[Programação] Playoffs da NFL tem semana de duelos de wild card. Fique ligado na agenda

Ubiratan Leal
ESPN
New Orleans Saints enfrenta o Minnesota Vikings nos playoffs da NFL
New Orleans Saints enfrenta o Minnesota Vikings nos playoffs da NFL Getty

Temos uma boa e uma má notícia. Primeiro a boa notícia: a temporada da NFL só terá jogão a partir de agora, e todos com transmissão dos canais ESPN. A má notícia é que serão apenas 11 partidas antes de meses e meses de recesso da liga, e mais uma se você tiver boa vontade e contar o Pro Bowl. Tudo isso junto conspira para uma conclusão óbvia: não dá para perder mais nada, porque você vai curtir bastante e vai sentir falta.

A fase de wildcard começa neste sábado, tendo como atração principal o New England Patriots. O atual tricampeão da Conferência Americana perdeu o direito de folgar nesta abertura de playoffs com uma derrota em casa para o Miami Dolphins e é visto com desconfiança.  No domingo, o New Orleans Saints recebe o Minnesota Vikings e o Seattle Seahawks visita o Philadelphia Eagles. Enquanto isso, San Francisco 49ers, Green Bay Packers, Kansas City Chiefs e Baltimore Ravens já se preparam para as semifinais de conferência na próxima semana.

O clima de playoffs não fica restrito à NFL. O hóquei no gelo tem as semifinais da Champions Hockey League, a principal competição continental da modalidade na Europa. Três times suecos e um tcheco estão na briga, que também será transmitida nos canais ESPN.

Fique de olho na agenda de esportes americanos para não perder nada.

SÁBADO, 4 DE JANEIRO

NFL (playoffs)
18h35 - Buffalo Bills x Houston Texans (ESPN)
22h - Tennessee Titans x New England Patriots (ESPN)

NBA
22h - Boston Celtics x Chicago Bulls (ESPN 2)

NHL
15h - Edmonton Oilers x Boston Bruins (WatchESPN)

NCAA (futebol americano - bowls)
13h - Armed Forces Bowl: Southern Mississippi x Tulane (ESPN)

FUTEBOL AMERICANO ESCOLAR
15h30 - Blue-Gray All-American Bowl: Norte x Sul (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
14h - NC State x Clemson (WatchESPN)
14h - Wake Forest x Pittsburgh (WatchESPN)
14h - Oklahoma State x Texas Tech (WatchESPN)
14h - LSU x Tennessee (WatchESPN)
15h - Kansas State x Oklahoma (WatchESPN)
16h - Florida State x Louisville (WatchESPN)
16h - Virginia Tech x Virginia (WatchESPN)
16h - UConn x South Florida (WatchESPN)
16h - Buffalo x Miami-Ohio (WatchESPN)
16h - Missouri x Kentucky (WatchESPN)
18h - Notre Dame x Syracuse (WatchESPN)
18h - Ole Miss x Wichita State (WatchESPN)
18h30 - Auburn x Mississippi State (WatchESPN)
20h - Georgia Tech x North Carolina (WatchESPN)
20h - Iowa State x TCU (WatchESPN)
20h - Alabama x Florida (WatchESPN)
21h - Texas A&M x Arkansas (WatchESPN)
22h - Duke x Miami (WatchESPN)
22h -Texas x Baylor  (WatchESPN)
22h - Bradley x Northern Iowa (WatchESPN)
22h - King x Loyola (WatchESPN)
23h - SMU x Vanderbilt (WatchESPN)
0h - Air Force x UNLV (WatchESPN)
0h - Pepperdine x Gonzaga (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
16h - Buffalo x Miami-Ohio (WatchESPN)
17h - Kansas x Oklahoma State (WatchESPN)

DOMINGO, 5 DE JANEIRO

NFL
15h - Minnesota Vikings x New Orleans Saints (ESPN)
18h30 - Seattle Seahawks x Philadelphia Eagles (ESPN)

NHL
14h30 - San Jose Sharks x Washington Capitals (ESPN 2)

NCAA (basquete masculino)
15h - Marist x St. Peter's (WatchESPN)
16h - Iona x Monmouth (WatchESPN)
20h - Oregon State x Colorado (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
14h - Michigan State x Michigan (WatchESPN)
14h - Georgia Tech x Wake Forest (WatchESPN)
14h - Virginia x NC State (WatchESPN)
14h - Vanderbilt x Florida (WatchESPN)
16h - Duke x Louisville (WatchESPN)
16h - Arkansas x Auburn (WatchESPN)
16h - LSU x Missouri (WatchESPN)
16h - Cincinnati x Sourth Florida (WatchESPN)
16h - Florida State x Miami (WatchESPN)
16h - North Carolina x Virginia Tech (WatchESPN)
16h - Boston College x Pittsburgh (WatchESPN)
18h - Mississippi State x Georgia (WatchESPN)
18h - Notre Dame x Syracuse  (WatchESPN)
18h - Memphis x Houston (WatchESPN)
18h - Tennessee x Kentucky (WatchESPN)
20h - South Carolina x Alabama (WatchESPN)

SEGUNDA, 6 DE JANEIRO

20h - ESPN LIVE BUD (ESPN)

20h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NCAA (futebol americano - bowls)
21h30 - LendingTree Bowl: Louisiana x Miami-Ohio (ESPN)

NCAA (basquete masculino)
23h - West Virginia x Oklahoma State (WatchESPN)
23h - Southern x Prairie View A&M (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
21h - Ohio State x Maryland (WatchESPN)
21h - Ole Miss x Texas A&M (WatchESPN)

TERÇA, 7 DE JANEIRO

20h30 - NFL LIVE BUD (ESPN)

NHL
21h - Philadelphia Flyers x Carolina Hurricanes (ESPN)

CHAMPIONS HOCKEY LEAGUE (playoffs)
13h55 - Frölunda Indians-SUE x Lulea-SUE (ESPN 2)

NBA G-LEAGUE
21h - Wisconsin Herd x Fort Wayne Mad Ants (WatchESPN)
21h - Delaware Blue Coats x Westchester Knicks (WatchESPN)
22h - Austin Spurs x Oklahoma City Blue (WatchESPN)
0h - Rio Grande Valley Vipers x Stockton Kings (WatchESPN) 

NCAA (basquete masculino)
21h - Ohio State x Maryland (ESPN 2)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Florida x South Carolina (WatchESPN)
21h - Tennessee x Missouri (WatchESPN)
23h - Virginia Tech x Syracuse (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Ole Miss x Texas A&M (WatchESPN)
1h* - Jogo a definir (WatchESPN)
1h* - Jogo a definir (WatchESPN)

QUARTA, 8 DE JANEIRO

NBA
21h30 - Denver Nuggets x Dallas Mavericks (ESPN)
0h - Milwaukee Bucks x Golden State Warriors (ESPN)

NHL
21h30 - Winnipeg Jets x Toronto Maple Leafs (WatchESPN)

CHAMPIONS HOCKEY LEAGUE (playoffs)
13h55 - Djugarden-SUE x Mountfield-TCH (ESPN 2)

NBA G-LEAGUE
21h - Long Island Nets x Colorado Rapids Drive (WatchESPN)
0h - Iowa Wolves x South Bay Lakers (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Pittsburgh x North Carolina (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Mississippi State x Alabama (WatchESPN)
21h30 - Florida State x Wake Forest (WatchESPN)
22h - Kansas x Iowa State (WatchESPN)
23h - Duke x Georgia Tech (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Vanderbilt x Auburn (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
21h - Buffalo x Toledo (WatchESPN)
22h - West Virginia x Kansas (WatchESPN)

QUINTA, 9 DE JANEIRO 

20h30 - NFL LIVE BUD (ESPN)

NHL
21h - Edmonton Oilers x Montréal Canadiens (ESPN)

NBA G-LEAGUE
21h - Capital City Go-Go x Maine Red Claws (WatchESPN)
22h - Canton Charge x Wisconsin Herd (WatchESPN)
22h30 - Northern Arizona Suns x Austin Spurs (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino) 
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - St. Peter's x Siena (WatchESPN)
21h - Louisiana Tech x UTSA (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Murray State x Jacksonville State (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
1h* - Jogo a definir (WatchESPN)
1h* - Jogo a definir (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
13h - Quinnipiac x Rider (WatchESPN)
19h - Austin Peay x Tennessee Tech (WatchESPN)
20h - Duke x Virginia (WatchESPN)
21h - Georgia Tech x Florida State (WatchESPN)
21h - NC State x North Carolina (WatchESPN)
21h - Vanderbilt x Georgia (WatchESPN)
21h - Arkansas x South Carolina (WatchESPN)
21h - Boston College x Notre Dame (WatchESPN)
21h - Mississippi State x Missouri (WatchESPN)
21h - Florida x Auburn (WatchESPN)
21h - Pittsburgh x Virginia Tech (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Gardner-Webb x Campbell (WatchESPN)
21h - East Tennesse State x UNC Greensboro (WatchESPN)
22h - Louisville x Miami (WatchESPN)
22h - Tennessee x Ole Miss (WatchESPN)
22h - Kentucky x Alabama (WatchESPN)
23h - LSU x Texas A&M (WatchESPN)

SEXTA, 10 DE JANEIRO 

20h - NFL LIVE BUD (ESPN)

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
22h - New Orleans Pelicans x New York Knicks (ESPN)
0h30* - Golden State Warriors x Los Angeles Clippers (ESPN)

* Do dia seguinte

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 4 de janeiro, 10h.

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James Harden nos acostumou com o absurdo e passou a ser subestimado

Guilherme Sacco

         
    

James Harden terminou a década de 2010 como o maior cestinha do período. Com 19578 pontos anotados entre 1º de janeiro de 2010 e 31 de dezembro de 2019, o camisa 13 do Houston Rockets superou LeBron James, o segundo colocado, por mais de 200 pontos.

Vale lembrar que James Harden não era titular até a temporada 2012/2013, sendo "apenas" sexto homem na época de Oklahoma City Thunder. O que explica o feito do Barba? A sua capacidade absurda de pontuar que fez a gente se acostumar com o absurdo.

Nesta temporada, Harden tem média de 38,2 pontos por jogo, a maior marca desde 1986/87 quando Michael Jordan atingiu 37,1 pontos por partida.
Na reta final de dezembro, o Barba teve uma sequência de 9 jogos em que fez 39,2 pontos por jogo com 52,1% de aproveitamento dos arremessos e 48,3% do perímetro e quase ninguém falou sobre isso e, principalmente, o quão absurdo é.

James Harden passou a ser subestimado
James Harden passou a ser subestimado Stacy Revere/Getty Images

Passamos a tratar uma temporada de 38,2 pontos, 7,5 assistências, 46% de FG e 38% de 3PT (além de 62,4% de true shooting e 56,7% eFG) como algo normal e "não merecedora" do prêmio de jogador mais valioso da temporada.

James Harden faz coisas absurdas com tamanha constância que o absurdo virou normal e, portanto, o camisa 13 está passando a ser subestimado. Não se fala mais em nenhum feito do Barba que não seja fazer 60 pontos em uma partida.

