Jogou como nunca, perdeu como sempre

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco
Felício tenta pontuar diante dos Estados Unidos
Felício tenta pontuar diante dos Estados Unidos Getty Images

Na manhã desta segunda-feira (9), o Brasil encerrou mais uma participação na Copa do Mundo de basquete. A derrota por 89 a 73 para os Estados Unidos finalizou uma campanha que, na realidade, tinha sido encerrada após o vexame diante da República Tcheca.

Na madrugada de sábado para domingo, o Brasil jogava a vida no Mundial e a classificação para as quartas de final. Depois de uma primeira fase perfeita, em que havia vencido a Grécia de Giannis Antetokounmpo, atual MVP da NBA, esperava-se mais da seleção.

Na hora mais importante, no jogo que valia o campeonato - ganhar dos EUA era uma ilusão que nem nos maiores sonhos - tivemos a nossa pior atuação. Um time desligado, que cometeu erros bobos, perdeu bolas fáceis e se perdeu no nervosismo. Que não achou uma maneira de diminuir o impacto do armador Tomas Satoransky e não só perdeu como passou vergonha. Foi derrotado por 93 a 71.


         
    

Uma margem de vinte e dois pontos. E o Brasil acabou indo embora para casa por conta do saldo de pontos. Jogou como nunca, fez a gente se emocionar com a vitória sobre a Grécia, criou esperança e perdeu como sempre.

Agora somos obrigados a ver os argentinos cantando que "quem não salta, não vai para o Japão" e com razão. Apenas um milagre no Pré-Olímpico coloca a seleção em Tóquio-2020. E a Argentina, com um time bem inferior, curte mais uma vaga e mais uma mata-mata de Mundial.

O basquete brasileiro não pode viver de vitórias pontuais. O torcedor merece mais. E nós temos capacidade de entregar mais. O que não se organiza, não vai para a Olimpíada.

Comentários

Jogou como nunca, perdeu como sempre

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Demorou, mas um novo LeBron James finalmente chegou nos Lakers

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto

         


    


A temporada 2018-19 não foi boa para LeBron James. Em seu ano de estreia no Los Angeles Lakers, o camisa 23 sofreu uma lesão grave, ficou fora dos playoffs e, pela primeira vez em muito tempo, não mostrava disposição para carregar um time cheio de jovens.

Era como se LeBron ainda não tivesse chegado em Los Angeles.

Mas se há uma coisa de diferente em 2019-20, é o espírito do astro em quadra. Seu desejo de ter Anthony Davis foi atendido, e o potencial de um time que tem LeBron como armador finalmente começa a aparecer.

Ao contrário do que aconteceu no ano anterior, quando o camisa 23 ficou fora dos playoffs pela primeira vez desde sua segunda temporada como profissional, LeBron parece se divertir em quadra. Está mais engajado, claro, em um grupo que precisa brigar para ao menos chegar nas finais da Conferência Oeste. E aos 34 anos, ele está descansado e pronto para liderar os Lakers de uma forma diferente.


         
    


Este LeBron não é o dos tempos de Cavaliers ou de Heat, quando colocava a bola debaixo do braço e atacava. Hoje, ele distribui o jogo, deu um passo atrás para que Anthony Davis pudesse se encaixar, mas isso não significa que seu nível tenha caído. Pelo contrário.

Ele tem média de 11.2 assistências por partida e lidera a NBA no quesito com quase dois passes para cestas a mais do que o segundo colocado - Luka Doncic, dos Mavericks, tem 9.1.

Os 25 pontos por jogo são sua pior marca desde a temporada de calouro. Mas ele cria 27.7 pontos por confronto através de suas assistências - número que, claro, também é o melhor da liga.

Os Lakers lideram a Conferência Oeste com dez vitórias em doze jogos. É o melhor começo de temporada da franquia desde que Kobe liderou o time ao título em 2009-10. E o mais impressionante é ver o time em quadra, atuando realmente sob o comando de LeBron.

Renovado. Descansado. Pronto. Demorou, mas ele chegou em Los Angeles. A NBA que se prepare.

Nos siga no Twitter:
 @ESPNagora
@ESPNLeague_br
 @euzucchetto

Comentários

Demorou, mas um novo LeBron James finalmente chegou nos Lakers

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Finalmente, o absurdo foi corrigido: Carmelo Anthony está de volta à NBA

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco
Carmelo Anthony está de volta
Carmelo Anthony está de volta Getty Images


A justiça foi feita na NBA. Carmelo Anthony está de volta às quadras e será jogador do Portland Trail Blazers. O absurdo que era Melo não estar empregado foi corrigido.

O ala não joga uma partida de NBA desde o começo da temporada passada quando foi dispensado pelo Houston Rockets após apenas 10 partidas na franquia texana. E isso é um absurdo.

Não existem 450 jogadores melhores do que Carmelo Anthony no mundo. Portanto, ele não ser um dos 15 jogadores de um dos 30 elencos da NBA é absurdo.

Não existem 450 jogadores de basquete que contribuam mais do que Carmelo Anthony poderia contribuir para qualquer equipe e isso é indiscutível. No auge, Carmelo era um dos maiores pontuadores da história do basquete.


         
    

E ninguém esquece como arremessar, muito menos alguém que foi 10x All-Star da NBA "só por pontuar". Vindo do banco de reservas e com minutos restritos, Carmelo é, indiscutivelmente, uma ótima opção para segundas unidades que precisem de alguém que converta oportunidades em cestas: exatamente o que o Blazers precisa.

A grande questão com Carmelo foi a mentalidade. A hesitação em aceitar um papel secundário. No entanto, o ala deu diversos sinais de que está disposto a se sacrificar para voltar a uma quadra de basquete e fazer o que mais gosta.


         
    

E esse é outro ponto inegável. Poucos jogadores amam entrar em uma quadra tanto quanto Carmelo Anthony. Entre todos os seus defeitos, o grande destaque no jogo de Melo sempre foi a energia e a vontade de vencer acima de tudo. Não existiu uma partida em sua carreira que Carmelo não deixou tudo em quadra.

Agora, o absurdo foi corrigido. O Portland Trail Blazers faz o que todo mundo deveria ter feito antes mesmo da temporada começar: dá a última chance para Carmelo provar de uma vez por todas que merece ser lembrado como um dos pontuadores mais letais e decisivos da NBA e não por uma figura caricata que foi criada sobre ele.

Comentários

Finalmente, o absurdo foi corrigido: Carmelo Anthony está de volta à NBA

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Ja Morant já é um armador de elite da NBA

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso

Quando Morant assombrou o mundo do basquete universitário da temporada passada, se tornando o único jogador com médias de mais de 20 pontos e 10 assistências por jogo desde que a NCAA passou a contabilizar as assistências nas suas estatísticas, a NBA já sabia que teria ali um armador de elite.

Bastaram 10 jogos para que Morant comprovasse isso. Em um Memphis Grizzlies jovem e em reconstrução, o armador não sentiu o peso de estar vestindo a camisa de uma franquia da principal liga de basquete do mundo.

São 18,8 pontos, 3,3 rebotes, 5,8 assistências e um roubo de bola por jogo na temporada. Ele já fez uma partida de 30 pontos e em outras quatro superou a marca de 20 pontos.

Ja Morant tem se destacados pelos Grizzlies
Ja Morant tem se destacados pelos Grizzlies Getty

Há poucos jogadores que são tão ágeis e têm a capacidade de finalização com maestria ao redor do aro como Morant tem. Ele não é jogador mais físico, mas combina uma habilidade incrível com uma velocidade avantajada. Quando dispara em direção a cesta é difícil de ser parado.

Mais do que isso, Morant se mostrou DECISIVO. Na partida desta quarta-feira (13) contra o Charlotte Hornets, fora de casa, o armador chamou a responsabilidade. Na sexta, contra o Utah Jazz, fez o mesmo.

No total, são 77 pontos nos últimos períodos dos jogos até agora, uma média de 7,7 por partida. Ele tem 33 pontos decisivos a mais do que Coby White, segundo na lista dos calouros. Mas a marca se torna ainda mais imponente quando se vê os últimos 10 anos. Ele lidera todos os calouros da NBA em pontos nos últimos quartos após 10 jogos nesse período.

Na história dos Grizzlies, Morant se tornou o mais jovem a fazer uma cesta da vitória.

Ja já está pronto, já é um armador de elite. Sorte de Memphis que achou um ótimo substituto para Mike Conley.



