iowa x Nothwestern (WatchESPN)
14h - Howard x North Carolina A&T (WatchESPN)
15h - Delaware State x North Carolina Central (WatchESPN)
16h - Eastern Kentucky x Eastern Illinois (WatchESPN)
16h - Florida A&M x Morgan State (WatchESPN)
16h30 - Penn State x Michigan State (WatchESPN)
16h30 - Furman x Western Carolina (WatchESPN)
16h30 - Alabama A&M x Alabama State (WatchESPN)
16h30 - Maruland x Minnesota (WatchESPN)
16h30 - Syracuse x Florida State (WatchESPN)
16h30 - Akron x Northern Illinois (WatchESPN)
16h30 - Virginia x Louisville (WatchESPN)
16h45 - South Florida x East Carolina (WatchESPN)
17h - Murray State x Jacksonville State (WatchESPN)
17h - South Carolina State x Bethune-Cookman (WatchESPN) 
17h - South Carolina x Tennessee (WatchESPN)
17h - Duke x North Carolina (WatchESPN)
20h - Arkansas x Alabama (WatchESPN)
20h - UCF x Temple (WatchESPN)
20h30 - Boston College x Clemson (WatchESPN)
20h30 - Colorado State x Fresno State (WatchESPN)
20h30 - Missouri x Kentucky (WatchESPN)
21h - Louisiana Tech x UTEP (WatchESPN)
23h15 - Utah State x Air Force (WatchESPN)
23h30 - Washington State x Oregon (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
20h - Daemen x Syracuse (WatchESPN)
20h - Northwest Missouri State x Duke (WatchESPN)

DOMINGO, 27 DE OUTUBRO

NFL
14h - Philadelphia Eagles x Buffalo Bills (ESPN)
14h - Arizona Cardinals x New Orleans Saints (ESPN Extra)
17h - Carolina Panthers x San Francisco 49ers (ESPN 2)
17h25 - Cleveland Browns x New England Patriots (ESPN)
21h15 - Green Bay Packers x Kansas City Chiefs (ESPN 2)

MLB (finais)
21h - Houston Astros x Washington Nationals (ESPN)

NHL
20h - Los Angeles Kings x Chicago Blackhawks (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
20h - Mount Olive x NC State (WatchESPN)

SEGUNDA, 28 DE OUTUBRO

20h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
21h15 - Miami Dolphins x Pittsburgh Steelers (ESPN)

TERÇA, 29 DE OUTUBRO

NBB
18h50 - Franca x Basquete Cearense (ESPN)

MLB (finais)
21h - Washington Nationals x Houston Astros (ESPN)

NHL
20h - San Jose Sharks x Boston Bruins (ESPN 2)

NCAA (basquete masculino)
20h - Capital Unviersity x Notre Dame (WatchESPN)
20h - Bellarmine x Louisville (WatchESPN)
21h - Carleton University x Syracuse (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
19h - Nova Southeastern x Miami (WatchESPN)
20h - Carson-Newman x Tennessee (WatchESPN)

QUARTA, 30 DE OUTUBRO

NBA (pré-temporada)
20h30 - Milwaukee Bucks x Boston Celtics (ESPN 2)
23h - Los Angeles Clippers x Utah Jazz (ESPN 2)

MLB (finais)
21h - Washington Nationals x Houston Astros (ESPN)

NHL
20h30 - Edmonton Oilers x Columbus Blue Jackets (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
20h - Fort Valley State x Duke (WatchESPN)
20h - Flagler x Miami (WatchESPN)

QUINTA, 31 DE OUTUBRO 

NFL
21h15 - San Francisco 49ers x Arizona Cardinals (ESPN)

NHL
21h - Calgary Flames x Nashville Predators (ESPN 2)

NCAA (futebol americano)
21h - West Virginia x Baylor (WatchESPN)
21h - Georgia Southern x Appalachian State (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
20h30 - Pittsburgh State x Kansas (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
20h - Anderson x NC State (WatchESPN)

SEXTA, 1º DE NOVEMBRO 

19h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
20h - Houston Rockets x Brooklyn Nets (ESPN)
22h30 - Los Angeles Lakers x Dallas Mavericks (ESPN)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 26 de outubro, 14h.

Fonte: ESPN

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Giannis é a adaptação de Shaq à NBA moderna

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto


30 pontos, 13 rebotes, 11 assistências.

Foram estes os números de Giannis Antetokounmpo em sua estreia na temporada 2019-20 da NBA - e o Milwaukee Bucks venceu o Houston Rockets de James Harden e Russell Westbrook. Os números são assustadores, mas já se tornaram comuns para o atual MVP da liga. Outra coisa que já é corriqueira para o grego? A comparação a Shaquille O'Neal. 

Mas, não, Giannis não é o novo Shaq. Nem é uma evolução do lendário pivô tetracampeão da NBA. Digamos que ele é a adaptação de O'Neal ao basquete moderno, e sua primeira partida na temporada ajuda a mostrar isso.

Dos 17 arremessos que tentou contra os Rockets, 9 foram dentro do garrafão - e oito foram convertidos. Algo similar ao que Shaq fazia em seus tempos de jogador e, desde o ano passado, principal razão para que Giannis tivesse seu nome ligado ao do antigo pivô.

"Nunca dei meu nome para alguém antes, mas vou fazer isso por ele. É o novo Super-Homem. Ele está dominando, e eu era assim também. Ele domina o garrafão, ataca o aro, enterra. Eu eu também não arremessava bolas de três", disse Shaq em novembro de 2018.



A última parte da fala de O'Neal é o que divide os estilos dos dois. Giannis não tentava chutes de três pontos. Mas as coisas estão mudando. Contra Houston, Antetokounmpo arremessou três vezes de meia-distância e não errou. Foram cinco bolas de três, e duas delas caíram.

Não existem mais dúvidas que a NBA não é a mesma dos tempos de Shaq (oito anos já se passaram desde que The Diesel se aposentou). As posições perderam importância, e a função é o que define os quintetos que vão à quadra. No caso dos Bucks, um time que gosta de aproveitar os rebotes defensivos para acelerar no contra-ataque, Antetokounmpo é o grande responsável por carregar a bola. E ele se aproveita disso como ninguém.

A consequência das táticas de Milwaukee é o aumento do número de assistências de Giannis - seis de seus 15 triplos-duplos foram feitos desde o começo da temporada passada.