Quem tenta diminuir os feitos de Harden cai nos mesmos papos de sempre: o de que ele cava muitas faltas, bate muitos arremessos livres e, portanto, pontua bastante por isso. Esquecem, por exemplo, que ele fez 55 pontos contra o Cleveland Cavaliers e 54 contra o Orlando Magic batendo 5 e 6 lances livres, respectivamente.

James Harden é um jogador histórico. O melhor cestinha desde Michael Jordan na NBA e alguém capaz de fazer 50 pontos em uma partida parecerem "normais" ou "irrelevantes". É preciso dar a devida importância histórica para o camisa 13 enquanto sua carreira está ativa e não só depois de sua aposentadoria.

Apreciem o maior pontuador da década. E não deixem a narrativa corromper a visão. Não subestimem James Harden. Tratem-o como o jogador histórico que ele é.


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James Harden nos acostumou com o absurdo e passou a ser subestimado

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Ligas brasileiras deviam aproveitar as festas para terem exposição

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Georginho, do São Paulo
Georginho, do São Paulo Beto Miller/Corinthians

O clássico das duas maiores torcidas de futebol do país, duelos com duas das maiores rivalidades do interior paulista e o dérbi nordestino, além de o campeão da Liga Sul-Americana visitando uma tradicional força. O NBB programou vários encontros marcantes para a rodada dos dias 27 a 29 de dezembro, jogos com potencial de chamar a atenção ao basquete nacional nas arquibancadas e, principalmente, na mídia. Ainda mais porque estamos em uma época especial do calendário: o momento em que o futebol nacional está parado e as pessoas estão com tempo livre de sobra.

Por mais que algumas modalidades tenham públicos bem estabelecidos, como o vôlei e o basquete, o caminho para uma real massificação passa por expandir essa base de torcedores. E isso inevitavelmente significa receber a atenção do enorme grupo de brasileiros que se dedicam exclusivamente ao futebol.

Durante a maior parte do ano, o futebol domina. As demais modalidades acabam programando seus jogos de forma que não concorram diretamente com o esporte mais popular do país, muitas vezes escolhendo horários ou dias da semana menos atrativos ao torcedor da TV ou da arquibancada. É difícil medir o impacto total disso na audiência e na média de público da Superliga, do NBB, da LBF, da Liga Futsal e da Liga Nacional de Handebol, mas certamente as ligas gostariam de trabalhar sem esse obstáculo.

É justamente o que ocorre em dezembro, especialmente nas semanas de Natal e Ano Novo. O futebol profissional está de férias e o torcedor tem apenas as especulações de mercado como motivo de engajamento maior. Momento ideal para as demais modalidades aparecerem. A LBF, a Liga Futsal e as Ligas Nacionais de Handebol masculina e feminina estão de recesso nesse período, mas a Superliga de vôlei e o NBB, não. O basquete percebeu a oportunidade e realizou partidas de bastante apelo dias após o Natal. Teve ótimos públicos em seus ginásios. Mas ainda é algo raro.

A Superliga tem recesso de 22 de dezembro a 5 de janeiro no torneio masculino e de 22 de dezembro a 7 de janeiro no torneio feminino. São duas semanas em que o vôlei teria grande exposição pela falta de futebol, mas desperdiça a oportunidade parando suas competições.

O NBB descobriu isso nos últimos anos. Encheu a tabela de grandes partidas em 2017 e apostou no Super 8 para mobilizar a torcida no ano passado. O retorno não foi tão bom e, na temporada 2019-20, deixaram o Super 8 para janeiro, reservando uma rodada de jogos de bastante apelo para os dias entre Natal e Ano Novo. O público respondeu com boa presença na maioria dos ginásios.

Claro que há resistência a isso. Realizar jogos obriga os clubes e a liga a funcionarem normalmente. Muita gente reclamaria porque gostaria de ter folga para passar as festas com família e amigos. Mas talvez seja o preço a se pagar.

Milhões de brasileiros trabalham normalmente nessa época do ano. Seja porque atua em um setor que não pode parar (transporte público, segurança pública, saúde, imprensa) ou porque atua em uma área que considera importante a sua operação se manter na ativa sempre (comércio, turismo, lazer). Se a liga considerar que a exposição do período de férias do futebol é fundamental, que se aproveite isso. Se for o caso, compense com bônus ou esquema de revezamento (quem joga/trabalha no Natal folga no Ano Novo e vice-versa).

Nos Estados Unidos é assim. As ligas americanas programam rodadas importantes para feriados e nas festas de fim de ano justamente para aproveitar que os torcedores estão de folga. O Dia da Independência é da MLB. O Dia de Ação de Graças é da NFL. O Natal é da NBA. O Réveillon é do futebol americano universitário.

Na Europa não é tão diferente. Por mais que jogadores e técnicos reclamem, as rodadas de fim de ano da Premier League se acumulam porque têm público acima da média. No basquete, a Liga ACB espanhola teve jogos em 28 e 29 dezembro e já retorna no dia 4 de janeiro. Sendo que, nos dias 2 e 3 já tem o retorno da Euroliga.

Por isso, a iniciativa do NBB deve ser saudada. E que deveria inspirar o vôlei. Afinal, se não dar para brigar diretamente com o futebol, que se coma pelas beiradas e aproveite para aparecer quando a bola para de rolar nos gramados.

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Ligas brasileiras deviam aproveitar as festas para terem exposição

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[Programação] O melhor do futebol americano universitário entra em campo na semana de Ano Novo

Ubiratan Leal
ESPN
Jonathan Taylor, considerado um dos melhores running back universitários do momento, defenderá o Wisconsin no Rose Bowl
Jonathan Taylor, considerado um dos melhores running back universitários do momento, defenderá o Wisconsin no Rose Bowl Getty Images

O futebol americano unviersitário chega em sua melhor semana. Não, não é a semana da finalíssima. Essa será só em 13 de janeiro. A melhor semana é a do Ano Novo, em que os melhores times da temporada se encontram em uma série de bowls de alto nível técnico e grandes rivalidades.

Os grandes atrativos da semana são as semifinais, que neste ano valerão o Peach Bowl (Oklahoma x LSU, líder do ranking da temporada regular) e o Fiesta Bowl (Ohio State x Clemson, atual campeão). Mas o torcedor pode acompanhar também os demais quatro bowls que fazem parte dos "seis grandes": Rose (Oregon x  Wisconsin), Sugar (Georgia x Baylor), Cotton (Memphis x Penn State) e Orange (Florida x Virginia).

O festival de futebol americano também chega ao profissional, com a última rodada da temporada regular da NFL. E, no hóquei no gelo, é momento do Winter Classic, neste ano com um inusitado duelo a céu aberto entre times de uma região mais quente dos Estados Unidos: Kashville Predators x Dallas Stars.

Veja a programação de esportes americanos dos canais ESPN e não perca nada.

SÁBADO, 28 DE DEZEMBRO

NHL
21h - Nashville Predators x Pittsburgh Penguins (WatchESPN)

NCAA (futebol americano - bowls)
14h - Cotton Bowl: Memphis x Penn State (ESPN 2)
18h10 - Chick-fil-A Peach Bowl (semifinal): Oklahoma x LSU (ESPN 2)
22h10 - Playstation Fiesta Bowl (semifinal): Clemson x Ohio State (ESPN 2)
14h - Camping World Bowl: Notre Dame x Iowa State (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
13h30 - Brown x Duke (WatchESPN)
14h - Long Neach State x Florida (WatchESPN)
16h - North Alabama x Florida State (WatchESPN)
21h - Niagara x Syracuse (WatchESPN) 

NCAA (basquete feminino)
15h - Florida A&M x LSU (WatchESPN)
15h - Yale x North Carolina (WatchESPN)
17h - UT Rio Grande Valley x Kansas State (WatchESPN)
17h - Alabama State x Ole Miss (WatchESPN)
17h - Jacksonville State x Auburn (WatchESPN)

DOMINGO, 29 DE DEZEMBRO

NFL
15h - Miami Dolphins x New England Patriots (ESPN)
15h - New Orleans Saints x Carolina Panthers (ESPN 2)
18h25 - Philadelphia Eagles x New York Giants (ESPN)
18h25 - Tennessee Titans x Houston Texans (ESPN Extra)
22h15 - San Francisco 49ers x Seattle Seahawks (ESPN)

NHL
17h - Winnipeg Jets x St. Louis Blues (WatchESPN) 

NCAA (basquete masculino)
14h - Alabama A&M x Notre Dame (WatchESPN)
14h - Cornell x Penn State (WatchESPN)
17h - NJIT x UConn (WatchESPN)
15h30 - Liberty x LSU (WatchESPN)
16h30 - Southern Louisiana x Oklahoma State (WatchESPN)
17h - Kansas x Stanford (WatchESPN)
18h - Navy x Virginia (WatchESPN)
18h - Tennessee Tech x Ole Miss (WatchESPN)
18h - Limpscomb x Auburn (WatchESPN)
18h - Tulsa x Kansas State (WatchESPN)
20h30 - Richmond x Alabama (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
14h - NC State x Boston College (WatchESPN)
16h - Davidson x Florida (WatchESPN)
16h - Wake Forest x Miami (WatchESPN)
16h - Howard x Tennessee (WatchESPN)
16h - Virginia Tech x Florida State (WatchESPN)
16h - Syracuse x Louisville (WatchESPN)
16h - East Carolina x Georgia (WatchESPN)
16h - Virginia x Georgia Tech (WatchESPN)
17h - UT Martin x Arkansas (WatchESPN)
17h - SE Louisiana x Alabama (WatchESPN)
17h - Little Rock x Mississippi State (WatchESPN)
18h - Clemson x Notre Dame (WatchESPN)

SEGUNDA, 30 DE DEZEMBRO

18h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NCAA (futebol americano - bowls)
14h - Servpro First Responders Bowl: Western Kentucky x Western Michigan (ESPN)
18h - Music City Bowl: Mississippi State x Louisville (ESPN 2)
22h - Orange Bowl: Florida x Virginia (ESPN 2)

NCAA (basquete masculino)
21h - Yale x North Carolina (WatchESPN)
21h - Austin Peay x Georgia (WatchESPN)
22h - Texas Southern x Texas A&M (WatchESPN)
22h - Davidson x Vanderbilt (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
22h - Morehead State x Baylor (WatchESPN)
22h - Wofford x Kansas (WatchESPN)

TERÇA, 31 DE DEZEMBRO

NHL
15h - New York Islanders x Washington Capitals (ESPN)

NCAA (futebol americano - bowls)
14h - Belk Bowl: Virginia Tech x Kentucky (ESPN 2)
17h45 - Liberty Bowl: Navy x Kansas State (ESPN 2)
21h30 - Valero Alamo Bowl: Utah x Texas (ESPN 2)

NBA G-LEAGUE
14h - Delaware Blue Coats x Maine Red Claws (WatchESPN)
15h - Rio Grande Valley Vipers x Memphis Hustle (WatchESPN)
21h30 - Oklahoma City Blue x Sioux Falls Skyforce (WatchESPN)
0h30* - Texas Legends x South Bay Lakers (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
14h - Miami x Clemson (WatchESPN)
18h - Georgia Tech x Florida State (WatchESPN)
20h - Boston College x Duke (WatchESPN)

