Cowboys abrem caixa para manter Ezekiel Elliott, mas futuro da franquia segue incerto

ESPN League
ESPN League
Ezekiel Elliott comemorando Touchdown pelos Cowboys
Ezekiel Elliott comemorando Touchdown pelos Cowboys Getty Images

Após muitos meses de espera e greves, Ezekiel Elliott se tornou o running back mais bem pago da NFL. O contrato de 90 milhões de dólares (R$ 368,5 milhões), com 50 deles garantidos, prende o atleta em Dallas até a temporada de 2026. Ainda assim, o acordo deixa o futuro dos Cowboys ainda mais incerto. 

O contrato parece a melhor coisa para os Dallas Cowboys à primeira vista. Segurar o melhor jogador do time por mais oito temporadas é excelente e Elliott ainda é o RB com mais jardas corridas desde de 2016 (ano em que entrou na NFL), acumulando 4,048, números que o colocam muito à frente do segundo colocado, Todd Gurley, com 3,441 jardas.

O time é muito melhor quando ele está em campo, sendo que a única temporada em que a franquia não se classificou para os Playoffs, Elliott não esteve presente em seis jogos. 

Assim, era difícil que Jerry Jones, conhecido por pagar muito a seus jogadores (algo constante em Texas durante a intertemporada de 2019), não oferecesse um contrato recheado para o principal talento do time. O problema é que isso complica a situação financeira da equipe.

Antes de fechar com “Zeke”, os Cowboys já haviam estendido o contrato do defensive end Demarcus Lawrence (US$ 105 milhões/5 anos), do linebacker Jaylon Smith (US$ 64 milhões/ 5 anos) e do right tackle La’el Collins (US$ 50 milhões/ 5 anos).

E, agora, com boa parte do espaço salarial comprometido com outros jogadores, a franquia ainda precisa achar uma maneira de chegar em um acordo com Dak Prescott e Amari Cooper, algo essencial para as pretensões da equipe.

Fato é que o acordo com Cooper precisa ser feito. Na última temporada Jerry Jones gastou um escolha de primeira rodada para contar com o atleta e seria impensável não associar a troca a um projeto de longo prazo com o jogador - principalmente depois que o wide receiver aumentou a produtividade do ataque dos Cowboys e de Dak Prescott.

O QB ainda é alvo de grandes discussões, sendo que muitos consideram que o atleta não merece uma extensão de contrato, já que nunca registrou mais de 4,000 jardas aéreas em uma temporada. 

Mesmo que você acredite que o jogador não vale uma renovação, é difícil uma franquia obter sucesso sem um QB constante, e depois de pagar muito a seus jogadores na intertemporada, Jerry Jones tem um elenco capaz de vencer agora. E para isso, precisa de Prescott.

O problema é que o jogador não sairá barato. Dak viu Jared Goff, do Los Angeles Rams, e Carson Wentz, do Philadelphia Eagles, receberem extensões recheadas, sendo que os três foram draftados no mesmo ano. Além disso, o QB dos Cowboys foi o mais saudável entre eles, registrando 32 vitórias e 16 derrotas, em três anos - a maior marca dos três QBs.  

Agora, o problema é que, Dallas não se pode dar o luxo de uma renovação gigantesca porque isso comprometerá ainda mais o espaço salarial, dando poucas possibilidades de mudança no elenco.

Outro problema com o contrato de Elliott é a eterna discussão da NFL: Qual o valor que deve ser pago a um running back? E, pensando nisso, o Dallas exagerou e gastou muito em Elliott.

O contrato que Todd Gurley recebeu, com 45 milhões de dólares garantidos (2ª maior valor entre os RBs) já é considerado muito alto dentro da liga – principalmente depois que o jogador diminuiu muito sua produtividade na pós-temporada. 

Um RB talentoso tem tido menos impacto do que o normal, e a campanha dos Rams nos Playoffs foi uma grande prova disso. Sem Todd Gurley saúdavel, Sean McVay recorreu a C.J Anderson e conseguiu manter a produtividade no backfield. Isso alimenta ainda mais a ideia de que jogadores da posição não merecem contratos recheados.

E, mesmo que Elliott tenha se mantido saudável durante sua carreira na NFL, a posição perde muito seu valor pela grande quantidade de lesões dos jogadores. O problema é que mesmo colocando tudo em uma balança, ela pende para o lado do Super Bowl, e Elliott é um jogador capaz de trazer o Lombardi para Dallas. 

Seja qual for a sua opinião sobre o valor que um running back merece na NFL, fato é que Dallas decidiu tornar “Zeke” o RB mais bem pago da liga. E, agora, enquanto ainda esperamos o futuro de Dak Prescott e Amari Cooper, temos somente uma convicção: os Cowboys precisam que Elliott corra, que ele corra muito.  

Fonte: Bruno Nossig

Comentários

Cowboys abrem caixa para manter Ezekiel Elliott, mas futuro da franquia segue incerto

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

[Programação] Semana 2 da NFL já tem revanche de final de conferência

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

New Orleans Saints e Los Angeles Rams voltam a se encontrar. Em janeiro deste ano, os dois times se enfrentaram em Nova Orleans pelo título da Conferência Nacional (e uma vaga no Super Bowl). Os visitantes se deram melhor, com vitória por 26 a 23 assegurada apenas na prorrogação. Neste domingo, a equipe da Louisiana vai a Los Angeles com a oportunidade de revanche, ainda que o valor das partidas seja bem diferente.

O duelo entre New Orleans Saints e Los Angeles Rams na última temporada da NFL
O duelo entre New Orleans Saints e Los Angeles Rams na última temporada da NFL Getty Images

O confronto marcado para o Memorial Coliseum é uma das grandes atrações da semana 2 da NFL e será transmitida ao vivo pelos canais ESPN. Mas a rodada ainda tem jogos interessantes, como Odell Beckham Jr, agora no Cleveland Browns, retornando a Nova York (mas para enfrentar os Jets, não os Giants) e o Philadelphia Eagles visitando o Atlanta Falcons.

Aliás, Filadélfia e Atlanta estarão com uma semana cheia de confrontos diretos. No meio da semana, Phillies e Braves fazem uma série importantíssima na reta final da temporada regular da MLB, uma série que pode sacramentar a classificação dos Bravos e a eliminação dos Filadelfianos. A ESPN transmite a partida da quarta.

Veja abaixo as atrações dos esportes americanos nos canais ESPN, incluindo o início das semifinais da WNBA.

SÁBADO, 14 DE SETEMBRO

NCAA (futebol americano)
13h - Pittsburgh x Penn State (WatchESPN)
13h - Furman x Virginia Tech (WatchESPN)
13h - Kansas State x Mississippi State (WatchESPN)
13h - Arkansas State x Georgia (WatchESPN)
13h - Chattanooga x Tennessee (WatchESPN)
13h - Miami (Ohio) x Cincinnati (WatchESPN)
13h30 - The Citadel x Georgia Tech (WatchESPN)
16h30 - USC x BYU (WatchESPN)
16h30 - Stanford x UCF (WatchESPN)
16h30 - Memphis x South Alabama (WatchESPN)
16h30 - Oklahoma State x Tulsa (WatchESPN)
17h - Colorado State x Arkansas (WatchESPN)
17h - Bethune-Cookman x Miami (WatchESPN)
17h - Southeastern Louisiana x Ole Miss (WatchESPN)
19h - North Carolina A&T x Charleston Southern (WatchESPN)
19h - North Carolina Central x Gardner-Webb (WatchESPN)
19h - South Carolina State x South Florida (WatchESPN)
20h - Alabama A&M x North Alabama (WatchESPN)
20h - Florida x Kentucky (WatchESPN)
20h - New Hampshire x Florida International (WatchESPN)
20h - Lamar x Texas A&M (WatchESPN)
20h - Kent State x Auburn (WatchESPN)
20h30 - Florida State x Virginia (WatchESPN)
20h30 - Northwestern State x LSU (WatchESPN)
20h37 - Clemson x Syracuse (ESPN 2)
23h15 - Portland State x Boise State (WatchESPN)
23h30 - Texas Tech x Arizona (WatchESPN)

LACROSSE (Major League Lacrosse)
18h - Chesapeake Bayhawks x Denver Outlaws (WatchESPN)

DOMINGO, 8 DE SETEMBRO

NFL
14h - Minnesota Vikings x Green Bay Packers (ESPN)
14h - Seattle Seahawks x Pittsburgh Steelers (ESPN Extra)
17h - Kansas City Chiefs x Oakland Raiders (ESPN 2)
17h25 - New Orleans Saints x Los Angeles Rams (ESPN)
21h15 - Philadelphia Eagles x Atlanta Falcons (ESPN)

MLB
20h - Los Angeles Dodgers x New York Mets (ESPN 2)

SEGUNDA, 9 DE SETEMBRO

20h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
21h15 - Cleveland Browns x New York Jets (ESPN)

MLB
20h30 - Washington Nationals x St. Louis Cardinals (ESPN 2)

TERÇA, 10 DE SETEMBRO

MLB
21h - Cincinnati Reds x Chicago Cubs (ESPN)

WNBA (playoffs)
19h30 - Semifinal (ESPN Extra)
21h30 - Semifinal (ESPN Extra)

QUARTA, 11 DE SETEMBRO

MLB
20h - Philadelphia Phillies x Atlanta Braves (ESPN 2)

QUINTA, 12 DE SETEMBRO 

NFL
21h15 - Tennessee Titans x Jacksonville Jaguars (ESPN)

WNBA (playoffs)
21h30 - Semifinal (ESPN Extra)

NCAA (futebol americano)
21h - Houston x Tulane (WatchESPN)

SEXTA, 13 DE SETEMBRO 

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - Confronto a definir (ESPN Extra)
23h - Colorado Rockies x Los Angeles Dodgers (Watch ESPN)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 14 de setembro, 12h.

Fonte: Ubiratan Leal

Comentários

[Programação] Semana 2 da NFL já tem revanche de final de conferência

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Shaun Livingston merece o Hall da Fama

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco
A história de superação de Livingston merece ser celebrada
A história de superação de Livingston merece ser celebrada Getty Images

O armador Shaun Livingston, tricampeão pelo Golden State Warriors, anunciou sua aposentadoria nesta sexta-feira (13). Ao olhar para os números de sua carreira, o título desta matéria parece ridículo, mas Livingston vai além do que produziu nas quadras.

Dentro delas, conseguiu ser um excelente coadjuvante nos três títulos e nas campanhas que terminaram em cinco aparições consecutivas dos Warriors nas Finais da NBA. Mas o que coloca o armador no Hall da Fama é a sua jornada.

Selecionado na quarta posição do draft de 2004, pelo LA Clippers, Livingston era uma grande promessa do basquete que demorou para se adaptar ao nível da NBA. Quando parecia mais a vontade, uma tragédia quase interrompeu sua carreira precocemente.

