São Paulo troca assessor de imprensa mais longevo entre os grandes clubes do país

Rodrigo Bueno
Rodrigo Bueno

Câmera da ESPN encontra Crespo em camarote do Morumbi durante São Paulo x Palmeiras


O São Paulo mudou muito desde 1997, quando Juca Pacheco passou a trabalhar na assessoria de imprensa do clube. Hoje, ele acertou a sua saída do time. 

Essa é mais uma mudança significativa na nova gestão do presidente Julio Casares, afinal Juca era o mais longevo dos assessores de imprensa de clube considerando os principais times do país.

 A área de comunicação do tricolor paulista tem passado por boa reformulação também.

Felipe Spindola, que já trabalha também há muitos anos no clube, passa a ser agora o principal nome na assessoria de imprensa do São Paulo. 

Pela apuração do blog, não há um bom entendimento entre a nova gestão e Juca Pacheco, um dos pivôs da geração que mudou bastante a cara do trabalho de assessoria de imprensa no futebol brasileiro. 

Júlio Casares comemora a vitória na eleição presidencial do São Paulo
Júlio Casares comemora a vitória na eleição presidencial do São Paulo Fernando Nascimento/Photopress/Gazeta Pr

Juca tem boa relação com Muricy Ramalho, técnico tricampeão brasileiro em 2006/2007/2008 que voltou a trabalhar no clube, agora como coordenador de futebol.  

Fonte: Rodrigo Bueno

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Adoração por zagueiros estrangeiros revela crise nacional também na defesa

Rodrigo Bueno
Rodrigo Bueno

O que está acontecendo com os zagueiros brasileiros? Eu parei para refletir sobre isso participando do Futebol na Veia na ESPN Brasil. Surgiu a notícia de que o Palmeiras, um dos dois clubes mais endinheirados do país, tem interesse no Cuesta, defensor argentino que é visto como uma espécie de craque do Internacional. O Verdão desejaria uma zaga com Cuesta e o paraguaio Gustavo Gómez, sabidamente seu melhor defensor na linha. Na seleção da Bola de Prata do último Brasileiro, Gustavo Gómez teve como parceiro na zaga o atleticano Junior Alonso, outro paraguaio. Isso é apenas um sinal.

 

 

Capitão Gustavo Gómez marca e é eleito o craque do jogo pela Conmebol
Capitão Gustavo Gómez marca e é eleito o craque do jogo pela Conmebol Cesar Greco / Palmeiras

          O Flamengo, bicampeão brasileiro, ficou encantado com um zagueiro espanhol que estava na segunda divisão da Espanha. Pablo Marí não teve um substituto à altura no rubro-negro, tanto que, na reta final do campeonato, o técnico Rogério Ceni puxou Willian Arão para a zaga, algo que melhorou a equipe. Os gremistas veneram o argentino Kannemann desde 2016, quando ele chegou ao tricolor gaúcho para ser um dos protagonistas do time de Renato. O zagueiro raçudo foi o melhor jogador no confronto de volta contra o São Paulo na semifinal da Copa do Brasil e salvou o time em outras situações em que Geromel estava no departamento médico. O “Geromito”, um selecionável, caiu sim de produção recentemente.

 

          Já que citei o São Paulo, Arboleda está vivendo um momento de alta no clube, até porque o Bruno Alves, zagueiro que foi bem na temporada retrasada, também baixou seu nível. Apesar dos problemas extracampo, o defensor equatoriano tem sido útil inclusive no ataque são-paulino. Com Crespo e o sistema de três zagueiros, ele deve ser ainda mais importante. E o São Paulo espera repatriar o veterano Miranda, que já não dá mais para a seleção e que escancara como o clube do Morumbi sofreu com zagueiros medianos em tempos recentes de fila.

 

           O corintiano Gil, o atleticano Réver e o vascaíno Leandro Castán não são nem sombra do que já foram um dia, peso da idade também. E não estão surgindo mais tantos zagueiros bons assim no futebol brasileiro. No passado, o país costumava exportar basicamente atacantes e meio-campistas. A Europa tinha limite de estrangeiros e queria apenas o talento ofensivo brasileiro. Nas últimas décadas, jogadores de defesa ganharam mais espaço lá, sobretudo laterais ofensivos, marca do nosso país (Roberto Carlos, Cafu, Marcelo, Daniel Alves, Maicon, Júnior “capacete”, Leonardo, Júnior, Mancini, Dedê, Cicinho, Athirson, Filipe Luís, Renan Lodi, Rafinha etc.).  