QUARTA, 1º DE JANEIRO

NHL
16h - Nashville Predators x Dallas Stars (ESPN)

NCAA (futebol americano - bowls)
15h - Citrus Bowl: Michigan x Alabama (ESPN 2)
19h10 - Rose Bowl: Oregon x Wisconsin (ESPN)
22h50 - Sugar Bowl: Georgia x Baylor (ESPN 2)
15h - Outback Bowl: Minnesota x Auburn (WatchESPN)

QUINTA, 2 DE JANEIRO 

NHL
21h - Tampa Bay Lughtning x Montréal Canadiens (WatchESPN)

NCAA (futebol americano - bowls) 
17h - Birmingham Bowl: Boston College x CIncinnati (ESPN)
21h - Gator Bowl: Indiana x Tennessee (ESPN)

NCAA (basquete feminino)
19h - Missouri x Tennessee (WatchESPN)
20h - Iona x Quinnipiac (WatchESPN)
20h - Wake Forest x Duke (WatchESPN)
21h -Louisville x Clemson (WatchESPN)
21h - Kentucky x South Carolina (WatchESPN)
21h - Miami x Georgia Tech (WatchESPN)
21h - North Carolina x Virginia (WatchESPN)
21h - Virginia Tech x NC State (WatchESPN)
21h - Wichita State x UConn (WatchESPN)
21h - Notre Dame x Pittsburgh (WatchESPN)
21h30 - Georgia x Ole Miss (WatchESPN)
22h - Florida x Mississippi State (WatchESPN)
22h - Florida State x Syracuse (WatchESPN)
22h30 - Alabama x LSU (WatchESPN)
22h30 - Auburn x Vanderbilt (WatchESPN)
23h - Texas A&M x Arkansas (WatchESPN)

SEXTA, 3 DE JANEIRO 

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
22h - Philadelphia 76ers x Denver Nuggets (ESPN)
0h30* - New Orleans Pelicans x Los Angeles Lakers (ESPN)

NCAA (futebol americano - bowls)
17h30 - Famous Idaho Potato Bowl: Ohio x Nevada (ESPN 2)

* Do dia seguinte

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 29 de dezembro, 14h.

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[Programação] O melhor do futebol americano universitário entra em campo na semana de Ano Novo

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MLB dá passo importante para adotar zona de strike digital nos próximos cinco anos

Ubiratan Leal

Efeito digital simulando a zona de strike em transmissão de TV
Efeito digital simulando a zona de strike em transmissão de TV Reprodução TV

Contagem em 3 bolas e um strike. Bases lotadas, dois eliminados. Parte de baixo da oitava entrada e o time que está no bastão perde por uma corrida. Oportunidade clara de empatar ou mesmo virar o marcador. O arremessador manda uma bola rápida na parte externa, dois centímetros para fora. Walk e placar empatado, mas… o juiz dá strike! O rebatedor faz cara de quem comeu e não gostou, a torcida xinga, o narrador da TV levanta voz para dizer algo como “uma marcação controversa que pode mudar os rumos da partida”. E muda. No arremesso seguinte, o rebatedor, ainda irritado, vai para o swing em uma bola de efeito fora da zona de strike e é eliminado. O placar segue sem alteração e, na nona entrada, o fechador completa o serviço e garante a vitória de sua equipe.

O cenário descrito acima é extremo, mas acontece algumas vezes toda temporada. Se somarmos a isso outros momentos em que uma única marcação errada de bola ou strike teve influência no resultado final, chegamos em dezenas de casos por ano, muitos deles em partidas de playoff que podem decidir a classificação de uma equipe. Por isso, a marcação de bolas e strikes motivam sempre tanta polêmica. Ainda mais porque se trata da ação mais básica do beisebol, pautando cada um dos cerca de 300 arremessos que ocorrem por jogo.

Não à toa, televisão, clubes e empresas especializada em análise de desempenho desenvolveram radares que rastreiam o arremesso. Eles identificam onde a bola passou, se a marcação do árbitro foi correta ou mesmo se o jogador se equivocou na leitura do arremesso. E fica a pergunta: se já há radares disponíveis, por que diabos a MLB não adota definitivamente a marcação eletrônica e tira da mão do árbitro?

Bem, isso pode acontecer em breve. E tivemos um passo importante nesta segunda. Uma reportagem da Associated Press revelou que o novo acordo trabalhista assinado com a Major League Baseball, a Associação de Árbitros da MLB concorda em cooperar no desenvolvimento e no teste de radares para a marcação de bolas e strikes. A entidade também aceita colaborar se a liga decidir colocar a tecnologia em ação.

Pode soar como algo pequeno, mas não é. Pela relação entre a MLB e o sindicato, a aprovação dos árbitros é fundamental para a mudança de uma regra que afetará diretamente sua atividade. Também é preciso haver uma aprovação do sindicato de jogadores, mas essa seria mais simples para esse caso.

O acordo entre a liga e o sindicato de árbitros é válido pelos próximos cinco anos, e, se a marcação eletrônica for adotada, é provável que seja em algum momento dentro desse período. Em 2019, a MLB assinou um acordo com uma liga independente, a Atlantic Coast League, para a experimentação de novas regras no jogo. Uma delas foi o uso de radares para a definição de bolas e strikes e o teste foi considerado bem sucedido. Não houve perda significativa de tempo no anúncio das decisões e os jogadores pareceram aceitar a mudança. Ainda há ajustes a realizar, como no caso de bolas de curva com efeito muito acentuado e que ficam no limite de entrar ou não na zona de strike.

A adoção de radar para bolas e strikes não eliminaria o árbitro do home plate. No sistema que tem sido testado, ele anuncia a marcação normalmente, seguindo a informação que recebe em um ponto eletrônico. Além disso, seguiria a cargo dele a definição de várias outras jogadas, como check swing, se houve eliminação em disputa no home plate, balk e interferência. E, claro, se houver algum problema no sistema de marcação, o árbitro assumiria esse papel.

É provável que a MLB adote a marcação eletrônica em uma liga menor single-A (quarto nível) em 2020 e em uma triple-A (segundo nível) em 2021. Provavelmente seriam os passos finais para a entrada nas grandes ligas. Isso tornaria o beisebol no nível da MLB na modalidade coletiva com uso mais significativo de tecnologia na arbitragem. Afinal, sua ação mais básica, repetida centenas de vezes ao longo do jogo, seria decidida sem participação humana. Não haveria paralelo em futebol, basquete, rugby, futebol americano, vôlei, hóquei no gelo, handebol ou outro esporte de equipes. Só competições individuais com cronometragem eletrônica, como natação e atletismo, dependeriam mais da tecnologia para o desenrolar das competições.

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MLB dá passo importante para adotar zona de strike digital nos próximos cinco anos

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[Programação] O Natal chega, e com o Papai Noel vem Papai LeBron (e vários outros craques do basquete)

Ubiratan Leal
ESPN
Rodada de Natal da NBA
Rodada de Natal da NBA Divulgação

Feriado é sinônimo de esporte. Nos Estados Unidos é assim, e cada liga trata de programar duelos importantes para aproveitar que muita gente está de folga, procurando alguma opção de lazer para ficar em casa ou sair com a família. O Dia da Independência é da MLB, o Dia de Ação de Graças é da NFL e o Natal é da NBA. Por isso, a aproximação de Papai Noel significa também a aproximação de Papai LeBron (e também de diversos outros craques).

A ESPN transmite a rodada quíntupla (isso, cinco jogos) de NBA neste Natal. Destaque para os confrontos diretos entre as forças que dominaram o Leste pós-LeBron James (Boston Celtics x Toronto Raptors, Milwaukee Bucks x Philadelphia 76ers), o duelo que marcou o Oeste nas últimas temporadas (Houston Rockets x Golden State Warriors) e o clássico de Los Angeles, com dois dos favoritos para o título do Oeste na atual temporada (Clippers x Lakers).

Além disso, há a reta final da temporada da NFL e a grande semana dos bowls no futebol americano universitário. Veja os horários e não perca nada.

SÁBADO, 21 DE DEZEMBRO

NFL
15h - Houston Texans x Tampa Bay Buccaneers (ESPN)
18h30 - Buffalo Bills x New England Patriots (ESPN)
22h25 - Los Angeles Rams x San Francisco 49ers (ESPN)

NBA
22h30 - Los Angeles Clippers x San Antonio Spurs (ESPN 2) 

NHL
21h - Montréal Canadiens x Edmonton Oilers (WatchESPN)

NCAA (futebol americano - bowls)
16h - New Mexico Bowl: Central Michigan x San Diego State (ESPN Extra)
23h - New Orleans Bowl: Appalachian State x UAB (ESPN Extra)
14h - Celebration Bowl: Alcorn State x North Carolina A&T (WatchESPN)
15h - Shrine Bowl of the Carolinas: Jogo a definir (WatchESPN)
16h - FCS semifinal: Montana State x North Dakota State (WatchESPN)
17h - Final Segunda Divisão: West Florida x Minnesota State (WatchESPN)
17h30 - Cheribundi Boca Raton Bowl: SMU x Florida Atlantic (WatchESPN)
19h30 - Camellia Bowl: Florida International x Arkansas State (WatchESPN)
20h30 - FCS semifinal: Weber State x James Madison (WatchESPN)
21h - Final Naia: Marian x Morningside (WatchESPN)
21h30 - Las Vegas Bowl: Boise State x Washington (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
14h - North Carolina A&T x Wake Forest (WatchESPN)
14h - Indiana x Notre Dame (WatchESPN)
14h - VCU x Wichita State (WatchESPN)
15h - Illinois x Missouri (WatchESPN)
15h - Jacksonville State x Tennessee (WatchESPN)
16h - Coppin State x Miami (WatchESPN)
16h - SE Louisiana x Ole Miss (WatchESPN)
17h30 - Belmont x Alabama (WatchESPN)
18h - VMI x Virginia Tech (WatchESPN)
19h30 - Minnesota x Oklahoma State (WatchESPN)
20h - North Florida x Syracuse (WatchESPN)
20h - Lehigh x Auburn (WatchESPN)
21h - St. Louis x Kansas State (WatchESPN)
2h30* - Nevada x St. Mary's (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
13h - Washington State x Miami (WatchESPN)
22h - UNC-Wilmington x Vanderbilt (WatchESPN)
22h30 - Oregon State x Texas A&M (WatchESPN)

DOMINGO, 22 DE DEZEMBRO

NFL
15h - Baltimore Ravens x Cleveland Browns (ESPN)
15h - New Orleans Saints x Tennessee Titans (ESPN 2)
18h25 - Dallas Cowboys x Philadelphia Eagles (ESPN)
18h25 - Arizona Cardinals x Seattle Seahawks (ESPN Extra)
22h15 - Kansas City Chiefs x Chicago Bears (ESPN)

NHL
14h30 - Anaheim Ducks x New York Rangers (WatchESPN)

NBA G-LEAGUE
16h - Jogo a definir (WatchESPN)
18h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h30 - Jogo a definir (WatchESPN) 