Em 26 de fevereiro de 2007, os Clippers enfrentavam o Charlotte Hornets, então Bobcats, quando Livingston caiu de maneira estranha após uma bandeja errada, resultando em uma das piores lesões que a NBA já viu.


         
    

O armador lesionou praticamente todas as partes do seu joelho esquerdo, rompendo o ligamento anterior cruzado, o posterior cruzado e o menisco lateral, além de torcer o ligamento medial colateral e deslocar a patela. Foi comunicado pelos médicos que não era só sua carreira que estava em risco, mas a sua perna.

Era possível que Livingston precisasse amputar a perna esquerda após sofrer uma das lesões mais terríveis da história do esporte. A amputação não foi necessária, mas Shaun demorou cerca de quatro ou cinco meses para sequer voltar a andar.

Quando foi liberado para voltar às quadras, estava sem contrato e assinou com o Miami Heat antes de pingar por várias equipes até chegar ao Brooklyn Nets em 2014. Lá, se destacou o suficiente por uma temporada para chamar a atenção dos Warriors.

E foi em Oakland que Shaun Livingston escreveu uma das histórias de redenção mais bonitas que o basquete já viu. Mesmo sendo reserva, foi parte fundamental do sistema que encantou o mundo por cinco temporadas seguidas e conquistou três títulos.

Seu arremesso de média distância era tão certo quanto a morte ou impostos. Foi o líder que a segunda unidade dos Warriors precisava para funcionar e manter a equipe viva nos grandes jogos.

Shaun Livingston chegou perto de perder uma perna, voltou, lutou por seu espaço em oito franquias diferentes e encerrou a carreira como peça fundamental de uma dinastia. A história da recuperação por si só merece uma vaga no Hall da Fama. Livingston transcendeu o basquetebol.

Comentários

Shaun Livingston merece o Hall da Fama

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Por que os Red Sox demitiram seu presidente menos de um ano após ganharem a World Series

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Dave Dombrowski
Dave Dombrowski Getty Images

A torcida do Boston Red Sox ainda estava pensando na derrota para o New York Yankees na noite deste domingo quando recebeu mais uma paulada: Dave Dombrowski, presidente da franquia, foi demitido menos de um ano depois de construir o elenco campeão da MLB. A notícia apenas reforça a sensação de que as chances de playoffs estão tão pequenas que o próprio clube já considera que a temporada 2019 virtualmente acabou.

Pode soar estranho um time demitir o principal responsável por montar o elenco que levou a World Series, mas há bons motivos para entender essa decisão. E todos eles indicam uma provável mudança na forma de se trabalhar o elenco no Fenway Park.

Dombrowski foi contratado no meio da temporada 2015. Naquele momento, os Red Sox vinham com a pior campanha da Divisão Leste da Liga Americana (posição confirmada ao final da temporada), completando uma sequência de três últimos lugares em um período de quatro anos (curiosamente, a equipe conquistou a World Series na única temporada em que não foi lanterna). Havia um entendimento de que o Boston precisava de resultados imediatos, não podia se dar ao luxo de ficar mais alguns anos no limpo de uma reconstrução.

Para essa missão, Dombrowski era o nome ideal. Quando tem dinheiro de sobra em mãos, ele sabe montar times fortíssimos. Fez isso com o Detroit Tigers no começo da década e não foi diferente em Boston. Manteve os bons jogadores dos Red Sox e não teve pudor em negociar para trazer jogadores de peso nas posições que faltavam. Ao longo de sua passagem, contratou ou trocou para ter Chris Sale, Drew Pomeranz, David Price e Nathan Eovaldi na rotação, Craig Kimbrel como fechador, Mitch Moreland para a primeira base e JD Martínez para preencher o vazio deixado por David Ortiz na posição de rebatedor designado.

Em 2016 e 17, os Red Sox chegaram aos playoffs, mas caíram na série de divisão para Cleveland Indians e Houston Astros. Em 2018, reconquistou o título após uma campanha de 108 vitórias na temporada regular, um recorde na história da franquia.

Missão cumprida.

O problema era o futuro. Dombrowski não é muito bom em pensar o futuro. Para montar seus esquadrões, o dirigente sempre usou dois expedientes muito comuns e, de certa forma, simplista: ofereceu muito (muito mesmo) dinheiro aos melhores agentes livres e não teve medo em ceder as principais promessas da base em troca de jogadores de nome. No curto prazo funciona bem. No longo prazo, a folha salarial fica altamente comprometida e, quando algo sai do planejado, não há de onde buscar uma reposição. Ou porque a base não tem talentos realmente promissores, ou porque o dinheiro para trazer um jogador de fora está limitado.

O Boston Red Sox está neste momento. O time de 2018 foi campeão, mas dando sinais de problemas. O bullpen não funcionava tão bem (um problema crônico de Dombrowski, torcedor dos Tigers que o digam), mas alguns jogadores cresceram nos playoffs e Alex Cora foi habilidoso ao usar membros da rotação que estivessem de folga para cobrir buracos nas entradas finais. Em 2019, esse problema explodiu, ainda mais porque a rotação caiu demais de rendimento.

Para piorar, alguns jogadores-chave, como Mookie Betts e JD Martínez, estão em fase de renegociação de contrato. A torcida quer a permanência de ambos, mas a folha salarial continua muito comprometida com jogadores como Sale e Price, que têm contratos tão grandes quanto a quantidade de jogos que perdem todo ano por problemas físicos.

Os donos dos Red Sox provavelmente perceberam que, se mantivessem a linha de trabalho de Dombrowski, a tendência é que esses problemas se agravariam no longo prazo. Tudo para evitar o risco de o Boston virar uma nova versão dos Tigers, que estão há anos (e ainda passarão mais alguns) no fundo da tabela em um doloroso processo de reconstrução do elenco. Assim, decidiram trocar o comando para tentar uma retomada rápida, que talvez seja feita sem que os resultados em campo caiam tanto assim.

É o que a torcida espera.

Fonte: Ubiratan Leal

Comentários

Por que os Red Sox demitiram seu presidente menos de um ano após ganharem a World Series

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Jogou como nunca, perdeu como sempre

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco
Felício tenta pontuar diante dos Estados Unidos
Felício tenta pontuar diante dos Estados Unidos Getty Images

Na manhã desta segunda-feira (9), o Brasil encerrou mais uma participação na Copa do Mundo de basquete. A derrota por 89 a 73 para os Estados Unidos finalizou uma campanha que, na realidade, tinha sido encerrada após o vexame diante da República Tcheca.

Na madrugada de sábado para domingo, o Brasil jogava a vida no Mundial e a classificação para as quartas de final. Depois de uma primeira fase perfeita, em que havia vencido a Grécia de Giannis Antetokounmpo, atual MVP da NBA, esperava-se mais da seleção.

Na hora mais importante, no jogo que valia o campeonato - ganhar dos EUA era uma ilusão que nem nos maiores sonhos - tivemos a nossa pior atuação. Um time desligado, que cometeu erros bobos, perdeu bolas fáceis e se perdeu no nervosismo. Que não achou uma maneira de diminuir o impacto do armador Tomas Satoransky e não só perdeu como passou vergonha. Foi derrotado por 93 a 71.


         
    

Uma margem de vinte e dois pontos. E o Brasil acabou indo embora para casa por conta do saldo de pontos. Jogou como nunca, fez a gente se emocionar com a vitória sobre a Grécia, criou esperança e perdeu como sempre.

Agora somos obrigados a ver os argentinos cantando que "quem não salta, não vai para o Japão" e com razão. Apenas um milagre no Pré-Olímpico coloca a seleção em Tóquio-2020. E a Argentina, com um time bem inferior, curte mais uma vaga e mais uma mata-mata de Mundial.

O basquete brasileiro não pode viver de vitórias pontuais. O torcedor merece mais. E nós temos capacidade de entregar mais. O que não se organiza, não vai para a Olimpíada.

Comentários

Jogou como nunca, perdeu como sempre

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Só uma tragédia tira o título dos Patriots

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon
Brady e Belichick
Brady e Belichick Getty Images

Salvo uma lesão de Tom Brady ou algo que force Bill Belichick a se afastar das sidelines pelo resto da temporada, o New England Patriots será o campeão do Super Bowl LIV, em Miami.

O atual campeão já era o favorito antes da temporada começar e agora ainda adicionou o melhor wide receiver da liga diante do possivelmente maior quarterback de todos os tempos.

Some isso a Josh Gordon, Julian Edelman, Demaryius Thomas, os ótimos Sony Michel e James White, que já foram cruciais em Super Bowls, e uma defesa que ficou entre as 10 que menos cederam pontos em 2018 e manteve sua base para 2019.

Será necessária uma catástrofe para o New England Patriots não erguer o troféu Vince Lombardi em fevereiro de 2020. Claro, lesões graves podem acontecer, mas ainda assim o time de Boston é o favoritaço.


         
    

Sobre Antonio Brown, me parece que ele nunca de fato quis estar no Oakland Raiders. Primeiro foi a desculpa bizarra do capacete e a ameaça de não voltar a jogar, depois vieram os sumiços, até chegar ao episódio derradeiro.

Agora em New England, o ambiente é completamente diferente. Qualquer meia pisada de bola, Brown será cortado dos Patriots.

Bill Belichick não tolera qualquer ato de estrelismo que o recebedor venha a ter, e a tolerância é mais baixa.

Com Belichick, o recado é claro: ninguém é maior do que o time.

Fonte: Gustavo Faldon

Comentários

Só uma tragédia tira o título dos Patriots

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

[Programação] Primeiro domingo de NFL vem com dois clássicos na sua TV (e a semana da MLB não fica muito atrás)

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Ezekiel Elliott comemorando Touchdown pelos Cowboys
Ezekiel Elliott comemorando Touchdown pelos Cowboys Getty Images

A NFL gosta de entradas impactantes. E a primeira semana da temporada já é assim. A abertura foi com o clássico mais antigo da liga. E, no primeiro fim de semana, já presenteiam o público com a rivalidade envolvendo duas das maiores torcidas e um duelo entre os dois maiores vencedores do Super Bowl.

No domingo à tarde, Dallas Cowboys, time mais popular do futebol americano, recebe o New York Giants, um de seus maiores rivais em um confronto direto dentro da divisão. Para fechar o dia, o New England Patriots começa a defesa de seu título em casa contra o Pittsburgh Steelers. Tudo isso será transmitido nos canais ESPN.

A semana da MLB vai nos embalos dos clássicos da NFL. O Sunday Night Baseball tem o maior clássico do beisebol, com New York Yankees x Boston Red Sox. O confronto se repete na segunda. Na terça e na quarta, Atlanta Braves e Philadelphia Phillies fazem confrontos de rivalidade de divisão e com vaga nos playoffs em jogo.