 

          Os goleiros brasileiros passaram a ser valorizados depois que Taffarel abriu as portas da Europa, tanto que Júlio César e Allison já tiveram sua temporada de “melhor do mundo na posição”. O goleiro do time de Guardiola é um brasileiro: Ederson. O Barcelona tem goleiro brasileiro no elenco: Neto. Mas como estão os nossos zagueiros?

          Aos 36 anos, Thiago Silva ainda teve bola para ser contratado pelo Chelsea e ainda é lembrado por Tite na seleção brasileira, mais um sinal de que há algum sério problema na renovação. O parceiro de Thiago Silva na seleção era seu parceiro de Paris Saint-Germain, Marquinhos, que joga por vezes (e bem) de volante. Rodrigo Caio, ex-volante cuja real capacidade parece ainda gerar certa dúvida na cabeça de torcedores em geral, seria o grande zagueiro brasileiro em atividade no país atualmente? Por que a Europa até hoje não o levou então? Apenas pelos problemas físicos que ele já teve?

 

          Diego Carlos, do Sevilla, e Felipe, do Atlético de Madri, frequentam hoje a seleção de Tite. Fazem boas campanhas, mas não estão entre os melhores do mundo (se estivessem, talvez jogariam na Espanha no Real Madrid e no Barcelona). Militão está no Real, mas, nessa de lateral e zagueiro, na verdade está de fato é na reserva e na lista de negociáveis. Pelo jeito, o Brasil vai para a Copa do Mundo em dezembro de 2022 com Thiago Silva mesmo, talvez de capitão aos 38 anos. E aí eu repito a pergunta: o que está acontecendo com os zagueiros brasileiros?

Aldair, Roma
Aldair, Roma Roma/Divulgação

 

          O Brasil exportou grandes zagueiros a partir do final dos anos 80 para a Europa (Ricardo Rocha, Ricardo Gomes, Aldair, Juan, Lúcio, Antônio Carlos, Miranda, Luisão etc.). E passamos parte dos últimos tempos lamentando que o futebol brasileiro parou de produzir grandes centroavantes (não tem mais Romários, Ronaldos e Carecas) e camisas 10 (não há mais Zicos ou mesmo Raís e Alexes). Talvez seja a hora de fazer esse mesmo questionamento agora com os grandes zagueiros.

 


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Estadual devia ser como Copa da Liga ou Copa do Mundo

Rodrigo Bueno
Rodrigo Bueno

Não há mais espaço no calendário para Estaduais arrastados e pouco interessantes. E isso vem antes mesmo da pandemia e do presidente da CBF, Rogério Caboclo, dizer, na premiação dos melhores do Brasileiro, que o atual calendário irracional não é feito por sua entidade.

 

           Minha solução é rápida e simples. Estaduais devem ser de tiro bem curto, um mata-mata nos moldes da Copa da Liga da Inglaterra ou de outras copas nacionais secundárias. Perdeu está fora. Jogos únicos. Um time para ser campeão faria no máximo sete partidas. Pode escalar reservas ou garotos, se esse for o desejo do clube. Outra opção é copiar o formato atual da Copa do Mundo, que tem 32 times e no máximo sete jogos para seu campeão. Assim enxugaria, por exemplo, mais da metade das datas do campeão do Paulista, o principal Estadual do país.

 

          Mas e os times pequenos? Vão ficar sem jogar por meses? Vão acabar? Não, muito ao contrário. Jogariam um campeonato nacional regionalizado, preferencialmente de pontos corridos, assim como os grandes das Séries A e B. Seria uma Série E, que hoje inexiste. E tem mais: todos os times do país jogariam a Copa do Brasil. Torneio de mata-mata permite a participação de milhares de clubes, como acontece na Copa da França, por exemplo. Acabaria com essa decisão estúpida de um campeão da Copa Paulista ter que optar entre jogar a Série D e a Copa do Brasil.

 

         Isso preencheria o calendário dos times menores, permitiria a eles se planejar melhor, crescer. E deixaria os Estaduais mais atraentes para o público e para a televisão. Os Estaduais seriam disputados ao longo do ano em alguns meios de semana, como todas as copas. Nada de dedicar dois ou três meses apenas para os Estaduais. Assim como a Copa do Brasil passou a ser disputada simultaneamente cm o Brasileiro, o mesmo se passaria com os torneios estaduais. É assim na Europa, de boa.