Fonte: Leonardo Sasso

Comentários

Ja Morant já é um armador de elite da NBA

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

As maiores TRETAS da história da NBA - NBA no Divã #4

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso
Brigas da NBA
Brigas da NBA Arte ESPN

Saiu! Finalmente o programa de Guilherme Sacco e Leonardo Sasso tem nome. Tudo com a ajuda do fã de esporte, essencial para a escolha.

No programa desta semana, o assunto foi as maiores brigas da história da Liga. Desde brigas de Shaq contra Charles Barkley até Jeff Van Gundy segurando Alonzo Mourning pelos pés!

Você pode acompanhar o vídeo pelo WatchESPN, clicando aqui.

Ou no Youtube, com o vídeo abaixo.

Fonte: Leonardo Sasso

Comentários

As maiores TRETAS da história da NBA - NBA no Divã #4

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Por que Russell Wilson é o MVP de 2019 na NFL

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon
Russell Wilson
Russell Wilson Getty Images


Ainda restam mais sete semanas para o fim da temporada regular da NFL, mas, salvo alguma lesão grave ou exceção completamente bizarra, Russell Wilson é o MVP desta temporada.

Se ele não sofrer alguma lesão repentina que o tire da parte final da temporada, o quarterback do Seattle Seahawks tem tudo para ser eleito o mais valioso da liga. Alguns dizem que Lamar Jackson está na briga, bem como Deshaun Watson e Christian McCaffrey. 

No caso de Jackson, a empolgação é real, mas parece que individualmente e em termos coletivos, Wilson está acima. Sem contar que, após tantos anos e até um título de Super Bowl, estamos vendo o auge dele. Watson também tem feito um ano espetacular com os Texans e McCaffrey parece ser hoje, individualmente, o jogador de ataque mais dominante da NFL. Mas ainda são os QB's que chamam mais atenção.

E no caso de Wilson, que diversas vezes nesta temporada apareceu nas horas decisivas de vitórias apertadas, como no Monday Night Football diante do San Francisco 49ers, ou contra os Rams, ou como contra os Bengals no início da temporada, as estatísticas estão do lado dele também.

Wilson tem 23 passes para touchdown - líder na NFL - e apenas duas interceptações. Como de costume, ele resolve com os pés quando necessário e prolonga jogadas que com outros teriam acabado. E é importante citar também a campanha do Seattle Seahawks de 8 vitórias e apenas duas derrotas.

Talvez o cenário fosse diferente se alguns dos principais candidatos ao prêmio de MVP não tivessem se machucado, como Patrick Mahomes e Drew Brees. Mas isso não anularia a temporad absurda de Wilson.

Talvez Lamar Jackson e Watson sejam "versões" mais jovens de Wilson, mas o QB dos Seahawks está jogando com maestria e deve ganhar o troféu individual mais desejado da NFL ao fim da temporada.

E mais do que nunca, é importante ressaltar, Wilson merece. Hoje ele é um QB melhor e mais completo do que quando estava conduzindo os Seahawks ao Super Bowl. Mas, quem sabe, ele não retorna à final nesta nova "versão".

Comentários

Por que Russell Wilson é o MVP de 2019 na NFL

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

O New York Knicks só tem uma solução para acabar com a vergonha

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

         
    

O New York Knicks tem que acabar e nascer de novo com outro nome. Digo, os Knicks têm apenas uma solução possível para a vergonha acabar: James Dolan precisa vender a franquia.

Antes da temporada começar defendi neste mesmo blog , no glorioso Programa Sem Nome, que os Knicks conquistariam a oitava vaga nos playoffs da Conferência Leste. Ousado, eu sei. Burro? Talvez. E o começo de temporada da franquia mais valiosa da NBA corrobora com essa tese. Após 10 jogos, os Knicks conseguiram possantes duas vitórias e oito derrotas.

Os triunfos vieram contra o Chicago Bulls, que não é assim um grande adversário, e contra o Dallas Mavericks, essa na conta da "vingança com o ex" contra o Porzingis e essas coisas malucas que a NBA nos proporciona anualmente.

No último domingo (10) a equipe tomou uma sapatada histórica do Cleveland Cavaliers, uma das piores equipes da NBA, e que parece ter sido a gota d'água: o técnico David Fizdale está sendo mais questionado do que nunca e a torcida perdeu completamente a paciência que, sabemos, já não é muita em Nova York.

RJ Barrett durante a derrota para os Cavaliers
RJ Barrett durante a derrota para os Cavaliers Nathaniel S. Butler/NBAE via Getty Image

Mas é simples: se você vai mal por dois anos a culpa, provavelmente, é do técnico. Se você vai mal por cinco anos, a culpa é da diretoria. Se o seu problema vem de décadas e com diversas diretorias, a culpa é de quem contrata as diretorias.

Faz 24 anos que James Dolan é o responsável por comandar os Knicks. Ainda que a equipe tenha chegado a final de 1999, quando perdeu para o San Antonio Spurs, o que Dolan mais acumula como dono da franquia são fracassos, brigas e ódio da torcida.

Não é a toa que os Knicks são vistos como a franquia mais disfuncional da NBA e acabam afastando superestrelas - Kyrie Irving e Kevin Durant são os exemplos mais recentes. Enquanto Dolan for o cara que comanda as ações, esse cenário não vai mudar.

Grandes estrelas continuarão correndo de Nova York (mesmo que seja pro Brooklyn), a torcida seguirá impaciente e nenhum técnico conseguirá desenvolver um bom trabalho. A vergonha só passará quando Dolan vender os Knicks para alguém que saiba fazer o seu trabalho de maneira competente.

E esperamos que isso seja antes do Stephen A Smith infartar ao vivo.

Comentários

O New York Knicks só tem uma solução para acabar com a vergonha

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

O amanhã de Luka Doncic é hoje

Pedro Suaide
Pedro Suaide

20 anos. Alguns dos melhores jogadores universitários de basquete têm mais de 20 anos. Com essa idade, Luka Doncic é definitivamente um dos melhores, mas jogando no meio dos adultos.

Grande parte da análises sobre jogadores se baseia em sua idade e onde os mais velhos estavam com tal idade. O problema disso é que não tem como 'prever o futuro' de um ponto fora da curva, exatamente por ele não estar no mesmo nível da média.

Luka Doncic chegou à NBA em 2018 com um status de promessa, apesar de já ter conquistado a Europa com o Real Madrid e a seleção eslovena. Foi sensação em seu primeiro ano, mas obviamente era avaliado entre os calouros. Agora o ponto de comparação é outro: toda a liga. E seu rendimento mostra que ele realmente já faz parte do grupo de elite.

Após três semanas de jogos, apenas um jogador está no Top-10 de pontos, rebotes e assistências por jogo. E ele tem apenas 20 anos. E ele se chama Luka Doncic. 27,7 pontos (6º), 10,8 rebotes (10º) e 9,1 assistências (2º) de média. 

Muito além de sua posição em rankings quando comparado seus contemporâneos, é importante entender suas médias por jogo em comparação com todos os astros da NBA quando tinham sua idade. Nunca alguém teve médias tão altas, muito menos beirando um triplo-duplo. 

Considerando garotos de até 20 anos que eram protagonistas em suas equipes, Luka sobra contra outras estrelas. Para tirar uma base de análise, foram selecionados apenas jogadores que tiveram mais de 20 pontos por jogo de média.

LeBron James (2004-05) e Kevin Durant (2008-09) são os únicos que chegam perto em pontos, com 27,2 e 25,3 por jogo, respectivamente. Falando em assistências, ele é soberano, e o mais próximo também é LeBron de 2004-05, que teve 7,2. Nos rebotes, Doncic só não está melhor do que Shaquille O'Neal (1992-93), que pegou 13,3 por jogo.

E isso é muito pouco. Seu entendimento de jogo e leitura de situações em quadra estão em outro nível. É obvio que ele está longe de ser perfeito - sua escolha de arremessos ainda é bastante falha, sua defesa pode (e precisa) melhorar. Entretanto, seu instinto é de vencedor, e ele deixa isso claríssimo quando assume disputas contra os melhores do mundo em retas finais de partida.

A conversa não devem mais ser sobre se Doncic será ou não uma estrela. Mas sim quando ele vai vencer seu primeiro MVP. E o segundo. E por aí vai.

Comentários

O amanhã de Luka Doncic é hoje

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

[Programação] Semana de clássicos que vão parar a Costa Oeste, um na NBA e um na NFL

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Os 49ers defendem invencibilidade contra os Seahawks
Os 49ers defendem invencibilidade contra os Seahawks Focus on Sport/Getty Images

Dois dos times californianos mais empolgantes desse início de temporada 2019-20 terão grandes desafios na próxima semana. E ambos contra rivais de divisão e de Costa Oeste. Bons motivos para ficar até tarde ligado nos canais ESPN.