SÁBADO, 7 DE SETEMBRO

NCAA (futebol americano)
12h - Ohio x Pittsburgh (WatchESPN)
13h - Cincinnati x Ohio State (WatchESPN)
13h - Syracuse x Maryland (WatchESPN)
13h - Charleston Southern x South Carolina (WatchESPN)
13h - West Virginia x Missouri (WatchESPN)
13h - Old Dominion x Virginia Tech (WatchESPN)
13h30 - Western Carolina x NC State (WatchESPN)
15h - South Florida x Georgia Tech (WatchESPN)
16h30 - Texas A&M x Clemson (WatchESPN)
16h30 - North Dakota x North Dakota State (WatchESPN)
16h30 - Southern Mississippi x Mississippi State (WatchESPN)
16h30 - Richmond x Boston College (WatchESPN)
17h - Murray State x Georgia (WatchESPN)
17h - New Mexico State x Alabama (WatchESPN)
18h - Louisiana-Monroe x Florida State (WatchESPN)
19h - Gardner-Webb x East Carolina (WatchESPN)
19h - North Carolina A&T x Duke (WatchESPN)
20h - Wyoming x Texas State (WatchESPN)
20h - McNeese x Oklahoma State (WatchESPN)
20h - BYU x Tennessee (WatchESPN)
20h - Eastern Kentucky x Louisville (WatchESPN)
20h30 - LSU x Texas (ESPN 2)
20h30 - Eastern Michigan x Kentucky (WatchESPN)
20h30 - Arkansas x Ole Miss (WatchESPN)
20h30 - Tulane x Auburn (WatchESPN)
20h30 - UT Martin x Florida (WatchESPN)
21h - Miami x North Carolina (WatchESPN)
21h - Prairie View A&M x Houston (WatchESPN)
23h30 - Stanford x USC (WatchESPN)

LACROSSE (Major League Lacrosse)
20h - Denver Outlaws x New York Lizards (WatchESPN)

DOMINGO, 8 DE SETEMBRO

NFL
14h - Kansas city Chiefs x Jacksonville Jaguars (ESPN)
14h - Los Angeles Rams x Carolina Panthers (ESPN 2)
17h30 - New York Giants x Dallas Cowboys (ESPN 2)
17h30 - San Francisco 49ers x Tampa Bay Buccaneers (ESPN Extra)
21h15 - Pittsburgh Steelers x New England Patriots (ESPN 2)

MLB
21h - New York Yankees x Boston Red Sox (ESPN Extra)

WNBA
17h - Minnesota Lynx x Los Angeles Sparks (WatchESPN)

SEGUNDA, 9 DE SETEMBRO

19h10 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
20h10 - Houston Texans x New Orleans Saints (ESPN)
23h15 - Denver Broncos x Oakland Raiders (ESPN)

MLB
20h - New York Yankees x Boston Red Sox (ESPN 2)

TERÇA, 10 DE SETEMBRO

MLB
20h - Atlanta Braves x Philadelphia Phillies (ESPN 2) 

QUARTA, 11 DE SETEMBRO

MLB
20h - Atlanta Braves x Philadelphia Phillies (WatchESPN)
23h - Chicago Cubs x San Diego Padres (WatchESPN)

WNBA (playoffs)
22h - Jogo não definido (ESPN Extra)

QUINTA, 12 DE SETEMBRO 

NFL
21h15 - Tampa Bay Buccaneers x Carolina Panthers (ESPN)

SEXTA, 13 DE SETEMBRO 

19h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - Los Angeles Dodgers x New York Mets (ESPN)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 7 de setembro, 12h.

Fonte: Ubiratan Leal

Comentários

[Programação] Primeiro domingo de NFL vem com dois clássicos na sua TV (e a semana da MLB não fica muito atrás)

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

A 'missão Antetokounmpo' e a hora de Bruno Caboclo; como Brasil segurou MVP da NBA e venceu a Grécia

Pedro Suaide
Pedro Suaide

Two years away from being two years away.

Quando Bruno Caboclo foi escolhido na 20ª posição do Draft de 2014, pelo Toronto Raptors, John Fraschilla, comentarista nos EUA, falou essa frase, grudou no brasileiro e nunca mais eles se separaram. 

Ele estava a dois anos de distância para estar a dois anos de distância de estar pronto. O que o time do Canadá fazia selecionando um garoto franzino de 19 anos que estava longe de estar pronto? Que havia se destacado apenas na Liga de Desenvolvimento de Basquete pelo Pinheiros?

Um ano antes, em 2013, o Milwaukee Bucks selecionou um garoto franzino de 19 anos na 15ª escolha do Draft. Entretanto, esse era grego e chamou atenção após jogar pelo Filathlitikos.

Masai Ujiri, cérebro por trás do título dos Raptors na última temporada, viu em Caboclo e apostou. A franquia aguentou bons anos sem ele estar pronto e acabou deixando o brasileiro sair. Ele passou rapidamente pelo Sacramento Kings e pintou no Memphis Grizzlies, onde prova que, cinco anos após ser draftado (parece que Fraschilla errou as contas em um ano).

Giannis teve um impacto imediato. Entrou na liga e em sua primeira temporada jogou 77 jogos - 23 como titular. Suas médias eram baixas, mas tudo dentro do esperado. Seus números foram crescendo, até que em 2017 foi eleito o jogador que mais evoluiu na NBA e em 2019 conquistou o prêmio de MVP.

Bruno Caboclo disputa com Giannis Antetokounmpo
Bruno Caboclo disputa com Giannis Antetokounmpo Getty Images

Caboclo não evoluiu tanto, mas se encontrou em Memphis, com um time de garotos e sem pressão. Pelos Grizzlies, apenas em 2019, jogou 34 partidas - 19 como titular, e mostrou tudo o que a NBA quer ver. Atleticismo, precisão, velocidade, versatilidade. Com isso, ganhou mais anos de contrato naquele ambiente perfeito: uma cidade que o abraçou, um time ainda sem pressão e ótimos (e jovens) companheiros de equipe - Jaren Jackson Jr., Ja Morant e Brandon Clarke, por exemplo. Agora é ver todos crescendo juntos.

Chegou 2019, chegou o Mundial. Caboclo e Giannis, cada um no seu patamar, vivem ótimos momentos.

Aleksandar Petrovic também sabia disso, e há tempos fala que sabia como marcar Giannis. Seria a 'Missão Antetokounmpo'. 

Missão muito bem executada. Giannis foi praticamente nulo, e o treinador grego sequer conseguiu fazer as jogadas finais passarem por ele. Quando ele foi buscado na ponte aérea que seria decisiva, Caboclo, com seus 2,31 metros de envergadura (10 cm a mais que o MVP), interceptou a jogada.

Antetokounmpo terminou com 13 pontos e foi expulso com 5 faltas, claramente irritado - muito pela tática brasileira: marcação forte, faltas nele e garrafão fechado. Minado, o craque ficou apenas 28 dos 40 minutos em quadra, sendo ausência em boa parte da virada brasileira.

Com ele fora e o garrafão grego menos poderoso, o Brasil conseguiu dominar o jogo perto da cesta em partida sensacional de Anderson Varejão. No total, foram 46 pontos brasileiros na área pintada, contra apenas 28 gregos.

Caboclo, jogando na posição 4, foi o cara na defesa. Dividiu a marcação de Giannis com o incansável Alex e decidiu o jogo nas últimas posses defensivas, interceptando a ponte aérea e limpando o aro para a vitória.

No ataque, foi um incrível facilitador. Com seus 2,06 metros (cinco cm a menos que Giannis), espaçou a quadra para Varejão deitar e rolar no garrafão saindo dos bloqueios que fazia. Quando a bola de três sobrou, ele acertou duas de três tentadas. 

Assim o Brasil parou o MVP e venceu a favorita Grécia. E Bruno Caboclo mostrou que, finalmente, está pronto.

Fonte: Pedro Suaide

Comentários

A 'missão Antetokounmpo' e a hora de Bruno Caboclo; como Brasil segurou MVP da NBA e venceu a Grécia

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

[Programação] Festival de futebol americano: a NFL começa com clássico, mas antes tem maratona de universitário

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

A pré-temporada ajudou a dar um gostinho, mas está longe de ser a mesma coisa. Um jogo de futebol americano precisa valer por um campeonato para ser aproveitado em seu melhor. Mas agora já está valendo! Na próxima quinta, Green Bay Packers e Chicago Bears, a rivalidade mais antiga da modalidade, entram em campo para dar início a mais uma temporada da NFL.

Será o prato principal de uma semana cheia de futebol americano. A entrada, bastante farta, é com o universitário. Serão 19 (isso mesmo, dezenove) jogos transmitidos pelos canais ESPN entre todas as suas plataformas, incluindo partidas envolvendo algumas das equipes mais bem ranqueadas pela imprensa norte-americana, como Alabama, Notre Dame, Georgia, Oklahoma, Oregon e LSU.

Green Bay Packers
Green Bay Packers Getty

Para a turma do beisebol, a semana tem mais confrontos diretos entre times que lutam por uma vaga nos playoffs, incluindo uma rodada tripla na segunda.

Não dá para perder nada. Então anote os horários dos esportes americanos nesta semana nos canais ESPN.

SÁBADO, 31 DE AGOSTO

NCAA (futebol americano)
13h - Ole Miss x Memphis (WatchESPN)
13h - East Carolina x NC State (WatchESPN)
13h - Toledo x Kentucky (WatchESPN)
13h - South Alabama x Nebraska (WatchESPN)
13h - Mississippi State x Louisiana (WatchESPN)
16h30 - Duke x Alabama (WatchESPN)
16h30 - South Carolina x North Carolina (WatchESPN)
17h - Virginia Tech x Boston College (WatchESPN)
19h - Syracuse x Liberty (WatchESPN)
20h - Boise State x Florida State (WatchESPN)
20h30 - Oregon x Auburn (ESPN Extra)
20h30 - Georgia Southern x LSU (WatchESPN)
20h30 - Virginia x Pittsburgh (WatchESPN)
20h30 - Georgia x Venderbilt (WatchESPN)
21h - Louisiana Tech x Texas (WatchESPN)
23h30 - Fresno State x USC (WatchESPN)

LACROSSE (Major League Lacrosse)
18h - Boston Cannons x Denver Outlaws (WatchESPN)

DOMINGO, 1º DE SETEMBRO

MLB
20h - New York Mets x Philadelphia Phillies (ESPN 2)

NCAA (futebol americano)
16h - Bethune-Cookman x Jackson State (WatchESPN)
20h30 - Houston x Oklahoma (WatchESPN)

SEGUNDA, 2 DE SETEMBRO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
14h - Texas Rangers x New York Yankees (WatchESPN)
17h - Houston Astros x Milwaukee Brewers (ESPN Extra)
20h - Chicago White Sox x Cleveland Indians (ESPN Extra)

NCAA (futebol americano)
21h - Notre Dame x Louisville (ESPN 2)

TERÇA, 3 DE SETEMBRO

MLB
20h - New York Mets x Washington Nationals (ESPN 2)

WNBA
23h - Seattle Storm x Phoenix Mercury (ESPN Extra)

QUARTA, 4 DE SETEMBRO

MLB
20h - Minnesota Twins x Boston Red Sox (ESPN 2)

QUINTA, 5 DE SETEMBRO 

NFL
21h15 - Green Bay Packers x Chicago Bears (ESPN)

SEXTA, 6 DE SETEMBRO 

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - Philadelphia Phillies x New York Mets (ESPN Extra)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 31 de agosto, 12h.