 

Atlético-MG, Corinthians e Flamengo, campeões estaduais; em 2016, Inter caiu após ganhar o Gaúcho
Atlético-MG, Corinthians e Flamengo, campeões estaduais; em 2016, Inter caiu após ganhar o Gaúcho Arte ESPN - Divulgação e Getty

          O Manchester City tenta ganhar Inglês, Copa da Inglaterra e Copa da Liga da Inglaterra, e o Guardiola, que de irracional não tem nada, ainda pode ser campeão da Champions League e outros torneios internacionais nesta temporada. Na pirâmide do futebol inglês, um modelo para o mundo, há mais de 5 mil clubes (a partir da sexta divisão, há ligas regionalizadas). Qualquer um pode escalar, em tese, o topo da pirâmide, assim como até um time semi-amador pode conquistar a Copa da França.

 

          Estando bom para ambas as partes (times grandes e pequenos), Rodrigo Bueno, aqui, agora!

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Em defesa do VAR e dos pontos corridos, fora, Gaciba!

Rodrigo Bueno
Rodrigo Bueno

Eu sempre defendi o sistema de pontos corridos no Campeonato Brasileiro. Eu sempre defendi o VAR no futebol. E, na defesa disso tudo, eu defendo agora a saída do Leonardo Gaciba do comando da arbitragem da CBF.

Uma das muitas vantagens de um campeonato com 38 rodadas em que todos se enfrentam em turno e returno é que os erros de arbitragem são diluídos: todos em algum momento são beneficiados e prejudicados. No balanço final de uma competição assim, muito raramente há uma grande injustiça. Em uma final ou em um confronto de mata-mata, um erro de arbitragem tem um peso bem maior. E a história do futebol brasileiro, sobretudo, mostra grandes absurdos de arbitragem em jogos decisivos.

A tecnologia vem sendo empregada no esporte para reduzir o número de erros de arbitragem, algo que sempre desejei, assim como tanta gente. O VAR, que já não é mais uma novidade no futebol, trouxe a esperança de mais justiça e de menos polêmicas. Mas o uso dessa ferramenta no Brasil foi algo simplesmente catastrófico neste Campeonato Brasileiro de 2020 que acabou em 2021.

Renata Ruel: 'Pênalti para o Inter foi muito mal anulado'; veja

Houve gol legal invalidado pelo VAR, como reconheceu Gaciba (que deu preferência na entrevista para o canal de TV em que ele trabalhava), houve falha técnica do instrumento, houve problema de comunicação entre os que operam o equipamento, houve ordem precipitada para validar gol sem ter a certeza do lance, houve chuva de pedidos de adiamento de jogos por conta disso tudo e houve diferentes interpretações de arbitragem para lances quase idênticos, inclusive na reta final do campeonato, quando os holofotes estavam mais voltados para os juízes.

Em um país onde há tanta corrupção e onde as pessoas enxergam teorias da conspiração em tudo, simplesmente por não acreditarem em quase nenhuma instituição e em quase ninguém, o cuidado com a arbitragem deveria ser ainda maior. O Flamengo, melhor time do país e favorito desde sempre para vencer o campeonato nacional, foi o campeão, o que seria a coisa mais normal e inquestionável. Só que não foi bem assim.

Na grande maioria do campeonato, boa parte dos flamenguistas falavam em um complô para não permitir uma hegemonia rubro-negra no país. O São Paulo seria o campeão porque Rogério Caboclo, presidente da CBF, é são-paulino. Isso até o Inter virar líder. O foco se virou então para as ajudas ao clube colorado, e a tese passou a ser a de que qualquer um seria campeão menos o Flamengo, pois o “esquema” seria esse. O Flamengo assume a liderança na penúltima rodada muito por conta da polêmica expulsão de Rodinei, e grande parte do país resgata o peso que tem o time rubro-negro na hora da decisão, inclusive sobre árbitros.

Eu continuo não acreditando que há um sistema que defina os campeões. Eu continuo acreditando nos pontos corridos como a melhor fórmula para um campeonato nacional. Eu continuo acreditando na tecnologia e no VAR para reduzir os erros de arbitragens, sobretudo os mais graves. 