Nesta segunda, o San Francisco 49ers, único invicto da temporada da NFL, receberá o Seattle Seahawks, equipe que vem dominando a divisão oeste da NFC nesta década (e que impediu ao menos mais uma ida dos Niners ao Super Bowl). Um grande desafio para medir o potencial real do time comandado pelo quarterback Jimmy Garoppolo.

Dois dias depois, a ação vai para as quadras de Los Angeles. Os Lakers de LeBron James e Anthony Davis, líder da Conferência Oeste com apenas uma derrota, receberá o Golden State Warriors. O time de São Francisco é o atual pentacampeão do oeste, mas começou muito mal a temporada e uma vitória sobre o rival californiano poderia mudar os ânimos -- caso contrário, pode dar ainda mais combustível ao segundo maior campeão da NBA.

A semana dos esportes americanos ainda tem dezenas de jogos universitários, um interessante Vegas Golden Knights x Washington Capitals (reedição da penúltima temporada) e um clássico do futebol nacional transportado ao basquete:  Botafogo x São Paulo.

Fique ligado nos horários e não perca nada.

SÁBADO, 9 DE NOVEMBRO

NBA
21h30 - Houston Rockets x Chicago Bulls (ESPN)

NHL
21h - Vegas Golden Knights x Washington Capitals (ESPN 2)

NCAA (futebol americano)
17h30 - Kansas State x Texas (ESPN 2)
14h - Penn State x Minnesota (WatchESPN)
14h - Vanderbilt x Florida (WatchESPN)
14h - Western Kentucky x Arkansas (WatchESPN)
14h - East Carolina x SMU (WatchESPN)
14h - Florida State x Boston College (WatchESPN)
14h - Texas Tech x West Virginia (WatchESPN)
14h30 - Yale x Brown (WatchESPN)
15h - Gardner-Webb x Presbyterian (WatchESPN)
15h - Mississippi College x West Alabama (WatchESPN)
16h - Bethune-Cookman x Delaware State (WatchESPN)
16h30 - Jacksonville State x Tennessee Tech (WatchESPN)
17h - Wofford x Mercer (WatchESPN)
17h - Alcorn State x Grambling (WatchESPN)
17h - Chattanooga x Samford (WatchESPN)
17h30 - Wake Forest x Virginia Tech (WatchESPN)
17h30 - Louisville x Miami (WatchESPN)
18h - New Mexico State x Ole Miss (WatchESPN)
21h - Missouri x Georgia (WatchESPN)
21h - Appalachian State x Sputh Carolina (WatchESPN)
21h30 - Tennessee x Kentucky (WatchESPN)
21h30 - Notre Dame x Duke (WatchESPN)
21h30 - Liberty x BYU (WatchESPN)
21h37 - Clemson x NC State (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
14h - Nicholls x Pittsburgh (WatchESPN)
14h - Robert Morris x Notre Dame (WatchESPN) 
16h30 - North Carolina Central x Stephen F. Austin (WatchESPN)
17h - UMKC x Oklahoma State (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
15h - Navy x Clemson (WatchESPN)
16h - Morehead State x Bowling Green (WatchESPN)
16h - South Dakota x Green Bay (WatchESPN)
17h - Florida A&M x Jacksonville State (WatchESPN)
22h - UCF x Belmont (WatchESPN)

DOMINGO, 10 DE NOVEMBRO

NFL
15h - Kansas City Chiefs x Tennessee Titans (ESPN)
15h - Atlanta Falcons x New Orleans Saints (ESPN Extra)
18h15 - Los Angeles Rams x Pittsburgh Steelers (ESPN Extra)
18h25 - Carolina Panthers x Green Bay Packers (ESPN)
22h15 - Minnesota Vikings x Dallas Cowboys (ESPN)

NHL
21h - Toronto Maple Leafs x Chicago Blackhawks (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
20h - James Madison x Virginia (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
16h - UIC x Kansas (WatchESPN)
17h - Luisiana-Monroe x Ole Miss (WatchESPN)

SEGUNDA, 11 DE NOVEMBRO

21h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
22h15 - Seattle Seahawks x San Francisco 49ers (ESPN)

NCAA (basquete masculino)
22h - Louisiana-Monroe x Texas A&M (WatchESPN)
22h - Texas A&M-CC x Vanderbilt (WatchESPN)
22h - Florida Atlantic x Alabama (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
21h - Tennessee x Notre Dame (WatchESPN)
21h30 - UIC x Kansas State (WatchESPN)

TERÇA, 12 DE NOVEMBRO

NBB
19h50 - Botafogo x São Paulo (ESPN)

NHL
22h - Colorado Avalanche x Winnipeg Jets (ESPN)

QUARTA, 13 DE NOVEMBRO

NBA
21h30 - Los Angeles Clippers x Houston Rockets (ESPN)
0h - Golden State Warriors x Los Angeles Lakers (ESPN)

NHL
21h - Toronto Maple Leafs x New York Islanders 0(WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
22h - Monmouth x Kansas State (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
22h - Omaha x Kansas (WatchESPN)

QUINTA, 14 DE NOVEMBRO 

NFL
22h15 - Pittsburgh Steelers x Cleveland Browns (ESPN)

NHL
21h - Carolina Hurricanes x Buffalo Sabres (ESPN 2)

NCAA (basquete feminino)
22h - Houston Baptist x Baylor (WatchESPN)

SEXTA, 15 DE NOVEMBRO 

21h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
22h - Utah Jazz x Memphis Grizzlies (ESPN)
0h30 - Boston Celtics x Golden State Warriors (ESPN)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 9 de novembro, 2h.

Fonte: ESPN

Comentários

[Programação] Semana de clássicos que vão parar a Costa Oeste, um na NBA e um na NFL

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

A temporada do Golden State Warriors acabou: o que fazer agora? | Programa Sem Nome #3

ESPN League
ESPN League
O que fazer com os Warriors?
O que fazer com os Warriors? Arte ESPN

Stephen Curry quebrou a mão. Klay Thompson só começa a temporada em fevereiro, depois da parada para o All-Star Game. Draymond Green machucou a mão. O Golden State Warriors lembra bastante o banco de reservas do Tune Squad contra os Monstars no 'Jogo do Universo' em Space Jam.

Ou seja, a temporada dos Warriors acabou. O que fazer agora? Trocar D'Angelo Russell e investir forte no "tank" buscando uma escolha alta no draft de 2020? Manter o armador e, ainda assim, ficar lá embaixo, mas continuar apostando no projeto que era previsto para essa temporada. Ou buscar um milagre de uma vaga nos playoffs e poder acabar prejudicando o futuro da franquia?

Guilherme Sacco e Leonardo Sasso respondem no Programa Sem Nome desta semana!



Comentários

A temporada do Golden State Warriors acabou: o que fazer agora? | Programa Sem Nome #3

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

[Programação] NFL com semana cheia de grandes rivalidades (e horários novos, fique atento)

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Tom Brady, do New England Patriots, que vai encarar o Baltimore Ravens nesta semana
Tom Brady, do New England Patriots, que vai encarar o Baltimore Ravens nesta semana Getty Images

A época de dormir mais cedo acabou. Neste fim de semana acaba o horário de verão nos Estados Unidos e, com isso, os jogos de todas as ligas começarão uma hora mais tarde. Fique ligado para não chegar antes da hora e para não marcar compromissos muito cedo no dia seguinte, mas até que o esforço terá suas compensações.

Os dois primeiros jogos noturnos da NFL sem horário de verão são grandes rivalidades: New England Patriots x Baltimore Ravens e Dallas Cowboys x New York Giants. Nada mal começar com dois frequentadores assíduos dos playoffs e um dos maiores clássicos da história da liga.

O ar de rivalidade se espalha por outros esportes, e o fã de esporte da ESPN poderá ver o sempre quente duelo entre Boston Bruins e Montréal Canadiens na NHL e mais um encontro entre Golden State Warriors e Houston Rockets, equipes que dominaram a Conferência Oeste da NBA nos últimos anos (apenas de a atual temporada ser menos generosa com ambos).

Além disso, há uma montanha de partidas de futebol americano e basquete (masculino e feminino) universitários no WatchESPN. Então, fique ligado para não perder nada.