NCAA (basquete masculino)
15h - New Hampshire x UConn (WatchESPN)
15h - Lafayette x Rutgers (WatchESPN)
15h - Michigan x Florida State (WatchESPN)
17h - Houston x Portland (WatchESPN)
17h - New Mexico State x Mississippi State (WatchESPN)
18h - Yale x Clemson (WatchESPN)
19h - Xavier x TCU (WatchESPN)
19h30 - Georgia Tech x Boise State (WatchESPN)
20h - Citadel x NC State (WatchESPN)
20h - Florida Atlantic x Mercer (WatchESPN)
23h30 - Ball State x Washington (WatchESPN)
1h* - Jogo a definir (WatchESPN)
2h* - Utep x Hawai'i (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
14h - South Dakota x South Carolina (WatchESPN)
15h - Gardner-Webb x Georgia (WatchESPN)
15h30 - South Carolina x Virginia (WatchESPN)

SEGUNDA, 23 DE DEZEMBRO

21h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
22h15 - Green Bay Packers x Minnesota Vikings (ESPN)

NHL
16h - Carolina Hurricanes x Toronto Maple Leafs (ESPN)

NCAA (futebol americano - bowls)
16h30 - Gasparilla Bowl: UCF x Marshall (ESPN 2)

NCAA (basquete masculino)
18h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
20h - Florida Atlantic x Mercer (WatchESPN)
21h - Georgia State x SMU (WatchESPN)
21h - Jogo a definir (WatchESPN)
21h - Georgia Southern x Georgia (WatchESPN)
3h30* - Jogo a definir (WatchESPN)

TERÇA, 24 DE DEZEMBRO

NCAA (futebol americano - bowls)
22h - Hawai'i Bowl: Hawai'i x BYU (ESPN 2)

QUARTA, 25 DE DEZEMBRO

NBA
14h - Boston Celtics x Toronto Raptors (ESPN)
16h30 - Milwaukee Bucks x Philadelphia 76ers (ESPN)
19h - Houston Rockets x Golden State Warriors (ESPN)
22h - Los Angeles Clippers x Los Angeles Lakers (ESPN)
0h30 - New Orleans Pelicans x Denver Nuggets (ESPN)

NCAA (basquete masculino)
15h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Jogo a definir (WatchESPN)
20h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)

QUINTA, 26 DE DEZEMBRO 

NCAA (futebol americano - bowls) 
22h - Quick Lane Bowl: Pittsburgh x Eastern Michigan (ESPN)

SEXTA, 27 DE DEZEMBRO 

20h30 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
21h30 - Milwaukee Bucks x Atlanta Hawks (ESPN)

NHL
21h - Carolina Hurricanes x New York Rangers (WatchESPN)

NCAA (futebol americano - bowls)
14h - Military Bowl: North Carolina x Temple (ESPN)
20h45 - Texas Bowl: Oklahoma State x Texas A&M (ESPN 2)
0h15* - Cheez-It Bowl: Air Force x Washington State (ESPN 2)
20h50 - New Era Pinstripe Bowl: Michigan State x Wake Forest (WatchESPN)

E-SPORTS
22h - Madden NFL 20 Club Championship (WatchESPN)

* Do dia seguinte

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 24 de dezembro, 12h.

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[Programação] O Natal chega, e com o Papai Noel vem Papai LeBron (e vários outros craques do basquete)

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Jimmy Butler e o Miami Heat são a maior surpresa da NBA? | NBA no Divã #9

ESPN League
Jimmy Butler e o Miami Heat são a maior surpresa da NBA?
Jimmy Butler e o Miami Heat são a maior surpresa da NBA? Getty Images

Atualmente na terceira colocação da Conferência Oeste, o Miami Heat faz uma excelente campanha na NBA. Comandada por Jimmy Butler, a equipe é a grande surpresa da NBA? Guilherme Sacco e Leonardo Sasso discutem o assunto no NBA no Divã desta semana!


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Jimmy Butler e o Miami Heat são a maior surpresa da NBA? | NBA no Divã #9

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[Programação] Futebol americano na reta final: na NFL, no universitário americano e no Brasil

Ubiratan Leal
ESPN

Ezekiel Elliott comemorando Touchdown pelos Cowboys
Ezekiel Elliott comemorando Touchdown pelos Cowboys Getty Images

O Dia de Ação de Graças já passou, dezembro está perto da metade, o cheiro da ceia de Natal e dos panetones fica mais vivo. Sinal de que o ano está acabando, e a temporada de futebol americano vai ficando mais decisiva. Não apenas na NFL, mas em todos os lados.

A semana de bola oval nos canais ESPN começa já com uma decisão, com os catarinenses do T-Rex enfrentando os paraibanos do João Pessoa Espectros no Brasil Bowl, a final da Liga BFA Elite, a primeira divisão do futebol americano brasileiro. O T-Rex busca seu terceiro título nacional, enquanto que os Espectros (vice-campeão nas duas últimas temporadas) tenta seu segundo troféu.

Depois disso, é a vez da NFL e sua antepenúltima rodada. Faltando três jogos para cada equipe, apenas três torcidas -- Kansas City Chiefs, New Orleans Saints e Baltimore Ravens -- já podem comemorar a classificação aos playoffs. Ainda assim, todos os times ainda lutam por uma condição mais confortável na pós-temporada. Por isso, cada duelo pode ter implicações importantes no desenrolar do campeonato.

 Por fim, a semana fecha com o início da maratona da pós-temporada do futebol americano universitário. Primeiro, com os playoffs das divisões 2 e 3. Depois, com a abertura da temporada de bowls, com o Makers Wanted Bahamas Bowl e o Tropical Smoothie Cafe Frisco Bowl.

Vale ficar ligado em tudo. Por isso, anote aí o que vem pela frente.

SÁBADO, 14 DE DEZEMBRO

NBA
19h - San Antonio Spurs x Phoenix Suns (ESPN)

NHL
21h - Toronto Maple Leafs x Edmonton Oilers (WatchESPN)

LIGA BFA (final)
15h - T-Rex x João Pessoa Espectros (ESPN)

NCAA (futebol americano)
14h - Illinois State x North Dakota State (WatchESPN)
14h - North Central x Muhlenberg (WatchESPN)
14h30 - Minnesota State x Slippery Rock (WatchESPN)
17h - St. John's x Wisconsin-Whitewater (WatchESPN)
17h - West Florida x Ferris State (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
13h30 - Mississippi State x Kansas State (WatchESPN)
14h - Eastern Kentucky x Louisville (WatchESPN)
14h - Michigan State x Oakland (WatchESPN)
15h30 - Tulsa x Arkansas (WatchESPN)
16h - Alabama A&M x Miami (WatchESPN)
16h - Delaware x Villanova (WatchESPN)
17h - UCLA x Notre Dame (WatchESPN)
17h - Middle Tennessee x Ole Miss (WatchESPN)
17h - Memphis x Tennessee (WatchESPN)
18h - Xavier x Wake Forest (WatchESPN)
18h - St. Louis x Auburn (WatchESPN)
18h30 - UMKC x Kansas (WatchESPN)
19h - Georgia Tech x Kentucky (WatchESPN)
20h - Oklahoma x Wichita State (WatchESPN)
0h - Gonzaga x Arizona (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
20h - Southeast Missouri State x Ole Miss (WatchESPN)

DOMINGO, 15 DE DEZEMBRO

NFL
15h - Chicago Bears x Green Bay Packers (ESPN)
15h - Houston Texans x Tennessee Titans (ESPN 2)
18h25 - Los Angeles Rams x Dallas Cowboys (ESPN)
18h25 - Atlanta Falcons x San Francisco 49ers (ESPN Extra)
22h15 - Buffalo Bills x Pittsburgh Steelers (ESPN)

NHL
21h - Los Angeles Kings x Detroit Red Wings (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
17h - Oklahoma State x Houston (WatchESPN)
18h - Wofford x North Carolina (WatchESPN)
19h - South Carolina x Clemson (WatchESPN)
20h - Texas A&M-CC x Texas A&M (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
15h - Louisville x Kentucky (WatchESPN)
16h - St. John's x Florida State (WatchESPN)
16h - Houston x Texas A&M (WatchESPN)
16h - Furman x Georgia (WatchESPN)
16h - Purdue x South Carolina (WatchESPN)
17h - North Carolina x Alabama (WatchESPN)
17h - St. Mary's x Kansas (WatchESPN)
17h - Northwestern State x Arkansas (WatchESPN)
17h - Bethune-Cookman x Auburn (WatchESPN)
18h - Eastern Kentucky x Vanderbilt (WatchESPN)

SEGUNDA, 16 DE DEZEMBRO

21h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
22h15 - Indianapolis Colts x New Orleans Saints (ESPN) 

NCAA (basquete masculino)
21h - Southern Miss x Texas Tech (ESPN 2)

NCAA (basquete feminino)
13h - Campbell x Wake Forest (WatchESPN)
14h - Georgia Southern x Ole Miss (WatchESPN)

TERÇA, 17 DE DEZEMBRO

NBB
19h50 - São Paulo x Rio Claro (ESPN)

NHL
21h - Nashville Predators x New York Islanders (ESPN 2)

NBA G-LEAGUE
14h - Memphis Hustlers x Rio Grande Valley Vipers (WatchESPN)
21h - Windy City Bulls x College Park SkyHawks (WatchESPN)
21h - Delaware Blue Coats x Greensboro Swarm (WatchESPN)
21h - Westchester Knicks x Canton Charge (WatchESPN)
21h30 - Texas Legends x Sioux falls Skyforce (WatchESPN)
22h - Austin Spurs x Wisconsin Herd (WatchESPN)
22h - Oklahoma City Blue x Iowa Wolves (WatchESPN)
0h - Santa Cruz Warriors x Agua Caliente Clippers (WatchESPN)
0h - South Bay Lakers x Stockton Kings (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
21h - Florida x Providence (WatchESPN)
23h - Purdue x Ohio (WatchESPN)
23h - Miami x Temple (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
21h - Binghamton x Miami (WatchESPN)
22h - Southern x Oklahoma State (WatchESPN)

QUARTA, 18 DE DEZEMBRO

NBA
21h - Miami Heat x Philadelphia 76ers (ESPN)
23h30 - Boston Celtics x Dallas Mavericks (ESPN)

NHL
22h - Chicago Blackhawks x Colorado Avalanche (ESPN 2)

NCAA (basquete masculino)
21h - Tennessee x Cincinnati (WatchESPN)
21h - St. Peter's x UConn (WatchESPN)
21h - East Tennessee State x LSU (WatchESPN)
21h - Wofford x Duke (WatchESPN)
22h - Oakland x Syracuse (WatchESPN)
23h - North Carolina x Gonzaga (WatchESPN)
0h - Tennesse-Martin x Baylor (WatchESPN)
1h* - Utah x Kentucky (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
15h - Arkansas State x Baylor (WatchESPN)

QUINTA, 19 DE DEZEMBRO 

NHL
21h - Dallas Stars x Tampa Bay Lightning (ESPN)

NBA G-LEAGUE
17h - Jogo a confirmar (WatchESPN)
19h30 - Jogo a confirmar (WatchESPN)
22h - Jogo a confirmar (WatchESPN)
0h30* - Jogo a confirmar (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
23h - NC State x Auburn (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
21h - Duke x South Carolina (WatchESPN)

SEXTA, 20 DE DEZEMBRO 

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
22h - Dallas Mavericks x Philadelphia 76ers (ESPN)
0h30* - New Orleans Pelicans x Golden State Warriors (ESPN)

NCAA (futebol americano - bowls)
16h - Makers Wanted Bahamas Bowl: Buffalo x Charlotte (WatchESPN)
21h30 - Tropical Smoothie Cafe Frisco Bowl: Utah State x Kent State (WatchESPN)
22h - Final Divisão III (WatchESPN)

NBA G-LEAGUE
17h - Jogo a confirmar (WatchESPN)
19h30 - Jogo a confirmar (WatchESPN)
22h - Jogo a confirmar (WatchESPN)
0h30* - Jogo a confirmar (WatchESPN)

* Do dia seguinte

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 14 de dezembro, 2h.