Mas eu não acredito mais no Leonardo Gaciba. Rogério Caboclo, que estava no seu querido Morumbi para entregar o troféu para o 'rival' Flamengo e a medalha para o 'ídolo' Rogério Ceni, precisa zelar pela imagem do principal campeonato do país (infelizmente, ainda é a CBF que organiza a competição, não há Liga) e precisa agir.

Fora, Leonardo Gaciba!  

Leonardo Gaciba, presidente da Comissão de Arbitragem da CBF
Leonardo Gaciba, presidente da Comissão de Arbitragem da CBF Lucas Figueiredo/CBF
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Em defesa do VAR e dos pontos corridos, fora, Gaciba!

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Metade das torcidas estrangeiras no Brasil é de clubes da Inglaterra; veja pesquisa

Rodrigo Bueno
Rodrigo Bueno

Concluída a maior pesquisa que eu já fiz para determinar o tamanho das torcidas de times estrangeiros no Brasil, posso dizer que praticamente a metade dos votos recebidos foi para clubes ingleses, o que só mostra como a Premier League, sobretudo, virou mesmo um fenômeno e um símbolo de excelência no esporte.

Arsenal, Liverpool, Manchester City, Manchester United e Chelsea estão no top 10 do levantamento e puxam a preferência nacional por times da terra da rainha. Em pesquisas anteriores, clubes como Milan e Real Madrid, muito conhecidos no mundo todo há várias décadas, tinham mais protagonismo. Ainda são muito bem votados, mas percebe-se que os latinos estão perdendo espaço mesmo para os clubes ingleses no coração brasileiro.

Eu computei votos desta vez nas redes sociais de ESPN Brasil e FOX Sports, além das minhas próprias mídias sociais (teve gente que mandou votos até no meu Linkedln). Com este universo mais amplo para ouvir as pessoas, a maioria das agremiações aumentou o número de votos em relação às pesquisas anteriores que organizei. É bom lembrar que não há base científica nesta enquete e que há margem de erro mesmo nas pesquisas mais confiáveis.

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Foram citados 18 clubes ingleses diferentes neste levantamento (que durou quase uma semana). Os italianos aparecem na segunda posição, com dez times lembrados. Depois, vem a Espanha, com 9 equipes. No total, 47,02% dos votos computados apontam preferência para os times da Inglaterra. Em reportagem na Folha de S. Paulo, há dez anos, publicada no dia 3 de abril de 2011, eu já constatava esta febre britânica no Brasil tendo como base o crescimento de perfis de torcidas de times estrangeiros no país. Neste post, você poderá ver como algumas das torcidas de times ingleses no Twitter cresceram bem.

Claro que tudo isto tem a ver com o sucesso da Premier League, que passou a fazer parte para valer do nosso cotidiano neste século com as transmissões cada vez mais frequentes do campeonato (eu e o Paulo Andrade sabemos bem disso desde que esta viciante brincadeira começou nos canais ESPN). No Twitter, a @ManUtdBR tinha 2.737 seguidores há dez anos, hoje, está com mais de 45 mil pessoas. Isto é mais do que a média de público da própria liga inglesa. A atuante @Arsenal_Brasil, que ajudou a colocar os Gunners no topo de mais uma pesquisa de torcida, contava com 1.486 seguidores há uma década, agora, ostenta mais de 23 mil componentes.

Sabemos o que aconteceu com o Manchester City nos últimos anos após grande injeção de dinheiro e a contratação de Pep Guardiola. Agora, veja só o que aconteceu com a @ManCityBrazil: passou de 261 fãs há dez anos para mais de 31.500 seguidores neste momento. Mas não são só os times que vencem muito que crescem em popularidade. A @NottsBrazil (torcida pelo Notts County) passou de 78 pessoas para quase 1.600 em dez anos. Você imaginaria que há mais de mil pessoas no Brasil que curtem e acompanham o Notts County, um clube tradicional mas que está agora na quinta divisão?

Para ser transparente ao máximo, vou postar aqui abaixo o resultado completo da pesquisa que fiz, incluindo aqueles votos de sacanagem (teve gente, possivelmente motivada por seu clube brasileiro de coração, citando Corinthian-Casuals, Mazembe, Raja Casablanca, Tigres, etc.). Também mostrarei as contas por país e o crescimento de algumas torcidas inglesas no Twitter.