Fonte: Ubiratan Leal

Comentários

[Programação] Festival de futebol americano: a NFL começa com clássico, mas antes tem maratona de universitário

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Tyler Skaggs morreu após consumo de substâncias proibidas, com suspeita de participação de funcionário do time

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Tyler Skaggs durante a partida entre Los Angeles Angels e Minnesota Twins em maio de 2019
Tyler Skaggs durante a partida entre Los Angeles Angels e Minnesota Twins em maio de 2019 Getty Images

Após dois meses de exames e investigações preliminares, a polícia do Condado de Tarrant (região de Dallas) divulgou o primeiro relatório sobre a causa da morte de Tyler Skaggs, arremessador do Los Angeles Angels. O jogador teria consumido uma mistura de álcool com oxicodone e fentanil, duas drogas utilizadas para o combate a dor, morrendo sufocado no vômito causado pela overdose. Segundo as autoridades, é possível que um funcionário (não houve divulgação do nome) poderia ter ajudado a fornecer as substâncias.

As informações motivaram diversas partes a buscar culpados ou co-responsáveis. Oxicodone e fentanil são opioides proibidos pela Major League Baseball e só podem ser compradas com prescrição médica. Apesar de terem efeito analgésico, elas podem causa dependência e afetarem gravemente a respiração quando misturadas com álcool.

A família Skaggs afirmou em comunicado que a mistura dessas substâncias é fora do perfil de Tyler. Além disso, indicou que deve apertar o cerco contra eventuais co-responsáveis. “Estamos chocados em descobrir que isso pode envolver um funcionário do Los Angeles Angels. Não descansaremos até descobrir a verdade sobre como Tyler teve posse desses narcóticos, incluindo quem forneceu a ele. Para isso, contratamos o advogado Rusty Hardin para nos ajudar.” Hardin é conhecido no meio esportivo do Texas por já ter trabalhado em casos de jogadores como Roger Clemens, um dos maiores arremessadores da história e também envolvido em doping.

Os Angels voltaram a afirmar que estão colaborando com as autoridades texanas desde o início e não puderam dar mais informações pelo fato de a investigação ainda estar em andamento. Se confirmada sua participação de um funcionário seu, o clube provavelmente tentará mostrar que a ação foi independente, sem que a direção ou a comissão técnica tivesse conhecimento. 

É relativamente comum jogadores de beisebol terem treinadores próprios e adotarem rotinas de preparação orientadas por eles, mas isso ocorre mais entre uma temporada e outra. Durante o campeonato, isso fica mais a cargo da comissão técnica do time. De qualquer forma, como Skaggs tinha um histórico de muitas contusões ao longo da carreira, talvez os Angels apostem na ideia de que ele estaria se automedicando contra dores para seguir jogando normalmente.

O caso tende a ficar mais complexo porque as investigações não ficarão apenas com a polícia do Texas e com a equipe do advogado contratado pela família de Skaggs. Por se tratar de um provável doping, a MLB já anunciou que fará sua própria apuração das circunstâncias em torno da morte do arremessador.

Skaggs, 27 anos, foi encontrado morto na tarde de 1º de julho no quarto do hotel em que seu time se concentrava para a partida contra o Texas Rangers naquela noite. A polícia texana não havia divulgado a causa da morte, limitando-se a informar que não havia indícios de violência ou de suicídio. As primeiras informações mais consistentes vieram nesta sexta (30), com a chegada do resultado dos exames toxicológicos.

Fonte: Ubiratan Leal

Comentários

Tyler Skaggs morreu após consumo de substâncias proibidas, com suspeita de participação de funcionário do time

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Luck jamais mereceu vaias e deixa a NFL com seu nome na história dos Colts

Rafael Belattini
Rafael Belattini

“Para vocês é um jogo no final de semana. Para nós é algo maior. É o nosso corpo que está lá, correndo riscos”.

A afirmação que ouvi de Russell Wilson em março, quando perguntei sobre a importância de dinheiro garantido em contratos, parece óbvia, mas não é muito lembrada pelos torcedores – principalmente aqueles que vaiaram Andrew Luck no Lucas Oil Stadium.

Se uma lesão do quarterback pode estragar nossas expectativas para a temporada, mas podem trazer danos para o resto da vida dele.

Além disso, como confiar que você poderá doar o máximo de si em campo sem voltar a ter problemas, sem voltar a conviver com as dores, sem deixar os companheiros na mão mais uma vez?

Tivesse se aposentado antes da última temporada, ninguém se surpreenderia. Mas Luck foi muito bem em 2018, eleito para o Pro Bowl, levou o Comeback Player of the Year, e tinha potencial para brigar pelo MVP e o Super Bowl neste ano. Mas seu corpo não conseguia garantir que poderia se entregar 100%.

Andrew Luck deixa o Lucas Oil Stadium debaixo de vaias após a aposentadoria
Andrew Luck deixa o Lucas Oil Stadium debaixo de vaias após a aposentadoria Getty

Um dos maiores talentos disponíveis nos últimos drafts, a ponto de fazer uma franquia abrir mão de Peyton Manning, Luck poderia ter conseguido mais não fossem tantos anos sem que os Colts dessem atenção para a linha ofensiva.

Luck se aposenta com 86 jogos e os números mostram que nesta mesma amostra ele superou Manning, com 53 vitórias contra 47 de Payton, 171 passes para TD e 83 interceptações (150-105 para Manning), e mais de mil jardas a mais passadas (23.671 contra 22.211).

Ele encerra a carreira como o terceiro em passes completados na franquia, atrás apenas das lendas Peyton Manning e Johnny Unitas.

Definitivamente não merecia as vaias que ouviu.

Em 2016 ele foi um dos quarterbacks mais pressionados em toda a NFL, mas a coisa mudou sob o comando de Frank Reich, quando teve a menor média de sacks sofridos na carreira, também sofrendo menos blitz e pressão.

Mas já era tarde demais e os problemas físicos cobram um preço grande. A recente lesão na panturrilha virou um misterioso problema no tornozelo e muitas dúvidas sobre seu retorno.

“Ninguém teve de passar pelo que ele passou. Ninguém passou pelas reabilitações, as lesões. Todos olham para os jogos, mas não as offseasons, o que acontece de segunda a sexta, quando ele fazia de tudo para deixar seu corpo pronto para o jogo”, disse J.J. Watt.

Ninguém duvida que Luck sonhava em ganhar um Super Bowl, ser MVP, colocar seu nome entre os maiores de todos os tempos. Mas será que seu corpo permitiria que ele estivesse 100% focado no jogo? Será que ele poderia se entregar completamente?

Não se trata de algo egoísta, mas só ele poderia ter essa certeza e tomar esta decisão. Para nós, só resta lamentar ver o adeus prematuro de um dos maiores talentos da liga nos últimos anos.

Comentários

Luck jamais mereceu vaias e deixa a NFL com seu nome na história dos Colts

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

James Harden, 30 anos: a celebração de um dos maiores de todos os tempos

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

Esqueça as narrativas, foque no jogador. James Harden é um dos melhores jogadores da história do basquete. O camisa 13 é uma das armas ofensivas mais dinâmicas que esse esporte já viu. 

E é o terceiro melhor ala-armador da história, atrás apenas de Michael Jordan e Kobe Bryant. 

Na isolação, é o jogador mais efetivo da NBA atual, justamente por ser tão dinâmico. É capaz de atingir o adversário com dribles hipnotizantes e consegue pontuar de qualquer lugar.

É uma ameaça com seu característico step back para três de qualquer lugar da quadra. É um dos melhores infiltrando e finalizando ao redor do aro, além de ser o melhor na hora de criar contato e ir para a linha de lance livre.

Não satisfeito, é um dos melhores armadores que esse jogo já viu. Quando infiltra e percebe que a defesa colapsou para tentar pará-lo, acha qualquer arremessador no perímetro. 

James Harden completa 30 anos nesta segunda!
James Harden completa 30 anos nesta segunda! Getty Images

Quando faz o pick and roll e percebe que a defesa irá dobrar, faz a ponte aérea como poucos e ainda tem capacidade de fazer um passe picado por baixo das pernas do defensor. 

Harden é imparável e consegue números absurdos porque é um jogador absurdo, quase que no sentido literal da palavra. Não a toa terminou a última temporada com incríveis médias de 36 pontos e 7,5 assistências por jogo. Conseguiu dois jogos de 61 pontos e mais sete jogos de 50+ pontos. 

Neste 26 de agosto, em que James Harden completa 30 anos, esqueça a narrativa que insiste em transformá-lo no grande vilão da liga ou os vídeos de três segundos de uma jogada isolada que insistem em rotular o seu estilo de jogo e aprecie. 

Aprecie um dos maiores de todos os tempos e que só precisa de um anel para ser unanimidade. 

Nota do editor: se você considera Harden um armador pelas últimas temporadas, ele também está no top 5 da história.


Comentários

James Harden, 30 anos: a celebração de um dos maiores de todos os tempos

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

[Programação] A espera acabou: a temporada do futebol americano começa para valer com a NCAA

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Jogador de Clemson passa por marcação na final nacional contra Alabama
Jogador de Clemson passa por marcação na final nacional contra Alabama Getty Images

Estádios com 100 mil torcedores, torcida fanática e barulhenta, partidas malucas e rivalidades sem precedentes. Sim, o futebol americano universitário está de volta nesta semana. E entra chutando a porta, com o dérbi entre Miami Hurricanes e Florida Gators já neste sábado e oito (sim, OITO) jogos na próxima quinta nos canais ESPN.

É o início da temporada regular, uma corrida de 12 jogos em que os times lutam pelas quatro primeiras posições no ranking geral para conquistar uma vaga nos playoffs. Uma disputa em que uma derrota pode ser suficiente para tirar a chance de título de alguma universidade.

LEIA MAIS: Como o futebol brasileiro explica como funcionam os bowls e as finais do futebol americano universitário

Mas a semana também tem atrativos para os amantes do beisebol. São seis jogos, quatro deles envolvendo duas equipes diretamente envolvidas na disputa por uma vaga nos playoffs (incluindo o clássico New York Yankees x Los Angeles Dodgers, as duas maiores torcidas da MLB), e outras duas partidas incluindo um time ainda de olho na pós-temporada.