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[Programação] Futebol americano na reta final: na NFL, no universitário americano e no Brasil

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James Harden é o melhor cestinha da NBA desde Michael Jordan | NBA no Divã #8

ESPN League
James Harden é o maior cestinha desde Jordan
James Harden é o maior cestinha desde Jordan Arte ESPN

James Harden é um jogador que desperta todos os tipos de emoção. Do amor ao ódio, o camisa 13 do Houston Rockets é alguém que não passa desapercebido. É impossível você ser neutro em relação ao "Barba". No NBA no Divã desta semana, Guilherme Sacco e Leonardo Sasso discutem se James Harden é o maior cestinha da NBA desde Michael Jordan, se o seu estilo de jogo permite que ele seja campeão e tudo que cerca o personagem do Barba. Confira!


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James Harden é o melhor cestinha da NBA desde Michael Jordan | NBA no Divã #8

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Bola de Prata da NBA: quem seria o melhor jogador por posição? E o Bola de Ouro?

Guilherme Sacco
LeBron é um dos destaques da temporada
LeBron é um dos destaques da temporada Getty Images

Nesta segunda-feira, a ESPN realizou a 50ª edição do Prêmio ESPN Bola de Prata Sportingbet, que premia os melhores jogadores por posição do Campeonato Brasileiro. Pensando neste modelo, faremos aqui o Bola de Prata da temporada 2019/2020 da NBA.

Portanto, nomes como Stephen Curry, que está lesionado, ficarão de fora. Ao final da temporada, veremos se a seleção ainda bate.


         
    

Bola de Prata de Armador: Luka Doncic

O segundo anista do Dallas Mavericks é o melhor armador da NBA na temporada e isso não é nem uma discussão. Luka Doncic está igualando marcas de Michael Jordan e sendo o principal responsável por uma das campanhas mais surpreendentes da temporada.

Com 16 vitórias e 7 derrotas, o Dallas Mavericks é o terceiro colocado da Conferência Oeste, muito acima das projeções iniciais que colocavam a equipe brigando pela sétima ou oitava colocação.

Médias de Doncic: 30 pontos, 9,8 rebotes e 9,2 assistências com 47,6% FG, 32% 3PT e 81,4% FT

Menções honrosas: Damian Lillard e Trae Young


         
    

Bola de Prata de Ala-Armador: James Harden

James Harden segue fazendo história. MVP de 2017/2018 e segundo colocado na votação nas temporadas 2016/2017 e 2018/2019, o camisa 13 do Houston Rockets faz uma das temporadas mais incríveis dos últimos tempos. A

Atualmente com 15 vitórias e 7 derrotas, o Houston Rockets ocupa a quarta colocação e Harden lidera a NBA em pontos por jogo demonstrando uma eficiência fora do comum.
Médias de Harden: 38.5 pontos, 6,1 rebotes e 7,4 assistências com 43,1% FG, 33,9% 3PT e 87,6% FT

Menções honrosas: Bradley Beal e Devin Booker


         
    

Bola de Prata de Ala: LeBron James

LeBron James está na sua 17ª temporada na NBA. Nesta altura, espera-se que o jogador, no mínimo, comece a entrar em declínio. Mas o camisa 23 dos Lakers não é um jogador comum. É um dos três melhores da história.

Fazendo partidas incríveis atrás de partidas incríveis, LeBron é o comandante de um Los Angeles Lakers que tem impressionantes 21 vitórias e apenas 3 derrotas, melhor campanha geral da NBA.
Médias de LeBron: 25,9 pontos, 6,8 rebotes e 10,8 assistências com 50,1% FG, 36,4% 3PT, 70,5% FT

Menções honrosas: Giannis Antetokounmpo, Kawhi Leonard


         
    

Bola de Prata de Ala-Pivô: Anthony Davis

Anthony Davis recém chegou ao Los Angeles Lakers e parece estar na equipe há uns quatro anos. O entrosamento com LeBron James foi instantâneo e o "Monocelha" não demorou para lembrar todos que é um dos cinco melhores jogadores da liga.

Além de uma produção ofensiva incrível, Anthony Davis atualmente é o melhor jogador defensivo da liga e o segundo responsável pela campanha absurda dos Lakers.

Médias de Davis: 27,7 pontos, 9 rebotes, 3,3 assistências, 2,7 tocos com 50,7% FG, 33,3% 3PT e 87% FT

Menções honrosas: Paskal Siakam


         
    

Bola de Prata de Pivô: Karl-Anthony Towns

Se o Minnesota Timberwolves está disputando a última vaga nos playoffs do Oeste muito se deve ao desempenho do pivô. Towns é, basicamente, o sistema ofensivo dos Wolves.
Se aproveitando de uma "ressurreição" de Wiggins, Towns está fazendo a melhor temporada de sua carreira em pontos e aproveitamento de arremessos do perímetro, ganhando a vaga de pivô da seleção.

Médias de Towns: 25,8 pontos, 11,6 rebotes, 4,7 assistências e 1,4 tocos com 50,9% FG, 42,2% 3PT e 80,2% FT.

Menções honrosas: Joel Embiid, Andre Drummond

Harden é o 'Bola de Ouro' da temporada
Harden é o 'Bola de Ouro' da temporada Getty Images

Bola de Ouro: James Harden

A temporada de James Harden é histórica. O camisa 13 do Houston Rockets acumula recordes atrás de recordes e se candidata a ser um dos melhores ala-armadores da história da NBA. Seus 38,5 pontos por jogo são a terceira maior temporada de um cestinha na história da NBA.

Tudo isso dando mais de 7 assistências por jogo e com uma eficiência histórica: um ataque só de isolações de James Harden faria 140 pontos por jogo. O maior pontuador da NBA desde Michael Jordan está fazendo história - de novo.

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Bola de Prata da NBA: quem seria o melhor jogador por posição? E o Bola de Ouro?

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Pascal Siakam é o jogador que mais evoluiu na NBA... de novo! | NBA no Divã #7

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso
[]

Mais um NBA no Divã no ar!

Nesta semana, Guilherme Sacco e Leonardo Sasso discutiram os jogadores mais que evoluíram na temporada 2019-20 da NBA até agora. Pascal Siakam será o vencedor do MIP (Most Improved Player - jogador que mais evoluiu) mais uma vez?

Confira a discussão pelo YouTube no vídeo abaixo ou no WatchESPN.


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Pascal Siakam é o jogador que mais evoluiu na NBA... de novo! | NBA no Divã #7

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Antetokounmpo é o líder dos Bucks que querem apagar os erros do passado e assumir a alcunha de favorito silencioso

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso

Quando o Milwaukee Bucks abriu 2 a 0 na série final da Conferência Leste contra o Toronto Raptors na temporada passada, parecia questão de tempo para Giannis Antetokounmpo chegar à final e levar a equipe novamente ao topo após 45 anos. Nada disso aconteceu. Os Raptors venceram os quatro jogos seguintes, o grego sucumbiu ao desempenho de Kawhi Leonard nos dois lados da quadra, e os Bucks viram o título dos algozes pela televisão.

Sete meses depois, os Bucks estão novamente na briga. Líder do Leste e melhor campanha de toda a NBA com 18 vitórias em 21 jogos, Milwaukee mudou uma parte do elenco, mas manteve a base de sucesso com Khris Middleton, Eric Bledsoe e Brook Lopez como coadjuvantes de Antetokounmpo.

O grego, por sinal, evolui a cada ano. Nesta temporada, são 30,8 pontos, 13,4 rebotes e 5,8 assistências, além de 30,4% nas bolas de 3, aproveitamento ainda fraco, mas superior aos 25% de 2018-19. É a temporada em que Giannis mais chuta de longa distância. O arremesso, principal problema do jogador, parece em evolução, mesmo que lentamente. Esse é o fator essencial para Giannis ser o dono da NBA e para os Bucks admitirem de vez um rótulo de favoritos.

Giannis Antetokounmpo, o grande nome dos Bucks
Giannis Antetokounmpo, o grande nome dos Bucks Getty

Por enquanto, é no silêncio que Milwaukee trabalha. Na temporada, foram seis vitórias e três derrotas para equipes com mais de 50% de aproveitamento. Contra "mais fracos", os Bucks são letais, com 12 vitórias em 12 jogos.

Mas a temporada regular é apenas uma parte do que os Bucks têm que passar. O que interessa começa em abril. Milwaukee precisa que os coadjuvantes sejam regulares e que Antetokounmpo seja, mais do que nunca, o jogador mais dominante da NBA. É nos playoffs que tudo se resolve. Os Bucks esperam mais do que a final de conferência. Eles esperam o título. Mesmo que seja no silêncio...

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Antetokounmpo é o líder dos Bucks que querem apagar os erros do passado e assumir a alcunha de favorito silencioso

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O verdadeiro motivo pelo qual Carmelo Anthony foi eleito jogador da semana na NBA

Guilherme Sacco
Melo foi eleito o jogador da semana
Melo foi eleito o jogador da semana Alika Jenner/Getty Images

Nesta segunda-feira, a NBA anunciou os melhores jogadores da semana para cada conferência. Carmelo Anthony, do Portland Trail Blazers, venceu a premiação na Conferência Oeste.

A escolha, porém, causou uma discussão entre os fãs de basquete. Afinal, Luka Doncic, do Dallas Mavericks, teve uma semana incrível, ajudou a equipe a vencer o Los Angeles Lakers, melhor equipe da NBA no momento, com médias de 30.3 pontos, 8.7 rebotes e 9 assistências. James Harden, do Houston Rockets, fez apenas dois jogos, mas um deles de 60 pontos em apenas três quartos.

A questão, porém, vai além. Sabemos que a NBA é uma liga pautadas por narrativas e a história da última semana foi o retorno de Melo ao basquete. Depois de ficar mais de um ano sem jogar, o ala foi contratado "no desespero" pelos Blazers e ganhou uma nova - e provavelmente última - chance na NBA.


         
    

E ele tem aproveitado-a muito bem. Talvez até acima das expectativas dos mais otimistas - eu, por exemplo, fui um dos grandes defensores da volta de Melo. Com médias de 22.3 pontos, 7.7 rebotes e 2.7 assistências, Carmelo liderou os Blazers a três vitórias em três jogos na semana e a NBA viu a oportunidade perfeita de coroar a grande história da semana.