Antetokounmpo antes de jogo dos Bucks na NBA
Antetokounmpo antes de jogo dos Bucks na NBA Getty

A própria forma como ele domina o garrafão é diferente do estilo de Shaq. O grego tem, sim, seus momentos de pivô em que usa os 2,11m que tem de altura para pontuar. Mas ele cria boa parte dos lances se movimentando e partindo do perímetro para atacar a cesta.

Giannis não é Shaq, mas é sua versão atualizada aos moldes do basquete moderno. E assim como aconteceu 20 anos atrás, a NBA sabe quem é o jogador mais dominante do mundo.

*E não vamos esquecer: os lances livres são dor de cabeça para os dois.

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Giannis é a adaptação de Shaq à NBA moderna

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A benção de Zion Williamson pode ser própria maldição

Pedro Suaide
Pedro Suaide

Nunca vimos um jogador como Zion Williamson. Por mais que você já tenha lido isso dezenas de vezes, não deixa de ser verdade.

São 2,01 metros de altura e 129 kg nas costas. Se fosse só isso, ok. O que o torna único é sua explosão e velocidade, fora do normal para jogadores mais leves - sejam eles mais altos ou mais baixos.  Além disso, seu controle de bola também é fora da curva.

Voa, Zion! Lonzo Ball manda passe da parte de trás da quadra, e calouro dos Pelicans sobe para ponte aérea na NBA

NESTA SEXTA-FEIRA, ÀS 21H, OS PELICANS ENCARAM OS MAVERICKS AO VIVO NA ESPN 2 E NO WATCHESPN - NÃO PERCA!

Seu desenvolvimento físico o faz jogar em qualquer nível de competição como se fosse o melhor atleta dentro de quadra. No Ensino Médio, era humilhante. Na Universidade, fácil. Na NBA, parece que ainda será muito dominante. 

Sem um arremesso confiável, Zion baseia seu jogo em 'trombadas'.  Ele consegue vir de fora da linha dos três batendo a bola com velocidade, vencendo o primeiro defensor no drible. Sua meta sempre é arremessar a um metro ou menos de distância da cesta, onde é mortal. Mas com apenas 2,01 metros isso se torna difícil, já que os pivôs são muito mais altos. 

Aí que vem sua benção. Seja com sua impulsão para chegar enterrando ou, principalmente, com sua força no chão, ele abre espaços. Tromba em um, dá ombrada em outro, gira, sobe, cesta.

Abaixo, veja seus arremessos contra os Bulls na pré-temporada.

O problema é que sua aptidão física pode ser sua maldição. Por ser muito pesado e não tão alto, Zion se torna extremamente denso. E todo esse peso pode ser muito para seus joelhos e pés aguentarem. Pode ser que não. 

A lesão que obrigou uma cirurgia no menisco e o tirou das primeiras semanas na temporada não tem relação com seu peso, disse David Griffin, diretor dos Pelicans.

"A ideia de que isso (lesão) aconteceu de alguma forma porque Zion está em más condições físicas é apenas estúpida".

Zion por Zion: em suas próprias palavras, fenômeno relembra caminho até a NBA

Não dá para saber se isso é verdade ou história para boi dormir, mas Griffin trouxe um bom exemplo do que é Zion: 

“Esse cara é uma aberração da natureza. Quando passou pelo exame físico, ele correu na esteira por mais tempo do que qualquer um precisou no teste de estresse cardiorrespiratório para aumentar sua frequência cardíaca. Isso aconteceu porque ele foi tocado pela mão de Deus. Ele está em condição de elite."

Em Duke, a lesão foi para a conta do tênis. Agora não temos explicação. Só resta esperar que sua carreira não seja destruída ou até mesmo freada por lesões. Ele é muito especial para isso.



Zion domina mais uma vez, acerta até bola de três e comanda vitória dos Pelicans sobre o Jazz na NBA

Fonte: Pedro Suaide

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‘Fórum 360 Basquete’ vai reunir profissionais do mercado em amplo debate sobre a modalidade

NBA na ESPN
NBA na ESPN

Um olhar sobre a modalidade que mais cresce no país. Esse é o objetivo do ‘Fórum 360 Basquete: Cenário, Mercado e Mídias’, evento que será realizado em 9 de novembro, no auditório da Academia Competition (São Paulo), reunindo profissionais do mercado para um dia repleto de debates sobre o basquete. Na programação, painéis de debates reunindo mais de 25 convidados, entre eles jornalistas (TV, rádio, Internet e impresso), executivos de marcas, agências e plataformas digitais e nomes do esporte, além de apresentações de representantes de entidades, como NBA (National Basketball Association), NBB (Novo Basquete Brasil), CBB (Confederação Brasileira de Basketball) e LBF (Liga de Basquete Feminino).

As inscrições já estão abertas pelo site www.360forum.com.br e são limitadas. Parte da renda será transformada em doação à Cruz Vermelha do Brasil. O evento é uma realização de MPC Rio Comunicação, Old Coach Branding e Think Sports, com apoio de ACEESP (Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo), Academia Competition e Cruz Vermelha do Brasil. Mais informações pelo email contato@360forum.com.br e no perfil oficial no Instagram @360.forum.

Abaixo a programação do evento* *sujeito a alterações por parte da organização

8h – Check-In 8h45min – Boas-Vindas e Apresentação do Fórum 360 Basquete Samy Vaisman (MPC Rio Comunicação) e Antônio Romero (OC Branding) 

9h – Mesa de Debate: Momento do Basquete e Atuação da Imprensa/Mídia Participantes: Marcius Azevedo (O Estado de SP), Marcos Guedes (Grupo Folha), Fábio Balassiano (Blog Bala na Cesta / UOL) e Erick Castelhero (ACEESP). Mediador: André Sanches (CBN / Rádio Globo) 

9h55 – Palestra NBA (Rodrigo Vicentini – Head da NBA no Brasil) 10h35 – Coffee Break 10h50 – Palestra NBB (Guilherme Buso – Diretor de Comunicação do NBB) 11h35 – Palestra CBB (nome a confirmar) 

12h20 – Palestra LBF (Ricardo Molina – Presidente da Liga de Basquete Feminino) 

13h – Intervalo 

14h – Reunião de Pauta: Novas Histórias na Mídia Participantes: Daniel Minozzi (TV Globo/SporTV), Rubens Pozzi (ESPN), José Emílio Ambrósio (TV Bandeirantes) e Márcio Moron (Fox Sports). Mediador: José Renato Ambrósio (TV Globo / SporTV) 