SÁBADO, 2 DE NOVEMBRO

NBA
21h - Toronto Raptors x Milwaukee Brewers (ESPN)

NHL
15h - New York Rangers x Nashville Predators (ESPN 2)

NCAA (futebol americano)
13h - Michigan x Maryland (WatchESPN)
13h - Columbia x Yale (WatchESPN)
13h - Boston College x Syracuse (WatchESPN)
13h - UTSA x Texas A&M (WatchESPN)
13h - Houston x UCF (WatchESPN)
13h - NC State x Wake Forest (WatchESPN)
14h - North Carolina Central x Howard (WatchESPN)
14h - Austin Peay x Eastern Kentucky (WatchESPN)
14h30 - North Carolina A&T x South Carolina State (WatchESPN)
15h - Monmouth x Kennesaw State (WatchESPN)
15h - Morgan State x Norfolk State (WatchESPN)
15h - Akron x Bowling Green (WatchESPN)
16h - South Dakota State x Missouri (WatchESPN)
16h - Troy x Coastal Carolina (WatchESPN)
16h30 - Miami x Florida State (WatchESPN)
16h30 - The Citadel x East Tennessee State (WatchESPN)
16h30 - Middle Tennessee x Charlotte (WatchESPN)
16h30 - TCU x Oklahoma State (WatchESPN)
17h - Central Arkansas x Lamar (WatchESPN)
17h - Delaware State x Florida A&M (WatchESPN)
17h - Mississippi State x Arkansas (WatchESPN)
17h - Wofford x Clemson (WatchESPN)
17h - Pittsburgh x Georgia Tech (WatchESPN)
17h - Tulsa x Tulane (WatchESPN)
18h - Alabama A&M x Southern (WatchESPN)
18h - Texas A&M Commerce x West Texas A&M (WatchESPN)
20h - Ole Miss x Auburn (WatchESPN)
20h30 - Virginia x North Carolina (WatchESPN)
20h30 - Vanderbilt x South Carolina (WatchESPN)
20h37 - SMU x Memphis (WatchESPN)
23h - BYU x Utah State (WatchESPN)

DOMINGO, 3 DE NOVEMBRO

NFL
11h30 - Houston Texans x Jacksonville Jaguars (ESPN)
15h - Minnesota Vikings x Kansas City Chiefs (ESPN)
15h - Indianapolis Colts x Pittsburgh Steelers (ESPN 2)
18h - Detroit Lions x Oakland Raiders (ESPN Extra)
18h25 - Green Bay Packers x Los Angeles Chargers (ESPN)
22h15 - New England Patriots x Baltimore Ravens (ESPN)

NHL
21h - Calgary Flames x Washington Capitals (WatchESPN)

SEGUNDA, 4 DE NOVEMBRO

21h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
22h15 - Dallas Cowboys x New York Giants (ESPN)

NCAA (basquete feminino)
22h - Lubbock Christian x Mississippi State (WatchESPN)

TERÇA, 5 DE NOVEMBRO

NBB
19h50 - Rio Claro x Corinthians (ESPN)

NHL
21h30 - Boston Bruins x Montréal Canadiens (ESPN 2)

NCAA (futebol americano)
22h - Ball State x Western Michigan (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
14h - Central Arkansas x Baylor (WatchESPN)
18h - Gettysburg x UMBC (WatchESPN)
20h30 - Louisville x Miami (WatchESPN)
21h - Kansas x Duke (WatchESPN)
21h - Virginia Tech x Clemson (WatchESPN)
21h30 - Rhodes x Limpscomb (WatchESPN)
22h - North Dakota State x Kansas State (WatchESPN)
22h - Jacksonville State x SMU (WatchESPN)
22h - Omaha x Wichita State (WatchESPN)
22h - South Carolina State x Memphis (WatchESPN)
22h30 - Georgia Tech x NC State (WatchESPN)
23h30 - Michigan State x Kentucky (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
14h - Harvard x Northern Illinois (WatchESPN)
14h - Binghamton x Siena (WatchESPN)
21h - UMass Lowell x Boston College (WatchESPN)
21h - Mount St. Mary's x Kentucky (WatchESPN)
21h - New Hampshire x Baylor (WatchESPN)
21h - Charleston Southern x Florida State (WatchESPN)
21h - Alabama State x South Carolina (WatchESPN)
21h - UNC Wilmington x Wake Forest (WatchESPN)
21h - High Point x Duke (WatchESPN)
21h - Georgetown x Davidson (WatchESPN)
21h - Western Kentucky x Louisville (WatchESPN)
21h - Central Connecticut x Buffalo (WatchESPN)
21h - Notre Dame x Fordham (WatchESPN)
21h - Bucknell x Virginia (WatchESPN)
21h - Mississippi Valley State x Ole Miss (WatchESPN)
21h - St. Francis (PA) x Virginia Tech (WatchESPN)
21h - Houston x Georgia Tech (WatchESPN)
21h30 - New Orleans x LSU (WatchESPN)
22h - Western Illinois x Missouri (WatchESPN)
22h - Jacksonville State x Vanderbilt (WatchESPN)
22h - Ohio x Syracuse (WatchESPN)
22h - Arkansas-Little Rock x Texas A&M (WatchESPN)

QUARTA, 6 DE NOVEMBRO

NBA
21h30 - Golden State Warriors x Houston Rockets (ESPN)
0h - Milwaukee Bucks x Los Angeles Clippers (ESPN)

NHL
20h30 - St. Louis Blues x Edmonton Oilers (WatchESPN)

NCAA (futebol americano)
22h - Miami (Ohio) x Ohio (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
20h - Wake Forest x Boston College (WatchESPN)
20h - Notre Dame x North Carolina (WatchESPN)
22h - Oral Roberts x Oklahoma State (WatchESPN)
22h - Florida State x Pittsburgh  (WatchESPN)
23h - Virginia x Syracuse (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
21h - North Carolina A&T x NC State (WatchESPN)
21h - Furman x Clemson (WatchESPN)
21h - Wofford x Auburn (WatchESPN)
21h30 - Texas Tech x Kansas (WatchESPN)
22h - Hampton x Alabama (WatchESPN)

QUINTA, 7 DE NOVEMBRO 

NFL
22h15 - Los Angeles Chargers x Oakland Raiders (ESPN)

NCAA (basquete masculino)
21h - Presbyterian x Clemson (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
20h - Western Carolina x North Carolina (WatchESPN)
21h - Kennesaw State x Georgia (WatchESPN)
21h - Central Arkansas x Tennessee (WatchESPN)
22h - Estados Unidos x Texas A&M (WatchESPN)

SEXTA, 8 DE NOVEMBRO 

20h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
21h - Cleveland Cavaliers x Washington Wizards (ESPN)

NHL
16h - Tampa Bay Lightning x Buffalo Sabres (ESPN 2)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 2 de novembro, 2h.

Fonte: Ubiratan Leal

Comentários

[Programação] NFL com semana cheia de grandes rivalidades (e horários novos, fique atento)

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Washington Nationals, contra tudo e contra… os números?

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Jornalista torce, claro que torce. Ao contrário do que muita gente pensa, porém, normalmente a torcida não é pelo time de infância ou contra o rival desta equipe. Muitas vezes a torcida é por uma boa história, um jogo emocionante, algo que mobilize o público e faça mais gente perceber como aquele evento que está acontecendo é especial. E jogo 7 de uma final de campeonato sempre parece uma grande pauta em potencial. Como era Houston Astros x Washington Nationals na última quarta. Ou deveria ser, porque dois terços do jogo havia se passado e só um time parecia jogar.

Ao final da sexta entrada, os Nationals tinham conseguido apenas uma rebatida contra Zack Greinke. A mistura de bolas rápidas não-tão-rápidas-assim e muitas bem lentas com bastante efeito tirava todo o tempo dos rebatedores do Washington. Um após o outro, eles não encontravam a forma certa de lidar com cada arremesso. Dava toda a pinta que seria uma daquelas apresentações épicas de um arremessador que deixava o adversário parecer que não tinha entrado em campo.

LEIA TAMBÉM: Os playoffs 2019 podem redefinir o espaço dos Nationals, mesmo que o título não venha

Do outro lado, os Astros já tinham duas corridas. Max Scherzer, o arremessador dos Nats e um dos melhores do mundo (talvez o melhor) na função, estava voltando de lesão e claramente não estava no seu melhor. Os arremessos não se mexiam tanto durante a viagem, a localização não era tão precisa. Com isso, o ataque do Houston causava seus estragos. Cada entrada era como uma tragédia evitada no sufoco por Scherzer, com vários corredores em base antes da terceira eliminação. Se o ataque explodisse em algum momento, seria uma lavada dos texanos.

Como comentarista, foi inevitável pensar: “está só 2 a 0, ainda tem jogo, ainda dá para achar que pode virar. Mas, se o ataque dos Nationals continuar desse jeito, a vitória vai parecer fácil e uma galera que só veio ver o jogo porque era a finalíssima vai achar que foi sem graça. Que pena”. Grande engano. 