O prêmio não é pelo fato de Carmelo ter sido o melhor jogador da semana - este foi Luka Doncic -, mas, sim, por que a narrativa do retorno de Melo é a mais atraente e mais rentável para a NBA. Sinceramente? Eu não tenho o menor problema com isso.

Carmelo Anthony merece ser celebrado sempre que possível e seu retorno tem sido mágico. O que for preciso para mantê-lo assim deve ser feito.

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O verdadeiro motivo pelo qual Carmelo Anthony foi eleito jogador da semana na NBA

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NBA se inspira no futebol europeu e quer criar uma copa durante a temporada

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Toronto Raptors posa para foto de campeão da NBA com o troféu Larry O'Brien
Toronto Raptors posa para foto de campeão da NBA com o troféu Larry O'Brien GETTY


O basquete tem bons motivos para estar otimista com sua popularidade. Vários índices apontam crescimento, com perspectiva futura ainda melhor pela força ser especialmente grande -- ainda mais na comparação com beisebol e futebol americano -- no público mais jovem. Mas há uma questão que incomoda: a audiência de TV. E, de acordo com reportagem de Adrian Wojnarowski e Zach Lowe da ESPN americana, a solução se inspira no futebol europeu.

As finais de 2018-19 tiveram as menores audiência da década na TV norte-americana. É até compreensível, considerando que apenas um dos times era dos Estados Unidos. Ainda assim, os números têm caído nos últimos quatro anos e a decisão de 2018 teve a terceira pior marca desde 2009. Mas essa questão nem é tão preocupante. O fato de a temporada passada ter um finalista canadense (Toronto Raptors) e a overdose de duelos entre Golden State Warriors e Cleveland Cavaliers pode justificar isso. E, na comparação com as World Series dos mesmos anos, a final do basquete tem números melhores.

O problema grande mesmo é na temporada regular. Várias cidades parecem desmobilizadas, sobretudo as que têm equipes fracas que apenas cumprem tabela esperando pegar uma boa posição para o próximo draft. A audiência desses jogos, geralmente transmitidos em canais regionais, tem sido particularmente baixa neste início de temporada. E mesmo os times fortes, com muitas partidas em rede nacional, os índices decepcionam.

A NBA considera que isso se deve a diversos fatores:

- Muitas franquias sabem que não têm chance de título e preferem fazer temporadas claramente ruins para se reconstruir ao invés de tentar ao menos uma vaga em playoff;
- A temporada regular é muito longa e a importância relativa de cada partida diminui. A torcida não se mobiliza tanto e...
- ...os times mais fortes, até por saberem que se classificarão ou que vencerão nos duelos contra as equipes mais fracas, acabam poupando suas estrelas em muitas partidas -- algumas delas transmitidas em rede nacional -- para tê-las em melhores condições nos playoffs.

Por isso, o comissário da liga Adam Silver, estuda um pacote de mudanças para a temporada regular:

- Redução da temporada regular de 82 para 78 jogos por equipe;
- Criação de um torneio de meio de temporada, uma espécie de “Copa da NBA” na comparação com as ligas e copas nacionais do futebol pelo mundo;
- Aumento das vagas em playoffs com a criação de uma etapa preliminar;
- Abrir a possibilidade de mudar o chaveamento das semifinais de conferência.

A primeira proposta visa reduzir o desgaste dos jogadores -- permitindo que os times não precisem poupar seus principais ao longo do ano -- e aumentar a importância relativa de cada partida. No entanto, os donos de franquias sempre reagem a ideias de redução da temporada regular, pois isso significa redução do faturamento em bilheteria, consumo no estádio em dia de jogo e direitos de transmissão. 

Adam Silver, comissário da NBA
Adam Silver, comissário da NBA Getty Images

Por isso, Silver sugere a criação de um torneio extra no meio do campeonato. Todos os 30 times participariam em um mata-mata só em jogos únicos. Os times fariam entre um e cinco jogos, dependendo da fase em que entrassem (dois teriam vaga direta nas oitavas de final) e fossem eliminados, nesse torneio, que ocuparia o espaço no calendário entre o Dia de Ação de Graças e o Natal.

O comissário da NBA acredita que esse torneio teria potencial de gerar receita suficiente para compensar as perdas dos jogos a menos que os times fariam na temporada regular. Além disso, daria aos torcedores de todos os times, mesmo os mais fracos, uma possibilidade de título e ainda criaria um evento que poderia ser organizado e comercializado à parte (ou seja, mais dinheiro). A inspiração declarada é o futebol europeu (Silver nunca escondeu que buscava no outro lado do Atlântico ideias para adotar no basquete). 

A ideia soa interessante, pois quebraria o certo marasmo que domina o meio da temporada regular da NBA (aliás, o mesmo comentário valeria para a MLB). Mas há uma questão importante: na Europa, a copa nacional é uma tradição estabelecida há décadas no calendário e clubes, mídia e torcedores dão valor a essa disputa. O torcedor, a mídia e os times da NBA a veriam da mesma forma? Dirigentes e analistas acham provável que essa “Copa da NBA” seria desprezada pelas equipes mais fortes, que a usariam para poupar seus atletas mais caros.

Por isso, a proposta que tem mais chance de vingar é a de criar uma fase preliminar nos playoffs. Hoje, se classificam os oito primeiros de cada conferência, que vão direto para as quartas de final do Leste ou do Oeste. A ideia da NBA é classificar dez times de cada lado, com os seis primeiros garantindo vaga nas quartas de final e sétimo, oitavo, nono e décimo disputando uma fase preliminar em jogo único para definir os dois últimos classificados.

Com isso, Silver acredita que aumentaria a importância de um time já classificado brigar para ficar entre os seis melhores de sua conferência. Além disso, mais equipes chegariam às últimas semanas de temporada regular com chance de playoff. E, bem, mais fanquias disputando playoffs são mais franquias mobilizando suas torcidas e ganhando dinheiro. Ainda que seja uma incômoda banalização do mata-mata (66% dos times estariam tecnicamente classificados), donos de clubes e jogadores não devem criar muitos problemas para aprovar a proposta.

A última mudança seria mais simples: realinhar as semifinais de conferência se necessário. Atualmente, os times são chaveados pela classificação (1 x 8, 2 x 7, 3 x 6 e 4 x 5) e a tabela permanece a mesma até o final. Se o segundo e o terceiro acabam caindo, as semifinais de conferência reúnem 1 x 4 e 6 x 7, ou seja, o primeiro colocado pega o adversário mais forte entre os sobreviventes, tudo por culpa da incompetência do segundo e do terceiro. Pela proposta, se algum cabeça de chave cair nas quartas de final de conferência, as semifinais são realinhadas para que os dois melhores times não possam se enfrentar. Isso já acontece na NFL, na NHL e na WNBA.

Todas as mudanças têm de ser analisadas e aprovadas pelos donos de franquias e pela associação de jogadores. Por isso, ainda há muita negociação para rolar e não há nenhuma certeza se alguma dessas propostas serão adotadas. Mas mostra uma inquietação saudável da NBA com a necessidade de criar mais atrativos para motivar torcedores, jogadores e mídia durante os longos meses de temporada regular.

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NBA se inspira no futebol europeu e quer criar uma copa durante a temporada

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Luka Doncic será o cara da NBA | NBA no Divã #6

Leonardo Sasso
Luka Doncic será o cara da NBA
Luka Doncic será o cara da NBA Arte ESPN

Mais um NBA no Divã no ar!

Nesta semana, Guilherme Sacco e Leonardo Sasso discutiram até onde Luka Doncic pode chegar. O armador do Dallas Mavericks tem feito uma temporada incrível e está entre os cotados para ser o MVP da NBA em 2019-20.

O programa NBA no Divã vai ao todas às terças-feiras no WatchESPN e às quintas-feiras no YouTube.

Veja o programa abaixo:


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Luka Doncic será o cara da NBA | NBA no Divã #6

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Maratona pelo MVP - LeBron, Giannis, Doncic e a briga mais acirrada das últimas temporadas

Matheus Zucchetto

Pouco mais de um mês da temporada da NBA já passou.  

Parece pouco, mas já foi o bastante para que os grandes nomes da liga mostrassem o que conseguem fazer e, consequentemente, ganhassem vantagem na briga pelo prêmio de MVP.

Semana a semana, vamos montar a lista dos favoritos ao troféu de melhor jogador da temporada. E já vai o aviso: não são poucos.

Abaixo, a primeira lista!

1 - LEBRON JAMES 


     

Los Angeles Lakers - 15 vitórias e 2 derrotas
Médias: 25.6 pontos 7.4 rebotes e 11 assistências

LeBron não é o mesmo dos tempos de Miami Heat ou de Cleveland Cavaliers. Mas quem disse que ele precisa ser?

O camisa 23 assumiu o papel de armador dos Lakers, é o líder da liga na média de assistências e ainda comanda o time que tem a melhor campanha da NBA. É preciso reconhecer a mudança no estilo de jogo de LeBron, e o começo empolgante de  um time que, convenhamos, não tem um elenco como o dos vizinhos Clippers, só mostra o valor do astro que busca seu quarto título.

2 - GIANNIS ANTETOKOUNMPO


         
     

Milwaukee Bucks - 14 vitórias e 3 derrotas
Médias: 31.1 pontos, 13.9 rebotes e 6.4 assistências

Se o time de melhor campanha da NBA tem o líder do ranking nesta semana, o segundo melhor time tem o vice.

Giannis é, hoje, o jogador mais dominante da liga. Aquele que você para e se pergunta se pode ser parado. O atual MVP tem as melhores médias da carreira e evoluiu ainda mais desde sua última temporada e tem a sequência assustadora de 20 duplos-duplos em 2019-20 (é insano, mas não errei nas contas. Ele teve um duplo-duplo em cada uma das partidas desta campanha. Ah, e nos três da pré-temporada também). 

3 - LUKA DONCIC


         
     

Dallas Mavericks - 11 vitórias e 5 derrotas
Médias: 30.6 pontos, 10.1 rebotes e 9.8 assistências

O prêmio de MVP costuma ser consequência de uma ótima história que toma conta da temporada. E por enquanto, não há nenhuma melhor do que a de Doncic.

O esloveno de 20 anos está em seu segundo ano na NBA, mas joga como um veterano que está pronto para ser uma superestrela - na verdade, já é uma. Por que colocá-lo à frente de James Harden nesta lista? Dois motivos: surpreendentemente, os Mavs têm campanha melhor que os Rockets; no confronto direto, Luka fez 41 pontos e deu 10 assistências(além de seis rebotes), contra 32,11 e 9 de Harden. Ah, Doncic também saiu com a vitória em Houston.

4 - JAMES HARDEN


         
     

Houston Rockets  - 11 vitórias e 6 derrotas
Médias: 37.9 pontos, 6.1 rebotes e 8 assistências

Antes da temporada, uma dúvida pairou sobre Houston: a presença de Russell Westbrook poderia atrapalhar o volume de jogo de James Harden? A resposta é simples: não.

Harden continua sendo o foco do ataque dos Rockets, e depois de um começo estranho de temporada, as coisas se encaixaram para o camisa 13. Ele comandou a série de oito vitórias de Houston e lidera a NBA com folga na média de pontos.