Parte do troféu da Premier League, liga que virou um sucesso no Brasil e alavanca torcida por times ingleses no país
Parte do troféu da Premier League, liga que virou um sucesso no Brasil e alavanca torcida por times ingleses no país Andrew Powell/Getty Images

Pesquisa de torcidas estrangeiras no Brasil (2021)

CLUBE                                                  VOTOS

 

1º Arsenal (ING)                               80 (11,06%)

2º Liverpool (ING)                            78 (10,78%)

3º Real Madrid (ESP)                       69 (9,54%)

4º Barcelona (ESP)                          60 (8,29%)

5º Manchester City (ING)                 57 (7,88%)

6º Milan (ITA)                                   43 (5,94%)

7º Manchester United (ING)             39 (5,39%)

8º Chelsea (ING)                              38 (5,25%)

9º Bayern (ALE)                               31 (4,28%)

10º Borussia Dortmund (ALE)          22 (3,04%)

11º Juventus (ITA)                            20 (2,76%)

12º Inter (ITA)                                  18 (2,48%)

13º Atlético de Madri (ESP)              15 (2,07%)

14º Tottenham (ING)                        13 (1,79%)

15º Paris Saint-Germain (FRA)        12 (1,65%)

16º Boca Juniors (ARG)                   11 (1,52%)

17º Newcastle (ING)                        10 (1,38%)

18º Napoli (ITA)                               7   (0,96%)

      Roma (ITA)                               7   (0,96%)

20º Ajax (HOL)                                6   (0,82%)

21º Corinthian-Casuals (ING)          5   (0,69%)

      Lazio (ITA)                                 5   (0,69%)

      West Ham (ING)                        5   (0,69%)

24º Leicester (ING)                          4   (0,55%)

      Sampdoria (ITA)                        4   (0,55%)

      Tigres (MEX)                             4   (0,55%)

27º Sporting (POR)                          3   (0,41%)

28º Aston Villa (ING)                        2   (0,27%)

      AZ Alkmaar (HOL)                      2   (0,27%)

      Celtic (ESC)                               2   (0,27%)

      Estrela Vermelha (SER)             2   (0,27%)

      Everton (ING)                             2   (0,27%)

      Fiorentina (ITA)                           2   (0,27%)

      Guaraní (PAR)                             2   (0,27%)

      Mazembe (CON)                        2   (0,27%)

      Nottingham Forest (ING)             2   (0,27%)

      Parma (ITA)                                 2   (0,27%)

      River Plate (ARG)                        2   (0,27%)

      Valencia (ESP)                            2   (0,27%)

40º Académica de Coimbra (POR)    1   (0,13%)

      Al Ahly (EGI)                              1   (0,13%)

      América (MEX)                          1   (0,13%)

      Bayer Leverkusen (ALE)             1   (0,13%)

      Benfica (POR)                            1   (0,13%)

      Betis (ESP)                                1   (0,13%)

      Borussia Mönchengladbach (ALE)   1   (0,13%)

      Celta (ESP)                                1   (0,13%)

      Cremonese (ITA)                       1   (0,13%)

      CSKA (RUS)                               1   (0,13%)

      Cultural Santa Rosa (PER)          1   (0,13%)

      Daugavpils (LET)                        1   (0,13%)

      Feyenoord (HOL)                       1   (0,13%)

      Fulham (ING)                             1   (0,13%)

      Galatasaray (TUR)                     1   (0,13%)           

      Hamburgo (ALE)                        1   (0,13%)

      Leipzig (ALE)                             1   (0,13%)

      Lyon (FRA)                                1   (0,13%)

      Peñarol (URU)                            1   (0,13%)

      Porto (POR)                                1   (0,13%)

      Preston North End (ING)             1   (0,13%)

      PSV (HOL)                                  1   (0,13%)

      Racing (ARG)                             1   (0,13%)

      Raja Casablanca (MAR)             1   (0,13%)           

      Rayo Vallecano (ESP)                1   (0,13%)           

      Sevilla (ESP)                              1   (0,13%)

      Shamrock Rovers (IRL)              1   (0,13%)

      Slovan Bratislava (SVQ)             1   (0,13%)

      Standard Liège (BEL)                1   (0,13%)

      Sunderland (ING)                      1   (0,13%)

      Villarreal (ESP)                         1   (0,13%)

      Watford (ING)                           1   (0,13%)

      Wolverhampton (ING)               1   (0,13%)