Então, anote tudo para não perder nada:

SÁBADO, 17 DE AGOSTO

NCAA (futebol americano)
16h - Youngstown State x Samford (WatchESPN)
20h - Miami x Florida (ESPN 2)

BEISEBOL (Little League World Series - playoffs)
16h30 - Final chave americana (WatchESPN)

LACROSSE (Major League Lacrosse)
21h - Chaseapeake Bayhawks x Atlanta Blaze (WatchESPN)

DOMINGO, 18 DE AGOSTO

NFL (pré-temporada)
21h - Pittsburgh Steelers x Tennessee Titans (ESPN)

MLB
20h - New York Yankees x Los Angeles Dodgers (ESPN 2)

BEISEBOL (Little League World Series - finais)
11h - Disputa do terceiro lugar (WatchESPN)
16h - Final (WatchESPN)

SEGUNDA, 19 DE AGOSTO

MLB
20h - St. Louis Cardinals x Milwaukee Brewers (ESPN Extra)
23h - New York Yankees x Seattle Mariners (WatchESPN) 

TERÇA, 20 DE AGOSTO

MLB
20h - Pittsburgh Pirates x Philadelphia Phillies (WatchESPN)

WNBA
20h - Los Angeles Sparks x Washington Mystics (ESPN Extra) 

QUARTA, 21 DE AGOSTO

MLB
20h - Chicago Cubs x New York Mets (ESPN Extra) 

QUINTA, 22 DE AGOSTO 

NCAA (futebol americano)
20h - Wagner x Connecticut (WatchESPN)
20h - Robert Morris x Buffalo (WatchESPN)
20h - Albany x Central Michigan (WatchESPN)
20h - UCLA x Cincinnati (WatchESPN)
20h - Morgan State x Bowling Green (WatchESPN)
21h - Georgia Tech x Clemson (WatchESPN)
21h30 - Texas State x Texas A&M (WatchESPN)
23h15 - Utah x BYU (WatchESPN)

SEXTA, 23 DE AGOSTO 

MLB
20h - New York Mets x Philadelphia Phillies (ESPN Extra)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 24 de agosto, 12h.

Fonte: Ubiratan Leal

Comentários

[Programação] A espera acabou: a temporada do futebol americano começa para valer com a NCAA

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Duelo de quarterbacks, corredor insano e possível tri de Oklahoma: quem são os candidatos ao prêmio de melhor jogador universitário

ESPN League
ESPN League
Jonathan Taylor, Tua Tagovailoa, Trevor Lawrence
Jonathan Taylor, Tua Tagovailoa, Trevor Lawrence Getty Images

Os apaixonados por futebol americano poderão acompanhar o início do College Football na ESPN 2 e no WatchESPN, quando a Universidade de Florida recebe Miami às 20h deste sábado. 

E a temporada deste ano promete ter uma das batalhas mais acirradas para o Heisman Trophy (o prêmio dado ao melhor jogador do ano no college). Apesar disso, ser o melhor não é o suficiente para levar o troféu, sendo necessário ter a maior narrativa da temporada. Importância dentro do elenco, desempenho em jogos difíceis e decisivos, viradas histórias e inesperadas, tudo isso é contabilizado na hora de entregar o troféu. 

E, essa ano, a batalha de dois quarterbacks, que também representam os dois melhores times universitários, pode gerar uma das disputas mais interessantes pelo Heisman.

Tua Tagovailoa entra como favorito a levar o prêmio individual, após terminar em segundo colocado na briga pelo Heisman de 2018 - perdendo para Kyler Murray de Oklahoma.

Na última temporada, o QB impressionou. Foram 3,966 jardas áreas, com 43 TD e 6 interceptações. Com um aproveitamento de 69% dos passes, Tagovailoa registrou um passer rating de 199,5 - e esse ano o esperado é que ultrapasse a marca de 200.

Logo atrás dele, vem outro atleta com muita precisão dentro do pocket. Mesmo sendo primeiro anista, Trevor Lawrence impressionou com sua leitura de jogadas e calma, tomando a posição do titular Kelly Bryant - que depois se transferiu para Missouri. 

Os números foram impressionantes. Ao todo, o QB registrou um passer rating de 157,6, acertando 65,2% dos passes e 3,280 jardas, para 30 TDs e apenas 4 interceptações. Apesar de números menos expressivos do que o rival, Lawrence deu o último sorriso da temporada, e liderou Clemson ao National Championship, batendo Alabama por 44 a 16. 

Além de dividirem favoritismo para o Heisman, os dois QBs também representam a grande rivalidade da próxima temporada e os favoritos para chegarem à final do College Playoffs. 

Se tudo acontecer como as previsões, veremos os dois melhores signal callers de volta à final. Mas, antes disso, as narrativas dominarão a temporada: Tua Tagovailoa querendo a revanche, Trevor Lawrence querendo manter o título em Clemson.

OUTROS CANDIDATOS PARA FICAR DE OLHO

 Tua e Trevor são favoritos, mas não são os únicos que podem levar o prêmio. Nos últimos anos, o favoritismo não teve vez e jogadores que não eram cotados inicialmente para vencerem o Heisman, acabaram levando o troféu para casa. 

Kyler Murray em 2018, Baker Mayfield em 2017, Lamar Jackson em 2016 e Derrick Henry em 2015 surpreenderam e ganharam contra todas as expectativas. Em 2019, outros candidatos podem roubar a cena.

Jonathan Taylor, RB - Wisconsin

Jonathan Taylor é considerado o melhor running back do College
Jonathan Taylor é considerado o melhor running back do College Getty Images

Os últimos anos do Heisman foram dominados por QBs, sendo que a última vez que um running back venceu foi em 2015, quando Derrick Henry de Alabama levou o prêmio. Mas, mesmo sem ser o favorito, Taylor pode trazer o troféu de volta para a posição.

Com muita explosão no backfield, Taylor se destaca como o melhor running back na atual temporada. No ano passado, foram 307 corridas, registrando 2,194 jardas e 16 TDs. O jogador deve evoluir ainda mais e, se isso acontecer, se tornará a principal ameaça a Tua e Trevor pelo Heisman. 

Apesar disso, só estatísticas não serão suficientes. Além de evoluir, Taylor precisa garantir as vitórias de Wisconsin e melhorar em relação à 2018, quando a universidade conquistou apenas cinco vitórias.

Justin Herbert, QB - Oregon

Justin Herbert em ação por Oregon
Justin Herbert em ação por Oregon Getty Images

 

Com 1,98 metros, mobilidade no pocket e um braço muito forte, Justin Herbert é um dos melhores QBs do College Football. 

Após 29 TDs e 3,151 jardas em 2018, o jogador não se declarou para o Draft da NFL (onde provavelmente seria selecionado na primeira rodada) e decidiu retornar a Oregon em busca de uma vaga nos Playoffs. 

Os números do QB devem evoluir muito esse ano, mas para fazer um caso no Heisman, Herbert precisa garantir que seu time se mantenha em primeiro lugar na PAC-12 e ganhe partidas contra times de outras conferências, principalmente na estreia contra Auburn.

Jalen Hurts, QB - Oklahoma 

Jalen Hurts é considerado o melhor QB no jogo corrido
Jalen Hurts é considerado o melhor QB no jogo corrido Getty Images

Após perder a posição para Tua Tagovailoa em Alabama, Hurts se transferiu para Oklahoma. Agora, com três anos de experiência e sob o plano ofensivo de Lincon Riley, o melhor quarterback universitário correndo com a bola caminha para um ano sensacional. 

Além disso, os Sooners produziram os últimos dois Heisman em Baker Mayfield e Kyle Murray, que também viriam a ser a primeira escolha do Draft de 2018 e 2019, respectivamente. Para aqueles que se agarram em superstições, outro fato caminha a favor de Hurts: tanto Baker quanto Kyle se transferiram de outras universidades antes de chegar a Oklahoma.

O grande desafio para Hurts é mostrar uma evolução na precisão de seus passes. Se isso acontecer, as suas pernas farão o resto. 

Sam Ehlinger, QB - Texas

Sam Ehlingher em ação contra o Oklahoma Sooners
Sam Ehlingher em ação contra o Oklahoma Sooners Getty Images

Levar os Longhorns ao topo de novo. Foi isso que Ehlinger conseguiu na última temporada, ao bater Georgia por 28 a 21 no Sugar Bowl. Em 2018, as estatísticas do jogador foram impressionantes, conseguindo ferir os adversários tanto no jogo aéreo, quanto no corrido.

Ao todo, foram 3,292 jardas áreas, com 25 touchdowns passados e apenas cinco interceptações. No chão, Ehlinger teve 482 jardas e 16 TDs. Apesar disso, uma melhora nos seus números não será suficiente. Se quiser lutar pelo Heisman, o quaterback precisa levar o time para os Playoffs. A tarefa, porém, não é fácil.


Fonte: Bruno Nossig

Comentários

Duelo de quarterbacks, corredor insano e possível tri de Oklahoma: quem são os candidatos ao prêmio de melhor jogador universitário

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Vai começar mais uma temporada do futebol americano universitário. Mas o torneio precisava ser tão inchado?

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Clemson x Alabama
Clemson x Alabama Getty Images

Quando Florida Gators e Miami Hurricanes entrarem no gramado do estádio Camping World, em Orlando, no próximo sábado, estarão dando início a mais uma temporada do futebol americano universitário. Serão centenas de jogos de estádios lotados, bandas marciais com marchinhas, churrasco em estacionamentos e estudantes insanos aproveitando os loucos anos na faculdade. Tudo isso espalhado por 130 instituições. Sim, 130.

Oficialmente, a primeira divisão é dividida em FBS e FCS (na prática, são duas divisões diferentes e só a FBS pode levar ao título nacional), a primeira com 130 e a segunda com 124 universidades. Isso gera inchaço? Sim. Isso gera grande desnível técnico? Com certeza, com várias lavadas quando instituições mais tradicionais enfrentam as mais fracas. Isso dá espaço a muitos times e jogadores ruins? Claro, impossível ter 250 (ou 125) times só com gente de nível alto ou médio.

No entanto, essa é uma das virtudes do futebol americano — e do basquete — universitário. Se a FBS tivesse um formato mais enxuto, teria uma formação parecida com essa: Alabama, Arizona, Arizona State, Army, Auburn, Boise State, California, Clemson, Florida, Florida State, Georgia, Iowa, LSU, Miami, Michigan, Michigan State, Mississippi State, Missouri, Nebraska, Northwestern, Notre Dame, Ohio State, Oklahoma, Oklahoma State, Ole Miss, Oregon, Penn State, South Carolina, Stanford, TCU, Tennessee, Texas, Texas A&M, UCLA, UCF, USC, Virginia Tech, Washington, Washington State e Wisconsin. Fiz essa lista de cabeça, elencando 40 programas esportivos com alguma força e tradição no futebol americano. Algumas certamente mereciam ter entrado, mas a questão não é ranquear as universidades mais fortes, apenas demonstrar o que seria mais ou menos a elite.