15h15 – Conteúdo Digital / Streaming Participantes: Gustavo Poloni (Twitter), Renan Prates (DAZN), João Fernandes (OC Branding) – representante Facebook a confirmar. Mediador: Fernando Medeiros 

16h30 – Coffee Break 

16h45 – Marcas, Marketing e Gestão Participantes: Rodrigo Lopes (Nestlé), Arthur Borelli (Think Sports), ‘Magic’ Paula (campeã mundial) e Diego Garcia (Nike). Mediador: Erich Beting (Máquina do Esporte) 18h – Considerações Finais e Encerramento

Mais informações: Fórum 360 Basquete

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Esqueça, Zion! Há 60 anos, NBA começava a ver o calouro mais monstruoso de sua história

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon

A cada ano os 60 novos jogadores que entram na NBA via Draft causam furor e, acima de tudo, expectativa, já que fãs e crianças ao redor do mundo sabem de cor todas as suas enterradas na carreira antes mesmo dele vestir um uniforme da liga de basquete profissional.

E se a expectativa em cima de Zion Williamson é a maior em cima de um calouro desde LeBron James, há 60 anos um calouro elevava à enésima potência as definições de ser dominante. 

Foi em 24 de outubro de 1959 que Wilt Chamberlain fez seu primeiro jogo na NBA, pelo Philadelphia Warriors. O resultado final foi 118 a 109 para os Warriors, com astronômicos 43 pontos e 28 rebotes de Wilt. 

Só não é possível “pirar” mais nas estatísticas porque na época não contabilizavam roubos de bola e tocos.

Wilt Chamberlain foi de longe, em termos estatísticos, o melhor calouro que a NBA já viu. Ele terminou sua primeira temporada na liga com 37,6 pontos, 27 rebotes, 46% nos chutes e 2,3 assistências de média. Isso porque ele teve aproveitamento de apenas 58% nos lances livres, batendo 13,8 por jogo.

Foram 28 jogos com pelo menos 30 pontos, 27 com ao menos 40 pontos e cinco partidas com 50 ou mais pontos.

Além disso, foram 62 jogos com mais de 20 rebotes. Wilt Chamberlain realmente era de outro planeta.

Fonte: Gustavo Faldon

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Na quadra e nas redes sociais: a temporada mais empolgante da história da NBA está apenas começando

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto

Stephen A. Smith é um homem polêmico. Se você não o conhece, faço uma pequena apresentação: imagine um comentarista que abraça a polêmica ao máximo, se envolve em provocações e não tira o pé ao dar sua opinião. Imaginou? 

Como qualquer um que vive na TV e nas redes sociais de hoje em dia, Stephen A. é amado e odiado por muitos. Mas não há como negar sua experiência na cobertura dos esportes americanos. E no dia da abertura da temporada 2019-20 da NBA, ele usou sua conta no Twitter para dizer algo que, talvez, muita gente não tenha levado em conta.

"Estou cobrindo a NBA há 25 anos. Nunca estive tão empolgado por uma temporada."

E preciso concordar, a NBA terá um ano histórico pela frente por vários motivos. É bom abrir os olhos para não perder o que está prestes a acontecer.

Antes de qualquer coisa, o nível de talento da liga aumentou de forma assustadora nos últimos 15 anos - a invasão dos europeus é uma das razões. Giannis Antetokounmpo é o atual MVP.  Nikola Jokic e Joel Embiid são candidatos. Luka Doncic foi o Calouro do Ano, e Rudy Gobert, o Melhor Defensor na temporada passada. As promessas que deixam o basquete universitário se desenvolvem cada vez mais - Zion chega com o potencial para mudar a franquia, assim como Donovan Mitchell, Trae Young, Ben Simmons, Jamal Murray e vários outros estão fazendo.

A maior prova do equilíbrio da NBA é Kawhi Leonard. Em um Leste sem dono, ele carregou o Toronto Raptors ao título. Agora, volta para casa, Los Angeles, mas com a camisa dos antes ignorados Clippers.

Mas vamos falar sobre algo que vai além do que acontece dentro das quadras.

A NBA se tornou o grande exemplo de um negócio que tomou conta das redes sociais. Se você ainda não tentou, experimente uma noite de #NBATwitter para entender o que quero dizer. Lances, reações, threads... e não falo apenas dos perfis norte-americanos. A mania já pegou no Brasil - e até trouxe o Orlando Magic, que se tornou a primeira franquia a ter uma conta oficial no país.

Os jogadores ganharam ainda mais voz - graças aos 280 caracteres do Twitter -, e o fã está mais perto de seus ídolos. É o modelo perfeito para quem quer se apaixonar pelo esporte. Isso sem falar da quantidade de jogos transmitidos - 175 só nos canais ESPN e no WatchESPN.

 Stephen A. é, sim, um comentarista polêmico. Mas ele acertou no alvo. A NBA é global e tem a companhia de uma legião de fãs que impressiona ano após ano. Dentro das quadras, é impossível prever o que vai acontecer - principalmente depois do que vimos na offseason. Nas redes sociais, o crescimento é constante. 

É hora de aproveitar. A temporada mais empolgante da história da NBA está apenas começando.

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Programa Sem Nome #1: Quem vai ser o campeão da NBA? E o MVP?

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso

A temporada da NBA começa hoje e várias questões são levantadas antes dela começar: quem será o campeão? Quem vai surpreender? Calouro do ano? MVP?

São inúmeras questões, mas a dupla Guilherme Sacco e Leonardo Sasso, do Blog do ESPN League, tentou respondê-las.

Uma previsão da temporada, das duas conferências e também palpites para os prêmios individuais.

Conferência Leste

Conferência Oeste

Palpites


Fonte: Leonardo Sasso

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Cinco motivos para acompanhar a World Series

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Troféu da World Series
Troféu da World Series Getty

Sete jogos em nove dias, no máximo. Não há nem tempo para respirar direito e, quando menos se espera, já saiu o novo campeão da Major League Baseball. A World Series começa nesta terça, com Washington Nationals e Houston Astros se enfrentando em uma série que deve ser marcada como uma das mais bem arremessadas da história.