Parecia que a grande história de uma final apoteótica para a temporada 2019 da MLB estava murchando. Mas, na verdade, ela estava no meio. Quanto mais morto os Nationals parecessem, mais viva ela estava. Porque essa grande história era justamente sobre o time da capital americana ressurgir do nada para mostrar que sua missão era pisotear nas estatísticas de probabilidades. Foi assim o ano todo.

22%

Em 23 de maio, após 50 jogos (quase um terço da temporada regular), os Nationals tinham uma campanha de 19 vitórias e 31 derrotas. Era a segunda pior da Liga Nacional e a quinta pior de toda a MLB. Somente Miami Marlins, Baltimore Orioles, Detroit Tigers e Kansas City Royals -- todas equipes que sucatearam seus times para gastar pouco enquanto reconstroem o elenco -- estavam piores. De acordo com o site Fangraphs, um dos mais conceituados em estatísticas de beisebol, o Washington tinha apenas 22% de chance de classificação aos playoffs.

A partir de 24 de maio, os Nats iniciaram uma recuperação espetacular, fazendo a melhor campanha da MLB desde esse dia. Muita gente não percebeu, porque o início ruim mascarava isso e nem na briga pelo título da divisão -- conquistada pelo Atlanta Braves -- a franquia da capital americana entrou. Mas foi suficiente para pegar uma vaga no wildcard, que dava direito a um jogo de vida ou morte em casa contra o Milwaukee Brewers.

13%

Scherzer não foi brilhante como de costume e os arremessadores dos Brewers estavam dando conta do recado. O Milwaukee chegou à oitava entrada com vantagem de 3 a 1 e Josh Hader, um dos melhores fechadores (talvez o melhor), da liga no montinho para finalizar a partida. Os cálculos de probabilidade de vitória apontavam em 87% a chance de triunfo dos cervejeiros. Mas, já com dois eliminados na oitava entrada, uma rebatida simples de Ryan Zimmerman e um walk de Andrew Stevenson lotaram bases. Uma rebatida simples de Juan Soto com erro defensivo infantil de Trent Grisham permitiram a virada para 4 a 3, marcador que permaneceu até o final. 

Os Nationals sobreviveram após terem apenas 13% de chance de classificação. Era hora de mostrar esse poder de recuperação na série contra o Los Angeles Dodgers, time de melhor campanha da Liga Nacional.

Nationals comemoram o seu primeiro título da MLB
Nationals comemoram o seu primeiro título da MLB Getty

35%

Os Dodgers lideravam a série por 2 a 1 e anotaram uma corrida logo na primeira entrada do jogo 4. Com o placar em 1 a 0 na terceira entrada, a chance de vitória (e classificação) dos californianos estava em 65%. Mas uma sequência de walk, rebatida simples e rebatida de sacrifício permitiu o empate. A virada veio no decorrer da partida e os Nationals conseguiam ao menos levar a decisão para o jogo 5, em Los Angeles.

11%

O começo deu o tom: depois do susto, os Dodgers fariam seu favoritismo prevalecer em uma série que poderia ser resolvida em menos duelos. Os californianos abrem 3 a 0 logo na segunda entrada e vão tocando a partida. A duas entradas do fim, o máximo que os Nationals conseguiram foi reduzir o placar para 3 a 1. A seis eliminações do fim e com um dos melhores arremessadores do século 21 no montinho (e um dos melhores fechadores aquecendo), não soava estranho ver que os algoritmos apontavam em 89% a chance de vitória do Los Angeles. Mas home runs seguidos de Anthony Rendón e Juan Soto empataram o jogo e um grand slam de Howie Kendrick na décima entrada selaram a improvável vitória do Washington. 

A final da Liga Nacional seria contra o St. Louis Cardinals, mas nem teve graça. O Washington varreu a série e teve ao menos um pouco de descanso nessa saga de contrariar os números. A World Series seria diferente.

-235 x +195

O Washington Nationals parecia fazer hora extra nos playoffs, enquanto que o Houston Astros pintava como o supertime dos supertimes, o sobrevivente da batalha contra o New York Yankees. Antes mesmo do primeiro arremesso, a casa de aposta do Caesars, em Las Vegas, abriu as cotações da World Series com favoritismo de -235 para os Astros, enquanto que os Nationals tinham +195. Para quem não tem intimidade com essa numeralha de apostas, basta dizer que desde 2007 (quando o Boston Red Sox varreu o Colorado Rockies na final) a decisão da MLB não tinha uma equipe tão favorita.

32%

O Washington surpreendeu ao vencerem os dois primeiros jogos em Houston, mas as coisas pareciam voltar ao normal quando os Astros deram o troco e saíram com a vitória nas três partidas na capital americana. Bastava aos texanos seguirem o embalo e fechar a série na partida 6.

Isso vinha acontecendo até a quinta entrada. Os Astros tinham 2 a 1 no placar, Justin Verlander detonando tudo no montinho e chance de vitória em 68%. Mas home runs de Adam Eaton e Juan Soto viraram o placar, mais algumas corridas vieram no final e os Nationals forçaram a realização do sétimo jogo.

14%

E voltamos ao início do texto. Zack Greinke estava moendo o ataque dos Nationals no início da sétima entrada e o comentarista na transmissão brasileira estava lamentando a grande chance de a MLB terminar com um jogo sem graça. De fato, os algoritmos apontavam em 86% a probabilidade de vitória (e título) dos Astros. 

Até que Rendón conseguiu um home run no primeiro contato forte que os Nationals fizeram na bolinha em todo o jogo. Em seguida, Soto consegue um walk e AJ Hinch resolve mudar. Ainda que Greinke não estivesse desgastado, o técnico dos Astros troca de arremessador. Will Harris cede um home run para Kendrick e o placar, de repente, estava em 3 a 2 para o Washington.

O Houston morreu ali. Hinch tomou outras decisões duvidosas com arremessadores e o ataque sentiu o baque da virada inesperada. A diferença foi aumentando naturalmente, terminando em 6 a 2.

Foi a primeira série em melhor-de-sete com vitória dos visitantes em todas as partidas na história das grandes ligas americanas. A cidade de Washington via seu time conquistar um título no beisebol pela primeira vez desde 1924. O Brasil tinha no catcher Yan Gomes seu segundo campeão da MLB (o primeiro foi Paulo Orlando em 2015 com os Royals). Mas a grande história não era o que o título trazia, mas simplesmente ele existir, mesmo quando foi desenganado pelas estatísticas em tantas oportunidades.

Obs.: o site da ESPN americana já publicou seu ranking de força para a temporada 2020 da MLB. Mesmo com o título, o Washington Nationals está apenas na oitava posição. Pelo visto, a missão de contrariar os números na próxima temporada já começou

Fonte: Ubiratan Leal

Comentários

Washington Nationals, contra tudo e contra… os números?

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Zion Williamson é um fenômeno, mas sua carreira pode acabar cedo? | Programa Sem Nome #2

ESPN League
ESPN League

         
    

A lesão de Zion Williamson foi um abalo na NBA. O calouro do New Orleans Pelicans nem chegou a estrear na liga oficialmente e lesionou o joelho, ficando de fora de até 8 semanas da temporada.

O quanto essa lesão e outros problemas físicos impactam a carreira do maior prospecto desde LeBron James? Ela pode ser encurtada por causa disso?

Guilherme Sacco e Leonardo Sasso discutem no Programa Ainda Sem Nome desta semana!



Comentários

Zion Williamson é um fenômeno, mas sua carreira pode acabar cedo? | Programa Sem Nome #2

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Como calouro da NBA igualou feito de Michael Jordan e tem o potencial de ser o melhor defensor do ano

Leonardo Sasso
Leonardo Sasso


Matisse Thybulle sempre foi um “caçador”. Não na acepção da palavra, mas no lado defensivo de uma quadra de basquete. Marcações apertadas, sem deixar o adversário respirar. 

No College, isso já ficou evidente. Liderou Washington durante quatro anos em steals e tocos por jogo. Bateu recordes históricos da NCAA… Mas foi esnobado no Draft.

No seu último ano no basquete universitário, teve 125 steals, recorde da conferência Pac-12, superando a marca de Jason Kidd, quando ainda jogava na California.

 A fama não lhe rendeu toda a badalação para ser uma escolha de loteria do recrutamento da NBA. Foi a 20ª escolha pelo Boston Celtics e trocado no mesmo dia com o Philadelphia 76ers. 

Foi aí que a franquia de Ben Simmons e Joel Embiid conseguiu o que Thybulle faz de melhor: um steal. 