Tudo bem, montar um campeonato universitário apenas com esses times seria espetacular, com nível de equilíbrio e emoção equivalente (ou até superior) ao da NFL. No entanto, não podemos perder de vista que, teoricamente, o objetivo de todo esse aparato do esporte universitário americano é dar oportunidades de ensino superior por meio do esporte. A prioridade (ao menos em teoria) não é criar um supercampeonato esportivo, mas dar espaço a mais gente para usar o futebol americano como forma de viabilizar sua formação universitária. Ou seja, esse enxugamento tiraria de centenas de estudantes a oportunidade de terem bolsas de estudo.

Mesmo do ponto de vista esportivo, porém, há bons motivos para defender o inchaço da NCAA. Por mais profissionalizada que seja a captação de talentos no esporte universitário americano, muita gente boa acaba escapando dos principais programas. Até porque nem sempre o tempo de amadurecimento técnico de um adolescente de ensino médio que se transforma em um jovem adulto universitário é linear. Alguns já mostram talento acima da média na high school. Outros demoram mais para estourar. E, pela demora, acabam conseguindo vaga apenas em uma equipe universitária mais fraca.

Carson Wentz, estrela do Philadelphia Eagles, estudou e jogou no North Dakota State Bisons, da FCS. Khalil Mack, do Oakland Raiders, saiu da Universidade de Buffalo. Ben Roethlisberger, símbolo do Pittsburgh Steelers, estudou na Universidade de Miami. Mas não nos Hurricanes, da Miami da Flórida, mas nos RedHawks, da Miami de Ohio. Adam Vinatieri, talvez o maior kicker da história, defendia a South Dakota State Jackrabitts, da segunda divisão. E há dezenas de exemplos como esses na NFL.

A maior parte desses jogadores só foi identificada porque suas equipes tiveram oportunidade de jogar nos inchados torneios da NCAA. Em uma modalidade que praticamente não conta com ligas menores, ligas de desenvolvimento ou ligas estrangeiras como parte do processo de formação de jogadores (algo que existe na NBA, na MLB e na NHL), toda a base é feita na universidade. E, quanto mais gente tiver oportunidade para jogar, melhor.

Fonte: Ubiratan Leal

Comentários

Vai começar mais uma temporada do futebol americano universitário. Mas o torneio precisava ser tão inchado?

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

O time mais legal de se ver na NBA não tem Kawhi, nem LeBron, muito menos Curry ou Durant

Ricardo Zanei
Ricardo Zanei
Michael Jordan e Magic Johnson se divertem com o Dream Team nos Jogos Olímpicos de 1992; como vamos nos divertir na temporada 2019-2020 da NBA?
Michael Jordan e Magic Johnson se divertem com o Dream Team nos Jogos Olímpicos de 1992; como vamos nos divertir na temporada 2019-2020 da NBA? Getty

Kawhi Leonard merece estátua, refeições gratuitas e mansões em Toronto pelo que ele fez na última temporada da NBA. Mas sua saída para o LA Clippers pode ter sido bacana para os Raptors.

Vamos entender o termo “bacana”. No dicionário:

adjetivo de dois gêneros

1 palavra-ônibus que qualifica pessoas ou coisas com atributos positivos: bonito (um cara b.; uma roupa b.); bom (um pai b.); afável, compreensivo (um chefe b.); interessante (uma ideia b.); correto (uma atitude b.) etc.  

A saber, “palavra-ônibus”, também no dicionário (eu não tinha ideia):

substantivo feminino

palavra, quase sempre de uso coloquial, cujas acepções são tantas que não comportam delimitação semântica formal (p.ex.: bacana, coisa, legal, troço)

Tudo isso para dizer que os Raptors serão um dos times mais legais da liga. Esqueçam os Lakers de LeBron & Davis, os Nets de Kyrie & Durant (quando vai jogar?) & DeAndre, ou os Warriors de Curry & Klay (volta?) & D'Angelo & Green.

Esqueceu? Vamos a alguns fatos:

- Em 2018-2019, sem Kawhi, foram 17 vitórias e 5 derrotas.

- O elenco se manteve quase o mesmo. OK, saíram Kawhi e Danny Green, mas a cozinha e boa parte do tempero estão todos lá: Kyle Lowry, Serge Ibaka, Fred VanVleet, Marc Gasol, Pascal Siakam, OG Anunoby, Norman Powell...

- As contratações de Patrick McCaw e Stanley Johnson podem dar um molho “legal” a esse elenco.

- Tem outro que chegou: Rondae Hollis-Jefferson. Olho nele!

-  OG Anunoby perdeu a reta final da temporada por lesão. Agora, está inteirinho.

Mas o principal fator atende pelo nome de Pascal Siakam, "Most Improved Player", o jogador que mais evoluiu na última temporada. O camaronês de 2,06m e 104kg teve média de 19 pontos, 7,1 rebotes, 2,8 assistências, 1 roubo, 0,7 toco, 37,1 minutos por jogo nos playoffs 2018-2019, melhores marcas da carreira no mata-mata.    

Agora, sem Kawhi, ele terá ainda mais impacto no ataque e também na defesa. Terá mais a bola nas mãos. Terá liberdade para arremessar não apenas dentro do garrafão, mas também fora dele. Enfim, terá espaço para se tornar a cara do time, “o cara” do time, na verdade.

Se ele vai brilhar na nova função, se terá maturidade e paciência para se tornar a nova estrela do time, o ano vai dizer. Mas potencial para isso, ele tem.

Com tudo isso em mãos, pensemos nos rivais da Conferência Leste. Convido à leitura do texto “Por que seu time será campeão da NBA em 2019/2020”, do grande Guilherme Sacco.

Em mais um exercício de futurologia, em que lugar apareceriam os Raptors na briga do Leste? Em uma análise das mais realistas, dá para dizer que os campeões aparecem ali, entre o quinto e o sétimo lugares. Nada mal para quem perdeu a sua principal estrela certo?

Ou seja, não tem pressão pelo bicampeonato, tem um elenco forte, campeão, e um cara que pode se tornar, sim, uma das estrelas da NBA. 

Alguém duvida que os Raptors serão um dos times mais legais da próxima temporada da NBA?

Comentários

O time mais legal de se ver na NBA não tem Kawhi, nem LeBron, muito menos Curry ou Durant

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Por que seu time será campeão da NBA em 2019/2020

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

A temporada da NBA começa oficialmente em 22 de outubro. A espera ainda é longa, mas você, torcedor, com certeza já começa a projetar como será a temporada do seu time. Se vai brigar por título, se vai brigar pela primeira escolha no draft de 2020.

Aqui, você vai descobrir exatamente por que a equipe que você torce levantará o Larry O'Brien em junho de 2020.

Atlanta Hawks

O Atlanta Hawks não é o futuro da NBA, é o agora. Trae Young vai mostrar que, de fato, é um Steph 2.0 e conduzir a equipe a glória com arremessos incríveis, partidas de 50 ou mais pontos e show atrás de show. Além disso, Cam Reddish e De'Andre Hunter entrarão na liga jogando como veteranos e John Collins vai dar o próximo passo. Não tem jeito.

Boston Celtics

Kyrie Irving foi embora e o clima em Boston é de pura paz. Kemba Walker tem experiência de carregar uma franquia nas costas e vai demonstrar que a troca foi benéfica para os Celtics.

Com um elenco redondo, com todo mundo tranquilo, Kemba brilhando e com a mente brilhante de Brad Stevens no banco, o Larry O'Brien vai voltar para Boston.

Brooklyn Nets

Kyrie Irving vai provar que o problema não era ele, mas o Boston. Enquanto todo mundo pensa que os Nets vão apenas esperar a chegada de Kevin Durant na próxima temporada, Kyrie tem um plano.

O pick and roll com DeAndre Jordan vai funcionar como uma máquina, Jarrett Allen vai proteger o aro como Dennis Rodman e LeVert e Dinwiddie vão brilhar.

Charlotte Hornets

Terry Rozier vai justificar todo o investimento feito pelos Hornets. Os 58 milhões de dólares em três vão parecer uma pechincha quando Scary Terry estiver aterrorizando defesas adversárias nos playoffs.

Malik Monk finalmente dará o próximo passo e Willy Hernangómez se transformará em um Pau Gasol moderno. Aí vêm as abelhas.

Chicago Bulls

Coby White vai chegar na NBA provando que merecia ter sido escolhido antes da sétima posição do draft e tomar conta da equipe. Zach LaVine vai continuar apresentando uma evolução no arremesso e crescendo como jogador.

Para fechar com chave de ouro, Lauri Markkanen mostrará para Luka Doncic quem é o melhor europeu da NBA e dominará garrafão atrás de garrafão.
 
Cleveland Cavaliers

Collin Sexton terá a ajuda de Darius Garland no perímetro e ambos vão mostrar para os Splash Brothers dos Warriors quem é que são os verdadeiros arremessadores.

Kevin Love vai voltar a ser o jogador que fazia 20 pontos e 20 rebotes nos Wolves. LeBron já quebrou a maldição, agora é hora de Sexton repetir o título.

Dallas Mavericks

Luka Doncic. O esloveno vai provar que a discussão dele poder encerrar a carreira como o melhor estrangeiro da história da liga é válida carregando os Mavericks nas costas até o título, como fez com o Real Madrid na Euroliga.

Além disso, Porzingis ficará longe das lesões e estará motivado a esfregar na cara dos Knicks o erro que eles cometeram ao não tratarem como ele queria. E Carlisle já provou que vence supertimes com times inferiores em 2011.

Denver Nuggets

Nikola Jokic vai mostrar que não só é o melhor pivô da NBA, mas também um dos melhores armadores. Michael Porter Jr ficará livre das lesões, assim como Bol Bol e o garrafão dos Nuggets será assustador.

Junte a isso Jamal Murray e Gary Harris com a experiência dos playoffs no ano passado e, pronto, é festa no Colorado!

Detroit Pistons

Derrick Rose vai entrar em uma máquina do tempo e voltar a 2011. Blake Griffin e Andre Drummond vão pegar cerca de 15 rebotes por jogo cada um.

Reggie Jackson vai voar como se fosse o NBA 2K11 (quem jogou, sabe) e o Detroit vai criar a versão 3.0 dos Bad Boys.

Golden State Warriors

A dinastia está só começando. Stephen Curry vai voltar a ter a liberdade que tinha quando foi MVP unânime da liga, D'Angelo Russell vai se adaptar muito bem ao estilo dos Warriors.