Se você estava muito absorvido pelas primeiras rodadas da NFL ou ligado demais nos preparativos para a temporada da NBA, aí vão cinco bons motivos para reservar os próximos dias para dar uma atenção ao beisebol.

Obs.: os jogos serão dias 22, 23, 25, 26, 27, 30 e 31 de outubro, sempre às 21h de Brasília. Para mais informações, acesse a página de programação deste site. Para tirar dúvidas sobre beisebol, fiz um fio no meu Twitter com links para vários texto e vídeos explicativos.

Tem brasileiro na parada

Yan Gomes é o catcher do Washington Nationals. O time promove um rodízio entre o brasileiro e Kurt Suzuki na posição, mas Yan foi melhor ofensivamente nas finais da Liga Nacional -- a MLB o elegeu como melhor na posição nas duas decisões de liga -- e deve ter muitas oportunidades na World Series.

Não é a primeira vez que o catcher chega à finalíssima da MLB. Em 2016 ele estava no time do Cleveland Indians que foi derrotado pelo Chicago Cubs na decisão. No entanto, o brasileiro voltava de contusão e pouco apareceu nos sete jogos.

Caso o título vá à capital americana, Yan -- que é torcedor do Santos e usa a camisa 10 em homenagem a Pelé -- se tornaria o segundo brasileiro a conquistar a World Series. Em 2015, Paulo Orlando foi campeão pelo Kansas City Royals.

Arremessadores

Se alguém fizer um ranking dos cinco melhores arremessadores do mundo neste momento, a lista muitíssimo provavelmente terá três nomes que estarão na World Series: Max Scherzer (Nationals), Justin Verlander e Gerrit Cole (Astros). Se o tal ranking for de dez melhores, aparece mais um, Stephen Strasburg (Nationals), com chance de ainda outro, Zack Greinke (Astros).

Os Astros têm em Verlander e Cole os dois candidatos mais fortes a título de Cy Young (melhor arremessador) da Liga Americana nesta temporada. Os Nationals conseguiram levar dois no-hitters além da sexta entrada contra o St. Louis Cardinals na final da Liga Nacional.

Quer mais evidências? Dos dez arremessadores com mais strikeouts na temporada, cinco estarão na World Series. É apenas o segundo confronto na história da World Series com os dois times com mais strikeouts na temporada regular. Aliás, os Astros são o time com mais percentual de eliminações por strike na história da temporada regular… e os Nationals na história dos playoffs.

As duas rotações são incrivelmente talentosas e tendem a dar o ritmo dos confrontos: jogos de placares baixos, com times tentando transformar em corrida qualquer migalha de produção ofensiva, sobretudo nas primeiras entradas. Isso los leva para o quarto item...

Jogos tensos

O beisebol é um esporte mais relaxado na temporada regular. São 162 jogos, perder algumas dezenas no caminho é aceitável e, com partidas quase todo dia, muitas vezes não vale a pena se matar para ganhar em uma noite se o esforço prejudicar os próximos compromissos.

Nos playoffs é tudo diferente. A intensidade é brutal, pois cada arremesso, cada rebatida, pode fazer todos aqueles meses de jogos e mais jogos irem pela janela. Não se pode dar margem para nada, e a estratégia de treinadores e pressão sobre os jogadores chega ao limite. Claro, isso passa para o torcedor, que tem a oportunidade de ver uma das modalidades mais tensas que existem.

Fim de um tabu?

O Washington Nationals surgiu em 2005, depois de o Montréal Expos se mudar para a capital americana. A franquia nunca conquistou nenhum título (aliás, essa é a primeira vez que chega a uma final). Mas o tabu também se estende à cidade.

Washington teve duas outras franquias, ambas chamadas Washington Senators. A primeira foi fundada em 1901 e ficou na capital americana até 1960. Nesse período, conquistou apenas um título, em 1924, e chegou à World Series em 1925 e 1933. A segunda surgiu em 1961 e ficou apenas 11 anos na cidade (mudou-se para Dallas e virou oTeas Rangers), sem nunca disputar os playoffs.

Dessa forma, a torcida de Washington não vê um título há 95 anos e não vê um jogo sequer da final há 86. Uma vitória dos Nationals recolocaria a capital americana no mapa do beisebol e ajudaria a manter o bom momento da cidade, que celebrou recentemente o título da NHL (Capitals em 2018) e da WNBA (Mystics em 2019).

Dinastia texana?

A MLB tem fama de ser uma liga previsível, mas nada poderia estar mais longe da verdade. Não há campeão repetido desde o New York Yankees em 1998-99-2000. Esses 19 anos são a maior série da história da liga sem repetir campeão, igualando a maior da NBA (entre 1969 e 87). A maior série da NFL é a atual, de 14 anos (desde Patriots 2004-05) e a maior da NHL foi entre 1999 e 2016 (com um ano de greve no meio).

Então, falar em dinastia no beisebol tem sido difícil, mas o Houston Astros talvez se candidate a uma pequena. O time texanos foi campeão em 2017 e caiu na final da Liga Americana em 2018 (seria, digamos, terceiro colocado no campeonato). Agora está na final novamente, com uma base forte e que deve seguir competitiva por mais alguns anos. 

Considerando que a divisão demorará um pouco para ter um concorrente à altura e a gestão do clube é agressiva na busca por título, é uma franquia que tem boas chances de seguir entre as melhores e, eventualmente, levantar um ou outro troféu a mais em um futuro próximo.

Fonte: Ubiratan Leal

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Pouca mídia, muito jogo: 5 calouros e 5 segundo-anistas que você precisa ficar de olho na temporada da NBA

Pedro Suaide
Pedro Suaide

A NBA CHEGOU!

É difícil conter os ânimos, mas sim, mais uma temporada está começando após um frio e longo inverno. Para entrar no clima, que tal conhecer cinco calouros e mais cinco segundo anistas under the radar?  Aqueles jogadores que talvez você não conheça tão bem, mas podem muito bem brilhar!

Calouros

Matisse Thybulle - Philadelphia 76ers

Melhor defensor universitário dos últimos anos, Thybulle terá um impacto imediato na NBA. Na Universidade de Washington, foi protagonista de uma marcação por zona, conseguindo 3,5 roubos de bola e 2,3 tocos por jogo na última temporada.

Além da força marcando, já chega com um arremesso confiável da linha dos três pontos e uma inteligência acima da média. Vindo do banco, será peça fundamental nos Sixers, que visam o título.