O ala de 1,96m já é essencial na rotação de Philadelphia. Se no ataque ainda tem muito a melhorar, na defesa já é um pilar do time. 

Teve oito steals e quatro tocos em 66 minutos jogados na temporada, nos seus três primeiros jogos na carreira, números que apenas Michael Jordan teve na história da Liga. 

Matisse Thybulle em jogo dos 76ers na NBA
Matisse Thybulle em jogo dos 76ers na NBA Getty

A lenda do Chicago Bulls conseguiu 10 steals e sete tocos em 108 minutos nos três primeiros jogos da carreira, em 1984. No total, Jordan foi escolhido nove vezes para o melhor time defensivo da NBA. 

Se pensarmos em Thybulle com os mesmos minutos dos três primeiros jogos de Jordan, seriam 13 steals e sete tocos. Uma marca incrível! 

Thybulle ainda não é titular e longe de ser uma peça ofensiva importante para os Sixers. Pensar em um prêmio de melhor defensor da Liga ainda é distante apesar dos grandes números, ainda mais com Anthony Davis tendo um ótimo começo de temporada nesse lado da quadra e OG Anunoby, dos Raptors, brilhando na defesa. 

Mas o talento é inegável. Thybulle vai evoluir bastante. Erro de quem não o selecionou antes...

Comentários

Como calouro da NBA igualou feito de Michael Jordan e tem o potencial de ser o melhor defensor do ano

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Cinco conclusões (possivelmente precipitadas, mas talvez não) após uma semana de NBA

Pedro Suaide
Pedro Suaide

Karl-Anthony Towns é o melhor unicórnio do mundo


Para um pivô ser levado a sério nos dias de hoje, ele precisa fazer de tudo. E as últimas temporadas da NBA levantaram discussões fortes sobre quem seria o melhor grande da liga: Embiid ou Jokic. Bem, parece que nem um, nem outro.

O começo de ano de KAT é surreal. Após três jogos, as médias são de 32 pontos, 13,3 rebotes, 5 assistências, 3 roubos de bola e 2 tocos. Tudo isso acertando 5 bolas de três por jogo (convertendo 51,7% das tentadas). Entretanto, o mais incrível é ver como ele está jogando além dos números. A facilidade com que ele arremessa lembra Stephen Curry. O gatilho rápido, a boa leitura das jogadas (muitas que ele mesmo vem armando), o step-back... Só que com 2,13 metros. E bem, três vitórias nos três primeiros jogos.


Pascal Siakam pode ser, novamente, o jogador que mais evoluiu na NBA

 


Kawhi saiu, mas talvez o presente não seja tão ruim para os Raptors - e por causa de Pascal Siakam. Agora líder do time, parece que o camaronês subiu mais um degrau para esta temporada, e por isso o time começa com três vitórias e uma derrota.

Se ele foi eleito o jogador que mais evoluiu na NBA na última temporada após passar de 7,3 pontos e 4,5 rebotes por jogo (em 2017-18) para 16,9 pontos e 6,9 rebotes (em 2018-19), que tal um começo com médias de 28,7 pontos, e 10,7 rebotes - com direito a 47% de acerto dos arremessos dos três pontos? É evolução que não para, e o céu é o limite.

Luka Doncic é o próximo 'dono' da NBA


É possível dividir a NBA em eras, e cada era teve seu ou seus donos. Bill Russell, Wilt Chamberlain, Kareem Abdul-Jabbar, Larry Bird, Magic Johnson, Michael Jordan, Shaquille O'Neal, Kobe Bryant, LeBron James, Kevin Durant, Stephen Curry... Jogadores que, além de serem pontos MUITO fora da curva, eram (e são) o rosto da liga, dentro e fora de quadra. Luka Doncic é o próximo.

LeBron, Durant e Curry estão mais perto do fim do que do começo, e a nova era já começou. Nomes como Antetokounmpo, Davis e Embiid aparecem como jovens craques incontestáveis, mas Doncic tem o potencial para colocá-los como seus 'coadjuvantes' nessa questão que vai ainda além do basquete, mas que tem no jogo dentro de quadra seu ponto fundamental. 

O começo de sua segunda temporada na NBA tem números de MVP: 29,3 pontos, 10,3 rebotes e 7,3 assistências por jogo.  A inteligência para ler situações em quadra é evidente, e o carisma incontestável. Outro ponto diferencial é o estilo de jogo. Cada vez mais a liga se desenvolve ao redor de arremessadores (o que os citados acima não são exatamente), e esse fator pode tornar Doncic o exemplo a ser seguido por milhões de crianças ao redor do mundo.

Os Spurs devem trocar DeMar DeRozan



Três jogos, três vitórias. Gregg Popovich segue impecável, e a reconstrução dos Spurs mais clara do que nunca. Com três garotos cheios de potencial na armação (Dejounte Murray - um monstro -, Derrick White e Bryn Forbes), DeMar DeRozan pode ser muito útil... Principalmente se for uma moeda de troca. Com ele lá, os minutos desses jogadores serão reduzidos para que ele possa jogar (como deve, se estiver no elenco), e isso não é bom.

O camisa 10 ainda está perto do seu auge e definitivamente é um jogador que pode decidir partidas e fazer parte de uma equipe campeã. Os Spurs, sejamos honestos, dificilmente passarão da primeira rodada dos playoffs. Então, por que não abraçar a reconstrução e dar o time completamente nas mãos dos garotos?  DeMar tem valor alto para times que sonham com o troféu, e em seu lugar podem vir escolhas de draft e garotos promissores para Popovich desenvolver em um novo time de San Antonio que promete muito. 

Trae Young é o jogador mais divertido da liga



Os jogadores jogam para vencer e por essa ser a profissão deles, acima de tudo. Nós, que estamos do outro lado da tela, assistimos basquete para nos divertir. E é isso que Trae Young nos proporciona mais do que qualquer outro jogador atualmente.

Ele arremessa de qualquer lugar da quadra, se mexe com confiança, encontra seus companheiros com passes incríveis tirados da cartola e joga com amor. Não é preciso pedir mais nada, pois o talento para fazer tudo isso acima ele já tem. A dica é: se os Hawks estão jogando, pare e divirta-se.

Comentários

Cinco conclusões (possivelmente precipitadas, mas talvez não) após uma semana de NBA

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Draymond Green tem razão: os Warriors são uma m..

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

Na tarde de domingo (27) o Golden State Warriors visitou o Oklahoma City Thunder na sua segunda partida da temporada 2019-2020 da NBA. E foi atropelado.

Os donos da casa venceram por 120 a 92 e Stephen Curry, com 23, foi o único jogador dos Warriors a passar dos 10 pontos na partida. Na estreia, a equipe já havia inaugurado sua nova casa tomando 141 a 122 do LA Clippers.

Após a partida contra o Thunder, Draymond Green concedeu entrevista coletiva e resumiu a situação dos Warriors: 'A realidade é que nós somos uma m... no momento'. E ele tem razão.

É inegável que, atualmente, o Golden State Warriors é qualquer coisa menos um time de basquetebol. Um catadão da redação da ESPN, muito provavelmente, lembraria mais um time do que os Warriors das duas primeiras rodadas.

Mas a palavra-chave é momento. São apenas duas partidas de temporada regular e os Warriors perderam, simplesmente, Kevin Durant para o Brooklyn Nets e Klay Thompson para uma lesão no joelho. Trouxeram D'Angelo Russell e estão tendo que adaptar sua maneira de jogar.

Steve Kerr já mostrou que é um dos melhores técnicos da liga em outras oportunidades, Stephen Curry que é um dos melhores jogadores e Draymond Green um dos melhores defensores.

É questão de tempo - e Draymond sabe - para que as coisas se ajeitem em São Francisco e os Warriors retomem o caminho das vitórias. O primeiro passo foi dado no final de semana: reconhecer que está tudo errado e é preciso mudar.

Comentários

Draymond Green tem razão: os Warriors são uma m..

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

[Programação] É hora de conhecer o novo campeão da World Series

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Houston Astros comemora vitória na World Series de 2017
Houston Astros comemora vitória na World Series de 2017 Getty

A World Series não dá tempo para piscar. As finais da MLB mal começaram e já serão decididas nesta semana. Entre domingo  e a próxima quarta será conhecido o novo campeão da Major League Baseball, com os confrontos 5, 6 e 7 entre Washington Nationals e Houston Astros. 

Os Astros buscam o segundo título em três anos, enquanto que os Nats tentam sua primeira conquista na história. O time da capital americana ainda representaria a segunda World Series para um jogador brasileiro, pois Yan Gomes é um dos catchers da equipe (Paulo Orlando foi campeão com o Kansas City Royals em 2015).