A campanha na temporada regular deve ser de quinta ou sexta colocação no Oeste. Lá por fevereiro, Klay Thompson volta da lesão e, bom, eu não gostaria de jogar uma série de sete jogos contra esse equipe.

Houston Rockets

Russell Westbrook e James Harden vão se dar muito bem. O entrosamento dos tempos de Thunder vai se transferir para o Texas e os dois vão jogar com uma harmonia que poucos esperam.

No sistema de 'run-and-gun' de Mike D'Antoni, ambos vão se divertir e brilhar. E Clint Capela vai cansar de enterrar bolas após o pick-and-roll com um dos dois. E eu quero ver quem é que vai impedir Morey de falar que Harden é um pontuador melhor que Michael Jordan.

Indiana Pacers

Victor Oladipo voltará de lesão ainda melhor do que quando se machucou, que já era alto. Myles Turner seguirá como um dos melhores defensores de aro da NBA e Sabonis o complemento perfeito para o garrafão da equipe.

Além disso, Malcolm Brogdon foi a adição perfeita para uma equipe que precisava de um pouco mais de arremesso.

LA Clippers

O time que ganhou dois jogos do Warriors completo, com Durant e tudo, trocou Danilo Gallinari e Shai Gilgeous-Alexander por Kawhi Leonard e Paul George. Só isso.

E boa sorte tentando pontuar contra esse perímetro. Se passar por eles, boa sorte tentando se virar com Montrezl Harrell. E não esqueça de Lou Williams fazendo 30 pontos vindo do banco.

Quem ficará com o Larry O'Brien?
Quem ficará com o Larry O'Brien? Getty Images

Los Angeles Lakers

LeBron James e Anthony Davis.

Memphis Grizzlies

Ja Morant vai se mostrar a evolução de Russell Westbrook. Dwight Howard vai voltar a ser o pivô dominante de 2009 (se ficar, né?), Andre Iguodala continuará sendo um dos melhores defensores da liga.

Jae Crowder foi uma adição excelente, Valanciunas vai completar bem o garrafão com Howard e, por que não, é a temporada de Cabloco! (Pode conter ufanismo).

Miami Heat

Jimmy Butler vai chegar na Flórida e transformar a franquia. Sem estar na sombra de Whiteside, Adebayo vai demonstrar o potencial que tem e se transformar em um jogador dominante no garrafão.

Goran Dragic é um armador extremamente sólido e que vai garantir ótimos minutos e Dion Waiters vai entrar no modo "Waiters Island" nos playoffs e nós vamos nos divertir assistindo a uma insanidade de arremessos que não deveriam sequer ter sido tentados caindo de chuá.

Milwaukee Bucks

Giannis Antetokounmpo é o atual MVP da NBA e só tem espaço para melhora. E o grego já é um dos jogadores mais dominantes da liga, imagina quando adicionar um arremesso consistente do perímetro, o que deve acontecer nessa temporada.

Se o arremesso não vier, Giannis ainda é uma força capaz de colapsar defesas enquanto infiltra e abrirá espaço para Brook Lopez e, agora, Kyle Korver arremessarem do perímetro. O time está cada vez mais completo. E assustador.

Minnesota Timberwolves

Karl-Anthony Towns irá provar para o mundo que o problema era Jimmy Butler. Wiggins irá rir de quem o considera o "pior contrato da NBA". Além disso, Jarrett Culver entrará na liga dominando o perímetro.

E Jordan Bell mostrará que não era apenas um "produto do sistema Warriors". Aí vem os lobos.

New Orleans Pelicans

O fenômeno Zion é real. O camisa 1 vai entrar na NBA destruindo aros e defesas e revolucionando a liga. Lonzo Ball seguirá a evolução que já mostrava nos Lakers, chegando cada vez mais perto de ser um jogador que disputa uma vaga em um dos times de defesa da liga. 

Derrick Favors é um ótimo complemento para Zion no garrafão e Jrue Holiday um dos armadores mais subestimados da NBA. Brandon Ingram tem muito a evoluir e JJ Redick é um veterano que segue contribuindo muito bem, principalmente nos arremessos. É um time com muitas opções.

New York Knicks

A maldição irá acabar! Enquanto todos riam dos Knicks por não terem conseguido Kevin Durant e Kyrie Irving, a equipe montava um elenco sólido e Julius Randle treinava e treinava e treinava para se transformar em um unicórnio.

RJ Barrett está empolgado pela oportunidade de ofuscar seu ex-colega Zion Williamson e mostrar quem é o verdadeiro dono de Duke. Enquanto isso, Mithcell Robinson vai fechar o garrafão como se fosse embalado a vácuo. O Madison voltará aos tempos de glória!

Oklahoma City Thunder

Chris Paul está de volta a Oklahoma e seus laços com a cidade farão ele voltar ao modo "Point God". Danilo Gallinari mostrará que é um dos jogadores mais subestimados da liga e o resto do elenco é bastante sólido.

Steven Adams é um ótimo pivô que vai brilhar no pick and roll com CP3, Shai Gilgeous-Alexander é um ótimo arremessador e André Roberson será o responsável pelo trabalho sujo na defesa.

Orlando Magic

Quem vai duvidar do conto de fadas da Disney? Aaron Gordon seguirá em plena evolução, Markelle Fultz se transformará no jogador que prometia ser e Mohamed Bamba será a ajuda perfeita no garrafão.

Com isso e Nikola Vucevic querendo justificar seu contrato, Evan Fournier colocando bola atrás de bola e Terrence Ross e DJ Augustin fazendo sua parte, o Mickey receberá seu anel.

Philadelphia 76ers

Finalmente chegou o ano dos Sixers. Joel Embiid vai se manter saudável durante toda a pós-temporada e demonstrar que é um dos pivôs mais dominantes, se não o mais, da liga. Seria bom se Ben Simmons desenvolvesse um arremesso, mas não será necessário. O ala tem tudo para compensar a falta de arremesso com armação.

Al Horford foi uma excelente adição para um garrafão que ficará instransponível. Tobias Harris e Josh Richardson proverão o arremesso que a equipe precisa para brilhar.

Phoenix Suns

Um meteoro atingiu a terra. A humanidade foi praticamente extinta, exceto por um ser humano que sobreviveu: Devin Booker.

Sozinho no planeta Terra, Booker declara o Suns campeão da temporada 2019/2020. É o único cenário possível para isso acontecer.

Portland Trail Blazers

Damian Lillard cansou de ficar no quase. Esse ano é o ano de Dame D.O.L.L.A e C.J McCollum e ninguém será capaz de impedir. Assim como fez contra o Thunder na temporada passada, Lillard irá obliterar qualquer equipe que entrar em seu caminho.

E, de bônus, ainda vai se transformar em um dos rappers mais condecorados do cenário. É o ano de Lillard e nós seremos testemunhas.

Sacramento Kings

De'Aaron Fox e Marvin Bagley III deixaram de participar da Copa do Mundo de basquete pelos Estados Unidos para "se preparem para uma temporada divertida na NBA".

O mínimo que eu espero de quem rejeita o Mundial pelos Estados Unidos sem ser um All-Star é que eles façam uma preparação realmente incrível e, do nada, levantem o Larry O'Brien.

San Antonio Spurs

Gregg Popovich é um dos melhores técnicos da história do basquete, talvez o melhor. Dejounte Murray vai estar saudável a temporada toda e Pop será capaz de montar um time extremamente competitivo, ainda mais com a adição de DeMarre Carroll, um ótimo defensor que coloca bolas de três.

E atenção para o calouro Luka Samanic. Ninguém está falando dele, mas tem tudo para ser mais um daqueles jogadores que os Spurs acham, lapidam e viram uma das principais estrelas da liga (cof cof Kawhi cof cof).

Toronto Raptors

Quem precisa de Kawhi? O verdadeiro MVP das Finais foi Pascal Siakam! Ou, melhor, VanVleet! Digo, o Drake! Os Raptors são os atuais campeões e mesmo perdendo o MVP das Finais, ainda tem time e, acima de tudo, defesa que pode brigar pelo título.

VanVleet deu mostras de que é um jogador que cresce em playoffs, Siakam se mostrou um dos maiores unicórnios da liga e, bom, jogar no Jurassic Park não é nada fácil.

Utah Jazz
O Jazz era um dos melhores times na última temporada e só precisava de um armador melhor que Ricky Rubio. Bom, Utah agora tem Mike Conley como seu principal armador.

A última vez que eu vi um upgrade tão bom assim foi quando a Selena Gomez largou o Justin Bieber para ficar com o The Weeknd. Ninguém vai pontuar contra esse Jazz, que ganha a NBA vencendo a final com o adversário tendo media de 50 pontos por jogo.

Washington Wizards

John Wall está fora da temporada. Mas, calma, um heroi improvável vem do Oriente para transformar os Wizards em pura magia. Vindo de Toyama, no Japão, Rui Hachimura irá entrar na liga fazendo coisas incríveis.

Junto com Bradley Beal, Hachimura irá levar os Wizards ao lugar mais alto do pódio. Rui Hachimura é o hokage que Washington estava esperando.

Comentários

Por que seu time será campeão da NBA em 2019/2020

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Dwight Howard nos Lakers faz sentido, mas é um pesadelo recente difícil de esquecer

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon
[]

Agora que está desempregado e praticamente ninguém mais na NBA o deseja, Dwight Howard atacou de bonzinho recentemente, dizendo que Kobe Bryant tinha razão sobre as cobranças que fez sobre ele nos tempos em que atuaram juntos, que deixou seu ego de lado aos 34 anos, entre outras coisas que o fazem parecer um santinho.

O pivô de 34 jogos vem de sua pior temporada na NBA, onde atuou apenas em nove jogos. Mas com a lesão de DeMarcus Cousins, que rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho, Howard agora é visto como um bom substituto para o Los Angeles Lakers.

E faz todo sentido. É um pivô experiente, com bagagem, ex-All-Star e ex-candidato a MVP. Se vier será pelo salário mínimo e por um ano, ótimo.

Mas o torcedor do Los Angeles Lakers também não esquece o que aconteceu há seis anos, quando Howard foi trocado para o time e abandonou a franquia após apenas uma temporada, reclamando que Kobe não passava a bola, de tudo e de todos, achando que o problema era os outros.

Os Lakers no meio das negociações de renovação fizeram até papel de trouxa, com placas de publicidade pedindo para Howard ficar. Ele passou pelo Houston Rockets e por outros três times nos últimos quatro anos.

Howard merece outra chance nos Lakers porque chega em outro patamar, hoje já mais baixo, talvez aceitando se sacrificar mais pelo time. Quando esteve saudável, produziu bons número em 2017-18 pelo Charlotte Hornets.