Nickeil Alexander-Walker - New Orleans Pelicans

O armador canadense chegou no time do momento e mostrou que merece sua vaga na rotação. Arremesso longo, QI de jogo, velocidade, bom passe... O garoto tem tudo.

Na Summer League, destacou-se muito e recebeu espaço na pré-temporada, participando de momentos decisivos em jogos e foi fundamental em vitórias dos Pelicans.

Tyler Herro - Miami Heat

Um gatilho! Herro veio de Kentucky prometendo uma coisa: bola de três. Na Summer League e na pré-temporada mostrou que sabe o que está fazendo. De uma escolha um tanto quanto despretensiosa já se tornou um jogador importante na rotação de Miami.

Provou que consegue chutar tanto recebendo a bola de passe quanto criando a situação com seu próprio drible. Além disso, entra em quadra com uma mentalidade vencedora e altíssima confiança.

Brandon Clarke - Memphis Grizzlies

Um dos jogadores universitários mais atléticos do último ano (talvez só atrás de Zion), Clarke consegue correr, pular, defender e estar em todos os lugares da quadra.

Caiu para a 21ª escolha do draft após temporada meteórica por Gonzaga e foi escolhido por Memphis, onde poderá dominar o garrafão com Jaren Jackson Jr. O arremesso ainda é um problema que precisa ser resolvido, mas o domínio de força e o poder defensivo já fazem dele um jogador muito empolgante.

Jordan Poole - Golden State Warriors

Se tem algo que os Warriors sabem fazer é draftar. É claro que não tem como dizer que Poole será o próximo Curry, Klay ou Green, mas o garoto de Michigan foi uma ótima garimpada de Steve Kerr e cia.

O arremesso longo é natural e parece que sai automaticamente. Ainda apresenta ótimo entendimento de como se movimentar no sistema ofensivo do time da Califórnia. A defesa é um problema, mas ele é o tipo de jogador que pode explodir e pontuar absurdos em qualquer noite.

Segundo anistas

Shai Gilgeous-Alexander - Oklahoma City Thunder

O jogador mais subestimado de sua classe. Foi escolhido na 11ª posição pelos Clippers e fez uma temporada incrível - mais pelo que jogou do que pelos números que acumulou. No fim da temporada, foi moeda de troca para o time de LA conseguir Paul George, e agora defende o Thunder.

O armador canadense já ganha vantagem por seu tamanho, muito alto e com braços longos para a posição. Tem um arremesso de três pontos muito constante e tem facilidade para finalizar ou passar após infiltrar o garrafão. Agora, com ainda mais espaço em uma franquia se reconstruindo, pode se consolidar. 

Miles Bridges - Charlotte Hornets

Como calouro conquistou seu espaço em Charlotte. Agora, sem Kemba Walker, pode se tornar o dono dos Hornets. 

Ainda é muito cru, principalmente na percepção de bons arremessos, mas apresenta potencial de ser um jogador completo. Seu poder físico é muito acima da média, o que já o torna um dos jogadores com melhores enterradas na liga e aumenta seu teto como um bom reboteiro para sua altura.

Loonie Walker - San Antonio Spurs

Como bem conhecemos Gregg Popovich, não é fácil ser um calouro e ter espaço com o treinador. Loonie foi selecionado na 18ª posição de 2018 após ótima temporada pela Universidade da Flórida e parece ser o encaixe perfeito para a posição 3 do time de San Antonio.

Walker lembra o jovem Kawhi Leonard, antes de evoluir e alcançar o estrelato. A defesa é boa, o arremesso de média e longa distância também. Sua solidez e principalmente inteligencia chamam atenção.

Landry Shamet - Los Angeles Clippers

Shamet é um caso curioso. Foi escolhido pelos Sixers e de cara se tornou um jogador fundamental vindo do banco. Logo foi trocado para os Clippers na negociação que levou Tobias Harris para Philadelphia, e em LA continuou mostrando do que era capaz. Agora que o time da Califórnia tem duas das maiores estrelas da liga, pouco se fala sobre Shamet, mas seu valor é gigante.

O garoto é um arremessador nato, daqueles que chegam prontos à liga. Seu trabalho de pés para achar espaços entre bloqueios e arremessar é outro ponto forte. Será fundamental vindo do banco para os Clippers buscarem o título da NBA.

Mitchell Robinson - New York Knicks

O pivô não jogou basquete universitário e foi selecionado pelos Knicks na 36ª escolha de 2018. Em sua primeira temporada na equipe, foi o substituto de Enes Kanter e depois de DeAndre Jordan, mas conquistou a torcida. Será o titular neste ano, merecidamente.

Foi o jogador com maior média de tocos por minuto em toda a NBA na última temporada. Seus braços longos fazem ele conseguir fechar o garrafão e alcançar arremessadores fora dos três pontos - já é um defensor temido. No ataque, pode se tornar uma máquina de pontes aéreas, e já revelou estar treinando para ser um bom arremessador de longa distância. Falta um certo refinamento no seu jogo ainda, mas parece ser apenas questão de tempo.

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A lesão não interfere em nada: Zion Williamson ainda será o calouro do ano

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

         
    

O New Orleans Pelicans divulgou nesta segunda-feira que Zion Williamson passou por uma cirurgia e ficará afastado de seis a oito semanas no começo da temporada.

Com o histórico do jogador e o tempo de recuperação, começaram a surgir as dúvidas: Zion será um 'bust'? Zion perdeu o prêmio de calouro do ano? As lesões transformarão Zion Williamson em um Greg Oden 2.0?

A resposta para todas as perguntas é a mesma: não. Principalmente para a disputa do prêmio de calouro do ano. Mesmo ficando dois meses afastado, a primeira escolha do Draft de 2019 receberá o troféu de rookie da temporada.

Enterradas de Zion serão o suficiente
Enterradas de Zion serão o suficiente Carmen Mandato/Getty Images

Não será preciso mais do que 50 jogos de Zion fazendo o que se espera que ele faça para que o calouro dos Pelicans fique com o prêmio. É simples.

Zion é queridinho da mídia, tem todo o "hype" necessário para transformar qualquer enterrada em manchetes ao redor do mundo e isso será o suficiente para atrair votos e mais votos.

Se considerarmos que três meses ótimos de Trae Young quase lhe deram o prêmio de calouro da última temporada quando Luka Doncic fez uma das melhores temporadas de rookie da história apenas pela narrativa, imagine o que será com Zion Williamson.