5 - PASCAL SIAKAM


         
     

Toronto Raptors - 12 vitórias e 4 derrotas
Médias: 25.7 pontos, 8.7 rebotes e 4 assistências

Teoricamente, o top 5 também é lugar de Kawhi Leonard. Mas a quantidade de jogos que o camisa 2 perde nos Clippers para se recuperar fisicamente atrapalha. Por isso, vamos de Siakam, o herdeiro de Kawhi em Toronto.

O nível do ala subiu de forma impressionante neste primeiro mês de temporada. Nos playoffs de 2018-19, Siakam sumiu em algumas partidas. Mas isso não tem acontecido agora, que os Raptors, atuais campeões, estão em suas mãos. O camaronês tem volume de jogo, eficiência e, o mais importante, vitórias. Se continuar assim, pode brigar para ficar no top 5 até o final da temporada.

Fechando o top 10:

6 -  KAWHI LEONARD - Los Angeles Clippers
7 - ANTHONY DAVIS - Los Angeles Lakers
8 - JIMMY BUTLER - Miami Heat
9 - NIKOLA JOKIC - Denver Nuggets
10 - KEMBA WALKER - Boston Celtics.

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[Programação] Quinta tem a rodada tripla do Dia de Ação de Graças. Confira jogos e horários

Ubiratan Leal
ESPN
Os Cowboys enfrentam os Bills no Dia de Ação de Graças
Os Cowboys enfrentam os Bills no Dia de Ação de Graças Focus on Sport/Getty Images

Toda rodada de NFL começa na quinta, mas sempre há uma especial. A semana do Dia de Ação de Graças não tem um jogo de abertura, mas uma rodada tripla. Tudo para as famílias americanas terem muita bola oval para se distrair enquanto comem peru e se confraternizam à mesa. E sempre com um jogo do Detroit Lions e um do Dallas Cowboys.

Nesta temporada não é diferente. Os Leões fazem um duelo de divisão contra o Chicago Bears, enquanto que os caubóis recebem o Buffalo Bills. Além disso, há a rivalidade sulista entre New Orleans Saints e Atlanta Falcons. Já é atrativo suficiente para a semana, mas a quinta ainda tem uma maratona de basquete universitário.

A semana não fica só nisso. O fã de esporte poderá conferir dois grandes clássicos na noite de domingo, com Cowboys x New England Patriots e Green Bay Packers x San Francisco 49ers. E, na NBA, Anthony Davis se reencontrará com a torcida do New Orleans Pelicans. Tudo isso ao vivo nos canais ESPN.

Confira os horários dos esportes americanos e não perca nada.

SÁBADO, 23 DE NOVEMBRO

NBA
22h - Los Angeles Lakers x Memphis Grizzlies (ESPN)

NHL
21h - Anaheim Ducks x Tampa Bay Lightning (ESPN Extra)

NCAA (futebol americano)
17h30 - UCLA x USC (ESPN)
0h - Washington x Colorado (ESPN 2)
14h - Minnesota x Northwestern (WatchESPN)
14h - Harvard x Yale (WatchESPN)
14h - Hampton x Monmouth (WatchESPN)
14h - Oklahoma State x West Virginia (WatchESPN)
14h - Western Carolina x Alabama (WatchESPN)
14h - East Carolina x Connecticut (WatchESPN)
14h - Samford x Auburn (WatchESPN)
15h - Morgan State x Howard (WatchESPN)
15h - Cattanooga x VMI (WatchESPN)
16h - Air Force x New Mexico (WatchESPN)
17h30 - Michigan x Indiana (WatchESPN)
17h30 - UT Martin x Kentucky (WatchESPN)
17h30 - Pittsburgh x Virginia Tech (WatchESPN)
17h30 - East Tennessee State x Vanderbilt (WatchESPN)
17h30 - Mercer x North Carolina (WatchESPN)
18h - Syracuse x Louisiville (WatchESPN)
18h - Memphis x South Florida (WatchESPN)
21h - Temple x Cincinnati  (WatchESPN)
21h - Arkansas x LSU (WatchESPN)
21h30 - Houston x Tulsa (WatchESPN)
21h30 - Duke x Wake Forest (WatchESPN)
21h30 - Tennessee x Missouri (WatchESPN)
21h30 - Abilene Christian x Mississippi State (WatchESPN)
21h37 - Oregon x Arizona State (WatchESPN)
0h30* - Nevada x Fresno State (WatchESPN) 

NCAA (basquete feminino)
17h - Rice x Oklahoma State (WatchESPN)

DOMINGO, 24 DE NOVEMBRO

NFL
15h - Seattle Seahawks x Philadelphia Eagles (ESPN)
15h - Carolina Panthers x New Orleans Saints (ESPN 2)
18h - Jacksonville Jaguars x Tennessee Titans (ESPN Extra)
18h25 - Dallas Cowboys x New England Patriots (ESPN)
22h15 - Green Bay Packers x San Francisco 49ers (ESPN)

NHL
19h - Buffalo Sabres x Florida Panthers (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
0h30* - TCU x Clemson (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
17h - Texas State x Kansas (WatchESPN)
17h - UT Arlington x Kansas State (WatchESPN)

SEGUNDA, 25 DE NOVEMBRO

21h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
22h15 - Baltimore Ravens x Los Angeles Rams (ESPN)

NHL
21h - Calgary Flames x Pittsburgh Penguins (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
19h -Virginia Tech x Michigan State (ESPN 2)
14h - Yale x Western michigan (WatchESPN)
16h30 - Georgia x Dayton (WatchESPN)
16h30 - Seattle U x Bucknell (WatchESPN)
21h - Arkansas x Georgia Tech (WatchESPN)
21h - Chicago State x Florida State (WatchESPN)
21h - Butler x Missouri (WatchESPN)
21h - Wisconsin x Richmond (WatchESPN)
21h - Cattanooga x Tennessee (WatchESPN)
23h - Kansas x Chaminade (WatchESPN)}
23h30 - Stanford x Oklahoma (WatchESPN)
23h30 - Auburn x New Mexico (WatchESPN)
1h30* - BYU x UCLA (WatchESPN)

TERÇA, 26 DE NOVEMBRO

NBB
19h50 - Corinthians x Unifacisa (ESPN)

NBA G-LEAGUE
21h - Fort Wayne Mad Ants x Westchester Knicks (WatchESPN)
22h - Salt Lake City Stars x Rio Grande Valley Vipers (WatchESPN)
0h - Canton Chargers x Sotckton Kings (WatchESPN)

NCAA (futebol americano)
21h - Western Michigan x Northern Illinois (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
21h30 - Jogo não definido (ESPN 2)
14h - Jogo não definido (WatchESPN)
16h30 - Jogo não definido (WatchESPN)
16h30 - Jogo não definido (WatchESPN)
19h - Jogo não definido (WatchESPN)
19h - Jogo não definido (WatchESPN)
21h - Farleigh Dickinson x Notre Dame (WatchESPN)
21h - Jogo não definido (WatchESPN)
22h - Jogo não definido (WatchESPN)
23h - Stephen F Austin x Duke (WatchESPN)
23h30 - Jogo não definido (WatchESPN)
0h30* - Jogo não definido (WatchESPN)
1h30* - Jogo não definido (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
21h - USC Upstate x Georgia (WatchESPN)
21h - Sam Houston State x Ole Miss (WatchESPN)

QUARTA, 27 DE NOVEMBRO

NBA
21h30 - Brooklyn Nets x Boston Celtics (ESPN)
23h30 - Los Angeles Lakers x New Orleans Pelicans (ESPN)

NHL
21h - Carolina Hurricanes x New York Rangers (ESPN 2)

NBA G-LEAGUE
21h - Maine Red Claws x Greensboro Swarm (WatchESPN)
21h - Erie BayHawks x Grand Rapids Drive (WatchESPN)
21h - College Park SkyHawks x Capital City Go-Go (WatchESPN)
21h30 - Texas Legends x Sioux Falls Skyforce (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
14h - Michigan x Iowa State (WatchESPN)
16h - St. Louis x Boston College (WatchESPN)
16h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
16h30 - Jogo a definir (WatchESPN)
18h - Maine x Virginia (WatchESPN)
19h - Jogo a definir (WatchESPN)
19h - Ole Miss x Penn State (WatchESPN)
21h - Gonzaga x Southern Miss (WatchESPN)
23h - Jogo a definir (WatchESPN)
23h30 - Seton Hall x Oregon (WatchESPN)
1h30* - Jogo a definir (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
21h - Davidson x Duke (WatchESPN)

QUINTA, 28 DE NOVEMBRO 

NFL
14h30 - Chicago Bears x Detroit Lions (ESPN)
18h30 - Buffalo Bills x Dallas Cowboys (ESPN)
22h15 - New Orleans Saints x Atlanta Falcons (ESPN)

NCAA (futebol americano)
20h30 - Ole Miss x Mississippi State (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
13h - Maryland x Temple (WatchESPN)
15h30 - Jogo a confirmar (WatchESPN)
15h30 - Texas A&M x Harvard (WatchESPN)
16h - Providence x Long Beach State (WatchESPN)
18h - Jogo a confirmar (WatchESPN)
18h - USC x Fairfield (WatchESPN)
18h - NC State x Memphis (WatchESPN)
18h30 - Wake Forest x College of Charleston (WatchESPN)
20h30 - Jogo a confirmar (WatchESPN)
20h30 - Jogo a confirmar (WatchESPN)
22h30 - UCF x Pennsylvania (WatchESPN)
23h - Jogo a confirmar (WatchESPN)
1h* - Pepperdine x Arizona (WatchESPN)

SEXTA, 29 DE NOVEMBRO 

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
0h30* - Washington Wizards x Los Angeles Lakers (ESPN)

NHL
18h -  Colorado Avalanche x Chicago Blackhawks (ESPN)

* Do dia seguinte

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 23 de novembro, 2h.

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O que pode acontecer com os Astros depois do escândalo de roubo de sinais?

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Austin Barnes, catcher do Los Angeles Dodgers, passa sinais para Alex Wood em jogo contra o Houston Astros na World Series de 2017
Austin Barnes, catcher do Los Angeles Dodgers, passa sinais para Alex Wood em jogo contra o Houston Astros na World Series de 2017 ESPN

A informação surgiu como denúncia, mas todos foram rápidos em aceitá-las como verdade. Mesmo os responsáveis não fizeram esforço até agora para negar a acusação. Parece ser um senso comum de que o Houston Astros realmente desenvolveu um esquema com uso de recursos eletrônico para roubo de sinais dos catchers adversários. Uma prática que teria ocorrido em 2017, temporada do título dos texanos, e que possivelmente teria se estendido por 2018 (vice-campeão da Liga Americana) e até 2019 (campeão da Liga Americana, derrotado na World Series).

LEIA MAIS: Ex-jogador diz que time campeão da MLB em 2017 usou trapaça na campanha do título

Para entender o caso e em que pé está a situação, fiz um pequeno Perguntas Mais Frequentes.

Os Astros realmente roubaram sinais?