Aproveite bem, pois é a única semana do ano em que as quatro principais ligas esportivas dos Estados Unidos estão em atividade ao mesmo tempo. E podem ser cinco, se considerarmos o futebol americano universitário.

Veja abaixo a programação de esportes americanos da ESPN.

SÁBADO, 26 DE OUTUBRO

NBA
18h - Miami Heat x Milwaukee Bucks (ESPN)

MLB (finais)
21h - Houston Astros x Washington Nationals (ESPN)

NHL
20h - St. Louis Blues x Boston Bruins (ESPN 2)

NCAA (futebol americano)
20h37 - Notre Dame x Michigan (ESPN Extra)
13h - Oklahoma x Kansas State (WatchESPN)
13h - Bryant x Robert Morris (WatchESPN)
13h - Bowling Green x Western Michigan (WatchESPN)
13h - Mississippi State x Texas A&M (WatchESPN)
13h - Appalachian State x South Alabama (WatchESPN)
13h - Miami x Pittsburgh (WatchESPN)
13h - Iowa x Nothwestern (WatchESPN)
14h - Howard x North Carolina A&T (WatchESPN)
15h - Delaware State x North Carolina Central (WatchESPN)
16h - Eastern Kentucky x Eastern Illinois (WatchESPN)
16h - Florida A&M x Morgan State (WatchESPN)
16h30 - Penn State x Michigan State (WatchESPN)
16h30 - Furman x Western Carolina (WatchESPN)
16h30 - Alabama A&M x Alabama State (WatchESPN)
16h30 - Maruland x Minnesota (WatchESPN)
16h30 - Syracuse x Florida State (WatchESPN)
16h30 - Akron x Northern Illinois (WatchESPN)
16h30 - Virginia x Louisville (WatchESPN)
16h45 - South Florida x East Carolina (WatchESPN)
17h - Murray State x Jacksonville State (WatchESPN)
17h - South Carolina State x Bethune-Cookman (WatchESPN) 
17h - South Carolina x Tennessee (WatchESPN)
17h - Duke x North Carolina (WatchESPN)
20h - Arkansas x Alabama (WatchESPN)
20h - UCF x Temple (WatchESPN)
20h30 - Boston College x Clemson (WatchESPN)
20h30 - Colorado State x Fresno State (WatchESPN)
20h30 - Missouri x Kentucky (WatchESPN)
21h - Louisiana Tech x UTEP (WatchESPN)
23h15 - Utah State x Air Force (WatchESPN)
23h30 - Washington State x Oregon (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
20h - Daemen x Syracuse (WatchESPN)
20h - Northwest Missouri State x Duke (WatchESPN)

DOMINGO, 27 DE OUTUBRO

NFL
14h - Philadelphia Eagles x Buffalo Bills (ESPN)
14h - Arizona Cardinals x New Orleans Saints (ESPN Extra)
17h - Carolina Panthers x San Francisco 49ers (ESPN 2)
17h25 - Cleveland Browns x New England Patriots (ESPN)
21h15 - Green Bay Packers x Kansas City Chiefs (ESPN 2)

MLB (finais)
21h - Houston Astros x Washington Nationals (ESPN)

NHL
20h - Los Angeles Kings x Chicago Blackhawks (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
20h - Mount Olive x NC State (WatchESPN)

SEGUNDA, 28 DE OUTUBRO

20h15 - ESPN LEAGUE (ESPN)

NFL
21h15 - Miami Dolphins x Pittsburgh Steelers (ESPN)

TERÇA, 29 DE OUTUBRO

NBB
18h50 - Franca x Basquete Cearense (ESPN)

MLB (finais)
21h - Washington Nationals x Houston Astros (ESPN)

NHL
20h - San Jose Sharks x Boston Bruins (ESPN 2)

NCAA (basquete masculino)
20h - Capital Unviersity x Notre Dame (WatchESPN)
20h - Bellarmine x Louisville (WatchESPN)
21h - Carleton University x Syracuse (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
19h - Nova Southeastern x Miami (WatchESPN)
20h - Carson-Newman x Tennessee (WatchESPN)

QUARTA, 30 DE OUTUBRO

NBA (pré-temporada)
20h30 - Milwaukee Bucks x Boston Celtics (ESPN 2)
23h - Los Angeles Clippers x Utah Jazz (ESPN 2)

MLB (finais)
21h - Washington Nationals x Houston Astros (ESPN)

NHL
20h30 - Edmonton Oilers x Columbus Blue Jackets (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
20h - Fort Valley State x Duke (WatchESPN)
20h - Flagler x Miami (WatchESPN)

QUINTA, 31 DE OUTUBRO 

NFL
21h15 - San Francisco 49ers x Arizona Cardinals (ESPN)

NHL
21h - Calgary Flames x Nashville Predators (ESPN 2)

NCAA (futebol americano)
21h - West Virginia x Baylor (WatchESPN)
21h - Georgia Southern x Appalachian State (WatchESPN)

NCAA (basquete masculino)
20h30 - Pittsburgh State x Kansas (WatchESPN)

NCAA (basquete feminino)
20h - Anderson x NC State (WatchESPN)

SEXTA, 1º DE NOVEMBRO 

19h - ESPN LEAGUE (ESPN)

NBA
20h - Houston Rockets x Brooklyn Nets (ESPN)
22h30 - Los Angeles Lakers x Dallas Mavericks (ESPN)

A programação pode ser alterada sem aviso prévio. Para ver a programação completa, clique aqui. Última atualização: 26 de outubro, 14h.

Fonte: ESPN

Comentários

[Programação] É hora de conhecer o novo campeão da World Series

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Giannis é a adaptação de Shaq à NBA moderna

Matheus Zucchetto
Matheus Zucchetto


30 pontos, 13 rebotes, 11 assistências.

Foram estes os números de Giannis Antetokounmpo em sua estreia na temporada 2019-20 da NBA - e o Milwaukee Bucks venceu o Houston Rockets de James Harden e Russell Westbrook. Os números são assustadores, mas já se tornaram comuns para o atual MVP da liga. Outra coisa que já é corriqueira para o grego? A comparação a Shaquille O'Neal. 

Mas, não, Giannis não é o novo Shaq. Nem é uma evolução do lendário pivô tetracampeão da NBA. Digamos que ele é a adaptação de O'Neal ao basquete moderno, e sua primeira partida na temporada ajuda a mostrar isso.

Dos 17 arremessos que tentou contra os Rockets, 9 foram dentro do garrafão - e oito foram convertidos. Algo similar ao que Shaq fazia em seus tempos de jogador e, desde o ano passado, principal razão para que Giannis tivesse seu nome ligado ao do antigo pivô.

"Nunca dei meu nome para alguém antes, mas vou fazer isso por ele. É o novo Super-Homem. Ele está dominando, e eu era assim também. Ele domina o garrafão, ataca o aro, enterra. Eu eu também não arremessava bolas de três", disse Shaq em novembro de 2018.



A última parte da fala de O'Neal é o que divide os estilos dos dois. Giannis não tentava chutes de três pontos. Mas as coisas estão mudando. Contra Houston, Antetokounmpo arremessou três vezes de meia-distância e não errou. Foram cinco bolas de três, e duas delas caíram.

Não existem mais dúvidas que a NBA não é a mesma dos tempos de Shaq (oito anos já se passaram desde que The Diesel se aposentou). As posições perderam importância, e a função é o que define os quintetos que vão à quadra. No caso dos Bucks, um time que gosta de aproveitar os rebotes defensivos para acelerar no contra-ataque, Antetokounmpo é o grande responsável por carregar a bola. E ele se aproveita disso como ninguém.

A consequência das táticas de Milwaukee é o aumento do número de assistências de Giannis - seis de seus 15 triplos-duplos foram feitos desde o começo da temporada passada.

Antetokounmpo antes de jogo dos Bucks na NBA
Antetokounmpo antes de jogo dos Bucks na NBA Getty

A própria forma como ele domina o garrafão é diferente do estilo de Shaq. O grego tem, sim, seus momentos de pivô em que usa os 2,11m que tem de altura para pontuar. Mas ele cria boa parte dos lances se movimentando e partindo do perímetro para atacar a cesta.

Giannis não é Shaq, mas é sua versão atualizada aos moldes do basquete moderno. E assim como aconteceu 20 anos atrás, a NBA sabe quem é o jogador mais dominante do mundo.

*E não vamos esquecer: os lances livres são dor de cabeça para os dois.