Só um desastre tira o prêmio da mão do camisa 1 dos Pelicans e essa lesão não é esse desastre.

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Por que 'calouro' dos Nuggets pode ser o fator crucial para o próximo título da NBA

Pedro Suaide
Pedro Suaide


Para alegria geral da nação, a NBA está voltando. E após uma temporada incrível, muitos seguem olhando torto para o Denver Nuggets antes do início de mais um campeonato.

O time de Mike Malone liderou a conferência oeste por grande parte do ano, terminou a temporada regular com 54 vitórias e caiu nas semifinais de conferência, superados pelos Blazers por 4 a 3. 

Denver não sabia o que era um jogo de playoffs desde 2013, e não passavam da primeira fase do mata-mata desde 2009. Ano passado foi um marco, encerrando oficialmente o fim da era de Carmelo Anthony e cia. e dando início a tempos que prometem ser de alegria, com Nikola Jokic no comando.

Ninguém esperava esse salto do dia para a noite, e o time agora pode estar no famoso 'segundo ano', aquele que prova se a última temporada foi apenas um ponto fora da curva - acho difícil que tenha sido considerando a quantidade de talento que eles têm no elenco.

Entretanto, esse salto para se tornar realmente um candidato ao título passa por um homem: Michael Porter Jr. 

Escolhido na 14ª escolha do draft de 2018, lesões nas costas tiraram o jogador da temporada. Mas ele está de volta, e pode ser decisivo por dois motivos.

Primeiro, ele pode se tornar o que o time precisa: um ala que pontue com facilidade. Hoje, o elenco é liderado por Nikola Jokic, pivô que pode pontuar muito, mas não obrigatoriamente faz isso, já que acaba jogando muitas vezes como um armador, apesar do tamanho. 

Seu fiel escudeiro é Jamal Murray, empolgante armador de apenas 22 anos. Ele consegue chegar a partidas de 40 pontos, mas segue sendo inconsistente - ou seja, às vezes não vai marcar mais de 10 pontos, e isso é um grande problema para um time que quer ser campeão.

Aí chega Porter, que foi um pontuador nato durante o ensino médio - e seus lances durante a pré-temporada mostram que ele realmente encontra a cesta naturalmente. Se encontrar seu potencial, pode fechar um quinteto com Jamal Murray, Gary Harris, Paul Milsap e Nikola Jokic para realmente buscar o título.

Mas existe um segundo motivo, caso ele apresente mais potencial do que basquete até a metade dessa temporada, e o time de Denver sinta que é a hora de dar All-In.

Os Nuggets têm um elenco profundo. Tirando os quatro titulares já citados acima e Porter Jr., o grupo conta com um arsenal de jogadores valiosos: Will Barton, Malik Beasley, Jerami Grant, Monte Morris, Torrey Craig e mais.


Caso sintam necessidade de 'virar a chave' durante o caminho, a direção da franquia pode buscar ele, o jogador que será o mais desejado em trocas durante esta temporada: Bradley Beal. E se tem um time com jovens jogadores e escolhas de draft que podem convencer os Wizards a abrir mão de sua estrela, é o Denver Nuggets.

Beal é uma estrela que está em uma equipe completamente disfuncional. Washington cada vez mais imagina (ou talvez até já saiba) que não vai ficar com ele quando seu contrato acabar, no meio de 2021. Por isso, é interessante trocá-lo antes que seja tarde demais para receber algo valioso em troca.

Para Denver, Beal seria um encaixe perfeito com Murray e Jokic, os 'introcáveis', e fecharia um trio capaz de reinar.

Seja para jogar ou para ser trocado, Michael Porter Jr. pode ser o fator crucial para o próximo título da NBA.

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[Programação] NBB começa com clássico de camisas pesadas... no futebol

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

 NBB entra chutando a porta. A temporada 2019-20 começa com um clássico de peso já na primeira rodada. Corinthians e São Paulo entrarão em quadra no ginásio Wlamir Marques para fazer a versão da bola laranja de um dos maiores clássicos dos gramados brasileiros. O jogo terá transmissão dos canais ESPN a partir das 20h.

A semana de esportes americanos é quente também nos gramados. Seja no beisebol, com a definição dos time que vão à World Series, seja no futebol americano, com clássicos na NCAA e confrontos diretos dentro da divisão na NFL. Tem espaço até para o jogo de Londres na manhã deste domingo.

Veja abaixo a agenda de esportes americanos nos canais ESPN deste semana. E atenção para a possibilidade de mudança de horário de alguns jogos dos playoffs da MLB de acordo com a evolução das séries.

SÁBADO, 12 DE OUTUBRO

MLB (playoffs)
17h - Washington Nationals x St. Louis Cardinals (ESPN)
21h - New York Yankees x Houston Astros (ESPN 2)

NHL
14h - Edmonton Oilers x New York Rangers (ESPN)

NCAA (futebol americano)
13h - Michigan x Illinois (ESPN 2)
13h - South Carolina x Georgia (WatchESPN)
13h - Miami-Ohio x Western Michigan (WatchESPN)
13h - Mississippi State x Tennessee (WatchESPN)
13h - Memphis x Temple (WatchESPN)
13h30 - Georgia Tech x Duke (WatchESPN)
14h - Central Connecticut x Columbia (WatchESPN)
14h - Jacksonville State x Eastern Illinois (WatchESPN)
16h - New Mexico State x Central Michigan (WatchESPN)
16h30 - Florida State x Clemson (WatchESPN)
16h30 - Cincinnati x Houston (WatchESPN)
16h30 - Kent State x Akron (WatchESPN)
16h45 - Connecticut x Tulane (WatchESPN)
17h - Iowa State x West Virginia (WatchESPN)
17h - UNLV x Vanderbilt (WatchESPN)
17h - Rhode Island x Virginia Tech (WatchESPN)
18h - Georgia State x Coastal Carolina (WatchESPN)
20h - Ole Miss x Missouri (WatchESPN)
20h - UMass x Louisiana Tech (WatchESPN)
20h30 - Navy x Tulsa (WatchESPN)
20h30 - Louisville x Wake Forest (WatchESPN)
20h30 - Arkansas x Kentucky (WatchESPN)
20h37 - Penn State x Iowa (WatchESPN)
21h - Florida x LSU (WatchESPN)
23h15 - Hawaii x Boise State (WatchESPN)