Se de fato ele se juntar a LeBron James e cia, não é de se esperar grandes números, tocaços e enterradas monstruosas como nos tempos de Orlando Magic. A única coisa que podem torcer é para que de fato ele fique saudável.

Fonte: Gustavo Faldon

Comentários

Dwight Howard nos Lakers faz sentido, mas é um pesadelo recente difícil de esquecer

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Para lidar com Antonio Brown, Raiders têm até 'bomba atômica' e precisam agir

Rafael Belattini
Rafael Belattini

O “vai ou racha” do GM Mike Mayock deixou claro que o Oakland Raiders está cansado dos repentes de Antonio Brown, que mais uma vez não foi treinar por causa da novela com o capacete.

Se até agora a franquia se mostrou tranquila com relação ao assunto, chegou a hora de agir de forma enérgica.

Mas quais são as reais armas para que o wide receiver volte ao trabalho e esteja pronto para a 1ª semana da temporada, contra o Denver Broncos?

Antonio Brown protagoniza uma das novela mais bizarras do ano
Antonio Brown protagoniza uma das novela mais bizarras do ano Getty

Bom, são três alternativas, sendo que uma delas pode ser considerada uma “bomba atômica”.

Para começar com a mais drástica atitude, os Raiders podem dar um basta na história e dispensar Brown, cortando-o do elenco.

O recebedor já levou US$ 1 milhão (R$ 4,03 milhões) pela assinatura do contrato e deixaria um prejuízo de US$ 30 milhões (R$ 120,89 milhões) para a franquia, que teria que pagar aquilo que já está garantido no acordo.

Por mais que o montante atrapalhe na folha salarial, Jon Gruden e companhia passariam a mensagem de que ninguém, absolutamente ninguém, está acima do time, do projeto.

Nesta mesma linha de decisão, os Raiders poderiam trabalhar uma troca do jogador, o que salvaria um espaço na folha salarial. Contudo, resta saber quem aceitaria trazer este problema para si e quanto ofereceria por isso – Oakland mandou uma escolha de terceira e outra de quinta rodada para o Pittsburgh Steelers em março.



A “bomba atômica” é a alternativa que todos sabem que existe, mas vão evitar ao máximo de usar pois as consequências podem ser devastadoras: uma carta de cinco dias.

O dispositivo existe no acordo coletivo da NFL, mas não foi usado desde a assinatura do último CBA, em 2011. Trata-se de um aviso de que o jogador precisa se reapresentar em cinco dias ou então estará fora de qualquer atividade da liga, sem salários, pelo próximo ano.

Neste caso, Brown entraria em uma lista de exceção da liga e seria proibido de treinar e jogar, nos Raiders ou em qualquer outra franquia. Ele seria banido por toda a temporada.

Por mais que muitos vejam a medida como uma boa lição para Brown, as consequências seriam grandes para os Raiders, já que o empresário do atleta, Drew Rosenhaus, é um dos mais importantes da liga e poderia responder com represálias à franquia.

Restando pouco mais de duas semanas para o início da temporada, aparentemente o que resta aos Raiders é esperar. Enquanto isso, em Pittsburgh, pessoas sorriem por não terem em suas mãos este problema.

Atualização: Segundo fontes, o jogador apareceu nas instalações da franquia nesta segunda-feira, participou das reuniões, mas as atividades de campo foram canceladas. Brown voltou, ao menos por enquanto.

Comentários

Para lidar com Antonio Brown, Raiders têm até 'bomba atômica' e precisam agir

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

[Programação] Bruno ou Weinny? Desafio de Talentos define o novo comentarista de esportes americanos da ESPN

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Foram mais de 600 inscritos até definir os cinco candidatos. Mais cinco semanas para chegar aos dois finalistas. E, na próxima segunda, enfim o fã de esporte conhecerá o novo comentarista de esportes americanos dos canais ESPN. Bruno e Weinny ainda estão na disputa e farão a decisão, transmitida ao vivo na ESPN. O público ajuda nessa escolha e pode votar clicando aqui.

Mas a semana de esportes americanos é quente também em campo e nas quadras. A pré-temporada da NFL acelera, com rodada dupla de jogos no domingo, mais dois ao longo da semana. O beisebol tem o confronto especial da Little League neste domingo, entre Chicago Cubs e Pittsburgh Pirates. E a LBF pode definir seu campeão entre Veracruz Campinas e Sampaio Correa.

Weinny e Bruno - Desafio de Talentos
Weinny e Bruno - Desafio de Talentos Reprodução

Veja abaixo a programação completa de esportes americanos.

SÁBADO, 17 DE AGOSTO

BEISEBOL (Little League World Series)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

LACROSSE (Major League Lacrosse)
21h - Denver Outlaws x Dallas Rattlers (WatchESPN)

DOMINGO, 18 DE AGOSTO

NFL (pré-temporada)
17h - New Orleans Saints x Los Angeles Chargers (ESPN)
21h - Seattle Seahawks x Minnesota Vikings (ESPN)

MLB
20h - Chicago Cubs x Pittsburgh Pirates (ESPN 2)

LBF (final)
18h - Campinas x Sampaio (ESPN Extra)

BEISEBOL (Little League World Series)
10h - Jogo a definir (WatchESPN)
12h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Jogo a definir (WatchESPN) 

SEGUNDA, 19 DE AGOSTO

19h - ESPN LEAGUE (ESPN)

20h30 - DESAFIO DE TALENTOS (ESPN)

NFL (pré-temporada)
21h - San Francisco 49ers x Denver Broncos (ESPN)

MLB
20h - Washington Nationals x Pittsburgh Pirates (ESPN 2)

BEISEBOL (Little League World Series) 
12h - Jogo a definir (WatchESPN)
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

TERÇA, 20 DE AGOSTO

MLB
20h - Philadelphia Phillies x Boston Red Sox (ESPN 2)
23h - New York Yankees x Oakland Athletics (WatchESPN)

BEISEBOL (Little League World Series) 
12h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

QUARTA, 21 DE AGOSTO

MLB
23h - New York Yankees x Oakland Athletics (ESPN)

BEISEBOL (Little League World Series) 
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN) 

QUINTA, 22 DE AGOSTO

NFL (pré-temporada)
21h - Jacksonville Jaguars x Miami Dolphins (ESPN)

LBF (final)
19h - Sampaio x Campinas (ESPN Extra)

BEISEBOL (Little League World Series) 
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

SEXTA, 23 DE AGOSTO

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
21h - Buffalo Bills x Detroit Lions (ESPN)

MLB
20h - Atlanta Braves x New York Mets (WatchESPN)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 17 de agosto, 13h.

Fonte: Ubiratan Leal

Comentários

[Programação] Bruno ou Weinny? Desafio de Talentos define o novo comentarista de esportes americanos da ESPN

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

[Programação] MLB esquenta na ESPN com vários confrontos diretos na briga pelos playoffs

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Max Scherzer, arremessador do Washington Nationals
Max Scherzer, arremessador do Washington Nationals []

Ainda falta um mês e meio para o final da temporada regular da MLB, mas a briga pelos playoffs já está quente. Muito quente, aliás. As disputas pelo título das divisões centrais da Liga Americana e da Nacional, além dos quatro wildcards das duas ligas, estão acirradíssimas, e qualquer confronto entre as equipes envolvidas pode definir o destino de um time.

O fã de esporte da ESPN poderá ver isso de perto nesta semana. Serão transmitidos cinco jogos, todos eles com equipes com chances de ir à pós-temporada. Alguns dos duelos, inclusive, envolvem times que disputam diretamente a vaga nos playoffs.

Além disso, os canais ESPN trazem o início das finais da LBF e a retomada da pré-temporada da NFL, com Oakland Raiders x Arizona Cardinals. Veja abaixo toda a programação de esportes americanos da ESPN e não perca nada.

SÁBADO, 10 DE AGOSTO

BEISEBOL (Little League World Series)
12h - Final região Meio-Oeste (WatchESPN)
14h - Final da região da Nova Inglaterra (WatchESPN)
16h - Final da região Nordeste (WatchESPN)
18h - Final da região dos Grandes Lagos (WatchESPN)
20h - Final da região do Meio-Atlântico (WatchESPN)
22h - Final da região Oeste (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League World Series)  
13h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
23h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

LACROSSE (Major League Lacrosse)
21h - Denver Outlaws x Chesapeake BayHawks (WatchESPN)

DOMINGO, 11 DE AGOSTO

MLB
20h - Philadelphia Phillies x San Francisco Giants (ESPN)

WNBA
 19h - Connecticut Sun x Las Vegas Aces (ESPN Extra)

BEISEBOL (Junior League World Series)
12h - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League World Series)  
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

SEGUNDA, 12 DE AGOSTO

20h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

21h - DESAFIO DE TALENTOS (ESPN)

MLB
20h - Boston Red Sox x Cleveland Indians (ESPN 2)

BEISEBOL (Junior League World Series)
12h - Jogo a definir (WatchESPN)
15h - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League World Series)  
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
17h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

TERÇA, 13 DE AGOSTO

MLB
20h - Cincinnati Reds x Washington Nationals (ESPN)

BEISEBOL (Junior League World Series) 
12h - Jogo a definir (WatchESPN) 
15h - Jogo a definir (WatchESPN) 
18h - Jogo a definir (WatchESPN) 
21h - Jogo a definir (WatchESPN)

SOFTBOL (Little League World Series - playoffs)   
20h - Jogo a definir (WatchESPN) 
22h30 - Jogo a definir (WatchESPN)

QUARTA, 14 DE AGOSTO

MLB
20h - Chicago Cubs x Philadelphia Phillies (ESPN)

WNBA
21h - Connecticut Sun x Phoenix Mercury (ESPN 2)

BEISEBOL (Junior League World Series) 
12h - Jogo a definir (WatchESPN) 
15h - Jogo a definir (WatchESPN) 
18h - Jogo a definir (WatchESPN) 
21h - Jogo a definir (WatchESPN) 

SOFTBOL (Little League World Series - final)
23h - Jogo a definir (WatchESPN) 

QUINTA, 15 DE AGOSTO

NFL
21h - Oakland Raiders x Arizona Cardinals (ESPN)

BEISEBOL (Little League World Series) 
14h - Jogo a definir (WatchESPN)
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Jogo a definir (WatchESPN)

BEISEBOL (Junior League World Series) 
17h - Jogo a definir (WatchESPN) 
20h - Jogo a definir (WatchESPN)

SEXTA, 16 DE AGOSTO

19h - ESPN LEAGUE (ESPN)

MLB
20h - Cleveland Indians x New York Yankees (ESPN)

LBF (final)
20h - Campinas x Sampaio Correa (ESPN Extra)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 10 de agosto, 13h.

Fonte: Ubiratan Leal

Comentários

[Programação] MLB esquenta na ESPN com vários confrontos diretos na briga pelos playoffs

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

mais postsLoading