Total de times citados: 72
Total de votos: 723

Reportagem minha sobre pesquisa de torcidas de times estrangeiros publicada na Folha de S. Paulo em 3 de abril de 2011
Reportagem minha sobre pesquisa de torcidas de times estrangeiros publicada na Folha de S. Paulo em 3 de abril de 2011 Reprodução/Folha de S. Paulo

 Clubes citados por país (23 países)

1º Inglaterra       18 (340 votos / 47,02%)

2º Itália               10 (109 votos / 15,07%)

3º Espanha         9 (151 votos / 20,88%)

4º Alemanha        6 (57 votos / 7,88%)

5º Holanda          4 (10 votos / 1,38%)

    Portugal          4 (6 votos / 0,82%)

7º Argentina        3 (14 votos / 1,93%)

8º França            2 (13 votos / 1,79%)

    México            2

10º Bélgica         1

    Congo            1

    Egito              1

    Escócia          1

    Eslováquia     1

    Irlanda           1

    Letônia           1

    Marrocos        1

    Paraguai         1

    Peru               1

    Rússia            1

    Sérvia            1

    Turquia           1

    Uruguai          1

'Galácticos': veja trailer do documentário da ESPN sobre um Real Madrid histórico


Torcidas inglesas no Twitter

(Número de seguidores / Número em 3 de abril de 2011) 

@Arsenal_Brasil       23.434  (1.486)

@BoltonBrasil          645          (133)

@fulhamfcbrasil       4.545       (189)

@LeedsUnitedBR      4.083     (314)

@ManCityBrazil         31.518   (261)

@ManUtdBR            45.391   (2.737)

@NFFCBrasil            5.636      (375)

@NottsBrazil            1.597       (78)

@nufcbrasil             3.738       (122)

@reds4us               5.644     (3.341)

@TottenhamBrasil     14.378   (869)

@west_hambr         5.713       (144)

@WolvesBrasil         2.733      (219)

@ynwabrasil            676          (251)

 

 

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CBF rejeitaria Guardiola por querer ganhar tudo?

Rodrigo Bueno
Rodrigo Bueno

Um dos vice-presidentes da CBF, Francisco Novelletto precisa dar uma palestra para o Guardiola, para o Rummenigge e para algumas outras figuras do futebol que querem ganhar tudo. O dirigente atacou o Palmeiras por disputar todas as partidas possíveis do calendário nesta temporada e deu a entender que o melhor para um time é abrir mão de algumas competições e partidas

“Quem mandou querer ganhar tudo? Vê se o presidente do Palmeiras abre mão. Ele não é obrigado. Quer fazer caixa, ganhar prêmio da CBF, de quem patrocina os campeonatos”, disse o cartola à Rádio Bandeirantes.

Eu já defendi muito e continuo defendendo o Guardiola como técnico da seleção brasileira. Mas será que o perfil dele agrada ao Novelletto? Creio que não, afinal, o espanhol ganhou seis títulos com o Barcelona na mesma temporada (2008/2009). E, se bobear, o Manchester City dele vai ganhar sete troféus na atual (2020/2021). O time inglês vem de uma série de 17 partidas apenas com vitórias, um recorde histórico na terra da rainha. 

Guardiola diz que amaria ter Messi e CR7 e elogia Fernandinho


Neste domingo (21), o City pega o Arsenal à partir das 13h15 (horário de Brasília), com transmissão ao vivo de ESPN Brasil e ESPN App e deve ampliar esta marca. Guardiola já é o primeiro técnico de elite na Inglaterra a vencer os 10 primeiros jogos do calendário em um ano (este 2021 que ainda está no começo). Imagine só  o faminto técnico espanhol sendo contratado por Novelletto: “Abra mão de alguma coisa, Guardiola. Tentar ganhar Copa do Mundo, Copa América e Olimpíada é uma loucura. Não precisa vencer os 18 jogos das eliminatórias, dá para classificar para o Mundial em quarto lugar com campanha mediana.”  

E o Bayern de Munique, que também venceu seis títulos em uma temporada? Pense no cartola da CBF ensinando Rummenigge, ídolo do clube alemão que é o atual presidente do detentor dos títulos do Mundial, da Champions, da Bundesliga, da Copa da Alemanha, da Supercopa da Europa e da Supercopa da Alemanha. “Não dá para ganhar tudo, Rummenigge. Você é fominha demais, está interessado nos prêmios da Fifa, da Uefa, da federação e da liga da Alemanha. É muita coisa. Desiste de alguma coisa”, seria o conselho de Novelletto, ex-presidente da Federação Gaúcha de Futebol (FGF).