DOMINGO, 13 DE OUTUBRO

NFL
10h30 - Carolina Panthers x Tampa Bay Buccaneers (ESPN)
14h - Houston Texans x Kansas City Chiefs (ESPN)
14h - Seattle Seahawks x Cleveland Browns (ESPN Extra)
17h - San Francisco 49ers x Los Angeles Rams (ESPN 2)
17h25 - Dallas Cowboys x New York Jets (ESPN)
21h15 - Pittsburgh Steelers x Los Angeles Chargers (ESPN)

MLB (playoffs)
21h - New York Yankees x Houston Astros (ESPN 2)

NHL
20h - Pittsburgh Penguins x Winnipeg Jets (WatchESPN)

SEGUNDA, 14 DE OUTUBRO

20h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
21h - Detroit Lions x Green Bay Packers (ESPN)

MLB (playoffs)
20h30 - St. Louis Cardinals x Washington Nationals (ESPN 2)

TERÇA, 15 DE OUTUBRO

NBB
19h50 - Corinthians x São Paulo (ESPN)

MLB (playoffs)
17h - Houston Astros x New York Yankees (ESPN 2)
21h - St. Louis Cardinals x Washington Nationals (ESPN 2)

QUARTA, 16 DE OUTUBRO

NBA (pré-temporada)
21h - Atlanta Hawks x New York Knicks (ESPN)
23h30 - Golden State Warriors x Los Angeles Lakers (ESPN)

MLB (playoffs)
17h - St. Louis Cardinals x Washinton Nationals (ESPN 2)
21h - Houston Astros x New York Yankees (ESPN 2)

NHL
20h - Colorado Avalanche x Pittsburgh Penguins (WatchESPN)

QUINTA, 17 DE OUTUBRO 

NFL
21h15 - Kansas City Chiefs x Denver Broncos (ESPN)

MLB (playoffs)
21h - Houston Astros x New York Yankees (ESPN 2)

NHL
20h - Tampa Bay Lightning x Boston Bruins (ESPN Extra)

NCAA (futebol americano)
20h30 - Louisiana x Arkansas State (WatchESPN)
22h - UCLA x Stanford (WatchESPN)

SEXTA, 18 DE OUTUBRO 

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB (playoffs)
21h - Washington Nationals x St. Louis Cardinals (ESPN)

NHL
20h - New York Rangers x Washington Capitals (ESPN 2)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 12 de outubro, 14h.

Fonte: ESPN

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[Programação] NBB começa com clássico de camisas pesadas... no futebol

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Os playoffs 2019 podem redefinir o espaço dos Nationals, mesmo que o título não venha

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Torcedores de beisebol talvez sejam os que mais se assemelham, nos Estados Unidos, aos do futebol brasileiro. O sujeito gosta do esporte, mas gosta mesmo é do seu time. E trocar de time é uma coisa inadmissível, mesmo que se mude de cidade ou que um time novo tenha aparecido na sua região e racionalmente não faz sentido continuar preferindo uma equipe do outro lado do país. O Washington Nationals sabe bem disso. E, por isso, a campanha na atual temporada pode dar uma nova dimensão à franquia.

A capital americana sempre teve uma relação complicada com o beisebol. O Washington Senators, franquia original da Liga Americana, era competitiva e teve alguns dos mitos da primeira metade do século 20, mas só conquistou uma World Series, em 1924. Em 1961, a franquia se mudou para Minneapolis e virou o Minnesota Twins, mas foi imediatamente substituída por um novo Senators, que nunca decolou e se mudou para Dallas em 1972, transformando-se no Texas Rangers.

Enquanto Washington tinha de conviver com um time ruim e, depois, ficar sem time algum, a região tinha uma outra potência na MLB. O Baltimore Orioles teve seu melhor momento, montando alguns dos melhores times da história. Entre 1966 e 83, disputou seis World Series (ganhou metade) e mais duas finais de Liga Americana. Isso em uma época em que só duas equipes de cada liga se classificavam aos playoffs.

[]

Naturalmente, os O’s foram adotados como o time de Washington. Tanto que, quando a MLB começou a falar em transformar a capital americana na nova casa do Montréal Expos, o Baltimore tentou barrar. Não queria dividir o espaço no que via como seu território.

Conversa vai, conversa vem, dinheiro vai, dinheiro vem, e Washington voltou a ter um time em 2005. Apesar de tecnicamente serem a mesma franquia dos Expos, os Nationals fizeram questão de aparecer como uma nova equipe, com novo nome, novo escudo, novas cores, novo uniforme. O vínculo com os antigos torcedores dos Expos era pequeno, até porque há uma fronteira política e linguística entre as duas equipes. Não havia também uma história gloriosa, cheia de títulos, para vender. O grande apelo era realmente territorial, e a briga para converter os seguidores dos Orioles na capital era dura.

Por isso, os torcedores dos Nationals encararam como uma grande vitória quando o Washington e o Baltimore se classificaram aos playoffs em 2014 e Kevin Durant anunciou que torceria pelos Nats. A estrela do basquete nasceu na região e admitiu que admitindo era O’s quando criança (afinal, os Nationals não existiam). 

Nos últimos anos, os Nationals montaram muitas equipes competitivas, mas nunca perderam o rótulo de time perdedor. O time teve campanha positiva nas últimas sete temporadas e foi aos playoffs em quatro delas, sem jamais passar da primeira fase do mata-mata. Algumas das eliminações foram traumáticas, com derrotas no jogo cinco da série de divisão por placares como 9 a 7 (2012, com fechador entregando a rapadura), 4 a 3 (2016) e 9 a 8 (2017).

A janela competitiva dessa base está se fechando. O contrato de Bryce Harper, primeira superestrela da franquia na nova sede, acabou e o jogador foi para o Philadelphia Phillies. A expectativa é que o mesmo pode ocorrer em breve com outros ídolos como Max Scherzer, Stephen Strasburg e Anthony Rendón. Com pouca história para promover e um currículo recente de eliminações precoces, os Nationals precisam desesperadamente criar grandes memórias para conquistar definitivamente seus torcedores.