Nos siga no Twitter:
 @ESPNagora
@ESPNLeague_br
 @euzucchetto

Comentários

Giannis é a adaptação de Shaq à NBA moderna

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

A benção de Zion Williamson pode ser própria maldição

Pedro Suaide
Pedro Suaide

Nunca vimos um jogador como Zion Williamson. Por mais que você já tenha lido isso dezenas de vezes, não deixa de ser verdade.

São 2,01 metros de altura e 129 kg nas costas. Se fosse só isso, ok. O que o torna único é sua explosão e velocidade, fora do normal para jogadores mais leves - sejam eles mais altos ou mais baixos.  Além disso, seu controle de bola também é fora da curva.

Voa, Zion! Lonzo Ball manda passe da parte de trás da quadra, e calouro dos Pelicans sobe para ponte aérea na NBA

NESTA SEXTA-FEIRA, ÀS 21H, OS PELICANS ENCARAM OS MAVERICKS AO VIVO NA ESPN 2 E NO WATCHESPN - NÃO PERCA!

Seu desenvolvimento físico o faz jogar em qualquer nível de competição como se fosse o melhor atleta dentro de quadra. No Ensino Médio, era humilhante. Na Universidade, fácil. Na NBA, parece que ainda será muito dominante. 

Sem um arremesso confiável, Zion baseia seu jogo em 'trombadas'.  Ele consegue vir de fora da linha dos três batendo a bola com velocidade, vencendo o primeiro defensor no drible. Sua meta sempre é arremessar a um metro ou menos de distância da cesta, onde é mortal. Mas com apenas 2,01 metros isso se torna difícil, já que os pivôs são muito mais altos. 

Aí que vem sua benção. Seja com sua impulsão para chegar enterrando ou, principalmente, com sua força no chão, ele abre espaços. Tromba em um, dá ombrada em outro, gira, sobe, cesta.

Abaixo, veja seus arremessos contra os Bulls na pré-temporada.

O problema é que sua aptidão física pode ser sua maldição. Por ser muito pesado e não tão alto, Zion se torna extremamente denso. E todo esse peso pode ser muito para seus joelhos e pés aguentarem. Pode ser que não. 

A lesão que obrigou uma cirurgia no menisco e o tirou das primeiras semanas na temporada não tem relação com seu peso, disse David Griffin, diretor dos Pelicans.

"A ideia de que isso (lesão) aconteceu de alguma forma porque Zion está em más condições físicas é apenas estúpida".

Zion por Zion: em suas próprias palavras, fenômeno relembra caminho até a NBA

Não dá para saber se isso é verdade ou história para boi dormir, mas Griffin trouxe um bom exemplo do que é Zion: 

“Esse cara é uma aberração da natureza. Quando passou pelo exame físico, ele correu na esteira por mais tempo do que qualquer um precisou no teste de estresse cardiorrespiratório para aumentar sua frequência cardíaca. Isso aconteceu porque ele foi tocado pela mão de Deus. Ele está em condição de elite."

Em Duke, a lesão foi para a conta do tênis. Agora não temos explicação. Só resta esperar que sua carreira não seja destruída ou até mesmo freada por lesões. Ele é muito especial para isso.



Zion domina mais uma vez, acerta até bola de três e comanda vitória dos Pelicans sobre o Jazz na NBA

Fonte: Pedro Suaide

Comentários

A benção de Zion Williamson pode ser própria maldição

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

‘Fórum 360 Basquete’ vai reunir profissionais do mercado em amplo debate sobre a modalidade

NBA na ESPN
NBA na ESPN

Um olhar sobre a modalidade que mais cresce no país. Esse é o objetivo do ‘Fórum 360 Basquete: Cenário, Mercado e Mídias’, evento que será realizado em 9 de novembro, no auditório da Academia Competition (São Paulo), reunindo profissionais do mercado para um dia repleto de debates sobre o basquete. Na programação, painéis de debates reunindo mais de 25 convidados, entre eles jornalistas (TV, rádio, Internet e impresso), executivos de marcas, agências e plataformas digitais e nomes do esporte, além de apresentações de representantes de entidades, como NBA (National Basketball Association), NBB (Novo Basquete Brasil), CBB (Confederação Brasileira de Basketball) e LBF (Liga de Basquete Feminino).

As inscrições já estão abertas pelo site www.360forum.com.br e são limitadas. Parte da renda será transformada em doação à Cruz Vermelha do Brasil. O evento é uma realização de MPC Rio Comunicação, Old Coach Branding e Think Sports, com apoio de ACEESP (Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo), Academia Competition e Cruz Vermelha do Brasil. Mais informações pelo email contato@360forum.com.br e no perfil oficial no Instagram @360.forum.

Abaixo a programação do evento* *sujeito a alterações por parte da organização

8h – Check-In 8h45min – Boas-Vindas e Apresentação do Fórum 360 Basquete Samy Vaisman (MPC Rio Comunicação) e Antônio Romero (OC Branding) 

9h – Mesa de Debate: Momento do Basquete e Atuação da Imprensa/Mídia Participantes: Marcius Azevedo (O Estado de SP), Marcos Guedes (Grupo Folha), Fábio Balassiano (Blog Bala na Cesta / UOL) e Erick Castelhero (ACEESP). Mediador: André Sanches (CBN / Rádio Globo) 

9h55 – Palestra NBA (Rodrigo Vicentini – Head da NBA no Brasil) 10h35 – Coffee Break 10h50 – Palestra NBB (Guilherme Buso – Diretor de Comunicação do NBB) 11h35 – Palestra CBB (nome a confirmar) 

12h20 – Palestra LBF (Ricardo Molina – Presidente da Liga de Basquete Feminino) 

13h – Intervalo 

14h – Reunião de Pauta: Novas Histórias na Mídia Participantes: Daniel Minozzi (TV Globo/SporTV), Rubens Pozzi (ESPN), José Emílio Ambrósio (TV Bandeirantes) e Márcio Moron (Fox Sports). Mediador: José Renato Ambrósio (TV Globo / SporTV) 

15h15 – Conteúdo Digital / Streaming Participantes: Gustavo Poloni (Twitter), Renan Prates (DAZN), João Fernandes (OC Branding) – representante Facebook a confirmar. Mediador: Fernando Medeiros 

16h30 – Coffee Break 

16h45 – Marcas, Marketing e Gestão Participantes: Rodrigo Lopes (Nestlé), Arthur Borelli (Think Sports), ‘Magic’ Paula (campeã mundial) e Diego Garcia (Nike). Mediador: Erich Beting (Máquina do Esporte) 18h – Considerações Finais e Encerramento

Mais informações: Fórum 360 Basquete

Comentários

‘Fórum 360 Basquete’ vai reunir profissionais do mercado em amplo debate sobre a modalidade

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

Esqueça, Zion! Há 60 anos, NBA começava a ver o calouro mais monstruoso de sua história

Gustavo Faldon
Gustavo Faldon

A cada ano os 60 novos jogadores que entram na NBA via Draft causam furor e, acima de tudo, expectativa, já que fãs e crianças ao redor do mundo sabem de cor todas as suas enterradas na carreira antes mesmo dele vestir um uniforme da liga de basquete profissional.

E se a expectativa em cima de Zion Williamson é a maior em cima de um calouro desde LeBron James, há 60 anos um calouro elevava à enésima potência as definições de ser dominante. 

Foi em 24 de outubro de 1959 que Wilt Chamberlain fez seu primeiro jogo na NBA, pelo Philadelphia Warriors. O resultado final foi 118 a 109 para os Warriors, com astronômicos 43 pontos e 28 rebotes de Wilt. 

Só não é possível “pirar” mais nas estatísticas porque na época não contabilizavam roubos de bola e tocos.

Wilt Chamberlain foi de longe, em termos estatísticos, o melhor calouro que a NBA já viu. Ele terminou sua primeira temporada na liga com 37,6 pontos, 27 rebotes, 46% nos chutes e 2,3 assistências de média. Isso porque ele teve aproveitamento de apenas 58% nos lances livres, batendo 13,8 por jogo.

Foram 28 jogos com pelo menos 30 pontos, 27 com ao menos 40 pontos e cinco partidas com 50 ou mais pontos.

Além disso, foram 62 jogos com mais de 20 rebotes. Wilt Chamberlain realmente era de outro planeta.

Fonte: Gustavo Faldon

Comentários

Esqueça, Zion! Há 60 anos, NBA começava a ver o calouro mais monstruoso de sua história

COMENTÁRIOS

Use a Conta do Facebook para adicionar um comentário no Facebook Termos de usoe Politica de Privacidade. Seu nome no Facebook, foto e outras informações que você tornou públicas no Facebook aparecerão em seu cometário e poderão ser usadas em uma das plataformas da ESPN. Saiba Mais.

mais postsLoading