Tudo indica que sim. A suspeita já era disseminada pelos demais times da MLB, mas ganhou força com o depoimento de Mike Fiers. O arremessador -- que fez parte do elenco dos Astros em 2017 -- não apenas confirmou a existência de um esquema com recursos eletrônicos para roubo de sinais, mas ele detalhou seu funcionamento. Pesquisas em vídeos de arquivo batem com o relato de Fiers. O tuíte abaixo é um exemplo claro.


O que o clube alega?

Nada. Exato, nada. O Houston Astros ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso, revelado há duas semanas. A postura dá a entender ainda mais que a franquia silenciosamente admite o ocorrido e trata apenas de controlar os danos nos bastidores. Membros da diretoria e da comissão técnica, quando procurados por jornalistas, não aceitam dar entrevistas, mas dizer “em off” o conhecido “ah, mas todo mundo faz”.

E todo mundo faz?

Sim e não. É difícil cravar que cada uma das 30 franquias da MLB tenha algum tipo de esquema para roubar sinais dos adversários, mas é bastante possível que várias façam isso. A questão é a forma como isso ocorre. Usar o corredor na segunda base para olhar os sinais e repassá-lo de alguma forma ao rebatedor é visto como algo legítimo, dentro da ética do jogo e que se deve mais a falha do catcher. Ter um funcionário fora de campo fazendo isso já é inaceitável, mas é tido como uma infração “apenas grave”. A forma como os Astros estariam fazendo exigiria todo um sistema de vídeo, com profissionais dedicados a ler os sinais (mesmo quando a dupla catcher-arremessador estiver usando códigos mais complexos) e monitor dentro dos vestiários, passa de qualquer limite. O Boston Red Sox fez isso há dois anos, usando smartwatches para passar a informação, e foi punido como recado para que as demais franquias não repetissem o ato. E os Astros repetiram. De forma ainda mais profunda.

Mas como os Astros perderam os quatro jogos em casa na World Series?

O time texano usará isso como álibi, talvez dando a entender que as infrações reveladas por Fiers ao site The Athletic se referiam apenas à temporada de 2017. Mas é fato conhecido na liga que o Washington Nationals, já desconfiando dos Astros, desenvolveram cinco códigos diferentes de sinais e fizeram revezamento entre eles -- muitas vezes trocando entre uma entrada e outra -- nas partidas em Houston.

Qual a repercussão do caso?

Enormes. A mídia e os torcedores têm tratado como se fosse o maior atentado à lisura do esporte desde o escândalo de doping no começo da década passada. Primeiro, porque envolveu um time que tem sido competitivo ano após ano e que chegou a conquistar o título na temporada em questão. Segundo, porque aumentou a desconfiança de que se trata de algo disseminado pela liga. Mal comparando, é equivalente ao escândalo da bola murcha do New England Patriots nos playoffs de 2015. Entre os jogadores, há quem veja Fiers como traidor por falar sobre algo que deveria ser um segredo de vestiário (a justificativa de Fiers para falar à imprensa foi ver vários colegas arremessadores perderem o emprego após partidas ruins contra adversários que podem estar trapaceando), mas a maioria demonstra indignação com o fato. Ainda assim, não se fala muito em “título manchado” ou “os Astros são farsantes e trapaceiros”. Talvez não falem muito por imaginar que seu próprio clube ou seus próprios companheiros já participaram ou participam desse tipo de esquema.

O que a liga pode fazer?

A MLB está investigando o caso, então as consequências dependerão do que for descoberto e do tamanho da responsabilidade de cada um. Pelo tamanho do esquema, é altamente improvável que seja uma prática isolada de dois ou três funcionários, sem que dirigentes e membros importantes da comissão técnica tenham conhecimento ou participação. A punição mais imediata deve girar em torno de multa e perda de escolhas do draft para a franquia. Mas onde pode ficar feio é na suspensão de figuras altas na hierarquia dos Astros, como o técnico AJ Hinch e o general manager Jeff Luhnow. Retirada do título ou banimento dos playoffs por uma ou mais temporadas são hipóteses muito remotas.

Pode respingar em outros clubes?

Sim. Durante as investigações, os Astros devem tomar como linha de defesa a prova de que todo mundo comete essa infração. Se o Houston conseguir provar algo, é capaz de outro time também sofrer alguma sanção, ainda que mais leve que a dos texanos. Mas onde também pode respingar é na suspensão de pessoas que trabalhavam nos Astros nos últimos anos e que atualmente estão em outras franquias. Por exemplo, já há especulação que Alex Cora, atual técnico do Boston Red Sox e auxiliar de Hinch no Houston em 2017, seria um agente importante no esquema de roubo de sinais. O mesmo já se diz de Carlos Beltrán, que fazia o último ano de sua carreira como jogador pelos Astros em 2017 e foi recentemente contratado como técnico do New York Mets. Expandindo para a área de gestão, há ex-profissionais dos Astros em vários clubes da MLB, que receberam convites justamente após o bom resultado do Houston nos campos.

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Os Lakers são os donos de Los Angeles | NBA no Divã #5

ESPN League
Os Lakers são os donos de LA
Os Lakers são os donos de LA Arte ESPN

O Los Angeles Lakers tem a melhor campanha da NBA. LeBron James é um dos principais candidatos ao prêmio de MVP e Anthony Davis está jogando o que se esperava que ele jogasse. No NBA no Divã desta semana, Guilherme Sacco e Leonardo Sasso analisam o que faz dos Lakers uma equipe já tão pronta ainda no começo da temporada e, consequentemente, uma das candidatas ao título e cravam: Los Angeles ainda pertence ao lado azul e roxo da força. Confira!



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Como lesão de Curry pode colocar Warriors como favoritos ao título... em 2021

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso

A temporada do Golden State Warriors já era de transição. Com Kevin Durant deixando a franquia para se juntar ao Brooklyn Nets e Klay Thompson lesionado, as esperanças de playoffs eram justas, mas não certas. A Conferência Oeste, sempre acirrada, deixaria Stephen Curry e Draymond Green com uma árdua missão de classificar a equipe a pós-temporada.

O começo horrível, com os jovens recém-draftados enfrentando problemas, e derrotas pesadas, como a de Oklahoma City Thunder, em que os Warriors perderam por 28 pontos e chegaram a estar 42 pontos atrás do placar, fizeram ligar o sinal de alerta no Chase Center, ginásio de última geração inaugurado nesta temporada pela franquia que também fazia o caminho de Oakland para San Francisco outra vez.

Mas tudo ficou claro para a equipe que venceu três dos últimos cinco títulos no dia 30 de outubro, contra o Phoenix Suns. Quando Stephen Curry caiu e quebrou a mão, tudo mudou. Só um caminho parecia possível: largar a temporada de vez. 

Stephen Curry em ação pelos Warriors
Stephen Curry em ação pelos Warriors Getty

D'Angelo Russell passou a ser o "cara" do time, mesmo no primeiro ano após sair dos Nets. Green, poupado em muitas partidas. Posteriormente, Russell também teve minutos restritos e não atuou em outros jogos. A ideia é dar tempo de quadra para os jovens.

Eric Paschall já começou a aproveitar isso. Escolhido na posição 41 do último Draft, o ala-pivô que passou os últimos quatro anos no College e foi campeão por Villanova em 2018, tem brilhado em várias partidas do "desfacelado" Warriors. E é isso que Steve Kerr em 2019-20, saber com quem contar em 2020-21.

Com um desempenho ruim dentro das quadras, os Warriors têm mais chances de ter uma escolha alta no Draft de 2020. Sim, o recrutamento não é dos melhores, mas tem ótimos talentos, principalmente nas primeiras escolhas. No período campeão, o maior problema da franquia californiana foi o garrafão. Bogut, Pachulia, McGee, Looney, entre outros, atuaram, mas nunca foram a solução para área pintada.

Com Curry, Thompson, Green, talvez Russell, e espaço na folha salarial para trazer outros bons jogadores para o elenco, os Warriors começam a criar um corpo fortíssimo para 2020-21. Uma possível primeira escolha do Draft pode render James Wiseman ao time. O pivô foi declarado inelegível pela NCAA após atuar três partidas por Memphis, por conta do dinheiro recebido durante sua mudança para Memphis, ainda quando estava no High School.

Wiseman pode ser o pivô que faltou a equipe durante tantos anos. O complemento perfeito para jogadores com DNA de campeão. 

Os Warriors não estão mortos, longe disso. É um ano de reconstrução para em 2021 brigarem pelo título... De novo.

O Golden State Warriors visitam o Dallas Mavericks, de Luka Doncic, nesta quarta-feira, a partir das 21h30, com transmissão AO VIVO da ESPN e WatchESPN.

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Como lesão de Curry pode colocar Warriors como favoritos ao título... em 2021

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LeBron nos avisou... Os números mostram por que Doncic briga para ser o MVP mais novo da história

Matheus Zucchetto

         


    


Fã de NBA, bem-vindo ao mundo de Luka Doncic.

Na noite de segunda-feira, o esloveno de 20 anos do Dallas Mavericks fez história na vitória sobre o San Antonio Spurs e colocou seu nome de vez na briga pelo prêmio de MVP.

42 pontos, 12 assistências e 11 rebotes.

Doncic se tornou o segundo jogador mais jovem (20 anos e 263 dias) da história a conseguir um triplo-duplo com pelo menos 40 pontos, atrás apenas de LeBron James (20 anos e 100 dias). E o astro do Los Angeles Lakers se rendeu a Luka no Instagram.

Já são seis triplos-duplos para Doncic nesta temporada, a segunda melhor marca de todos os tempos após 15 partidas numa temporada - atrás apenas de Oscar Robertson (11 em 1961-62) e à frente de Russell Westbrook (5 em 2016-17). Detalhe: ele só entrou em quadra 13 vezes até agora.

Luka também deixou para trás Jerry West, homem do logo da NBA, na quantidade de triplos-duplos com pelo menos 30 pontos nas duas primeiras temporadas da carreira. São 5 para ele, contra 4 de West.

O camisa 77 tem médias de 29.5 pontos (4º) e 9.3 assistências (2º). Doncic também aparece no top 10 dos rebotes, com 10.7 por jogo. Nas nove últimas partidas, elevou ainda mais seu nível com 31.6, 10.4 e 11.6. 

Se fizer apenas 16 pontos e der 6 assistências na quarta-feira, contra o Golden State Warriors, entrará para a história mais uma vez como o 5º jogador a ter média de 30 pontos e triplo-duplo em uma sequência de 10 jogos. Os outros? Oscar Robertson, Russell Westbrook, Michael Jordan e LeBron James.

Mas os números individuais não são a única coisa que colocam Doncic na briga para ser o MVP mais novo da história - Derrick Rose é o atual dono do feito.

Mesmo enquanto Kristaps Porzingis se adapta aos Mavericks em sua primeira temporada após romper o ligamento cruzado do joelho, Dallas tem oito vitórias e cinco derrotas e está na zona de classificação para os playoffs na forte Conferência Oeste.         


    


E se o prêmio é entregue para o jogador mais valioso, é impossível não considerar Luka: os Mavs têm o 8º melhor ataque da NBA, com 114.1 pontos por partida; Doncic é responsável, entre cestas e assistências, por 53.2 deles. Ou seja, 46,6%.

A 'era Doncic' está apenas começando. E para um jovem de 20 anos que joga como um veterano, ela deve durar muito tempo.

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