É o que os playoffs de 2019 têm feito. O time era tido como azarão na briga pelos playoffs, mas cresceu no meio da temporada e acabou abocanhando um dos wildcards. Depois, virou o jogo único contra o Milwaukee Brewers na oitava entrada, quando o destino parecia certo. Nesta semana, virou a série contra o Los Angeles Dodgers, atual bicampeão da Liga Nacional, empatando o jogo na oitava entrada com dois home runs sobre um dos melhores arremessadores da história e virando na décima entrada com um grand slam.

Esses jogos criaram memórias afetivas, momentos que ficarão na lembrança de todo torcedores de Washington por décadas. Isso é fundamental para capturar uma geração de seguidores, para forjar um vínculo sentimental entre o time e os moradores da capital americana. Algo forte o suficiente para não morrer caso o elenco perca força nos próximos anos.

Se essa campanha se prolongar por mais uma etapa e chegar à primeira World Series da história da franquia (mesmo na época de Expos), o resultado é ainda maios forte. Mas, mesmo que tudo termine na final da Liga Nacional diante do St. Louis Cardinals, os Nationals já têm saldo mais que positivo. Podem perder o título, mas ganharam alguns milhares de torcedores.

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Stephen Curry tem um recado: o MVP voltou

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco



Sim, é só pré-temporada e, normalmente, ela não significa nada. Mas o que Stephen Curry fez na madrugada de quinta para sexta-feira não foi nada além de deixar um recado para a NBA: o MVP voltou.

O armador do Golden State Warriors é a minha aposta para terminar a temporada com o prêmio de jogador mais valioso em suas mãos e a atuação na vitória sobre o Minnesota Timberwolves mostra o por que.

Foram apenas 25 minutos e 28 segundos em quadra, mas Steph anotou 40 pontos, pegou seis rebotes e distribuiu seis assistências. Foram 14 arremessos convertidos em 19 tentados, sendo seis de nove do perímetro, além de seis arremessos livre sem erros.

Durante a "Era Durant" nos acostumamos a ver um Curry mais "tímido", mais coletivo e fazendo os sacrifícios necessários para que os outros brilhassem e sua equipe vencesse. Ele continuará sendo um cara que coloca a vitória acima da performance individual em 2019/2020. A questão, porém, é outra.

Com Klay Thompson lesionado até, no mínimo, fevereiro e a saída de Kevin Durant, Curry terá a ajuda apenas de D'Angelo Russell e Draymond Green por boa parte da temporada. Para fazer os Warriors vencerem, Steph terá que empilhar atuações de 40 pontos em 30 ou menos minutos.

Nesta madrugada, enquanto muitos dormiam, ele decidiu nos lembrar do que é capaz: fazer 40 pontos em 25 minutos com uma eficiência fora do comum e, ainda por cima, sendo garantia de diversão.

O maior empecilho poderia ser o fato de que os Warriors, por conta de tantos desfalques, não consigam uma campanha espetacular, o que o prejudicaria na disputa. Afinal, o número de vitórias ainda parece ser um critério extremamente relevante visto que isso foi o que, injustamente, tirou o prêmio das mãos de James Harden na última temporada.

Uma grande diferença entre o 'Brinquedinho Assassino' e o 'Barba' é que, mesmo se tiver uma campanha inferior, Curry terá o apoio dos fãs da NBA. Stephen é muito mais amado entre os torcedores e, também, entre os jornalistas que votam na premiação, o que provavelmente faria com que o critério das vitórias fosse menos importante.

Wardell Stephen Curry II é o único MVP unânime da história da liga, o melhor arremessador de todos os tempos e o coração e peça-chave do sistema que nos trouxe a, possivelmente, melhor equipe de todos os tempos.  E, ainda por cima, tem o carisma que conquista votos.

Na madrugada, Curry fez questão de nos lembrar disso tudo. Preparem-se, o MVP vem aí.

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Desde LeBron James, nenhum jogador teve a missão de mudar a NBA; Zion Williamson é esse cara

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso

Ele impressiona desde os tempos de ensino médio. As enterradas impressionantes que o colocaram não só como fenômeno no basquete, como também nas redes sociais, “bombando” no Instagram. Zion Williamson tem estrela, isso é inegável. Mas se depender da pré-temporada, as expectativas do New Orleans Pelicans podem ser atingidas.

Zion tem sido dominante. No garrafão, quase imparável. Mais impressionante ainda é a agilidade para se movimentar em quadra.

Chamado muitas vezes de “gordinho” e que teria dificuldades para traduzir o jogo do College para a NBA, Zion está mais rápido, mais “leve” e quase letal no um contra um.

Contra o Chicago Bulls, nesta quarta-feira, foram 29 pontos. Foram 24 somente no garrafão. Um aproveitamento incrível de 12 de 13 nos arremessos.

LeBron James e Zion Williamson
LeBron James e Zion Williamson Arte ESPN

Nas últimas 20 temporadas, outros 19 calouros fizeram 24 pontos ou mais no garrafão. Zion terá 82 jogos para repetir o feito.

Nesse mesmo período, o recorde de pontos no garrafão por um calouro é de DeAndre Ayton, na temporada passada, com 30. O jogador dos Pelicans pode bater essa marca em 2019/20.

O jogo no United Center foi tão emblemático, que Zion se tornou apenas o 5º jogador nas últimas 20 pré-temporadas a ter mais de 25 pontos e pelo menos 90% de aproveitamento de quadra. Somente JJ Redick, Dwight Howard, Vince Carter e Kevin Garnett conseguiram a marca.

O arremesso de média e longa distância é algo para se adicionar e evoluir. Cada vez mais é importante na NBA o jogador ter o chute como alicerce importante do seu jogo.

Ben Simmons sofre com isso (acertou a 1ª bola de três apenas nesta pré-temporada), Giannis Antetokounmpo, apesar de ter sido MVP, precisa ser consistente do perímetro para ser um jogador cada vez mais difícil de ser marcado.

A defesa de Zion também está longe do potencial que ele tem. Atrasos de leitura e dificuldades no posicionamento acabam facilitando o ataque dos adversários. Atributos físicos Zion tem para evoluir neste aspecto.

Ele não está pronto. Longe disso. É apenas um calouro. Mas é uma “máquina”. Um jogador que não vai parar de proporcionar highlights.

Desde que LeBron James entrou na Liga, não se vê um jogador que pode mudar tanto a NBA como Zion tem esse potencial. Stephen Curry ajudou na mudança de filosofia, mas não se esperava isso quando saiu de Davidson. Zion pode mudar. Características únicas ele já tem.

Fonte: Leonardo Sasso

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