O Palmeiras investiu pesado na montagem de seu elenco com o apoio de forte patrocinador exatamente para tentar ganhar tudo. O clube alviverde turbinou sua base nos últimos anos para ter ainda mais opções boas no time. Mas talvez Novelletto entenda que esse não é o caminho a ser seguido e que o calendário brasileiro é exemplo para mundo. 

O Santos de Pelé e o São Paulo de Telê ganharam praticamente tudo. Devem ser criticados?

Responda à esta pergunta e, se você ainda não participou da pesquisa de torcida de times estrangeiros no Brasil, diga qual é seu clube do exterior favorito aqui nas postagens deste texto nas redes sociais de ESPN Brasil e FOX Sports ou em qualquer mídia minha (@RodrigoBuenoTV no Twitter, @rodrigobuenobubu no Instagram, www.facebook.com/RodrigoBuenoJornalista e, como o mundo está sempre mudando, eu aceito voto agora até de quem me achar no Tik Tok e no Clubhouse). O resultado da pesquisa sairá nesta terça-feira, dia 23 de fevereiro.  

Pep Guardiola, técnico do Manchester City
Pep Guardiola, técnico do Manchester City GettyImages
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Na lata, qual é o seu time estrangeiro favorito?

Rodrigo Bueno
Rodrigo Bueno

Meu post de estreia no ESPN.com.br tinha que ser mesmo diferenciado! Qual é o seu time estrangeiro favorito? Simples assim. Responda à esta pergunta, e você participará da votação que vai medir, no momento, quais são os clubes do exterior mais queridos pelos brasileiros.

Eu já tenho uma boa experiência com esse tipo de enquete. A primeira que fiz, por mera curiosidade na esteira de uma pesquisa de torcidas nacionais feita pelo Datafolha, foi em 2003, na coluna Futebol no Mundo que eu escrevia na Folha de S. Paulo. Na época, não tínhamos as mídias sociais de hoje nem tantas transmissões de jogos internacionais como atualmente. Essa votação feita há 18 anos destacou o Milan e clubes italianos em geral, além do então galáctico Real Madrid. Em 2010, fiz uma nova enquete, e o resultado apontou um grande crescimento dos clubes ingleses devido ao sucesso da Premier League, além da ascensão meteórica do Barcelona, na época encantando com aquele timaço de Messi dirigido por Pep Guardiola.

A terceira e mais recente pesquisa que fiz para determinar as maiores torcidas de times estrangeiros no Brasil aconteceu no final de 2012, quando eu escrevia para o FOXSports.com.br. Houve, claro, algumas correntes na internet, sobretudo de algumas comunidades de torcedores de alguns clubes, mas o resultado não ficou muito longe do que deveria ser a realidade mesmo. O Arsenal, que tem torcida oficial reconhecida no Brasil desde aquela época, foi muito citado, por exemplo. A Arsenal Brasil começou em 2007 no agora já velho Orkut e depois cresceu com Twitter, Facebook, site, revista, viagens para conhecer as dependências dos Gunners e por aí vai. É uma prova concreta de que há, sim, muita gente no Brasil que torce de verdade para times estrangeiros. E muitos nem têm um clube brasileiro no coração. Um sinal dos tempos!

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Peço a você que vai votar que cite apenas um time favorito. 

Sem essa de dizer que é Liverpool e Al Ahly ou que é Boca Juniors e Tigres. Eu só computarei um voto por pessoa e apenas um clube por pessoa. Checarei todos os perfis dos eleitores para garantir que não haja voto repetido, corrente, spam, essas coisas. Chegamos à terceira década do Século 21, voltei à minha querida ESPN, ao bom e já veterano programa Futebol no Mundo, e é justo medir a popularidade de cada time estrangeiro por aqui de novo. 

Vale voto aqui nas postagens deste texto nas redes sociais de ESPN Brasil e FOX Sports  (Twitter e Facebook de ambos) ou em qualquer rede social minha (@RodrigoBuenoTV no Twitter, @rodrigobuenobubu no Instagram, www.facebook.com/RodrigoBuenoJornalista e, como o mundo está sempre mudando, eu aceito voto agora até de quem me achar no Tik Tok e no Clubhouse).

Na lata, qual é o seu time estrangeiro favorito?

Bolas da Champions League 2020-21
Bolas da Champions League 2020-21 Getty Images
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